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sábado, 23 de abril de 2016

NIETZSCHE - A RAZÃO E O CORPO


          Para Nietzsche a grande razão é o corpo, isto significa que as pessoas do mundo contemporâneo dão vazão às suas vontades através do corpo em detrimento do intelecto que deve avaliar a postura correta. Mostrar-se através da aparência, para a sociedade atual, é o meio de dizer o que pensa sobre si mesmo, os valores marais, políticos e religiosos. Por isso, segundo Nietzsche, a grande razão é o corpo que expressa a vontade individual na exposição de todas as pulsões sensuais contra a moral judaico-cristã (bíblica).
          Analise as gerações desses últimos quarenta anos independentemente de suas crenças; a maioria dos homens pautam-se pelas exposições de suas aparências; o importante é mostrar-se através do não fazer a barba, cabelos desarrumados, calçados com sapatos e trajes envelhecidos tentando parecer um revolucionário político ou religioso islamita que querem de alguma forma questionar tudo e, se possível, todos. Quanto as mulheres, a valorização pessoal e sua exposição vai ao extremo quando o negócio é mostrar-se através da valorização da sensualidade corporal. Independentemente de como está vestida, se de vestido feminino ou calças cumpridas, o importante é valorizar as curvas do corpo, ousadia na maquiagem, tatuagens e usos de joias. Nesse contexto, para ambos, homens e mulheres, o saber pouco importa, acreditam que a ousadia de se mostrar supera o conhecimento na arte de conquistar o outro a favor de suas posições políticas, acadêmicas e religiosas.   
Para a sociedade em geral, imitar ícones revolucionários do passado e atuais isso é considerado normal, uma aventura para preencher suas ilusões e frustrações por não conseguir ser o que o outro foi ou é. Por outro lado, quando religiosos seguem essas mesmas práticas para dizerem-se ousados na arte de representar Cristo, apresenta falta de conhecimento sobre os meios disponibilizado por Deus para terminar a pregação do evangelho, pois, os cristãos não podem alinhar-se às práticas e costumes mundanos como meios para terminar a obra que Deus lhes confiou. Não vou detalhar o que os cristãos fazem em nome de Deus com a desculpa de que está, através da exposição corporal, buscando ganhar o outro para o evangelho, pois, entendo que são pessoas inteligentes para perceber que estamos todos, mesmo sem conhecer a filosofia de Nietzsche, seguindo suas conclusões filosóficas que, cristianismo é platonismo, um meio falso de dizer-se cristão agindo diferente de Cristo.
          Os filósofos, desde os Pré-socráticos, através do conhecimento antropocêntrico acadêmico e do politeísmo religioso, tiveram, como objetivo primeiro, eliminar a certeza da existência de Deus do consciente humano. Eles conseguiram fazendo que os Judeus crucificassem Cristo; que o cristianismo medieval fosse politeísta; que os protestantes modernos continuassem na mesma lógica do medievalismo ignorando as leis de Deus e, por último, que os Adventistas do Sétimo Dia abandonassem a modéstia cristã aderindo-se às práticas dos não cristãos como meios de pregar o santo evangelho, achando que a exposição do corpo através das modas seculares são meios de testemunhar de Cristo.
          Segundo o cumprimento das profecias bíblicas vivemos nos últimos instantes da história do pecado. Percebemos isso através da interpretação de duas passagens apocalípticas:

Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher (igreja) está assentada; são também sete reis (Impérios mundiais), cinco já caíram; (Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia e Grécia), um existe (Império romano dos dias de João); e outro ainda não é vindo (Roma Papal); e quando vier, deve permanecer pouco tempo (mil anos da Idade Média). A besta que era e já não é (Roma Papal), é também o oitavo rei (Vaticano), e é dos sete, e vai-se para a perdição. Apocalipse 17: 9-11


E da boca do Dragão (Satanás), e da boca da besta (Vaticano), e da boca do falso profeta (religiosos antagônicos ao todo bíblico), vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo mundo (movimento religioso-político-ecumênico), para os congregarem para a batalha do grande dia do Deus todo poderoso. Apocalipse 16: 13-14
FILOSOFIA X BÍBLIA
Neste livro que lançarei em maio de 2016 devido um pequeno atraso na revisão, através de 334 páginas, mostrarei através de uma linguagem acessível a todos que sabem ler, como os filósofos, através do conhecimento acadêmico e do politeísmo religioso, enganaram as sociedades político-religiosa de todas as épocas; pois, os filósofos, através de suas arquiteturas conceituas, são peritos em conduzir o outro segundo a visão utópica de mundo que eles idealizam.   
Filósofo Isaías Correia Ribas
      

     

terça-feira, 29 de março de 2016

APOCALIPSE


          Apocalipse significa revelação; é o último livro do Novo Testamento da bíblia judaico-cristã e foi escrito pelo apóstolo João no primeiro século da era cristã. Mas o Apocalipse é revelação de que? De tudo que acontece no mundo social, político, religioso e porque ocorrerá a intervenção de Deus nos negócios da humanidade. Embora seja revelação, a escrita do livro está protegida por uma linguagem figurada. Esse tipo de linguagem foi necessário porque o livro seria desvelado pelos estudiosos da sociedade existente nos últimos anos da história do bem e do mal. Outro livro semelhante ao Apocalipse que se relaciona em propósito e estilo de escrita é o livro de Daniel do Velho Testamento. Ambos tratam dos mesmos assuntos e apresentam a mesma solução para os problemas existentes no mundo. O livro de Daniel foi escrito por volta do século VI a.C. e o Apocalipse no primeiro d. C.; como a revelação era para as pessoas dos últimos dias de nossa história, justifica-se as interpretações que fizera Guilherme Miller no século XIX como o marco para a compreensão desses livros e o início dos fins dos tempos no planeta Terra.
          Para nós brasileiros que estamos chocados com a corrupção existente na alta sociedade política, empresarial e judiciária; todos os cidadãos do mundo chocar-se-ão quando compreenderem a alta corrupção existente no mundo filosófico-científico-religioso que, a milênios têm se organizado para, através da religião, em nome de Deus, da ciência e de teorias hipotéticas, enganar todos os povos independentemente de sua cultura, levando a maioria a negarem a bíblia como sendo a palavra de Deus e Jesus como único meio de moldar-nos à vida eterna.
          Os grandes arquitetos do conhecimento antropocêntrico para negar a existência literal de um Deus criador das diferentes formas de vida no planeta Terra e do cosmo são os filósofos gregos. Antes da filosofia, o Deus bíblico era negado através das diferentes formas de politeísmo. Com os filósofos, Deus é negado através das teorias do conhecimento filosófico-científico-e-teológico. Teológico, isso mesmo, os filósofos jogam com todos e, parece que, negar a Deus em nome do próprio Deus e Jesus através do cristianismo têm se mostrado o método mais eficiente para enganar a todos, ignorantes, letrados e os próprios religiosos que acham que crer sem conhecer é o suficiente para alcançar a salvação prometida por Deus através dos escritos bíblicos. Logo, conhecer a Deus jamais deveria estar relacionado à religiosidade ligada a qualquer instituição religiosa, e sim à salvação planejada pelo próprio Deus em todos os escritos bíblicos, onde, os salvos em cristo, herdarão o paraíso prometido no Apocalipse.
          O livro que lançarei até o final de abril de 2016 tem o objetivo de analisar com o leitor, como, nesses dois mil e seiscentos anos de filosofia, os filósofos de diferentes épocas se articularam para, em nome do conhecimento formal-acadêmico, eliminar Deus do consciente humano.


Filósofo Isaías Correia Ribas     

sexta-feira, 11 de março de 2016

FILOSOFIA X BÍBLIA - UM PROBLEMA MILENAR - O-TODO: SOLUÇÕES EM PERSPECTIVA


     A filosofia nasceu com o propósito de encontrar elementos naturais que fossem a gênese da vida e do universo, pois, até então, através dos judeus, ensinava-se que tudo que há fora criado por Deus segundo está escrito na bíblia. Assim sendo, os filósofos tinham duas tarefas difíceis de serem realizadas: Refutar Deus como criador e encontrar elementos naturais que fossem a origem de tudo. Os Pré-socráticos foram os primeiros a sentirem essa dificuldade. Esses filósofos da natureza, por dois séculos elaboraram suas hipóteses; porém, nenhuma delas foi aceita como sendo a origem da vida e do cosmos (ordem universal). Por esse motivo os filósofos clássicos, Sócrates, Platão e Aristóteles, necessariamente, tiveram que admitir a existência do Ser que é Deus, não que eles, principalmente Platão e Aristóteles, passaram a crer na existência do Deus bíblico, fora apenas uma jogada filosófica para negar Deus em nome do próprio Deus. Parece que Sócrates foi exceção, pois, além de dizer que Deus é “Inteligência Superior”, ensinou os jovens a negarem os deuses da mitologia grega e cobrou honestidade por parte dos políticos na administração da coisa pública, por isso foi condenado à morte.
     Com a tática dá dúvida, os filósofos clássicos e as escolas helenísticas, conseguiram neutralizar a fé dos judeus dividindo a nação em diferentes seguimentos sociais e diversas crenças, onde, uns passaram crer na imortalidade da alma segundo a filosofia de Platão e outras desenvolvidas segundo a visão filosófica das escolas helenísticas, levando a maioria a negarem que O Cristo que nascera segundo as profecias bíblicas fosse rejeitado como o enviado de Deus, matando-O como malfeitor. Assim, o racionalismo filosófico da antiguidade superou a fé da maioria dos judeus.
     Após a morte, ressurreição e ascensão de Cristo, uns remanescentes judeus creram que Cristo fora enviado segundo as profecias bíblicas e passaram a ensinar o que Cristo pregara e fizera em vida. Assim, nasce a igreja Cristã Primitiva. Mas os Imperadores romanos se incomodaram com esses defensores dos ensinamentos de Cristo, então, resolveram silencia-los prendendo-os e matando todos que não atendiam as ordens de Roma; mas, quanto mais cristãos morriam, mais pessoas se convertiam; foi então que Constantino resolveu seguir a tática dos filósofos gregos que admitiram a existência de Deus, para, em nome de Deus perverter seus seguidores. Por isso Constantino converteu-se ao cristianismo; agora, como imperador cristão, possuía autoridade para lançar dúvidas à fé cristã e alterar algumas doutrinas bíblicas. Com a mudança de Constantino para sua cidade no Oriente, Constantinopla, o cristianismo se dividira em cristãos ortodoxos controlados pelo Estado e cristãos do Ocidente. Na parte ocidental a igreja cristã se tornara Católica Apostólica Romana com poder absoluto sobre a fé e o Estado dirigida pelos padres da Patrística, liderados pelo Papa que se autodenominou representante de Deus na Terra com poder para perdoar pecados, e, caso alguém tivesse grana poderia pagar pelos pecados que poderia cometer. Assim, os filósofos, trajados de cristãos conseguiram em nome de Cristo destruir a força do cristianismo primitivo.
     Alguns filósofos católicos após o renascimento criticaram a política medieval fundando o protestantismo; porém, esses não conseguiram ir além de tirar as imagens de esculturas de dentro de seus templos, continuando na prática de transgredir os mandamentos bíblicos segundo a teologia dos padres. A volta à valorização de todos os escritos bíblicos se deu com o deísta soldado e capitão americano Guilherme Miller que interpretara uma das profecias do profeta Daniel, revolucionando assim o cristianismo contemporâneo, nascendo desse contexto, a igreja Adventista do Sétimo Dia defendendo a prática de todos os ensinos bíblicos como condição de se prepararem para a segunda vinda de Cristo! Mas os filósofos não se deram por vencidos, a tática da dúvida foi posta dentro das Universidades e escolas de ensino médio com a finalidade de, em nome do conhecimento parar o crescimento de pessoas defendendo os escritos bíblicos como meio de ser fiel ao Deus que tudo criou a partir do logos (palavra).  
     Segundo as profecias bíblicas: Quanto mais próximo da segunda vinda de Cristo mais se intensificará as forças filosóficas e políticas para neutralizar a fé daqueles que creem nas promessas de Deus. Por enquanto a guerra se dá em nome do conhecimento; mas, como no passado, chegará às barbáries bélicas como foram promovidas por Roma Pagã contra Cristo e os cristãos primitivos, Roma Papal investirá contra os escritos bíblicos e seus seguidores. Segundo o Apocalipse, esse mesmo espírito perseguidor se levantará em nossos dias contra os que fazem da bíblia seu livro guia. 
  
FILOSOFIA X BÍBLIA
Um problema milenar
Esse é o tema do livro que lançarei até o final de abril de 2016. Quem desejar saber detalhadamente como se deu esse embate entre razão filosófica e fé bíblica. terá a oportunidade de aumentar seu conhecimento e de questionar as posições do autor.
Filósofo Isaías Correia Ribas

      

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A EXISTÊNCIA DO DEUS BÍBLICO É PASSÍVEL DE SER COMPROVADA CIENTIFICAMENTE



Até a invenção da escrita e muito tempo depois dela não existia a ideia de conceito abstrato e vazio de significado literal. Com o nascimento da filosofia, através da arquitetura conceitual e argumentações lógicas, tornou-se possível elaborar realidades ideais, dando lhes o status de verdades fatuais. Logo, o conhecimento antropocêntrico depende da arquitetura composta de signos, significado e significante, estrutura necessária para compor argumentos válidos, inválidos, verdadeiros e falaciosos. A literatura bíblica não depende dessa arquitetura, está conectada a realidade sem os jogos conceituais, relacionando-se ao que existe literalmente, sejam pessoas, eventos e o próprio Deus. Por isso as verdades bíblicas são absolutas e imutáveis. Absoluta porque Aquele que É sabe o fim desde o princípio. Imutável, porque suas leis são a expressão de Seu caráter. Assim, tudo que fora dado verbalmente e por escrito em forma de leis e mandamentos, são meios para moldar o caráter dos racionais, fazendo-os, caso queiram, semelhante ao do grande Eu Sou.
A grande questão científico-filosófica a ser respondida sobre as origens é: O que surgiu do nada para compor o espaço permitindo a mensuração do tempo? Para Pitágoras (VII a.C.), no vazio havia uma força compostas por partículas imperceptíveis denominadas mônadas. Para Platão (IV a.C.), ela é a força do  pensamento que criou o mundo das formas perfeitas, o habitat das almas. Para os filósofos modernos, principalmente Leibniz (1646-1716), são substâncias simples, espirituais, que fazem parte das compostas. Simples quer dizer sem partes, ora, onde não há partes, não há extensão, nem figura, nem divisibilidade possível. Logo, segundo o pensamento inserido na história da filosofia, as mônadas são os verdadeiros átomos da natureza, uma energia que compõem todas as formas de ordem física e metafísica.
A primeira teoria das forças compostas de partículas nulas, as mônadas, como citada a cima, é filosófica.
A partir do cientista Albert Einstein (1879-1955) e sua teoria da relatividade; o astrônomo russo naturalizado americano George Gamow (1904-1968) e o padre astrônomo e físico belga George Lemaître (1894-1966) elaboraram a teoria da grande explosão (Big Bang), que acontecera a 10 ou 20 bilhões de anos atrás surgindo o espaço e o tempo que, com o resfriamento, após um bilhão de anos de rearranjo das partículas que compõem o átomo que conhecemos, surgem galáxias que continuaram se expandindo dando origem à existência de tudo que há animadas e inanimadas. Em síntese, para o racionalismo científico-filosófico, a natureza é o Deus do universo e tudo que há é extensão da mesma. Essas ideias derivam do panteísmo de Spinoza. Atualmente não se medem esforços e investimentos em pesquisas para comprovar empiricamente essa e outras hipóteses sobre a origem do universo e das diferentes formas de vida na Terra. Enquanto isso, deve continuar como hipótese, conhecimento não comprovado empiricamente.
O teocentrismo criacionista através dos escritos bíblicos traz o relato sobre as origens do universo e da vida fundamentada na verdade absoluta. Para os judeus e cristãos, segundo a bíblia, Deus é antes de tudo. Porém, Sua origem não nos é revelada, mas através de um fio condutor contido nos vários livros que compõem a bíblia, conseguimos entender como se deu o processo de criação de tudo que compõem o universo astral, os entes inteligentes, as diferentes formas de vida, a origem do bem, do mal e do plano de salvação. As religiões e suas denominações agregadas se proclamam defensoras dessas verdades reveladas.  Logo, a bíblia não é um livro hipotético e mitológico como querem alguns filósofos e cientistas céticos, mas de verdades absolutas, fundamentos de duas grandes religiões do Ocidente e uma do Oriente Médio, a saber: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, pois, as três têm sua origem na família do hebreu Abraão. As diferenças entre as teses antropocêntricas e teocêntricas são: a primeira precisa de comprovação científica, empírica. E a segunda é o fundamento da fé em um Deus que tudo criou. Logo, ambas, até o presente momento, estão embasadas em crenças, ou seja, fé nos escritos de seus defensores.    
          É isso sem tirar e nem pôr o que revelam o antropocentrismo e o teocentrismo. A natureza como o deus dos que não creem nos relatos bíblicos; e Deus o pai, Jesus e o Espírito Santo, a trindade-uma como o Deus criador e mantenedor de todas as coisas para os que creem nos escritos bíblicos. A natureza, Jesus e as religiões fazem parte da história terrestre e são os meios que temos para transcender dessa realidade mundana. Logo, como seres finitos, buscamos ter uma experiência com o infinito que transcende toda física finita. Pois todos, independentemente de crenças buscam transcender, uns através da oração e rezas, outros pelos rituais místicos (yoga), alguns pelo consumo de entorpecentes (drogas) e outros no abraçar de uma árvore qualquer, onde, embalados pela música apropriada, buscam transcender do natural para o sobrenatural, ou seja, todos querem ter uma experiência transcendental. Daí deduz-se que, céticos, religiosos e místicos não conseguem viver sem a perspectiva de que há algo superior que nos enleve, nem que seja por um instante quer-se experimentar o suprassensível, saindo dessa realidade limitada do mundo da existência física, consolando-nos com a perspectiva de que, nem que seja por um momento, sintamos ser apossados pelo que é capaz de nos fazer transcender.               
 Para Sócrates, Deus é Inteligência superior; já, para os judeus e cristãos, é o único Ser eterno, criador de todas as coisas. Então, se minha mente racional, finita, capta o infinito tempo e espaço, isto só pode ser possível porque há algo superior à mente. Por isso não há como negar a existência de algo superior que deu origem a tudo que compõem o espaço. Assim, se do nada houve a evolução a partir da energia denominada mônadas, ou átomos, e esse acúmulo energético provocou a grande explosão, posso dizer, se estivesse preocupado com a origem de Deus, que Ele é o resultado da grande explosão, vindo a ser o Deus com toda potência vital-em-si, com todo poder físico-metafísico-em-si. Segundo a bíblia, é o Ser que É, o grande Eu Sou, que, a Seu mando, tudo veio à existência. Percebeu como é fácil provar empiricamente, segundo as teorias filosóficas, a origem de Deus. Mas o argumento que usarei para provar empiricamente a existência literal de Deus será outro. Por enquanto vamos nos preocupar com nossa origem como ser finito, pois, as grandes questões que incomoda a todos são: Qual a origem da finitude no universo infinito? Qual a lógica que há em nascer, viver e morrer se o universo como o Ser que o organizou para a vida tem, necessariamente, que ser inteligente e eterno? A dedução mais óbvia e lógica que qualquer um que se preocupa com sua existência e morte deve ser: algo injustificável, ou seja, misterioso, aconteceu para a morte ser introduzida na eternidade universal.   
Houve controvérsia entre os anjos. Lúcifer e seus simpatizantes porfiavam por reformar o governo de Deus. Estavam descontentes e infelizes porque não podiam perscrutar sua insondável sabedoria e averiguar o Seu propósito em exaltar o Seu Filho e dotá-Lo com ilimitado poder e comando. Por isso, rebelaram-se contra a autoridade do Filho. (WHITE. História da Redenção. p. 15)
Por isso, para as três grandes mentes da filosofia clássica, Sócrates, Platão e Aristóteles, a existência de Deus, de alguma forma, teve que ser admitida. Para Sócrates, Deus é Inteligência Superior; para Platão é o Demiurgo, manipulador da matéria; para Aristóteles, Motor Imóvel, causador de todas as causas sem ser causado. Ao longo desta pesquisa explicarei porque os três, pelas circunstâncias, admitiram a existência de Deus. Segundo a máxima de Aristóteles Deus não foi causado, logo, fundamentado no pensando filosófico, Deus não surgiu da grande explosão. 
Como todas as coisas animadas e inanimadas estão ocupando espaço no tempo, e, segundo a escrita bíblica, foi o filho de Deus quem adaptou o planeta Terra às diferentes formas de vida, deduz-se que Deus, através de Seu filho, se realiza criando. Assim sendo, tudo o que existe é criação Dele. E o bem e o mal, também são criações de Deus?

Esse texto são parágrafos de um livro que estarei lançando em breve, provando cientificamente a existência literal do Deus bíblico, pondo fim à ideia cética de que Deus, O criador do universo e da vida não existe.

Filósofo Isaías Correia Ribas



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

O BOM E O RUIM NO BRASIL



          Em 1.500 a aristocracia europeia, em busca de novas terras para impor sua visão de bondade, por acaso, descobriram novas terras ricas em pau-brasil, surgindo posteriormente o Estado brasileiro. De início, a bondade europeia tentou escravizar os índios habitantes nessas terras, como não foi fácil procurou exterminá-los. Como sua bondade queria fazer destas “terras em que se plantando tudo dá”, região exportadora de riquezas para a Europa, compraram africanos para escraviza-los, fazendo os bondosos cada vez mais ricos, enquanto os africanos morriam de tanto trabalhar para os conscientes e bondosos europeus engordar suas contas bancárias na Europa. Isto aconteceu também com a invasão dos espanhóis na América do Sul, Central e com os ingleses protestantes que invadiram a América do Norte entre outras invasões europeias pelo mundo. Mas, no Brasil, em janeiro de 2003, o povo escravizado, com o sindicalista Lula chegando à presidência da República, quebrou-se a lógica da bondade europeia instituída no Brasil! É onde começa a força dos fracos pobres minar o império escravocrata estrangeiro imposto aos brasileiros que só entendia que trabalho são apenas ocupações braçais. Os pobres não tinham o direito de estudar além de aprender ler para não poder pensar e executar trabalhos intelectuais. Com um sindicalista na presidência, mais universidades federais foram construídas e abertas aos pobres, somando-se às federais, bolsas de estudos foram pagas via PROUNI a quem conseguisse boa pontuação no novo modelo de vestibular (ENEM), foi quando tive o privilégio de terminar o que sempre busquei desde jovem, o conhecimento. Mas os aristocratas não estão passivamente vendo o Brasil ser território para os brasileiros. As posturas dos grandes partidos políticos juntamente com os pequenos de plantão querem o fim dessa abertura dada aos pobres brasileiros através do PT, que, em consonância com os ideais democráticos busca o desenvolvimento do Brasil, e agora, com a presidenta Dilma, a política e os políticos estão sendo passados a limpo através das ações da polícia federal que tem o aval da presidenta para a caça aos corruptos políticos e empresários que sempre saquearam os cofres públicos. Nesse contexto temos as brigas atuais, onde, os antigos saqueadores dos cofres públicos estão sendo identificados, mas, como eles estão no poder, o Brasil parou e paralisado ficará enquanto esses maus políticos administrarem o país para eles e os estrangeiros em detrimento de todo os brasileiros. Logo, o retrocesso nas produções industriais, agropecuárias e comerciais são consequências dos interesses egoístas desses bandidos infiltrados no poder de modo legal para praticar todo tipo de ilegalidade. E não nos enganemos com políticos ditos de oposição ao PT; eles estiveram no poder e nada fizeram para acabar com a cultura da corrupção e ignorância generalizada. Por isso, nós eleitores temos que saber votar eliminando os velhos políticos elegendo novas pessoas desligadas dessas velhas raposas que apenas engana, pois, já é passada a hora de abandonarmos a alienação, deixando o idiotismo mantenedor desses crápulas e seus descendentes se eternizando no controle do Brasil e exploração dos brasileiros.

Filósofo Isaías Correia Ribas

Este texto é parte do capítulo do livro que lançarei em breve!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

SÃO OS RELIGIOSOS DE FÉ IDIOTAS?

Para a filosofia a fé é cega, ou seja, irracional; pois, o crente confia na existência de um Deus que fora criação a-priori, isto é, invenção da razão pura. Logo, para a filosofia, Deus não tem existência literal; ou seja, é uma invenção mental como são a aritmética, a álgebra, a geometria e alguns sistemas filosóficos que são criações da razão pura (a-priori). Assim sendo, criações a-priori são filosóficas. Os escritores bíblicos jamais fizeram uso de retóricas e teoremas lógicos desconectados de fatos reais para compor sua escritura. Até porque, todos os seus autores escreveram por inspiração divina. Compare as ciências exatas com os escritos bíblicos e perceberás que não há nenhuma relação entre ambos; seus fundamentos diferem-se; as ciências exatas fundam-se na mentalidade humana e a bíblica no homem conectado com Deus através de sonhos, visões e sua vivência no mundo que faz a história.  As ciências exatas, embora sejam criações a-priori, são passíveis de serem comprovadas empiricamente. A comprovação empírica dos relatos bíblicos acontece na história através do cumprir-se das profecias. Filosofia e teologia bíblica são como água e óleo, não se misturam, possuem origens diferentes. Mas ambas são passíveis de serem comprovadas empiricamente por sua utilidade prática, sensível e suprassensível.  
Nenhuma pessoa, por mais inteligente que seja, caso nunca tenha tido aulas de filosofia entenderá um livro de filosofia pura. Por que isso acontece? Porque a filosofia é uma invenção direcionada a questionar com sua linguagem própria a existência de Deus e as revelações bíblicas; mas, para que essa estratégia desse certo, outras criações a-priori além das ciências exatas tiveram que ser elaboradas: são as teses não passíveis de empirismo, os discursos lógicos que podem ser válidos, mas nem sempre são verdadeiros. Logo, os fundamentos filosóficos utilizados para negar a existência literal de Deus e a veracidade bíblica são falaciosos.
Todo ser humano é inteligente e inteligência não depende de conhecimento formal (escolar); no entanto, quando se soma inteligência mais conhecimento formal fica mais fácil para intervir no mundo do conhecimento científico-filosófico-religioso. Porém, aqueles (as) que buscam ter uma experiência com o Deus bíblico e quer compreender o plano de salvação, por sua simplicidade, o ouvinte inteligente compreende, e, através da fé, desfruta das bênçãos temporal e atemporal contido nas escrituras bíblicas. São essas as diferenças entre filosofia e bíblia; seus caminhos e agentes metafísicos são fundamentalmente opostos; o bem e o mal não são apenas forças opostas onde o mal é a ausência do bem como ensina Santo Agostinho; é uma disputa entre Deus e Satanás para salvar e levar pessoas à perdição eterna. Dependendo da escolha individual, uns alcançarão a vida e outros a perdição eterna. Não podemos esquecer que no mundo há muitas encruzilhadas, mas apenas dois caminhos.
Filon, filósofo judeu foi o primeiro a dizer que os escritos bíblicos são contos alegóricos. Se anularmos a fé, a inteligência para nada serviria nessa luta entre o bem e o mal; ambas, inteligência e fé se completam. Nem tudo que existe tem existência física. O próprio ser humano é um composto de substâncias físicas e metafísicas que se conectam; somos um composto orgânico pensante. O que é o pensamento? Pensamos ou pensamento chega a nós? Já, os irracionais são inteligentes, mas não pensam, suas ações são instintivas. Os vegetais são substâncias vivas, se desenvolve e produz segundo suas espécies, mas não são inteligentes e nem pensam. Quem os criou, Deus? ou, de onde surgiu tudo com todas as diferenças? Do acaso? Da natureza que se desenvolve independentemente de inteligência e raciocínio?
O uso irracional da fé acontece quando o ser inteligente confessa seus pecados a outro homem que diz ter poder para perdoar pecados alheios, no caso os padres e o Papa. Ou então quando a fé é direcionada às divindades esculpidas, imagens de esculturas que compõem o politeísmo católico-espírita. Para esses o Deus bíblico e os escritos bíblicos nada significam.    
Diante disso, pergunto: Quem são os criadores de argumentos para direcionar as pessoas a crerem em contos mitológicos como se fossem realidades sobrenaturais, em retóricas falaciosas que negam o poder de Deus apresentado na bíblia, utilizando apenas as jogadas conceituais capazes de apresentar realidades mentais como se fossem fatuais e teses para criar conceitos vazios de significados literais para afirmar que o Deus apresentado na bíblia não vai além de um conceito se não os filósofos que direciona a maioria da humanidade ao idiotismo de crer em retóricas e no politeísmo como se fossem a expressão máxima da verdade?

Satanás é um extremista por excelência. A ignorância generalizada e o conhecimento acadêmico são os extremos que ele utiliza para enganar todas as classes sociais. E Deus é o sábio por excelência que deu-nos a bíblia para fazer-nos sábios a nos livrar dos extremos explorados por Satanás. 
Há respostas para tudo, essas questões são apenas parte de um capítulo do livro que lançarei muito em breve!


Filósofo Isaías Correia Ribas 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

EDUCAÇÃO PÚBLICA PEDE SOCORRO



A política mundial está se reestruturando para continuar direcionando a humanidade de tal modo que garanta o domínio dos países ricos em detrimento dos menos desenvolvidos, não permitindo que os mais pobres mudem de status de explorados, mantendo assim, o mercado de mão de obra barata para os ricos exploradores. Infelizmente, no Brasil, esse ideal é mantido através da educação pública com apoio de muitos políticos e “educadores” que não diz uma palavra de protesto contra o sucateamento do ensino às crianças e adolescentes que serão o Brasil de amanhã. A maioria dos ideais que davam condições ao trabalhador ascender economicamente através da educação formal está chegando ao fim por meio da “progressão continuada” instituída no ensino público. Com esse paradigma o inocente estudante sabe que não precisa estudar para passar para a próxima série, impossibilitando o trabalho dos professores (as) que são responsabilizados por políticos e gestores da educação como os responsáveis pela degradação do ensino público, indignos de ter seu trabalho reconhecido através de boa remuneração, levando a sociedade contra a valorização do professor da escola pública. Por isso essa nova reestruturação idealizada pelos milionários que vendem a educação a quem possa pagar promovem a terceirização da educação pública, da mão de obra industrial e outros serviços públicos no Brasil. Logo, a educação pública não está ruim, tem que ser ruim.

O mais desejável continua sendo, em todas as circunstâncias, uma rígida disciplina na época certa, ou seja, ainda numa idade em que desperte orgulho ver que muito é exigido de si mesmo. Pois isso diferencia de qualquer outra escola da dureza como boa: que muito é exigido; que é exigido com rigor; que o bom, que até o excepcional é exigido como natural; que o louvor é raro, que não há indulgência; que a punição se impõe certeira, objetiva, sem exceção para talento e origem. Uma escola assim é necessária em todos os sentidos: isso vale tanto para o mais corpóreo quanto para o mais espiritual: funesto seria querer separar aqui! (Nietzsche, 202a, p. 151-152, § 14 [161]). (SOUSA. Nietzsche Asceta, p, 190)

Filósofo Isaías Correia Ribas