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sábado, 25 de agosto de 2018

ATEUS CATÓLICOS PROTESTANTES E EVANGÉLICOS SÃO ÚNICOS



     O movimento protestante do período moderno mudou a arquitetura de seus templos e tiraram as imagens de esculturas, mas, como os romanos pagãos e igreja medieval, continuaram santificando o domingo e não o sábado segundo o explícito na Bíblia, o mesmo acontecendo como movimento evangélico do século XVII que alcançou seu auge no século XVIII - XIX. Nessa altura da história, no auge do capitalismo, muitos presbíteros deixaram de serem membros para ser dono de uma igreja pentecostal, causando a decadência dos protestantes e evangélicos tradicionais. Mas todos os religiosos, até início do período contemporâneo, independentemente de teologia defendida, já estavam alinhados com os objetivos do ateísmo filosófico que Platão e Mane ou mané, elaborador da filosofia maniqueísta que nega a literalidade de Deus e Lúcifer à simples forças do bem e do mal, que o filósofo Agostinho de Hipona convertido ao catolicismo, deu à igreja católica que fez toda sociedade medieval e moderna aceitar os ideais filosóficos como sendo teologia bíblica. Só não podemos esquecer que Deus, mesmo parecendo ser silêncio, tem um tempo determinado para interferir na história política e religiosa dos povos, alertando-os que Ele está no controle e vai se levantar para executar o juízo fazendo justiça, salvando aqueles que optaram seguir Suas orientações contidas na bíblia e não os ideais filosóficos e religiosos contrários aos escritos bíblicos. Então, queira ou não os religiosos atuais, as leis de Deus e o livre-arbítrio continuam sendo as bases fundamentais para Deus julgar e fazer justiça a todas as pessoas de diferentes épocas. Por causa dessa hipocrisia religiosa católica-protestante, concluiu o ateu e filósofo alemão Friedrich W. Nietzsche: “Deus está morto” e as promessas e profecias bíblicas caíram no “nada ou niilismo”; pois, para Nietzsche: “Ser cristão é ser como Cristo foi”.

A religião que em nosso tempo prevalece não é de caráter puro e santo que assinalou a fé cristã nos dias de Cristo e seus apóstolos. É unicamente por causa do espírito de transigência com o pecado, por serem as grandes verdades da palavra de Deus tão indiferentemente consideradas, por haver tão pouca piedade vital na igreja, que o cristianismo, é aparentemente tão popular no mundo. Haja um reavivamento da fé e poder da igreja primitiva, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo as fogueiras da perseguição. (WHITE, G. Ellen. O Grande Conflito, p. 48)

     Isso acontece porque a maioria dos cristãos, como os ateus, têm a filosofia da imortalidade da alma de Platão, o domingo, dia santo dos pagãos adorarem o sol como dia santo no lugar do sábado instituído por Deus, comem carnes classificadas como imundas como se fossem boas para a alimentação, enfim, a palavra de Deus nada significa para os cristãos nominais. Logo, na prática, católicos, protestantes, evangélicos, espiritualistas e outros, como os ateus, negam Deus em nome do próprio Deus ao preferir acreditar em ideologias filosóficas que na palavra de Deus.

Mesmo antes do estabelecimento do papado, os ensinos dos filósofos pagãos haviam recebido atenção e exercido influência na igreja. Muitos que se diziam conversos ainda se apegavam aos dogmas de sua filosofia pagã, e não somente continuaram no estudo desta, mas, encareciam-no a outros como meio de estenderem sua influência entre os pagãos. Erros graves foram assim introduzidos na fé cristã. Destaca-se, entre outros, o da crença na imortalidade natural do homem e sua consciência na morte. Essa doutrina lançou o fundamento sobre o qual Roma estabeleceu a invocação dos santos e a adoração da Virgem Maria. Disso também proveio a heresia do tormento eterno para os que morrem impenitentes, a qual logo de início se incorporara à fé papal. (Idem, p. 58)

A grande tradição filosófica alemã entre os séculos XVIII e XIX nada mais é do que a continuação leiga da teologia protestante: ela é ainda mais hipócrita, na medida, que esconde o vício secreto, a fraqueza fundamental da qual nasce. Por isto, Nietzsche afirma que é preciso ser mais inflexível com os protestantes do que com os católicos e define o filósofo como “o criminoso dos criminosos”. (NIETZSCHE, W. Friedrich. O Anticristo Maldição do Cristianismo. p.15)

Oséias já profetizara

O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento. Porque tu rejeitaste o conhecimento, também Eu te rejeitarei, visto que esquecestes a lei do teu Deus, também Eu me esquecerei de teus filhos. (Oséias, 4:6)

A história do povo de Deus durante os séculos de trevas que se seguiram à supremacia de Roma está escrita no céu, mas pouco espaço ocupa nos registros humanos. Poucos traços de sua existência podem encontrar, a não ser nas acusações de seus perseguidores. Foi tática de Roma apagar todo vestígio de dissidência de suas doutrinas ou decretos. Tudo que fosse herético quer pessoas ou escritos, procurava ela destruir. (WHITE. G. Ellen. O Grande Conflito p. 61)

Não era isso simples ameaça. Guerra, intriga e engano foram empregados contra as testemunhas de uma fé bíblica até que as igrejas da Bretanha foram destruídas ou obrigadas a submeter-se à autoridade do papa. (Idem. p, 63)

     Mas um povo permaneceu fiel a Deus fora das cidades e conseguiu obter uma tradução da bíblia, sendo uma luz a denunciar as práticas falaciosas da igreja romana.

Os valdenses foram os primeiros dentre os povos da Europa a obter a tradução das sagradas escrituras. Centenas de anos antes da Reforma possuíam a bíblia em manuscrito, na língua materna. Tinham a verdade incontaminada e isso tornava objeto especial de ódio e perseguição. – Durante séculos de trevas e apostasia, houve alguns dentre os valdenses que negavam a supremacia de Roma, rejeitavam o culto às imagens como idolatria e guardavam o verdadeiro sábado. Sob as mais atrozes tempestades da oposição conservaram a fé. Embora perseguidos pela espada dos saboianos (França) e queimados pela fogueira romana, mantiveram-se sem hesitação ao lado da palavra de Deus e de Sua honra. Por trás dos elevados baluartes das montanhas – em todos os tempos refúgio dos perseguidos e oprimidos – os valdenses encontraram esconderijo. Ali, conservou-se a luz da verdade a arder por entre as trevas da Idade Média. Ali, durante mil anos, testemunhas da verdade mantiveram a antiga fé. – Pois, semelhantes a lobos à caça da presa, os inimigos da verdade perseguiram os que ousavam pedir liberdade para a fé religiosa. (Ibid. p, 65, 66 e 67)

     A bíblia é um livro escrito por homens, por isso precisa ser analisada por aqueles que se dizem detentores de todo saber. Sua leitura é simples, são descrições históricas, contém as primeiras afirmações de como tudo que há no mundo, seja físico ou metafísico, veio à existência. Há livros poéticos e proféticos, pois os profetas também colaboraram em sua escritura. Para desafiar as grandes mentes, há profecias simbólicas que são compreendidas pelos investigadores que desejam compreender o-todo físico-metafísico, a esses o Espírito Santo ajuda. As mais intricadas filosofias perdem de longe para o simbolismo das profecias bíblicas, com uma diferença, a Bíblia contém todas as chaves para a sua interpretação, enquanto que muitas filosofias não passam de falatórios (retóricas) do autor consigo mesmo, quando muito, consegue falar alguma coisa para seus contemporâneos que as interpreta às futuras gerações de filósofos e universitários que as fazem chegar ao povo como sendo verdade aplicáveis ao modo de viver.

Assim como tem a mina ricos veios de ouro e prata ocultos por sob a superfície, de maneira que todos os que desejam descobrir os preciosos depósitos devem cavar, assim as Escrituras Sagradas têm tesouros de verdade que são revelados unicamente ao ardoroso, humilde e devoto pesquisador. – O estudo das escrituras é o meio divinamente ordenado para levar o homem a mais íntima comunhão com seu Criador e dar-lhe mais claro conhecimento de sua vontade. É o meio de comunicação entre Deus e o homem. (Ibid. p, 69)

     A igreja medieval, em posse do poder político e religioso, ignorou as leis de Deus alterando-as e perseguiu os fieis seguidores de Cristo e os escritos bíblicos interpretando-os a seu bel prazer; elegendo em seu lugar suas tradições, e o Papa se autodenominando representante de Deus na terra. Assim sendo, quem não busca compreender a bíblia como fonte de conhecimento não tem a visão do-todo físico-metafísico-filosófico, da trama que se desenvolve, tornando-se presa fácil de Satanás e seus representantes céticos e religiosos.

Esse documento revela claramente o espírito que o ditou. É o bramido do dragão, e não a voz de Cristo que se ouve. Os dirigentes papais não queriam conformar seu caráter com a grande norma da lei de Deus, mas criaram uma norma que lhes fosse conveniente, e decidiram obrigar todos a se conformarem com ela porque Roma assim o desejava. As mais horríveis tragédias foram encenadas. Sacerdotes e papas corruptos e blasfemos estavam a fazer a obra que Satanás lhes designava. A misericórdia não encontrava lugar em sua natureza. O mesmo espírito que crucificou Cristo e matou os apóstolos, o mesmo que impulsionou o sanguinário Nero contra os fiéis de seu tempo, estava em operação a fim de exterminar da Terra os que eram amados de Deus. – Assim os valdenses testemunharam de Deus, séculos antes do nascimento de Lutero. Dispersos em muitos países, plantaram a semente da Reforma que se iniciou no tempo de Wycliffe, cresceu larga e profundamente nos dias de Lutero, e deve ser levada avante até o final do tempo por aqueles que também estão dispostos a sofrer todas as coisas pela “palavra de Deus, e pelo Testemunho de Jesus Cristo”. (Ibid. p, 77/78)

     John Wycliffe foi educado na filosofia escolástica, nos cânones da igreja e na lei civil, especialmente a de seu próprio país (Inglaterra). Conhecedor profundo da filosofia especulativa de seu tempo o habilitou a expor os erros da igreja e, mediante os estudos das leis civis e eclesiásticas preparara-se para entrar na grande luta pela liberdade civil e religiosa. Ele sabia manejar bem a palavra de Deus, conhecia filosofia e a tática dos teólogos escolásticos.

Wycliffe era perspicaz descobridor de erros e atacou destemidamente muitos dos abusos sancionados pela autoridade de Roma. Quando agia como capelão do rei, assumiu ousada atitude contra o pagamento do tributo que o papa pretendia do monarca inglês e mostrou que a pretensão papal de autoridade sobre os governantes seculares era contrária tanto à razão como a revelação. As exigências do papa tinham excitado grande indignação e os ensinos de Wycliffe exerceram influência sobre o espírito dos dirigentes do país. O rei e os nobres uniram-se em negar as pretensões do pontífice à autoridade temporal e na recusa do pagamento do tributo. Assim, um golpe eficaz foi desferido contra a supremacia papal na Inglaterra. (Ibid. p, 82)

     Wycliffe foi o primeiro a traduzir a bíblia para os ingleses. O reformador não temia a prisão e nem a fogueira. Dando o livro sagrado a seus compatriotas, estava mais interessado em quebrar os grilhões da ignorância e do vício que continuar em uma guerra para enobrecer seu país, o que já conseguira pelas mais brilhantes vitórias nos campos de batalhas. A igreja de Roma tentou, mas não conseguiu queimá-lo vivo; no entanto, após sua morte, retiraram seus ossos e os queimaram, anunciando o que faria àqueles que ousassem desafiá-la. Outros dois grandes heróis que antecederam Lutero foram João Huss e Jerônimo. Huss foi professor, reitor da universidade de Praga e pregador na capela de Belém e Jerônimo de Praga seu assistente. Ambos foram queimados vivos pela inquisição papal. Dentre esses questionadores e reformadores, destaca-se o Dr. Martinho Lutero que defendia a salvação pela fé e não pelas obras segundo ensinava a Igreja Católica. Questionou a venda de indulgências (perdão de pecados). No caso das indulgências o indivíduo podia comprar o perdão pelos pecados cometidos e, se tivesse grana, poderia pagar pelos que eventualmente poderia cometer.

Ninguém pode imaginar, escreveu ele, que pecados e ações infames se cometem em Roma; precisam ser vistos e ouvidos para serem cridos. Por isso costumam dizer: “Se há inferno, Roma está construída sobre ele: é um abismo donde procede toda espécie de pecado”.
Por um decreto recente, fora prometida pelo papa certa indulgência a todos os que subissem de joelhos a “escada de Pilatos”, que se diz ter sido descida por nosso Salvador ao sair do tribunal romano, e miraculosamente transportada de Jerusalém para Roma. Lutero estava certo dia subindo devotamente esses degraus, quando de súbito uma voz semelhante a de trovão pareceu dizer-lhe: “O justo viverá da fé”. Rom. 1: 17. Ergueu-se de um salto e saiu apressadamente do lugar, envergonhado e horrorizado. Esse texto nunca perdeu a força sobre sua alma. Desde aquele tempo, viu mais claramente do que nunca o engano de se confiar nas obras humanas para a salvação, e a necessidade de fé nos méritos de Cristo. Seus olhos foram abertos, e nunca mais se iriam fechar aos enganos do papado. Quando ele virou as costas a Roma, também dela volveu o coração, e desde aquele tempo o afastamento se tornou cada vez maior, até romper todo contato com a igreja papal. (Ibid. p. 125)

 Felipe Melâncton

    Felipe, jovem modesto e tímido nas maneiras, mas de são discernimento, com seu extenso saber e convincente eloquência, combinados com a pureza e retidão de caráter, conquistara estima e admiração, tornando-se discípulo do evangelho e de Lutero. Em síntese, assim nasceu os protestantes. Mas Roma, não admitindo a divisão passivamente, estabeleceu a Contrarreforma. É o início da mortalidade generalizada a todos os protestantes. A ordem católica que fora fundada para persegui-los foi a dos jesuítas.

Nesse tempo fora criada a ordem dos jesuítas – o mais cruel, sem escrúpulos e poderosos de todos os defensores do papado. Separados de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às exigências das afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a consciência, não conheciam regras nem restrições, além dos da própria ordem, nenhum dever a não ser o de estender seu poderio. – Para combater essas forças, o jesuitismo inspirou seus seguidores com um fanatismo que os habilitava a suportar semelhantes perigos, e opor ao poder da verdade todas as armas do engano. Não havia para eles crimes grandes demais para cometer, nenhum engano demasiado vil para praticar, disfarce algum por demais difícil para assumir, votados à pobreza e humildades perpétuas, era seu estudado objetivo conseguir riqueza e poder para se dedicarem à subversão do protestantismo e o restabelecimento da supremacia papal. – Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios. Por esse código, a mentira, os roubos, o perjúrio, o assassínio, não somente eram perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até conselheiros dos reis e moldando a política das nações. – Os jesuítas rapidamente se espalharam pela Europa e, onde quer que iam, eram seguidos de uma revivificação do papado. (Ibid. p, 233/234)

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

REINÍCIO DA SOCIEDADE E RELIGIÕES

     O reinício se deu com as oito pessoas que sobreviveram ao dilúvio. Essas famílias tinham muitas histórias para contar aos seus descendentes. O velho mundo que acabara de ser destruído estava vivo em suas mentes. Sabiam que Deus contava com eles para que o novo mundo não voltasse à infidelidade e imoralidade. As famílias teriam que ser educadoras para que o propósito de Deus fosse alcançado. Assim que a terra secou, Noé construiu um altar e ofereceu oferta de sacrifício em gratidão pela salvação de sua família. Terminado a oferenda, Deus fez-lhe a promessa:

Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais a ferir todo vivente, como acabo de fazer. Enquanto a terra durar, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.  (Gênesis, 8: 22)

      Até então o homem não comia carne, como não havia vegetais e sementes, Deus autorizou emergencialmente o alimentar-se com algumas carnes menos prejudicial à saúde. A partir daí, dizem que o homem gostou do churrasco e nunca mais o deixou. Em seguida Noé cultivou um vinhedo, quando as parreiras produziram fez vinho, contente, bebeu tanto que se embebedou ao ponto de ficar nu dentro de sua tenda. Cão, seu filho mais moço, viu a situação do pai e contou a seus irmãos. Assim que Noé ficou sóbrio soube do ocorrido, foi então que amaldiçoou Cão e sua descendência como serviçais dos filhos de Sem e Jafé. Com este episódio e a posição de Noé em relação ao mexerico do filho, Satanás conseguiu quebrar a harmonia dentro da família; daí para frente era uma questão de tempo para o mal voltar desenvolver-se. Dos filhos desses quatro casais todo o planeta foi reabitado. Quanto mais distante da histórica catástrofe diluviana e das testemunhas oculares, mais difícil ficava para continuar crendo que as coisas ocorreram por intervenção do Criador. O mundo pós-diluviano é o atual, e Deus o mantém como disse a Noé, não interferindo mais na história da humanidade como fizera no dilúvio. Mantendo a promessa do nascimento de Seu Filho Jesus, deixando a destruição do mal como seu ato final que ocorrerá mil anos após a segunda vinda de Cristo, época em que restabelecerá a perfeição edênica.

Origem de diversos idiomas

     Nesse contexto surgem aqueles que começaram duvidar da promessa divina de que não haveria mais dilúvio; com esses ateus nasceu o ideal de construir alguma coisa que os livrassem da morte caso ocorresse outra catástrofe “natural”. Dessa desconfiança, a fé em Deus começou minar; e os descrentes planejaram construir uma torre para que todos estivessem juntos ao monumento, não permitindo que as famílias se espalhassem por todo o planeta, povoando-o segundo a vontade de Deus. Assim, juntos, os construtores começaram construir a famosa torre de Babel. Quando a obra estava adiantada, Deus interferiu, pois Babel era o símbolo da descrença. Deus interviu na comunicação criando novos idiomas; instantaneamente ouve o desentendimento entre os construtores que até então falavam a mesma língua. Com a confusão generalizada pela falta de comunicação a obra foi interrompida. Assim, os que se entendiam, juntaram-se e formaram povos diferenciados pelo idioma e saíram para habitar outras regiões segundo a língua falada. Eis a origem da diversidade de idiomas e nações no planeta!
     Todo argumento fundamentado em fatos é de fácil compreensão, pois diante de fatos não há como contra argumentar. A história bíblica é simples e há um propósito divino por trás dessa simplicidade: Que não haja desculpas por não ter entendido as ações de Deus para esclarecer a todos sobre a intriga universal em desenvolvimento. Os filósofos, sociólogos, arqueólogos e outros cientistas buscam evidências nos lugares onde formaram os povos da antiguidade com o objetivo de encontrar evidências de como surgiram os vários povos e idiomas, como também, há pessoas de fé e ciência querendo encontrar evidências para provar que os escritos bíblicos são a palavra de Deus revelada aos seres humanos. Por causa do preconceito e renúncia em aceitar os relatos bíblicos como verdades literais, muito dinheiro é gasto em pesquisas para negar os relatos bíblicos, fazendo que a sociedade contemporânea seja cética quanto à existência de Deus, incentivando-a, às práticas dos antediluvianos, em espacial a prática homossexual que já foi legalizada pelo Estado e abençoada pela igreja; logo, conclui-se que a segunda vinda de Cristo está próxima!

Abraão e Deus

     A fé é demonstrada pela ação, não depende de argumentação para justificá-la, a ação a justifica. Com a esperança é diferente, além de argumentos e justificativas, há espaço para questionamentos e dúvidas quando se espera o cumprimento do prometido. Quanto à religião bíblica, à fé e à esperança são validadas pela prática das ações segundo o explícito na bíblia independentemente de retóricas teológicas e filosóficas que não substituem os fatos. Mas o racionalismo-filosófico-teológico, pela esperança, controla as pessoas que não buscam conhecer, fazendo-as, depositar fé no líder religioso que exige ação, mas essas ações devem desenvolver-se na prática de seus dogmas institucionais nunca ao assim diz o Senhor explícito nos escritos bíblicos. Cientistas, filósofos e teólogos que ensinam as pessoas agirem contrário ao explícito na bíblia são agentes de Satanás. Jesus disse que era o filho de Deus e fez muitos milagres aos olhos das pessoas para comprovar de onde viera. Por isso alguns creram, mas os líderes religiosos e políticos ao sentirem-se prejudicados, O rejeitavam expulsando-O de suas vilas. Quando Ele estava pendurado na cruz muitos exigiram que Ele se soltasse e descesse para provar que era o filho de Deus para que eles pudessem crer; como Jesus viera pagar o preço exigido pela lei de Deus que exige a morte do transgressor. Ele, pacientemente, escolheu prosseguir com o plano de oferecer-se em sacrifício, morrendo no lugar dos pecadores que O aceitaram, aceitam e aceitarão como seu salvador. Por isso Ele seguiu em frente não dando ouvidos ao clamor das pessoas que estavam a serviço de Satanás; assim, muitos que O conheciam pessoalmente preferiram não crer.
     Os líderes religiosos, como os políticos, sabem que o povo prefere crer a partir de milagres e não da verdade dos fatos; por isso associam à esperança ao sentimento e milagres sem ensinar o dever de ser fieis às leis de Deus; preste atenção e perceberás que não há nenhum “santo” sem atos milagrosos. Então, não é por acaso que a igreja Católica não canoniza benfeitor a santo sem que este tenha algum milagre comprovado “cientificamente”; os protestantes e pentecostais associam sua teologia às curas espirituais e até físicas; por isso os líderes religiosos, católicos, protestantes, evangélicos e espiritualistas têm que ter uma estória de “chamado divino” para validar e justificar sua profissão; não sendo diferentes, os políticos fundamentam suas campanhas políticas em promessas. Eles sabem que o povo gosta de ser tratado como rebanho, de ser alimentado por promessas e não pela verdade literal. Por isso é muito difícil estabelecer uma denominação religiosa autêntica, que desenvolva a fé racional segundo o entendimento do apóstolo Paulo e vontade de Deus explícita na bíblia. Como é dever dos políticos promover o desenvolvimento pleno da nação através da educação de qualidade para todos independentemente de ser rico ou pobre, nosso país (Brasil), que continua sendo administrado pelas famílias colonizadoras e escravocratas, vamos continuar sendo país de terceiro mundo por muito tempo, terra de exploração e nada mais.

 Filosofia de vida

     A filosofia existencialista originou-se com Kierkegaard que trabalhou o conceito angústia para desenvolvê-la; mas segundo Hegel, o existencialismo não é filosofia porque está associada à divindade e, como tal, não cria sistematização filosófica. Para Hegel, a reflexão sobre a existência não garante o conhecimento da verdade, isso se dá, porque, em seu entender, ela não é uma coisa que possa conhecer, mas que deve ser vivida. Para os filósofos, filosofia só cria sistemas filosóficos quando anula a fé e exalta a razão. É nesse jogo de intenções que os líderes religiosos usam sistemas filosóficos para negar princípios bíblicos, exaltando a filosofia em detrimento do explícito na bíblia, embora ela seja utilizada pelos religiosos e filósofos. Analise os dogmas católicos e os padres, todos são defensores dos ideais filosóficos que são contrários ao desenvolvimento da vontade de Deus nos seres humanos, por isso, através da retórica religiosa, faz que todos os católicos adorem imagens de esculturas, educando o povo a crerem nos deuses em detrimento do Deus de Abraão. Como o povo gosta de acreditar que estudar é facilmente levado à prática do idiotismo religioso adorando as obras de suas próprias mãos como se fosse algo sagrado. Quanto aos mandamentos e outros princípios bíblicos foram substituídos pelas tradições da igreja. Logo, teologias católicas, protestantes e evangélicas que não aceitam toda a bíblia como sendo revelação do Deus criador, são promotoras do desenvolvimento de ideologias filosóficas trajadas de aparência religiosa. Embora protestantes e evangélicos neguem adorar imagens de escultura, continuam ao lado da igreja católica porque negam a validade dos mandamentos e outros princípios bíblicos como sendo válidos para os religiosos atuais. Assim, católicos, protestantes, evangélicos, e espiritualistas, mesmo a maioria não conhecendo filosofia, são adeptos do racionalismo filosófico que é contrário à existência de um Deus criador e a validade de suas leis em vigor para os dias atuais.

     Quando uma pessoa conhece o plano de salvação ela muda sua postura em relação ao mundo e tudo que a cerca, passando a agir como nova criatura dentro desse conflito que se desenrola há seis mil anos. O que leva os atuais cristãos a viver hipocritamente a religiosidade contemporânea está limitada a visão do acúmulo de bens das instituições religiosas que incentivam seus adeptos valorizar os objetivos da instituição, e não o buscar viver segundo o plano de salvação explícito na bíblia. Por isso a salvação é de graça, porém, não é gratuita. Isso significa que o ser humano, para alcançar a salvação, precisa desejar fazer a vontade de Deus explícita na bíblia. Quando temos essa vontade, o Espírito Santo nos ajuda dando sua graça (poder), capacitando o ser humano a ter prazer em fazer a vontade de Deus racionalmente.