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domingo, 3 de dezembro de 2017

PARA ATEUS E 99% DOS RELIGIOSOS DEUS É O NADA


          Depois dos filósofos clássicos Sócrates, Platão e Aristóteles, Deus não levantou mais profetas entre os judeus; assim, o silêncio passou ser um dos meios de provar a fé de seu povo eleito, mostrando a todos os judeus que eles não tinham fé no que até então lhes fora revelado por meio dos profetas. Nos quatrocentos anos que antecederam o nascimento do Messias, através da dúvida, semelhante à serpente no Éden, os filósofos minaram a fé dos judeus, fazendo que eles, juntamente com os romanos crucificassem o filho de Deus que viera provar a todos, que Eva, Adão e seu povo eleito, caso confiassem em Deus, teriam vencido as tentações de Satanás. Com o nascimento, vida e morte de Cristo, cumprira o que Deus prometera no Antigo Testamento. Então, com Cristo, começara uma nova etapa no plano de salvação elaborado por Deus. A nova missão dada por Jesus aos que O aceitassem como seu salvador pessoal, seria pregar o evangelho em todo o mundo; terminada essa obra, Ele voltaria pela segunda vez para buscar os que foram fieis à vontade de Deus contida em toda Bíblia.

Mundo religioso após a ressurreição e volta de Jesus ao céu

     A mesma perseguição feita a Jesus continuou por trezentos anos contra os cristãos primitivos. Roma pagã perseguira e matara muitos que se declaravam cristãos. Para acabar a perseguição aos cristãos, o imperador Constantino se converteu, fazendo do Cristianismo a religião oficial do Estado; assim, inaugurava uma nova forma de anular o cristianismo infiltrando práticas não bíblicas no novo modelo de cristianismo estatal.
 
A partir do século seguinte definiu-se que o Bispo de Roma seria o mais importante dos cinco patriarcas chamado de Papa, o vicário de Deus na Terra, passando ser o pai de todos os cristãos. Assim, com o estabelecimento das novas normas da religião cristã, passou a se firmar essa igreja como Católica Apostólica Romana.

          Assim, a igreja Católica Apostólica Romana, por mil anos se tornara a detentora do conhecimento teológico e filosófico, obrigando, através do poder político absoluto da igreja, que todos adorassem obras de arte sagras no lugar de Deus, e assim, o politeísmo greco-romano fora substituindo a adoração devida unicamente ao Deus criador de tudo que há no universo. Com o fim da Idade Média, para não perder todo o poder sobre as massas, alguns pensadores medievais fundaram o “protestantismo”, criando uma nova forma de culto sem a presença de imagens de esculturas; agora, com uma nova arquitetura para os templos eles adoravam a Deus pela fé; porém, como a igreja Católica, continuaram transgredindo as leis de Deus explícitas na Bíblia; para isso, a nova teologia protestante declarou que o Velho testamento não tinha mais valor para influenciar as novas práticas cristãs; pois, Jesus estabelecera uma nova ordem contra as estabelecidas pelos profetas do antigo testamento. Logo, com os líderes católicos e os modernos protestantes, a Bíblia e Deus tornaram-se incoerentes, falsos. E Satanás continua usando os “religiosos” para negarem as verdades bíblicas em nome do próprio Deus.

Com esse novo movimento político-religioso americano declarado pelo presidente Donald Trump, apoiado pelos evangélicos, protestantes da América do Norte e o Vaticano, Estado religioso-católico administrado pelo o Papa; o movimento apocalíptico de uma única religião para o mundo começará, obrigando todos, sob pena de morte, curvar-se as determinações da Besta (poder Papal) e da imagem da besta ( Estados Unidos da America do Norte) a adorarem a Deus em só dia, o domingo; anulando a autoridade do sábado bíblico e do falso dia santo dos muçulmanos, a sexta-feira. Muito em breve, todos os cidadãos do mundo entenderão a batalha entre Deus que deseja salvar o ser humano e Satanás que faz de tudo para todos terem a mesma condenação, a morte eterna.   

A partir de 1844, com o soldado e lavrador americano Guilherme Miller, toda a Bíblia é restabelecida como autoridade que deve orientar as práticas cristãs. De suas pesquisas e conclusões, em 1863 foi organizada a igreja Adventista do Sétimo Dia defendendo toda a Bíblia como orientadora das práticas cristãs para aqueles que queiram adorar o Deus bíblico, pregando para breve a segunda vinda de Cristo que irá interferir nos negócios da humanidade, pondo fim ao mal e seu originador, Satanás.

E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por aumentar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. (Mateus, 24: 11-13)
E ao anjo da igreja que está em Laodiceia escreve: Isto diz o amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Eu sei as tuas obras, que não és frio e nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio e nem quente, vomitar-te-ei de minha boca. Como dizes: Sou rico e estou enriquecido, e de nada tenho falta; mas não sabes que é um desgraçado, miserável, pobre, cego, e nu. [...] (Apocalipse, 3: 14-22)

          O problema é que os atuais adventistas estão preferindo dar ouvidos à academia universitária mantida pela igreja que precisa cumprir algumas exigências político-filosóficas para ser reconhecida como instituição acadêmica; assim, muitos doutores e mestres ligados ao ceticismo, estão preferindo seguir as orientações filosóficas que as do Espírito de profecia dado à igreja que precisa fazer a diferença no mundo contemporâneo. Muitos membros preferem seguir os acadêmicos que o assim diz o Senhor através da Bíblia e do Espírito de Profecia; de contra partida, há os adventistas que estão dispostos a criticar os acadêmicos que estão ignorando o assim diz o Senhor.  São essas as características da igreja morna apresentada no Apocalipse. Logo, salvará apenas os que comprarem ouro refinado no fogo, ignorando as tentações de Satanás presente até mesmo entre os que foram chamados para fazer o último convite aos seres humanos de todo o planeta. Então, Cuidado! “Pois nem todos os que dizem senhor, senhor entrará no reino do céu”.

Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais. (Efésios, 6: 12)

          Além de todo esse raciocínio lógico para concluir o que é a verdade religiosa a seguir, Deus tem um povo fiel em todos os seguimentos religiosos. Bem próximo da porta da graça se fechar, os fieis a Deus irão se levantar e terminar a pregação do evangelho em alto clamor. A salvação de qualquer pessoa não depende do juízo de pessoa alguma, unicamente do Deus Onisciente; criador e mantenedor de tudo que há! O que devemos entender é que a Deus ninguém engana. Cada um de nós será julgado segundo a luz que temos, então, não esqueçamos que Deus, além de amor, é justiça! Logo, achar que podemos engana-Lo com nossa aparente esperteza, é ignorância total de nossa parte.

Nietzsche e a teoria do niilismo

          24/10/1844 foi o dia da grande decepção para os religiosos que aguardaram a segunda vinda de Cristo para aquele dia. O responsável pela decepção foi o deísta americano Guilherme Miller (1782-1849). Deísta é a pessoa que acredita na existência de Deus, mas nega que a Bíblia seja a sua palavra revelada aos seres humanos. Miller era um fazendeiro e estava angustiado, porque, mesmo crendo em Deus, não encontrava a paz que tanto procurava. Nesse estado de angústia existencialista, decidiu analisar a Bíblia por si mesmo, fazendo um pacto consigo mesmo de lê-la do Gênesis ao Apocalipse com o propósito de passar para o versículo seguinte somente quando todo o texto e o contexto estudado estivessem correspondendo entre si e com a história. Lendo o livro de Daniel encontrou esse texto:

E ele me disse: Até duas mil trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. E aconteceu que, havendo eu visto a visão, busquei entende-la e eis que se me apresentou diante uma com semelhança de homem. E ouvi uma voz de homem nas margens do rio Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel dá a entender este a visão. E veio perto de onde eu estava; e vindo ele, fiquei assombrado e caí sobre o meu rosto; mas ele me disse: Entende filho do homem, porque esta visão se realizará no fim do tempo. (Daniel, 08: 08: 14-17)

          Então, como prometera a si mesmo, teve que se empenhar para entender a visão que não fora revelado todo significado a Daniel. Através de suas pesquisas bíblicas relacionadas à histórica segundo indicavam os versos, chegou à conclusão de que o início da contagem seria o ano 457 a. C., quando Nabucodonosor, rei do império Babilônio, destruiu o templo ou santuário dos judeus construído por Salomão em Jerusalém. Fazendo alguns cálculos como 457 + 33 anos referentes aos anos que Cristo viveu, chegou à soma de 490 anos; faltando 1810 para completar o cumprimento da profecia que se daria em 1844! Interpretando que santuário a ser purificado seria o planeta Terra através da segunda vinda de Cristo, após alguns detalhes relacionados aos eventos históricos do contexto, concluiu que o dia para a segunda vinda de Cristo ocorreria em 24/10/1844.
Com o resultado da pesquisa em mãos, apresentou-o aos cristãos batistas que lhe concederam licença formal para pregar a mensagem do fim do mundo em suas igrejas. Em pouco tempo, o mundo cristão da época acreditaram que as interpretações de Miller estavam certas; por isso, unidos, pregaram e esperaram o fim do mundo para o dia marcado! Mas Cristo não veio.

Niilismo

01. Doutrina filosófica que nega a existência do *absoluto quer como verdade, quer como valor ético.                                                                                                     
02. Termo empregado por Nietzsche para designar o que considerou como resultado da decadência europeia, a ruína dos valores tradicionais consagrados na civilização ocidental do século XIX. Caracteriza-se pela descrença em um futuro ou destino glorioso da civilização, opondo-se, portanto à ideia de progresso; e pela afirmação da “morte de Deus”, negando a crença em um absoluto, fundamento metafísico de todos os valores éticos, estéticos e sociais da tradição. O niilismo nietzschiano deve, no entanto, levar a novos valores que sejam “afirmativos da vida”, da vontade humana, superando os princípios metafísicos tradicionais e a “moral do rebanho” do cristianismo e situando-se “para além do bem e do mal”. (Dicionário Básico de filosofia. Hamilton Japiassú e Danilo Marcondes, Edit. Zahar)

          O filósofo é um profissional que observa o mundo e o comportamento dos seres humanos para criar ideologias político-filosófica-religiosas. Como o objetivo dos filósofos é negar a existência de Deus e a Bíblia como sendo Sua palavra revelada, esse ocorrido com os protestantes seguidores de Miller foi o que Nietzsche usou para concluir que Deus, a religião e Bíblia são o nada (niilismo).

O niilismo como estado psicológico tem ainda uma terceira e última forma. Dadas essas duas compreensões, de que com o vir-a-ser nada seja alvejado e que todo o vir-a-ser não reina nenhuma grande unidade em que o indivíduo pode submergir totalmente como em um elemento de supremo valor: resta como escapatória condenar esse inteiro mundo do vir-a-ser como ilusão e inventar um novo mundo que esteja para além dele, como verdadeiro mundo. Tão logo, porém, o homem descobre como somente por necessidade psicológica esse mundo foi montado e como não tem nenhum direito a ele, surge a última forma de niilismo, que encerra em si a descrença em um mundo metafísico que se proíbe a crença em um mundo verdadeiro. Desse ponto de vista admite-se a realidade do vir-a-ser como única realidade, proíbe-se a si toda espécie de via dissimulada que leve a ultramundos e falsas divindades – mas não se suporta esse mundo, que já não se pode negar.
A crença nas categorias da razão é a causa do niilismo, - medimos o valor do mundo por categorias, que se refere a um mundo puramente fictício. - O que aconteceu, no fundo? O sentimento da ausência de valor foi alvejado, quando se compreendeu que nem o conceito “fim”, nem como o conceito “unidade”, nem com o conceito “verdade” se pode interpretar o caráter global da existência. Com isso, nada é alvejado e alcançado; falta a unidade abrangente na pluralidade do acontecer: o caráter da existência não é “verdadeiro”, é falso (...) não se tem absolutamente mais nenhum fundamento para se persuadir de um verdadeiro mundo (...) em suma: as categorias “fim”, “unidade”, “ser” com as quais tínhamos imposto ao mundo um valor, foram outra vez retiradas de nós – e agora o mundo parece sem valor. (NIETZSCHE – Os Pensadores. Ed. Abril Cultural, pág. 381, 1978)

          Para Nietzsche o corpo é a grande razão. E a razão ou cérebro apenas está a serviço da vontade inerente ao corpo, pois, viver a vida do “vir-a-ser” no mundo, somente dando vazão às volúpias sensuais e vontades latentes ao corpo. O ser humano contemporâneo adotou a filosofia de Nietzsche como verdadeira; logo, é feliz quem vive sem a perspectiva de que existam moral e ética cristã, castradoras da vontade e pulsões sensuais. Logo, não é por acaso a degradação moral e ética em todos os seguimentos sociais do planeta. Como também não foi por acaso a canção de Silvio Brito: “Todo mundo louco oba”. Pois, quem louco segue como loucos se comportam.
                                                    
Miller e outros, apesar da decepção, com o mesmo espírito científico, voltaram analisar suas conclusões para ver se encontravam onde estava o erro, deduziram que eraram quanto ao evento que não se referia à segunda volta de Cristo, mas começara naquele ano, no céu, o juízo investigativo para ver quem dos que já morreram desde Adão, será salvo por ocasião da volta de Cristo.
              
E tu Daniel, fecha estas palavras e sela este livro até o fim dos tempos; muitos correrão de uma parte para a outra, e a ciência se multiplicará (Daniel, 08: 4).

Adventistas do Sétimo Dia

            A partir de 1863 foi organizada a igreja Adventista do Sétimo Dia anunciando que cristo em breve voltará, tendo a lei de Deus e outras verdades contidas e toda a Bíblia como sendo obrigatórias aos cristãos que creem na existência de Deus e na segunda volta de Cristo; onde, serão condenados todos aqueles que continuarem ignorando toda a Bíblia como sendo a palavra de Deus.

Jesus Cristo

          Provavelmente Miller ainda não conhecia profundamente o discurso de Cristo que já alertara aos seus ouvintes:

Porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também na vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e se davam em casamento. Até o dia em que de Noé entrou na arca e não perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. (Mateus, 24: 36-39)

          Atualmente não é preciso ser filósofo para olhar para o comportamento da sociedade atual e perceber que agimos parecido aos antigos que foram surpreendidos com a intervenção de Deus em seus negócios e diversões imorais. É o caso dos anti-diluvianos, e dos habitantes de Sodoma e Gomorra. Logo, o alerta “Jesus em breve voltará” anunciado pela igreja Adventista do Sétimo Dia faz sentido!

"Deus é o nada" ou “Deus está morto”


          Nietzsche queria ser pastor como eram o avô e o pai. Após estudar filologia, filosofia, história e biologia, e analisar as atitudes dos cristãos após a grande decepção religiosa de Miller em relação aos escritos bíblicos, ele deduziu que Deus, para os religiosos contemporâneos é “o nada” ou “está morto”. A questão é, por que Nietzsche chegou a essa conclusão? Simples: A maioria dos religiosos católicos, protestantes, espiritualistas e outros que possa haver, para eles, os dez mandamentos, as leis referentes à alimentação e outros princípios dados por Deus através de Moisés aos seres humanos, foram alterados e outros são ignorados pelos ditos cristãos contemporâneos. Então, o problema para Nietzsche sobre a existência de Deus é com relação à postura dos religiosos que não corresponde ao explícito em toda Bíblia. Se os próprios religiosos criticam os escritos bíblicos estruturando religiões segundo seus interesses, eles mesmos estabelecem a dúvida sobre a real existência de Deus. Logo, o mal das religiões e denominações religiosas são os próprios religiosos que usam o nome de Deus para enganar através de ideologias que continuam explorando a fé daqueles que pouco conhece ou não querem conhecer, preferindo acreditar no outro que examinar toda Bíblia por si mesmo. Cuidado! Deus é Onisciente. Logo, impossível de ser enganado. Deus é justo ao dar-nos o livre-arbítrio para cada um decidir viver ou não segundo o explícito na Bíblia; condição necessária para julgar e salvar com justiça.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

RELIGIÃO E COMPORTAMENTO


Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus. Portai-vos de modo que não deis escândalo nem a judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. Como também eu em tudo agrado a todos não buscando o meu próprio proveito, mas de muitos, para que assim se possam salvar. (I Coríntios, 10: 31-33)
Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.

          Religião é religação. O pecado nos separou de Deus. Quando as pessoas têm consciência de que é pecador (a) e deseja ser salvo através do sacrifício de Jesus, elas desejam se realinhar à vontade de Deus; para isso, segundo Jesus, é preciso batizar-se a exemplo do Mestre, que, não tendo pecado, João Batista O batizou imergindo-O no rio Jordão.
  
Disse-lhes Jesus: Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes farão dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus. E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém! (Marcos, 16: 16-20)

          E há muitas pessoas ditas cristãs, pensando que, para ser salvo, resume-se em ser batizado e frequentar uma igreja cristã qualquer. Mas, ser seguidor (a) de Cristo significa mudança no modo de viver em todos os aspectos, pois, segundo Jesus, somos novas criaturas. Os doze discípulos de Cristo pregaram o evangelho e todos os sinais que Jesus disse que os acompanhariam fizeram parte do ministério deles.
Assim sendo, continua sendo incumbência dos cristãos: Guardar os dez mandamentos; não comer alimentos classificados na Bíblia como imundos, sendo os mais comuns: o porco, os peixes sem escamas, o pato entre outros, não fumar e nem beber bebidas alcoólicas. As mulheres devem se vestir como mulheres e os homens como homem; sem trazer confusão ou escândalo usando roupas de gêneros opostos no dia a dia, pensando que ser cristão nos dias atuais, ir à igreja é o suficiente para ser representante de Cristo. Estes (as) que assim pensam, sua religiosidade é como a dos hipócritas dos dias de Cristo.

Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas em vão me adoram ensinando doutrinas que são preceitos de homens. O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem. [...] Porque do coração ou cérebro, vem maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. São essas coisas que contamina o homem; mas comer sem lavar as mãos, isso não contamina o homem.

          E há os que pensam que ser seguidor de Cristo é fácil. Pode até ser quando queremos enganar a nós mesmos, seguindo-O em palavras e não na prática segundo é exigido dos santos que habitarão a nova terra. Por isso, “muitos serão chamados, mas poucos os escolhidos”. (Mateus, 24: 14)

Não haverá trajo de homem na mulher, e não vestirá o homem veste de mulher; porque qualquer que faz isto abominação é ao Senhor teu Deus. (Deuteronômio, 22: 5)

          E aí, este verso se refere à homossexualidade, ou ao vestir-se simplesmente? O contexto do tema dá vários conselhos referentes à virgindade até o casamento, adultério e outros pecados sexuais sem mencionar a homossexualidade. O impressionante é que os pecadores culpados são mortos apedrejados; predizendo que todos os pecadores que não se enquadrarem no plano de Deus, não serão salvos, sofrendo a condenação eterna no dia do juízo. Então, a referência é ao simples vestir-se.

Sedem sóbrios; vigiai, porque o Diabo, vosso adversário, anda em derredor bramando como leão buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo. (I Pedro, 5: 8)

JESUS EM BREVE VOLTARÁ!  
 


  


terça-feira, 28 de novembro de 2017

FILOSOFIA E A ORIGEM DA VIDA


          O universo é infinito e eterno. O planeta Terra, como todos os outros, faz parte do universo; por isso, quando os cientistas medem o tempo a partir do que existe na terra chegam à hipótese de milhões de anos. É hipotético porque não dispõem de tecnologia que meça a eternidade. Mas o maior problema para os seres humanos continua sendo descobrir a origem dos seres vivos na terra. As principais teorias existentes são a da criação, da evolução e a do Big Bang (grande explosão). A teoria de que há um Deus criador está registrada na Bíblia. Os primeiros a questionarem os escritos bíblicos foram os politeístas que acreditam na existência de vários deuses; dessa crença surgiram técnicas de esculpir dando origem às divindades (artes sacras). Mais tarde, principalmente com os gregos, surgem os mitos e os deuses mitológicos criadores da chuva, do trovão, do vento; ou seja, para cada movimento da natureza e astros celestes, houve diferentes deuses que os criaram.

Filosofia

         A filosofia surgiu na passagem do século VII para VI a. C.. Os primeiros filósofos são conhecidos como filósofos da natureza ou Pré-socráticos. Eles queriam superar as crenças em Deus, nos deuses e na mitologia buscando uma explicação racional às origens das diversas formas de vida. O primeiro filósofo foi Tales de Mileto; para ele a vida surgira da água. Segundo os tradutores e interpretes de sua filosofia, sua conclusão se deu por influência dos escritos bíblicos que diz que a terra estava submersa em águas, mas precisava ser contraposto.
Segundo uma tradição, que remonta aos próprios gregos antigos, o primeiro filósofo teria sido Tales de Mileto. As datas a respeito de sua vida são incertas, mas sabe-se, porém, com segurança que ele viveu no período compreendido entre o final do século VII e meados do século VI a. C. (Pré-Socráticos. p. XXI)
A água seria a physis, que, no vocabulário da época, abrangia tanto a acepção de “fonte originária” quando a de “processo de surgimento e de desenvolvimento”, correspondendo perfeitamente a “gênese”. Segundo a interpretação que dará Aristóteles séculos mais tarde, teria tido início com Tales a explicação do universo através da “causa material”. Ibid.
O surgir da água significaria um processo geológico, sem acepção metafísica: tudo estaria originalmente encoberto pela água: sua evaporação permitiu que as coisas aparecessem. Por outro lado, alguns interpretes consideram que outra sentença atribuída a Tales – “tudo está cheio de deuses – Representa não um retorno a concepção mítica, mas simplesmente a ideia de que o universo é dotado de animação, de que a matéria é viva (hilozoísmo). [...] “As qualidades sensíveis (como “frio”, “quente”, “leve”, “pesado”) eram entendidas como realidades em si”. O universo apresentava-se, assim, como um conjunto ou um “campo” no qual se contrapunham pares opostos. (Ibid. p. XXI)
          A segunda hipótese foi apresentada por Anaximandro de Mileto, segundo suas conclusões, o princípio originário se deu pela força do ápeiron, que pode ser traduzido por infinito, ilimitado, invisível e indeterminado; uma força que dera origem a todos os seres físicos e metafísicos e para o qual retornam após sua dissolução.
Certo é que, para Anaximandro, o ápeiron estaria animado por um movimento eterno, que ocasionaria a separação dos pares opostos. No único fragmento que restou de sua obra. Anaximandro afirma que, ao longo do tempo, os opostos pagam entre si as injustiças reciprocamente cometidas. Para alguns interpretes isso significaria a afirmação da lei do equilíbrio universal, garantida através do processo de compensação dos excessos (p. ex., no inverno, o frio seria compensado dos excessos cometidos pelo calor durante o verão). (Ibid. p. XXII)
          A terceira hipótese foi elaborada pelo último representante da escola de Mileto, Anaxímenes. Sua dedução diz que o universo resultara das transformações de um ar infinito (pneuma ápeiron)
O pensamento milesiano adquiria, assim, consistência, pois, além de se identificar qual a physis, mostrava-se um processo capaz de tornar compreensível a passagem da unidade primordial à multiplicidade de coisas diferenciadas que constituiu o universo. (Ibid. p. XXII)
          A quarta foi elaborada por Pitágoras de Samos (570-495 a. C.), sua conclusão declara que todas as coisas são números.
Todas as coisas são números. Essa máxima atribuída a Pitágoras assinala a especulação filosófica baseada na matemática. O pitagorismo fez da matemática a via da salvação da alma, a reconduzi-la das trevas às estrelas. (Ibid. p. XXI)
          A quinta foi elaborada por Heráclito de Éfeso (540-470 a. C.). Sua hipótese deduz que o fogo é a fonte transformadora de tudo, pois, à sua ação, tudo se transforma.
Fogo é o elemento e “todas as coisas são permuta do fogo”. Tudo se origina por oposição e tudo flui como um rio, e limitado é o todo e um só cosmo há; nasce ele de fogo e de novo é por fogo consumido, em períodos determinados, por toda eternidade. E isso se processa segundo o destino. Dos contrários, o que leva a gênese chama-se guerra e discórdia, e o que leva a conflagração, concórdia e paz, e a mudança é um caminho para cima e para baixo, e segundo ela se origina o cosmo. O ser é e não é. Heráclito nada explica com clareza. Por isso é reconhecido como filósofo obscuro. (Ibid. p. 76)

Por duzentos anos os filósofos da natureza buscaram uma explicação racional e lógica sobre as origens. Mas nenhum deles conseguiu, na prática, comprovar suas afirmações como sendo verdade. Como consequência de suas frustrações, a filosofia se volta ao estudo do ser em si da metafísica bíblica. Heráclito de Éfeso e Parmênides de Eleia fizeram a passagem da Phisis (natureza) para a metafísica divina; forçando os filósofos clássicos Sócrates, Platão e Aristóteles, filosofar admitindo a existência de Deus.
A questão ou crítica posta pelos ateus e filósofos de todos os tempos à existência de Deus é:

“Quem ou que é Deus”?

Resposta: Na pessoa de Jesus como sendo o filho de Deus, é possível provar sua existência através da história universal, no cumprimento das profecias bíblicas e empiricamente por meio da ressurreição.

“Como saber que a experiência religiosa não é uma fantasia”?

Resposta: Só sabemos quais sentimentos são ou não fantasias, conhecendo e testando empiricamente ou experimentando.

O que leva alguém a considerar sagrado um livro que foi escrito por seres humanos”?

Resposta: O que leva alguém considerar que filosofias elaboradas pelos seres humanos são verdades? Logo, os questionamentos do filósofo Juvenal Savian Filho, são apenas retóricos. 

 (Juvenal Savian Filho. Filosofia e filosofias – existência e sentidos – Ensino Médio, 2018, 2019 e 2020. Pág. 19. Ed. Autêntica)

“Deus é o nada” – “Deus está morto” (Nietzsche)

          Nietzsche queria ser pastor como eram o avô e o pai. Após estudar filologia, filosofia e analisar as atitudes dos cristãos em relação aos escritos bíblicos, deduziu que Deus, para os religiosos é “o nada” ou “está morto”. A questão é, por que Nietzsche chegou a essa conclusão? Simples: A maioria dos religiosos, católicos, protestantes, espiritualistas e outros que possa haver no planeta, para eles, os dez mandamentos, as leis referentes à alimentação e outros princípios dados por Deus através de Moisés aos seres humanos, foram alterados e outros são ignorados pelos ditos cristãos da atualidade. Logo, não é que Deus não existe, é que a postura dos religiosos não corresponde ao explícito em toda Bíblia. Assim, a maioria dos líderes religiosos, como os filósofos, usa o nome de Deus para enganar criando grandes empresas religiosas e sistemas filosóficos para enganar e explorar da fé daqueles que pouco conhece ou não querem conhecer, preferindo acreditar no outro que na palavra de Deus. Cuidado! Pois Deus é Onisciente (capaz de saber nossos propósitos e pensamentos). Logo, impossível de ser enganado. E no mais, Deus é justo e dá-nos o livre-arbítrio para cada um fazer o que achar correto, pois, somente assim, poderá julgar e salvar com justiça.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

SER PECADOR NÃO JUSTIFICA A PRÁTICA DO PECADO


          Atualmente há duas ideologias em andamento a favor daqueles (as) que desejam viver voluntariosamente dando vazões às paixões carnais sem serem incomodados (as) por outros (as) que defendem que a imoralidade e a promiscuidade não sejam práticas públicas, meios de transformar todos os seres humanos em devassos irresponsáveis. Esse alerta serve para todos os seres humanos de todas as nações independentemente de serem ateus ou religiosos.
Há o consenso de os religiosos possuem consciência de que o ser humano é pecador. Mas muitos pensam que, por sermos pecadores, a prática do pecado, ou transgressão das leis de Deus expressa na Bíblia, sejam justificadas; defendendo a ideia que Deus não pode puni-los porque são pecadores; logo, os religiosos como a sociedade em geral, querem ser salvo na prática do pecado. Mas Caso isso fosse possível, o sacrifício de Cristo seria desnecessário.
Essas duas ideologias são defendidas em muitos lares, nas escolas, em muitas igrejas, pelo poder público e mídias em geral. Logo, com todo esse poder midiático, em breve os seres humanos estarão se comportando como a sociedade que fora reprovada por Deus e destruída pelo dilúvio. As profecias Apocalípticas advertem que nos anos próximos a segunda vinda de Cristo, a sociedade contemporânea estaria nas mesmas práticas imorais e aéticas que os devassos que viveram antes da execução do juízo divino através do dilúvio. Deus não faz acepção de pessoas; logo, ateus e religiosos, ou seja, todos os seres humanos serão julgados segundo Suas leis explícitas na Bíblia, em especial, os dez mandamentos que define o que é pecado. Por isso a salvação dos pecadores só é possível através do poder de Cristo que nos capacita a viver em harmonia com o explícito em sua lei, vivendo em novidade de vida, ou seja, obediente como fora Jesus Cristo.

O que é pecado?

Pecado é transgressão das leis de Deus expressas na Bíblia.

1º Mandamento: Não terás outros deuses diante de mim.

Logo, Deus o Criador é o único que deve ser reconhecido como Senhor de nossa vida. Muitos teólogos e leigos, dizem que Deus é trino (o Pai, o Filho e o Espírito Santo); há outra corrente que defendem que Jesus e o Espírito Santo são únicos, a mesma pessoa, ou dois em um e não em três. Compreender esses mistérios metafísicos não é determinante para a salvação e perdição de ninguém. Logo, a salvação está baseada no aceitar Jesus Cristo como salvador pessoal e na guarda da lei como prova de que Jesus me salvou. Por isso exclamou o rei Davi: “O meu prazer está na lei do Senhor e nela medito de dia e de noite”.

2º: Não farás para ti imagens de esculturas semelhantes há que á em cima nos céus, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvará a elas nem servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira geração daqueles que me aborrecem. E faço misericórdia em milhares que me amam e guardam os meus mandamentos.

Toda forma de politeísmo é pecado. Todas as pessoas que adoram imagens negam que haja um Deus Criador. Esses, segundo o explícito no mandamento, não são abençoados por três gerações; e os que O reconhecem como único Deus, a misericórdia será feita a milhares que o amam! Assim sendo, perceber se estou fazendo a vontade de Deus é muito simples; não precisa ser teólogo que usa a dialética para complicar o processo que não precisa de retórica, pois, a salvação é um processo que depende unicamente da prática do que Deus providenciou e determinou.
  
3º: Não tomará o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

Clamar, pular, gritar, cantar é uma das formas contemporânea de tomar o nome de Deus em vão. Essas aclamações e invocações não substitui a obediência aos mandamentos. Esses que as praticam estão se enganando ou sendo enganados por falsos líderes religiosos.

4º: Lembra-te do dia do sábado para santificar. Seis dias trabalharás e farás toda tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não fará nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro de tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que nelas há e ao sétimo dia descansou; portando, abençoou o Senhor o dia do sábado e o santificou.

O fato da maioria das denominações religiosas, as cinco religiões e todas as nações do mundo não reconhecerem que o sábado seja o único dia santo semanal, não invalida o mandamento de Deus. Pelo contrário, demonstra que a maiorias dos religiosos, como os ateus, nega que exista um Deus que criou todas as formas de vida no planeta Terra. Logo, todas as pessoas que trabalham no dia de sábado para ganhar dinheiro está transgredindo a lei de Deus. Por isso os salvos serão poucos.
Processo histórico para anular a lei de Deus
Com Caio Júlio Cesar (100 - 44 a. C) chegou o fim da república e início do Império romano.
Em 380, com o edito de Tessalônica, o cristianismo passou ser religião oficial do império. Estabelecia-se uma nova religiosidade para o poder. No lugar do desgastado título de Cesar Augusto, o divinizado, governava-se agora em nome do filho de Deus, Jesus Cristo.
Com a instituição do Papado como líder maior do cristianismo para império romano; o politeísmo fora readmitido e os dez mandamentos foram alterados. Nos mil anos da Idade Média, a igreja Católica “Apostólica” Romana, com autoridade suprema do Estado, da religião e educação, as doutrinas bíblicas foram lançadas por terra e todas as nações seguiram suas ordens.
A Idade Média passou; mas o reinado contra as leis de Deus não, pelo contrário, os protestantes e evangélicos contemporâneos continuaram sendo o braço direito de Roma na arte de transgredir os mandamentos de Deus.

5º: Honra teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

Todos os filhos (as), diante de Deus e da sociedade, têm obrigações de honrar os pais em quaisquer circunstâncias. Os primeiros quatros mandamentos delimitam nossas obrigações santas para com Deus nosso Criador. Os outros seis, nossa responsabilidade para com os pais e ao próximo ou o outro (a).

6º: Não matarás.

Tirar a vida do outro, seja lá porque motivo for, é pecado. Assim sendo, as guerras, o exército, as policiais militares, civis e assassinos ligados à bandidagem crescente sob a bandeira de Satanás, o instigador do mal entre os seres humanos, não pode justificar matar por interesses egoístas.

7º: Não adulterarás.

Adulterar para a sociedade contemporânea é moda. Casar-se e dar se em casamentos, também é moda. Ser homossexual é moda. Ficar entre os adolescentes transando entre eles é moda. Dar opinião contrária sobre essas práticas imorais e aéticas, não é moda, é preconceito. E assim, por enquanto, a proibição de ser contrário às práticas do adultério é validada via preconceito; mas caso não dê certo, os adúlteros do poder vão proibir opinião contrária às práticas do pecado sexual. Olhe para o modo de se vestir das pessoas, principalmente os artistas que são os grandes ícones incentivadores das práticas sexuais irresponsáveis. Todos, homens e mulheres estão convidando: venha fazer sexo, participe dessa corrente que deve ser comum a todos (as) entre todos sem privacidade, pois isso é viver a vida. Isso, sem contar as drogas ilícitas que rolam juntas.  Como consequência, a quantidade de filhos sem lares e pais que os eduque é crescente como nunca antes na história da humanidade.

8º: Não furtarás.

Será que algum político será salvo? Os ladrões que continuarem roubando até a morte, com certeza, não será salvo. E o furto de pequenas coisas que julgamos não fazer falta para o outro, será que é pecado? Sim é pecado. Por isso o conselho bíblico: Vigiai, ou ainda, vigie-se.

9º: Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

Logo, mentir, fofocar sobre a vida alheia, aceitar dar falso testemunho contra ou a favor do outro; nesse quesito, mais uma vez, os políticos golpistas do Estado brasileiro estão em maus lençóis diante dos eleitores e de Deus.

10º: Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do próximo.

Ou seja, contente-se com o que tens, ou, caso queira mais, corra atrás sem cobiçar o que é do outro. Seja honesto, e isso é possível humanamente falando. Quanto a salvação, é impossível ao ser humano sem aceitar Jesus como salvador pessoal. É Cristo quem nos capacita a guardar os mandamentos de Deus, algo impossível de fazer sem a ajuda de Dele; mas Ele está disposto a nos ajudar, basta crer e começar agir de acordo com Sua vontade expressa em suas leis. Todo ser humano é pecador, mas o fato de sermos pecadores não justifica o querer viver pecando, achando que Deus é obrigado nos salvar por sermos pecadores. Logo, em Deus é possível viver sem pecar mesmo sendo pecadores! Mas caso cometa algum pecado, temos um advogado, Jesus Cristo, o justo!

Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Apocalipse, 14:12)


JESUS SALVA!
E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos. (atos 4: 12)

Jesus, além morrer para salvar, através de seu poder, capacita seus seguidores a ser fieis às leis de Deus como Ele fora!
A LEI CONDENA.
Anulamos a lei pela fé? De maneira nenhuma! Antes estabelecemos a lei. (Romanos, 3: 31)

A lei referida neste verso é a dos dez mandamentos.

Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. (Romanos, 3: 28)

Já esta, se refere à lei da circuncisão.

É, porventura, Deus somente dos judeus? E não é também dos gentios? Também dos gentios certamente. Se Deus é um só que justifica pela fé a circuncisão e, por meio da fé, a incircuncisão, anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma! Antes estabelecemos a lei. (Romanos, 3: 29-31)

Esses versos esclarecem que tanto aos Judeus como ao povo em geral, a fé é exigida para o cumprimento de ambas as leis, da circuncisão e dos dez mandamentos que define o que é pecado. De acordo com o contexto bíblico esta é a interpretação correta. Se assim não for, Paulo ou a Bíblia entram em contradição.

QUEM SERÁ SALVO?
Nem todo o que me diz Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. (Mateus, 7: 21)
Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos o filho de Deus: quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados. (I Pedro, 5: 1- 3)


O FATO DE TODAS AS NAÇÕES DO MUNDO, DE TODAS AS RELIGIÕES, DE TODOS OS PROTESTANTES, EVANGÉLICOS E ESPIRITUALISTAS NEGAREM A VALIDADE DA LEI DE DEUS NÃO A INVALIDA. ENTÃO, NÃO SE ENGANE E NEM DEIXE SE ENGANAR; POIS, A LEI DE DEUS SERÁ O FUNDAMENTO DO JULGAMENTO FINAL.    



quinta-feira, 9 de novembro de 2017

NIETZSCHE E A TEORIA DO NIILISMO (NADA OU MORTE DE DEUS)



          24/10/1844 foi o dia da grande decepção para os religiosos que aguardaram a segunda vinda de Cristo para aquele dia. O responsável pela decepção foi o deísta americano Guilherme Miller (1782-1849). Deísta é a pessoa que acredita na existência de Deus, mas nega que a Bíblia seja a sua palavra revelada aos seres humanos. Miller era um fazendeiro e estava angustiado, porque, mesmo crendo em Deus, não encontrava a paz que tanto procurava. Nesse estado de angústia existencialista, decidiu analisar a Bíblia por si mesmo, fazendo um pacto consigo mesmo de lê-la do Gênesis ao Apocalipse com o propósito de passar para o versículo seguinte somente quando todo o texto e o contexto estudado estivessem correspondendo entre si e com a história. Lendo o livro de Daniel encontrou esse texto:

E ele me disse: Até duas mil trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. E aconteceu que, havendo eu visto a visão, busquei entende-la e eis que se me apresentou diante uma com semelhança de homem. E ouvi uma voz de homem nas margens do rio Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel dá a entender este a visão. E veio perto de onde eu estava; e vindo ele, fiquei assombrado e caí sobre o meu rosto; mas ele me disse: Entende filho do homem, porque esta visão se realizará no fim do tempo. (Daniel, 08: 08: 14-17)

          Conforme prometera a si, Miller só avançaria no estudo quando todo o texto e o contexto estivessem claros para ele e com a história; então ele teve que se empenhar para entender a visão que não fora revelado todo significado a Daniel. Através de suas pesquisas bíblicas relacionadas à histórica segundo indicavam os versos, chegou à conclusão de que o início da contagem seria o ano 457 a. C., quando Nabucodonosor, rei do império Babilônio, destruiu o templo ou santuário dos judeus construído por Salomão em Jerusalém. Fazendo alguns cálculos como 457 + 33 anos referentes aos anos que Cristo viveu no planeta Terra totalizaram 490 anos; faltando 1810 para completar o cumprimento da profecia que se daria em 1844! Interpretando que santuário a ser purificado seria o planeta Terra através da segunda vinda de Cristo, após alguns detalhes relacionados aos eventos históricos do contexto, concluiu que o dia para a segunda vinda de Cristo ocorreria em 24/10/1844.                      
Com o resultado da pesquisa em mãos, apresentou-o aos cristãos batistas que lhe concederam licença formal para pregar sua mensagem do fim do mundo em suas igrejas. Em pouco tempo, o mundo cristão da época acreditaram que as interpretações de Miller estavam certas; por isso, unidos, pregaram e esperaram o fim do mundo para o dia marcado! Mas Cristo não veio. Dessa decepção Nietzsche elaborou sua de Deus como sendo niilista (inspirador do nada), decretando sua "morte".

Niilismo

01. Doutrina filosófica que nega a existência do *absoluto quer como verdade, quer como valor ético. 02. Termo empregado por Nietzsche para designar o que considerou como resultado da decadência europeia, a ruína dos valores tradicionais consagrados na civilização ocidental do século XIX. Caracteriza-se pela descrença em um futuro ou destino glorioso da civilização, opondo-se, portanto à ideia de progresso; e pela afirmação da “morte de Deus”, negando a crença em um absoluto, fundamento metafísico de todos os valores éticos, estéticos e sociais da tradição. O niilismo nietzschiano deve, no entanto, levar a novos valores que sejam “afirmativos da vida”, da vontade humana, superando os princípios metafísicos tradicionais e a “moral do rebanho” do cristianismo e situando-se “para além do bem e do mal”. (Dicionário Básico de filosofia. Hamilton Japiassú e Danilo Marcondes, Edit. Zahar)

          O filósofo é um profissional que observa o mundo e o comportamento dos seres humanos para criar ideologias político-filosófico-religiosas. Como o objetivo dos filósofos é negar a existência de Deus e a Bíblia como sendo Sua palavra revelada, esse ocorrido com os protestantes seguidores de Miller e outros comportamentos dos religiosos atuais os filósofos pós-Nietzsche continuam na mesma pegada do mestre niilista.

 O niilismo como estado psicológico tem ainda uma terceira e última forma. Dadas essas duas compreensões, de que com o vir-a-ser nada seja alvejado e que todo o vir-a-ser não reina nenhuma grande unidade em que o indivíduo pode submergir totalmente como em um elemento de supremo valor: resta como escapatória condenar esse inteiro mundo do vir-a-ser como ilusão e inventar um novo mundo que esteja para além dele, como verdadeiro mundo. Tão logo, porém, o homem descobre como somente por necessidade psicológica esse mundo foi montado e como não tem nenhum direito a ele, surge a última forma de niilismo, que encerra em si a descrença em um mundo metafísico que se proíbe a crença em um mundo verdadeiro. Desse ponto de vista admite-se a realidade do vir-a-ser como única realidade, proíbe-se a si toda espécie  de via dissimulada que leve a ultramundos e falsas divindades – mas não se suporta esse mundo, que já não se pode negar.
A crença nas categorias da razão é a causa do niilismo, - medimos o valor do mundo por categorias, que se refere a um mundo puramente fictício.                                            
 - O que aconteceu, no fundo? O sentimento da ausência de valor foi alvejado, quando se compreendeu que nem o conceito “fim”, nem como o conceito “unidade”, nem com o conceito “verdade” se pode interpretar o caráter global da existência. Com isso, nada é alvejado e alcançado; falta a unidade abrangente na pluralidade do acontecer: o caráter da existência não é “verdadeiro”, é falso. . . não se tem absolutamente mais nenhum fundamento para se persuadir de um verdadeiro mundo. . . Em suma: as categorias “fim”, “unidade”, “ser” com as quais tínhamos imposto ao mundo um valor, foram outra vez retiradas de nós – e agora o mundo parece sem valor. . .(NIETZSCE – Os Pensadores. Ed. Abril Cultural, pág. 381, 1978)

          Para Nietzsche, o corpo é a grande razão. E a razão ou cérebro apenas está a serviço da vontade inerente ao corpo, pois, viver esta vida do “vir-a-ser” no mundo, somente dando vazão às volúpias sensuais e vontades latentes ao corpo. O ser humano contemporâneo adotou a filosofia de Nietzsche como verdadeira; logo, é feliz quem vive sem a perspectiva de que existam moral e ética cristã, castradoras da vontade e pulsões sensuais. Logo, não é por acaso a degradação moral e ética em todos os seguimentos sociais do planeta. Como também não foi por acaso a canção de Silvio Brito: “Todo mundo louco oba”. Pois, quem louco segue como loucos se comportam. Miller e outros, apesar da decepção, com o mesmo espírito científico, voltaram analisar suas conclusões para ver se encontravam onde estava o erro, deduziram que eraram quanto ao evento que não se referia à segunda volta de Cristo, mas começara naqueles dias, no céu, o juízo investigativo para ver quem dos que já morreram desde Adão, será salvo por ocasião da volta de Cristo.
  
Jesus Cristo
          Logicamente Miller ainda não conhecia profundamente o discurso de Cristo que já alertara aos seus ouvintes:

Porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também na vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e se davam em casamento. Até o dia em que de Noé entrou na arca e não perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. (Mateus, 24: 36-39)

          Atualmente não é preciso ser filósofo para olhar para o comportamento da sociedade atual e perceber que agimos parecido aos antigos ante-diluvianos que foram surpreendidos com a intervenção de Deus em seus negócios e diversões imorais. Logo, o alerta: “Jesus em breve voltará” anunciado pelos adventistas atuais, faz sentido!