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domingo, 30 de dezembro de 2012

A EDUCAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS PRECISA SER RUIM



          A educação de qualidade, boa, é o que alavanca o país às evoluções necessárias para sairmos daquela cultura medievalista, onde a ignorância generalizada era prioridade da igreja. O Brasil desde o seu descobrimento, invasão, tornou-se vítima daquela cultura que estava sendo questionada e extinta na Europa: a igreja Católica dominando a ignorância das massas para o seu bem estar eclesiástico. Na verdade, o Humanismo e o Renascimento não chegaram para os brasileiros: índios e a massa miscigenada (filhos dos cruzamentos entre europeus, índios e africanos). Esses miscigenados apenas somavam a grande massa escrava; quem tinha direitos aos estudos eram os padres, os filhos dos imigrantes, isso, desde que o cruzamento fosse entre eles. A educação dos brasileiros, os miscigenados, era para atender as necessidades dos exploradores que invadiram o país. “Nunca na história desse país” a educação foi pensada para a evolução dos brasileiros, da nação como um todo, até hoje ela é usada para mascarar, manter a exploração da população, uma educação que qualifica semianalfabetos, que diploma e celebra a ignorância daqueles que vão fazer e não pensar; oficializa a alienação do jovem brasileiro. Com o crescimento da descendência de imigrantes a educação foi vista como bom negócio, então, esta passou a ser vendida a quem pudesse pagar, surge nesse contexto às igrejas protestantes se unindo à perspectiva católica de vender a educação; tudo isso com a aprovação da elite política que tinha interesse que fosse assim, logo, a grande massa miscigenada e sua descendência sempre foi “preparada” para o serviço e assim se mantêm; o que seria das religiões e políticos exploradores se não houvesse essa massa sem estudos, sem perspectivas de vida, que se alimentam das falsas promessas dessa elite corrupta ainda dominante? A grande massa trabalhadora sustenta os dois extremos sociais: elite política, religiosa, empresarial e a escória social: narcotraficantes e outros delinquentes. A população miscigenada, com seus direitos legais negados, entrega-se às drogas, caindo na delinquência generalizada causada pelos vícios que assolam a juventude; essa massa é explorada por esses dois seguimentos de ponta, a falta de boa educação escolar não permite a esses verem quanto explorados são. Mas entendo que é passada a hora de denunciar esse descaso pelos brasileiros que tanto faz e não têm direitos de conhecer, de saber, de ter perspectivas de vida digna, de crescer intelectualmente, de continuar fazendo, mas, com mais conhecimento, contribuindo mais para crescimento do país, de ser um cidadão consciente, um agente da evolução e participante das riquezas que fica nas mãos dos poucos exploradores que têm todos os poderes nas mãos. 

BOAS ESCOLAS PÚBLICAS: As técinicas federais, as paulistas (Centro Paula Souza), as militares, o colégio D. Pedro II e algumas outras específicas. Minha observação é quanto o ensino público do básico ao médio, onde os jovens pobres saem despreparados para concorrerem até mesmo a uma vaga nessas escolas técnicas por não aprender interpretar simples textos e matemática básica. Se continuarmos assim como nação, quando iremos ter profissionais de ponta para o nosso mercado interno? quando iremos ter jovens pensantes para termos bons políticos, administradores, médicos, engenheiros etc, capazes de esportar conhecimento, que parem de planejar a corrupção para se dar bem? Sem falar que a boa educação diminui o aumento da delinquência generaliazada.
  
SECRETARIAS DE EDUCAÇÃO
          Todos os estados e cidades possuem secretarias da educação, e estas estão submetidas à legislação básica do Ministério da educação. Sob a orientação do político executivo estão as secretarias; sob as secretarias estão às diretorias de ensino; sob estas estão às gestões escolares, juntos e submetidos às gestões estão os professores. Essa hierarquia educacional está montada para atender a vontade do governador e do presidente da república. E pode ter certeza, essa estrutura não está a serviço da educação de qualidade para o povo, a grande massa trabalhadora. Serve apenas de máscara para enganar o povo, àqueles que precisam do conhecimento para ascender socialmente e desenvolver o país em todos os aspectos.  

O PROFESSOR
          Esse é o único servidor público que está proibido de ser profissional. Buscamos com sacrifícios o conhecimento para poder ensinar, desenvolver o país; preparamos para os concursos públicos, somos aprovados, mas quando chegamos à escola, aquela estrutura maligna nos mostra suas garras de rapina, os gestores escolares, orientados pelas diretorias de ensino nos proíbe de ensinar, de avaliar, e quando insistimos nas avaliações dizendo que este e aquele não têm condições de acompanhar séries mais avançadas a gestão escolar diz claramente: notas vermelhas, em minhas mãos, dizia a diretora da escola que eu lecionava: fica azul, deem seus pulos que eu não vou perder nosso bônus por causa de professor que não quer aprovar. Os alunos, crianças “espertas”, percebem rapidamente que não é preciso aprender para ser aprovado, sabem que a estrutura educacional está montada para diplomar qualquer um, mesmo que esse não tem condições de acompanhar as séries seguintes.
Os pais dos estudantes, despreocupados e satisfeitos porque seus filhos estão na escola e sendo aprovados todos os anos, infelizmente não percebem que as crianças não estão aprendendo, ou os pais não se interessa pelo futuro de seus filhos? Será que são todos analfabetos e não percebem as jogadas políticas que querem manter a escravidão dos brasileiros? Pais, tudo de bom ou ruim em um país é mantido através da educação escolar, então, está na hora de exigirmos dos governos educação de qualidade e alertar os filhos que o futuro deles depende do conhecimento que adquirem na escola, vivemos numa época que quem conhece tem valor, sem este, só a mão de obra barata, escrava.
Os professores, esses o governo sabe como torna-los num falso burguês; como funcionários públicos têm acesso a empréstimos e a financiamentos para bens em geral, endividados, o governo joga com suas necessidades manipulando-os para o mal da educação, ao bonificar em vez de pagar melhores salários, o governo por meio da secretaria da educação exige que os professores façam o trabalho sujo: formando incompetentes cognitivos para o desenvolvimento próprio e da nação. E assim, todos: governos, educadores e famílias vão colaborando para o sucateamento humano da nação, enquanto isso se mantém, os imigrantes continuam chegando e dominando o país e nós, sem desenvolvimento cognitivo, vamos apenas trabalhando para manter esses escravocratas com o poder financeiro e político.
UNIVERSIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS
          As Universidades públicas são gratuitas e têm ensino de qualidade, mas estas também fazem parte de uma estratégia política corrupta: são boas, mas são para os ricos. Poucos são os estudantes pobres das escolas públicas que conseguem passar depois de alguns anos fazendo curso pré-vestibular. As privadas, particulares, são pagas; estudantes ricos que não são muito chegados ao estudo compram vagas e pagam o que for preciso para ter seus diplomas sem o devido conhecimento para exercer suas funções no mercado, os frequentes erros médicos atesta essa malandragem. Aos pobres, estão destinadas as licenciaturas com mensalidades compatíveis com nossa realidade e muitas são até “gratuitas”; para continuar com sucateamento dos brasileiros está bom, assim pensa a elite dominante. O paradigma em que está montada essa arquitetura chama-se PROGRESSÃO CONTINUADA.
 As Universidades públicas (USP), por exemplo, por meio do IVEPESP, já está oferecendo graduação à distância, online; e o objetivo é dar oportunidade aos estudantes oriundos das escolas públicas. Percebo que os idealizadores desse projeto não viu um formando do Ensino Médio ler e fazer operações matemáticas? Tenho certeza que não, pois se tivessem estariam preocupados em melhorar a escola básica para dar condições a esses concorrerem nos vestibulares públicos com condições reais de passar. É a elite acadêmica elaborando meios para continuar mascarando a formação dos brasileiros pobres.
                          SINDICATO DOS PROFESSORES
          Há seis sindicatos ligados aos servidores da educação, segundo o secretário de educação de São Paulo todos eles estão fechados com o governo para não ter greve. Os sindicatos são sustentados pelos professores e outros servidores para representá-los, mas está fechado com o governo contra os interesses desses profissionais. Os professores categoria O, contratados segundo a legislação CLT não têm seus direitos trabalhistas pagos pelo governo paulista. Herança do ex-governador José Serra mantida pelo atual Alckmin. Os advogados dos sindicatos (APEOSP) pegam as causas dos professores e não levam avante. Sai candidato a vereador para a cidade de São Paulo em 2012 e por lei o professor tem direito aos seus vencimentos, o sindicato disse que entraria com um mandato de segurança para que eu tivesse meus direitos garantidos, cobraram as taxas e engavetaram minha petição. Então, a única conclusão possível só pode ser esta: os “profissionais” ligados à educação preferem manter a corrupção cognitiva dos brasileiros, segundo os interesses da classe dominante que lutar pela boa educação do povo. Atenção! Educadores e políticos, vós negais a educação para o povo, mas a informação chega a todos e cada um, de um jeito ou de outro, estão à busca das benesses do capitalismo e já que o Estado lhes nega o direito educacional, todos vão agir como podem, com as armas que tem; por isso o aumento dos furtos e roubos, do narcotráfico, assassinatos por alguns trocados, e a ousadia em fazer o mal. Penso que já passou da hora de acabar com a hipocrisia, o engano e a mentira no serviço público.  Uma pessoa com conhecimento produz mais e faz melhor seu trabalho e é bem mais fácil sua conscientização das necessidades de segurança onde e como morar e quanto à preservação do Meio Ambiente.
AVALIAÇÕES E ESCOLAS DE PERÍODO INTEGRAL
          As avaliações externas feitas pelo governo estadual e federal têm como objetivo medir o avanço da educação, mas entra ano e sai ano e a educação não melhora, só posso concluir que essas avaliações são mesmas para não deixar melhorar o ensino, para mantê-lo como está e/ou piorar se necessário. Para melhorar a qualidade da educação é só deixar o professor ensinar e avaliar com seriedade, deixar de comprá-lo com as ofertas de bônus por número de aprovações indiscriminadas.
Em São Paulo, e creio que na maior parte do Brasil o déficit de creches às mães trabalhadoras é grande, então, só posso concluir que essa jogada de escolas de tempo integral é para suprir esse déficit; se assim for, os professores de período integral, além de docentes serão babas. Qual criança terá condições de passar o dia todo preso em uma escola sem se estressar e revoltar? Essa pedagogia não dará certo, é antipedagógica. Imagine para Ensino Médio.

RELIGIÃO E PODER 
         Nos dias de Cristo, "Nos reinos do mundo, a posição implicava em engrandecimento próprio. Supunha-se que o povo existia para benefício das classes dominantes. Influência, fortuna, educação eram outros tantos meios de empolgar as massas para proveito dos dirigentes. As classes mais altas deviam pensar, decidir, gozar e dominar; às mais humildes cumpria obedecer e servir. A religião, como tudo mais, era uma questão de autoridade. Do povo esperava-se que acreditasse e procedesse segundo a direção de seus superiores. O direito do homem__ pensar e agir por si mesmo__ era inteiramente postergado". ( Ellen G. White. O Desejado de Todas as Nações. pág. 550. CASA PUBLICADORA BRASILEIRA. Tatuí. SP. 2004)

EDUCAÇÃO DE QUALIDADE ACABA COM OS BAIXOS SALÁRIOS!
COM OS MENDIGOS!
COM A IGNORÂNCIA COGNITIVA!
COM A CULTURA ESCRAVA!
COM OS MAUS POLÍTICOS!
“BRASIL, AME OU DEIXE-O”!

Isaías Correia Ribas, filósofo e professor.  





segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

LEI E GRAÇA


          Não existe sociedade organizada sem leis; num passado remoto, segundo Montesquieu (1689-1755), “Existiam apenas as leis naturais. As Leis tratam de relações necessárias”. (Os Pensadores - Montesquieu. São Paulo, Abril Cultural, 1973).
Todas as leis dos Estados (constituições) têm funções: mostrar os deveres e direitos dos cidadãos; e todas as leis são auxiliadas pela graça, o perdão, *e nisto está o espírito da lei. A lei mostra-nos o erro, ou o nosso pecado para corrigir-nos, harmonizar-nos às leis do Estado; e aos mandamentos bíblicos escritos em tábuas de pedras por Deus, com o próprio dedo, portanto, *princípio pétreo (que não pode ser alterado); posteriormente registrados por Moisés em “papiros” que compunham a bíblia, para que todas as sociedades alcancem a harmonia, a paz pessoal, regional e mundial; também, todas as leis prevê a transgressão imperdoável, aquele delito que revela a maturidade do caráter do transgressor, mostrando às autoridades que tal indivíduo não é mais possível viver em sociedade, logo, castigando-o à pena de morte, a prisão perpétua e outras penas semelhantes. Então, entender essa relação entre lei e graça no contexto bíblico não é tão difícil como parece. Nós do planeta Terra, que vivemos à mercê de muitas leis federais, estaduais e municipais, inconscientemente detestamos as leis porque seu caráter principal é estabelecer limites e educar-nos dentro de certos princípios sociais e morais construídos ao longo do tempo por nossos antepassados; e muitos de nós entendemos que ante as leis não somos livres, assim, esquecemos que a verdadeira liberdade está relacionada à prática da lei, pois o espirito livre é para os praticantes. Diante dos deveres legais cumpridos, os direitos acompanham-nos, é uma relação de causa e efeito que rege tanto para o bem quanto para o mal.
          Montesquieu abordou o espírito da lei na visão política de acordo com o regime político adotado pelo grupo, sem relacioná-lo às leis universais, divinas, bíblicas. Mas quando olhamos para o todo, incluindo o universo bíblico, logo, todos os racionais e irracionais, percebemos que tudo é regido por leis eternas, inalteráveis. Toda forma de vida, animal e vegetal, têm sua gênese naquele que É; no Ser em Si, que, por meio do *Logos (palavra), estabeleceu tudo o que há, por isso, na contemplação da natureza: no germinar de uma semente, na formação de outro ente semelhante aos pais podemos perceber Aquele que tem a vida em Si. A lei de Deus é eterna como é eterno o Universo regido pela lei de Seu eterno autor. A vida finita dos terrestres: nascer, viver e morrer, é um caso a parte de todo o resto do Universo. Somos “vítimas”, mas somos “especiais”, e nossas leis são finitas como nós.
LIBERDADE
          *Entendo que somos livres quando não temos nada a evitar. *Livre-Arbítrio não é sinônimo de liberdade. Se preciso escolher, como posso ser livre? Só houve liberdade antes do pecado, onde tudo o que as criaturas faziam era bom, não existia o mal a evitar, a harmonia era plena, logo, o pecado é um mistério que pode até ser explicado e compreendido dentro de nossas limitações, Mas onde está o mistério, podes estar perguntando? Na ousadia de um ente, Lúcifer, querer ser igual a Deus e criar como Ele criou; ser adorado como era o Criador; nisso está o mistério: o que levou Lúcifer querer ser Deus?  Sua beleza? Inteligência? Sua musicalidade? Seu alto posto entre os anjos? Tudo isso junto? São indagações e indagações envoltas em muitos mistérios para nossas limitações, mas o fato é que foi assim e vivemos nesse contexto universal, nossa existência faz parte dessa trama, e é desse contexto que os salvos por Cristo chegarão à verdadeira liberdade Universal. *ONDE NÃO TEREMOS MAIS MAL A EVITAR! E creio que depois desta triste experiência de quase seis mil anos, ente nenhum dotado de razão se aventurará em querer ser igual a Deus.
GRAÇA
         A função da lei universal, os dez mandamentos bíblicos, é revelar o amor de Deus, Sua longanimidade, bondade e disposição para salvar; a lei mostra nossas falhas, erros, pecados, e ao mesmo tempo mostra-nos o meio pelo qual podemos ser perdoados e capacitados a não viver uma vida de constante pecar. O sacrifício de Cristo na cruz do Calvário é suficiente para salvar todos os que O aceitarem como seu salvador! O único meio pelo qual podemos ser transformados é pela graça! Mas o que é a graça? É o poder de Deus agindo naqueles que desejarem serem capacitados a praticar a lei. A graça é para todos que almejam e desejam fazer a vontade de Deus, mas essa obediência vai além do legalismo, do simples praticar a lei, por isso disse Cristo: *“Amai a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo”. É esse o papel da graça: capacitar-nos a *amar a Deus e ao próximo, nisso está à prova de que pedimos a graça e Deus nos deu; se realmente estamos sendo transformados à semelhança divina não dependemos de datas especiais para lembrar-nos de que temos Deus e o próximo para honrá-los. Ah! Bom seria se todos nós cristãos crescemos no poder da graça! O mundo seria bem melhor e provavelmente não estaríamos mais aqui, Deus já teria nos resgatados das mãos de Satanás! Declarando-nos como Seus!  A Sua longanimidade continua dando-nos mais um pouco de tempo, mas não esqueçamos, um dia o período de graça passará, acontecendo isso, Satanás assumira de vez o controle das paixões humanas, e os salvos em Cristo passarão por um tempo de angústia como nunca houve.
ANALOGIA ENTRE A GRAÇA HUMANA E A DIVINA
          Os transgressores das leis do Estado, julgados, recebem suas penas: prisão por tempo determinado, prisão perpétua, pena de morte, amputação de parte do corpo, trabalhos social e outros, é óbvio, essas penas mudam segundo a legislação dos países. Muitos desses transgressores, por bom “comportamento”, recebem a graça de serem libertos, espera o Estado que esses agraciados deem provas de que o castigo previsto nas leis os fez refletir, adaptando-se às leis sociais. Mas, infelizmente poucos são os que aprendem com o castigo legal; os transgressores estão tão distantes de si e do outro que não se veem parte do todo, estão tão longe de compreender o seu valor comportamental para o bem de todos que, assim que recebem a graça não sabem o que fazer com ela e acabam praticando os mesmos delitos que os levaram à prisão. Nada nesse mundo é capaz de mudar o indivíduo a não ser ele mesmo, a partir dessa consciência os indivíduos já aumentariam a alto-estima que está baixa, e teria forças para buscar ajuda do outro em vez de agredi-lo.
O planeta Terra é, na verdade, uma grande prisão para a humanidade; estamos isolados fisicamente dos outros planetas, e o plano de salvação é justamente para isto, acabar com esse isolamento. Logo, a legislação Universal, divina, é melhor, mais justa, prevendo que a “liberdade” é o melhor caminho para a reflexão; o pior castigo é estar consciente do pecado e mesmo assim, saber que o grande legislador espera que o transgressor, “em liberdade”, entenda o seu delito e se arrependa, isso acontecendo, mais um pecador ajustou-se ao plano divino! E dentro dessa prisão interplanetária, criamos mais um sistema legal com prisões para livrar-nos de nossos semelhantes transgressores, encarcerando os “piores”. Precisamos entender que todos nós estamos condenados à morte eterna e livrar-se-ão dessa pena, os que aceitarem se reintegrar ao plano de salvação elaborado por Deus! A graça da lei divina, quando buscada, faz o indivíduo refletir na sua miséria e mostra a saída. Deus, através do Espírito Santo, *a verdadeira graça divina, transforma a pessoa por inteiro, principalmente nossa vontade, o sentimento que nos leva a fazer tanto o bem quanto o mal. Segundo os filósofos Schopenhauer (1788-1860) e Nietzsche (1844-1900), o mundo e as pessoas são apenas vontade.
BABILÔNIA (CUNFUSÃO)
          Atualmente, devido a grande confusão religiosa que há, é difícil para os leigos diferenciar entre o certo e o errado, até porque, os crentes, na sua grande maioria têm pouco estudo, então, eles preferem acreditar mais na palavra de seus líderes espirituais pastores, padres e outros guias que investigar o que diz a bíblia. O andar com a bíblia embaixo do braço não passa de mera formalidade. Apesar de dizerem estudantes da bíblia, seguem, na verdade, as decisões da igreja Católica, suas leis em detrimento da lei de Deus. Isso se dá por inocência religiosa, ignorância e propositalmente, mas quem julga as intensões dos indivíduos nessa babilônia é o *Onisciente Criador, Porém, chegará o dia em que se unirão os três espíritos imundos: catolicismo, espiritismo e protestantismo apostatado que, com o aval dos poderes políticos, legislarão contra os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus. A partir dessa época, os dois caminhos estarão claros onde, cada pessoa por mais simples que seja perceberá os dois grupos e poderá facilmente decidir a quem servir, a Deus ou a Satanás; saindo esse decreto, a porta da graça estará aberta por mais um pouco de tempo para que os sinceros tomem suas decisões abraçando ou não as verdades bíblicas. Fechando a porta da graça *(o fim da obra do Espírito Santo) não haverá mais oportunidade para os pecadores, cada um tomou sua decisão para a vida ou para a perdição eterna. Em todos os seguimentos religiosos há pessoas sinceras, esses, Deus julgará com Sua justiça e não é a igreja que ele frequenta que vai lhe dar a perdição ou a salvação, mas o justo Deus, baseado na luz que cada um teve, e o que fez com essa luz! 

Isaías Correia Ribas, filósofo e professor.




quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

MITOS E UTOPIAS; PERSPECTIVAS DO NADA.


          “Mito (gr. mythos: narrativa, lenda) 1. Narrativa lendária, pertencente à tradição cultural de um povo, que explica através do apelo ao sobrenatural, ao divino e ao misterioso, a origem do universo, o funcionamento da natureza e a origem e os valores básicos do próprio povo. Ex.: o mito de Ísis e Osíres, o mito de Prometeu etc. O surgimento do pensamento filosófico-científico na Grécia antiga (séc. VI a.C.) é visto como uma ruptura com o pensamento mítico, já que a realidade passa a ser explicada a partir da consideração da natureza pela própria, a qual pode ser conhecida racionalmente pelo homem, podendo essa explicação ser objeto de crítica e reformulação; daí a oposição tradicional entre mito e *logos.
          2. Por extensão, crença não justificada, comumente aceita e que, no entanto, pode e deve ser questionada do ponto de vista filosófico. Ex.: o mito da neutralidade científica, o mito do bom selvagem, o mito da superioridade da raça branca etc. a crítica ao mito, nesse sentido, produziria uma desmistificação dessas crenças.
          3. Discurso alegórico que visa transmitir uma doutrina através de uma representação simbólica. Ex.: o mito ou alegoria da caverna e o mito do sol, na República de Platão. Ver caverna, alegoria da.
          Utopia 1. Termo criado por tomas *Morus em sua obra Utopia (1516), significando literalmente “lugar nenhum” (gr. ou: negação, topos: lugar), para designar uma ilha perfeita onde existia uma sociedade imaginária na qual todos os cidadãos seriam iguais e viveriam em harmonia. A alegoria de Tomas Morus serviu de contraponto através do qual ele criticou a sociedade de sua época, formulando um ideal político-social inspirado nos princípios do humanismo renascentista.
          2. Em sentido mais amplo, designa todo projeto de uma sociedade ideal perfeita. O termo adquire um sentido pejorativo ao se considerar esse ideal como irrealizável e portanto fantasioso. Por outro lado, possui um sentido positivo quando se defende que esse ideal contém o germe do progresso social e da transformação da sociedade. No período moderno são formuladas várias utopias como as de *Campanella e*Fourier”. (DICIONÁRIO BÁSICO DE FILOSOFIA; HILTON JAPIASSÚ/ DANILO MARCONDES; Ed. ZAHAR. RIO DE JANEIRO 2008).
          Santo Agostinho (1354-1430) criou duas utopias: a cidade dos homens e a cidade de deus; ironicamente, o bairro onde está instalada a sede administrativa do banco Bradesco na cidade de Osasco, SP, recebeu o nome cidade de deus.
          É prática nas universidades fazer os graduandos pensar que idealizar utopias e mitos continua sendo a saída para criar perspectivas para a sociedade; por isso, ainda hoje, mestres e doutores debruçam-se sobre livros à busca de conhecimento para manter viva essa mentira social. Parece que os doutos, presos em seus gabinetes e egos, vivem num mundo à parte da atual realidade do poder da mídia, que, à velocidade nunca vista, desmistifica a massa em pouco tempo; o progresso que demorava cem anos a partir do renascimento, atualmente dá-se em quatro dias.
Outro engano utópico é a prática da péssima educação do ensino público para manter a exploração dos pobres e desafortunados, prática estendida aos religiosos e donos das escolas privadas que enriquecem na exploração da educação daqueles que podem comprá-la, marginalizando os pobres. Se o ministério da educação e secretarias não mudar suas políticas para o ensino público, e fazer com que as instituições educacionais particulares se interessem mais pela educação dos pobres que querem estudar, todos, independentemente de boa ou má educação, estão, através da mídia popular se conscientizando que foram, por séculos e milênios, apenas massa de manobra em benefício dessa elite espertalhona, que continua entendendo que podem manter essa prática sem sofrer consequência alguma; enganam-se, todos os seguimentos sociais estão em busca das “benesses” capitalistas, e vão a qualquer custo tentar desfrutar da lógica consumista que embala o mundo, nem que para isso tenham que aderir ao engano, aliar-se ao narcotráfico, desafiar o Estado legal, roubar e matar. Estamos assistindo e sendo alvos dessa nova lógica onde, não apenas as elites políticas, religiosos e ricos de modo geral vivem da exploração, mas, todos os seguimentos sociais querem e agem na mesma lógica de desconsideração pelo outro. Isto é, a lei do mais “forte e/ou esperto” vai dominar.
O “pensador” brasileiro está sendo formado, direcionado a reproduzir o discurso dos alienadores e dominadores do passado, toda sua formação é engessada para aliená-lo de uma leitura pessoal, nova, revolucionária; é a superestrutura acadêmica a serviço da alienação dos graduandos, mestres e doutores. Assim sendo, a massa popular continuará à mercê das elites escravocratas, todo descendente de estrangeiro que aqui nasce é brasileiro nato, porém, se chega ao poder e continua nesse ideal, tem índole escravocrata, e se insistirem nesse ideal do engano o século XXI vai ser turbulento. Logo, a barbárie instalar-se-á.
Pensam as elites que podem initerruptamente enganar a todos através do assistencialismo barato, mendicante, e o natal é o marco histórico do engano, da mentira; durante 364 dias do ano exploramos e ignoramos o outro, e queremos em apenas um dia sob o manto de um espirito religioso apagar todos os nossos pecados, “acalmar a consciência”, mas mesmo assim, aos embalos sentimentais do Papai-Noel, exploramos o máximo o pobre para arrancar dele o 13º salário, para que este continue serviçal, dependente. Para mim, o Natal deveria comemorar o dia mundial da hipocrisia.
Nietzsche (1844-1900) indaga: “como poderia algo nascer do seu oposto? Por exemplo, a verdade do erro? Ou a vontade de verdade da vontade de engano? Ou a ação desinteressada do egoísmo? Ou a pura e radiante contemplação do sábio da concupiscência? Semelhante gênese é impossível; quem com ela sonha é um tolo, ou algo pior; as coisas de valor mais elevado devem ter uma origem que seja outra, *própria__ não podem derivar desse fugaz, enganador, sedutor, mesquinho mundo, desse turbilhão de insânia e cobiça! Devem vir do seio do ser, do intransitório, do deus oculto, da *“coisa em si” __ nisso e nada mais, deve estar sua causa!” (FRIEDRICH NIETZSCHE__ Além do bem e do mal__ Companhia De Bolso_ SP- 2007). Aforismo 02.
          A Microfísica do Poder de Michel Foucault (1926-1984): judiciário, legislativo, partidos políticos, universidades, gestão escolar, ministérios, secretarias, autarquias, igrejas católicas e protestantes, espíritas e outras seitas ocultas, o próprio crime organizado, o comércio, a indústria, o sistema bancário [...] são o que dá sustentabilidade ao poder político central. Com o apoio dessa rede estendida, a sociedade pode ser boa ou má, justa ou injusta, altruísta ou egoísta, então, tudo depende do comportamento humano. Será? Se assim fosse haveria sociedades perfeitas, mas como toda organização social é imperfeita, exploradora do outro, seu semelhante; fica comprovado que não estamos sozinhos nesse planeta, mas forças opostas lutam para o bem ou para o mal, logo, Deus e Satanás existem e são suas influências sobre os homens que faz com que nossas atitudes sejam boas ou más. Então, amigo leitor, nossas atitudes diz a quem servimos, de quem somos ferramentas de Deus ou do Diabo.
          Quando a elite dominadora vai entender que, de premissas falaciosas não se chega à verdade; que nem todo discurso, por ser lógico é verdadeiro, pode até ser válido, mas o que é válido nem sempre é verdadeiro, então, se a antiga perspectiva utópica, mítica e mística continuar sendo a lógica para a evolução da sociedade, começou, a pesar da evolução cognitiva e tecnológica, o regresso à ignorância Medieval, com um diferencial: a massa não é passiva. A sociedade mundial está alicerçada sobre a mentira política, teológica, filosófica e técnica, logo, é impossível chegar à verdade, à honestidade, à justiça e ao altruísmo. Então, se assim continuarem os místicos, os mitológicos-utópicos-políticos, os cristãos, outros religiosos e ateus; temos que concordar com a máxima nietzschiana: “é melhor querer o nada a nada querer”.

Filósofo e professor Isaías Correia Ribas.  

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

*A SEGUNDA VOLTA DE CRISTO À LUZ DA FILOSOFIA*


          O único livro sagrado que trata desse assunto é a bíblia. Esta profetizou também o Seu nascimento, Sua primeira vinda, Sua encarnação para pagar o preço do pecado daqueles que O aceitarem como seu salvador pessoal. A finalidade dos escritos bíblicos é revelar o plano de salvação e como alcançá-la; Jesus veio a este mundo pela primeira vez segundo indicara as profecias do Velho Testamento. As promessas de Sua segunda vinda estão presentes tanto no Velho Testamento quanto no Novo. Nos evangelhos há um enfoque maior acompanhados de sinais que indicam a proximidade de Sua segunda vinda.
A sociedade que Cristo nascera há algum tempo passava por grandes transformações cognitivas, políticas e religiosas, vivia tempos difíceis: muitas guerras e revoltas populares entre as polis (cidades Estados), pois todas estavam submissas a Roma e todos, de um jeito ou de outro, aguardavam libertadores, líderes políticos e/ou guerreiros que os livrassem do jugo romano. Os judeus eram os únicos que tinham a promessa de um salvador miraculoso, Seu libertador nasceria entre eles e fundaria um novo reino de paz; todas as profecias e rituais judaicos ensinavam que assim seria. Chegou à plenitude dos tempos e “O DESEJADO DE TODAS AS NAÇÕES” nasceu! Para a decepção dos judeus, Ele não veio como um rei sentado em um trono com seu cetro em punho e coroado para impor-se como tal; veio como uma criança *santa, gerada pelo *Espírito Santo; para provar a todos que era possível a Adão e Eva viverem sem pecados, a pesar da “presença” de Satanás no Éden; era apenas uma questão de confiar, e racionalmente seguir pela fé as orientações do Criador; por isso Jesus precisara viver como homem, provando a todo o Universo que as tentações e o pecado não são desculpas para um viver segundo a vontade de Deus; fora essa a primeira missão de Cristo: provar ao Universo que Jesus quer nos dar a vida eterna e Satanás, a morte eterna, por isso Jesus morreu nas mãos de homens inspirados pelo Diabo, para que tivéssemos a oportunidade de viver na eternidade segundo o plano original do Criador. Jesus cumpriu Suas promessas do Velho Testamento e com certeza cumprirá as que se referem à Sua segunda volta! Poucos daquela sociedade viram em Jesus o Salvador do mundo, aceitando-O e seguindo-O como seu salvador. A maioria dos Judeus, ainda hoje, não aceita aquela criança como o salvador, continuam com os antigos rituais esperando que um rei, milagrosamente reine sobre eles.
A FILOSOFIA HELENÍSTICA INFLUENCIAVA AQUELA GERAÇÃO
          Entre os judeus havia três seitas diversas, relativas às ações humanas: “Os fariseus, os saduceus e os essênios; Os fariseus atribuem certas coisas ao destino, não, porém, todas e creem que as outras dependem de nossa liberdade, de sorte que nós podemos fazê-las ou não fazê-las. Os essênios afirmam que tudo geralmente depende do destino e de que nada nos acontece a não ser o que ele determina. Os saduceus, ao contrário, negam absolutamente o poder do destino, dizem que ele é quimera e que nossas ações dependem tão absolutamente de nós, que nós somos os únicos autores de todos os bens e dos males que nos acontecem, segundo nós seguimos um bom ou mal conselho”. (FLÁVIO JOSEFO, HISTÓRIA DOS HEBREUS, VOL. IV. PÁG. 137. Ed. das Américas, 1956). Dos três, apenas os saduceus não tinham uma visão filosófica, se assemelhavam mais à visão bíblica.
          Naqueles dias o *Mundo das Ideias de Platão, já se afirmava como teologia platônica; a Estoá, escola filosófica estoica insistia em agir segundo a natureza, esquecendo que eles não eram a natureza, alguns de seus adeptos faziam suas necessidades fisiológicas nas ruas, outros insistiam em andar nus e não tinham, por opção, casas para morar etc. etc... A filosofia helenística deixou de lado a cultura para formar cidadãos, privilegiando o indivíduo. O individualismo que impera na sociedade atual nasceu naquela época; as ciências nascentes se desligaram da visão do todo filosófico, preferindo a análise e a especialização das partes “isoladas” do todo, logo, a ciência já despontava como dogma, influenciando e questionando a fé religiosa, a liberdade filosófica e seus dogmas. Escolas filosóficas que influenciava aquela geração: cinismo, epicurismo, estoicismo, ceticismo, ecletismo e os dogmas científicos.  Enfim, quando Jesus nasceu, o pensamento religioso-filosófico-científico-político dominava os discursos nas ruas e sinagogas, *os escritos bíblico, por meio de Filon, filósofo grego de origem judaica de Alexandria, séc. I, com a ajuda de outros, obviamente, recebia conceitos filosóficos em sua escrita. Cristo nasceu na época em que o secularismo cognitivo começava seu domínio; é esse o cenário que Jesus nasceu, cresceu, trabalhou e venceu o pecado e seu originador, Satanás. Sua morte na cruz selou o fim do Diabo e confirmou, garantiu a salvação àqueles que O aceitarem como seu salvador pessoal!
O salvador nasceu segundo o predito, mas os homens, cheios de si, de seus conhecimentos e interpretações particulares não O reconheceram como o enviado dos céus para confirmar as promessas do Criador. Organização nenhuma O aceitou em grupo, nem mesmos os fanáticos e zelosos religiosos, apenas alguns indivíduos entenderam que Ele era o *Jesus salvador, seguindo-O.  
Toda aquela revolução científica, política, filosófica helenística e romana sofreu um apagão na Idade Média (V–XV), as trevas da Roma-cristã, o cristianismo platônico sufocou-as até o Renascimento. 
ATUALMENTE O INDIVIDUALISMO, O CIENTIFICISMO, A FILOSOFIA, A POLÍTICA E A FALSA RELIGIOSIDADE ALCANÇAM SEU CLIMAX; CENÁRIO PROPÍCIO PARA A SEGUNDA VINDA DE CRISTO.
          Dos sinais preditos que antecederia a segunda vinda de Cristo muitos estão relacionados às catástrofes naturais e estas, na medida em que se aproxima *aquele dia, aumentaria trazendo problemas para todos os habitantes do planeta Terra, com a intenção de despertar-nos às profecias bíblicas, para que levantemos nossa cabeça e percebamos que o fim do mal e o reino de paz se aproximam.
Porém, o maior dos sinais de Sua volta, está relacionado ao comportamento da humanidade, à nossas invenções e criações. Como acontecera em Seu nascimento, Satanás e seus anjos empenhar-se-ão na distração da humanidade, fazendo que olhemos e admiremos nossas próprias criações cognitivas, sejam elas teológicas, filosóficas, políticas, acadêmicas e/ou científicas. Enquanto nos admiramos, e procuramos por nós mesmos resolver todos os problemas, esquecemos a análise das profecias bíblicas e suas orientações, nos preparando assim, para o encontro com o Salvador, onde viveremos no reino de paz que Ele nos preparou.
          Satanás é um estrategista. Ele fará o mundo crer que Deus e ele não são reais, que são apenas criações humanas como qualquer ciência ou filosofia. Fazendo as pessoas agirem sem princípios morais e éticos. Reflitamos sobre o comportamento das autoridades políticas (Executivo, Judiciário e Legislativo), há algum princípio moral e ético? É óbvio que a sociedade agirá segundo esses exemplos. E os religiosos, por acaso a ética e moral cristã têm algum valor para eles, além de pano de fundo para a malandragem e o comércio religioso?  
CONFUSÃO SOCIAL E RELIGIOSA SEGUNDO A BÍBLIA
          “Sabe porém isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, preguiçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites que amigos de Deus, tendo a aparência de piedade mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”. II Tim. 3:1-5.
          Perguntou Jesus: “quando vier o filho do homem, porventura achará fé na Terra”? Lucas 18: 08.
         “Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos”. São Mateus 24: 24.
           Quando Cristo esteve na Terra nenhum daqueles grupos de religiosos O reconheceram como o Salvador, pelo contrário, todos O rejeitaram e Dele zombaram.  Das atuais religiões e seitas evangélicas, nenhuma delas estará preparada, como comunidade, organização, para o encontro com Cristo. Do mesmo modo que indivíduos aceitaram seguir a Cristo por ocasião de Sua primeira vinda, indivíduos serão salvos independente das organizações e das formalidades das atuais religiões e seitas; esses indivíduos comporão o Israel espiritual sem fronteiras e templos e sem organização legal; este grupo estará de pé para ver Jesus e seus anjos que os/nos levará para o céu. Será assim apenas nos últimos dias, até lá, vamos continuar cumprindo com as formalidades legais e religiosas, mas devemos sempre ter em mente que essas formalidades não salvam, porém, demostra que somos diferentes dos mundanos (daqueles que não aceitaram ainda o salvador e seu plano de salvação). Nossa sociedade é capitalista, logo, todos os grupos que se organizam precisam de receitas para sobreviver, e com as organizações religiosas não são diferentes. Então, vendo por esse anglo, todos os que trabalham ligados às religiões, independente do cargo são profissionais, e para tanto planejaram e investiram nos respectivos estudos para tal função; o que me incomoda são os jargões: o Senhor me chamou; eu poderia estar ganhando muito mais fora da obra, mas ele me escolheu... Meu, se liga, você está aí como pastor, padre, bispo, ou outro obreiro qualquer porque lhes são convenientes, deveríeis sentir-se privilegiados e negociar menos com o sagrado. Parem com esta retórica de autovalorização, de se auto chamar, privilegiar; chega de achar que o povo é besta, já passou essa época; demonstre pelo trabalho de evangelização que merece fazer o que planejou fazer, e que para isso tem seu salário: pregue o evangelho por palavras e atos! Leve as pessoas a examinar a bíblia. Os fieis serão salvos independentemente das influencias desses eclesiásticos. Todos os salvos terão experiência religiosa porque compreenderam o plano de salvação pelo estudo da palavra de Deus, a bíblia, e lógico, uma experiência própria, pessoal, com o Criador do Universo, motivo pelo qual O louvará por toda a eternidade!
JESUS NÃO VIRÁ PELA SEGUNDA VEZ EM DEZEMBRO DE 2012. ESSE DIA NINGUÉM SABE. ELE VIRÁ SEGUNDO AS PROFECIAS E NÃO HÁ QUEM POSSA MUDAR O QUE DEUS ESTABELECEU!

Filósofo e professor Isaías Correia Ribas.