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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

AS PESSOAS EXISTEM - AS RELIGIÕES COMO AS COISAS NÃO




     Definir o que existe dos que não existem é um problema fácil de ser resolvido; difícil é definir a origem da vida no planeta Terra e do universo; logo, não é por acaso que o problema das origens proposto há dois mil e quinhentos anos pelos filósofos continua sem respostas.


As religiões e as coisas

     As religiões e as coisas não existem porque ambas, como tudo o que o ser humano inventa ou cria, apenas consiste. As religiões consistem em teorias religiosas; e a consistência das coisas inventadas pelos humanos consiste dos materiais que são fabricados. Por exemplo: o lápis consiste em madeira, tinta e grafite; também faz parte do mundo das consistências as ideologias e teorias que buscam respostas sobre as origens. Assim sendo, tudo que o ser humano inventa não existe, apenas consiste em materiais e teses.


     Entre o (a) profissional e o que ele criou existe uma hierarquia de existência e consistência; nessa hierarquia o profissional existe e o invento não; a consistência do invento apenas comprova a existência de seu inventor que, necessariamente, é superior ao invento. Quando o artista cria uma obra de arte ele registra seu nome nesta obra, e a obra o eterniza, comprovando que tal artista existiu em alguma época na história. Porque o ser humano existe e o invento não se ambos são percebidos pelos sentidos? Porque o ser humano tem consciência da existência e o objeto que ele criou não; por isso disse René Descartes: “Penso, logo existo”. Outra característica dos que existem é a capacidade de reprodução, essa caraterística engloba tudo o que existe na natureza como os racionais, os irracionais e os vegetais em geral.


     Ser humano algum questiona sua existência, a dos animais e dos vegetais. Logo, logicamente pensando, se o ser humano, os animais e os vegetais existem, é necessário que exista um “Ser em si” superior a todos que existem. Encontrar esse “Ser em si” é o maior problema já posto pelos filósofos que têm como prioridade descobrir a origem de tudo que existe; pois, para os céticos, o Ser em si (Deus) descrito na Bíblia dos israelitas e cristãos é uma invenção humana. Como os filósofos da natureza, após procurar por dois séculos e levantar várias hipóteses (teses) e não apresentar nenhuma conclusão satisfatória sobre as origens, para não cair definitivamente no descrédito, Parmênides de Eleia elaborou um novo método de pesquisa para definir o que é a verdade diante do problema levantado sobre a existência de um Ser em si, Aquele que é; pois, para o próprio Parmênides (530 – 460 a. C.), o Ser é; já, para Heráclito, seu opositor, o “Ser é e não é concomitantemente”, ou seja, só existe o movimento (nascer, viver, e perecer) nada mais.

     Diante da lógica ontológica de Parmênides, só restou a Sócrates (469 – 399 a, C.) exclamar: “só sei que nada sei”! De imediato, Sócrates, não tendo como questionar a dedução de Parmênides, admite um Deus para si e o denomina “Inteligência Superior”; e passa a ensinar os jovens nas ruas e praças de Atenas sobre a existência de um Deus que trouxe tudo à existência, fazendo os ateus o condenarem à morte bebendo cicuta. Platão, um de seus discípulos, percebendo o que poderia acontecer com ele, fugiu de Atenas. Após doze anos voltou e fundou sua Academia, primeiro curso superior que temos notícia; como todo filósofo é lógico, não teria sentido Platão não reconhecer a existência de um ser superior; assim, Deus para Platão é o “Demiurgo manipulador da matéria”. Perceba que o Deus de Platão tem características do Deus dos israelitas e judeus, aquele que manipulou a matéria (barro) para moldar um ente à Sua semelhança, após molda-lo, soprou seu fôlego de vida, trazendo à existência o primeiro homem (pessoa ou alma vivente); de parte deste, o Ser em si criou a mulher como companheira de Adão; desse casal todos os seres humanos veio à existência! Do processo lógico contido na ontologia de Parmênides, Platão desenvolveu a dialética, um meio lógico de chegar à verdade de um problema a partir de várias reflexões de um mesmo contexto.

     Aristóteles, discípulo de Platão, melhorou a dialética definindo o silogismo, um método lógico utilizado ainda hoje para definir a verdade partindo de uma premissa (P), seguido de uma derivada (p) e conclusão (c); definindo a verdade ou falácia do problema. Exemplo do silogismo aristotélico:


(P) Todo homem é mortal.

(p) Sócrates é homem;

(c) logo, Sócrates é mortal.

Para Aristóteles Deus é o “motor imóvel, causador de todas as causas; porém, não fora causado”. Aristóteles também tira suas conclusões da literatura dos israelitas e judeus, pois, o Deus Bíblico falava e o pedido vinha à existência: haja luz, e houve luz! Apareçam os animais; as aves; os peixes grandes e pequenos, as árvores que deem frutos segundo suas espécies, etc. E assim, sem se mover, apenas falando, tudo veio à existência em seis dias; no sétimo dia Deus parou para observar o que fizera e achara muito bom! Por isso Ele abençoou e santificou o sétimo dia; dia de comemoração e adoração, onde, todos os trabalhos devem ser deixados de lado. Ao longo de todos os tempos os fieis a Deus da descendência de Adão e Eva reconhecera o sábado como dia santo, dia de adoração ao Deus que tudo criara. Logo, o sábado é o dia santo instituído pelo Criador de tudo que há.

    Como os filósofos surgiram para negar a existência de um Deus criador como ensinavam os judeus; após terem que reconhecer a existência deste Deus, com certeza eles iriam arrumar um jeito para negar a Deus em nome do próprio Deus deturpando o revelado na Bíblia. Platão não perdeu tempo e falseou a teologia Bíblica com as falácias filosóficas de seu mundo das ideias.

    Platão muda a lógica Bíblica dividindo o homem em corpo mortal e alma imortal. Com a morte a alma sai do corpo e vai para o mundo das ideais, mundo que Platão define como perfeito, pois, segundo sua filosofia, o planeta Terra é uma cópia do que existe no Hiperurânio, seu mundo das ideias. A alma passa mil anos contemplando o que existe por lá, depois de mil anos volta reencarnada em uma criança, e, à medida que essa criança se desenvolve, através da visão percebe que esse mundo é semelhante ao hiperurâneo; e assim a criança vai aprendendo através da lembrança (reminiscência), pois, aprender para Platão é relembrar. Então, pergunto: Se aprender é relembrar, por que Platão fundou sua Academia para ensinar? Com sua filosofia do mundo das ideias Platão criou a falsa teologia da reencarnação espírita adotada por diversos seguimentos religiosos de todas as nações; por isso todos nós falamos que temos uma alma imortal, e muitos pensam que é essa alma que vai pagar o preço pelos seus erros e não a pessoa em carne e osso, consciente de tudo que fizera e deixara de fazer. Depois Santo Agostinho pôs o mundo das ideias de Platão no cristianismo Católico Apostólico Romano, fazendo os cristãos crer em uma invenção filosófica como se fosse teologia Bíblica, enganando as pessoas sinceras que querem fazer a vontade de Deus. Por isso denunciou Nietzsche (1844 – 1900) “Cristianismo é platonismo”. 


Dia do sol


O chamado Édito de Constantino foi uma lei desse imperador romano proclamada em sete de março de 321 d. C. que dizia: Todos os juízes e todos os habitantes da cidade e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do sol (Sunday), dia pagão que já era observado ao longo do tempo no primeiro dia da semana; a igreja Católica Apostólica Romana optou em aderir em 364 d. C. através do Concílio de Laodicéia já como domingo (dia do senhor), abolindo o sábado que eles elegeram como sendo somente dos judeus. A ideia de transpor a solenidade do sábado para o domingo é uma ideia estranha ao Cristianismo primitivo. O domingo foi justaposto ao sábado foi um ecletismo político de Constantino que queria agradar tanto os cristãos como os pagãos adoradores do sol. (A grande Enciclopédia Portuguesa Brasileira. Vol. IX, pág. 232, item domingo)


Assim os filósofos e políticos conseguiram adulterar o estabelecido por Deus na semana da criação. Nessa guerra epistemológica percebemos claramente as ações do inimigo de Deus, Satanás, aquele que enganou o primeiro casal e continua enganando a maioria dos habitantes da Terra. Esse papo de que o sábado é para os judeus não é verdade, pois, os cristãos primitivos o observaram segundo o exemplo de Cristo.


Islamismo e a Sexta-feira


     O Islamismo descendeu de Ismael, o filho de Abraão com sua serva Agar, que Sara dera a Abraão para ter filhos em seu lugar, pois ela era estéril. Sara pretendera dar uma ajuda a Deus que estava testando a paciência do casal que fora chamado para ser o pai de uma grande nação que Deus planejara levantar para ser guardião de suas leis e mandamentos, exemplo de paciência, fidelidade e prosperidade espiritual a todas as outras nações que ignoravam a existência de um Deus criador; mas a pretensão de sara acabou trazendo problemas para o casal.


   Maomé/ Mohammad (570 – 632), Profeta do Islamismo, fugiu de Meca para Medina numa sexta-feira, por isso esse dia é o mais importante da semana, dia de descanso e orações. Se o leitor pesquisar os mandamentos do Islamismo elaborados por Maomé, perceberá que eles se opõem aos mandamentos Bíblicos que incentiva lealdade a Deus e respeito ao próximo, coisas que eles não fazem.
Atualmente há cinco religiões e milhares de denominações religiosas que dizem defender a verdade segundo Deus dera à humanidade. Todas as denominações religiosas do Cristianismo dizem defender os ensinamentos Bíblicos, mas como isso é possível se cada uma segue parte da Bíblia, escolhendo aquelas que lhes convêm? Mas o teste para saber se o irmão está seguindo a verdade segundo Deus estabelecera é muito simples, basta ter o dia santo como referência que cada um saberá a quem está servindo: ao Deus criador; ao Papa que defende o domingo como dia santo, dia dos pagãos cultuar o sol; ou ao profeta Maomé que defende a sexta-feira em memória à sua fuga.

      A segunda vinda de Cristo está próxima, Ele virá buscar aqueles (as) que seguiram as orientações bíblicas isenta de falácias religiosas e filosóficas.

    









domingo, 23 de julho de 2017

ONTOLOGIA (ESTUDO DO SER)

     O ser é e não é. (Heráclito) O ser é. (Parmênides) O ser e o nada. (Sartre) Essa primeira parte da ontologia que estuda o “ser em si” chama-se metafísica; e a metafísica vai dizer quem existe. Ou seja, vai dizer quem é o ser em si, o ser que não é em outro, que não é redutível a outro; e as demais coisas que são seres em outros. A metafísica é parte da ontologia que responde ao problema da existência, da existência em si. A vida animal, vegetal, o universo e seu movimento dependem do “ser em si”, de uma inteligência superior, pois, caso o ser em si (Deus) não existisse, a vida animada, a natureza inanimada, o universo, seus astros e planetas também não existiriam, segundo Sócrates, essa inteligência superior é Deus; coincidência ou não, Sócrates e Parmênides estão de acordo com o relato de Gênesis 01. Assim sendo, a existência do ser humano e tudo mais que há no universo e na natureza confirmam a existência do ser que tem vida em si.

     Quem é o ser em outro, o outro que sua existência depende de mim? Ele existe? Não, eles apenas consistem, mas poderiam não consistir. A cadeira, o lápis, o carro, o boné, o computador, as naves espaciais, o sapato, as meias, e tudo mais que o ser humano faz dependem de minha e sua existência. Os objetos são diferentes dos seres vivos, eles não existem, apenas consistem nisso ou naquilo, e cada um consiste segundo a estrutura de sua objetividade, formando assim, a teoria da consistência dos objetos em geral. Por isso muitos filósofos dizem que o ser não existe; isso acontece porque não separam a existência do ser em si da existência no homem, da existência a partir de mim e de você, confundindo os que se preocupam com a existência do ser em si e das coisas. Assim sendo, crentes e descrentes deveriam, no mínimo, saber diferenciar um do outro, se interessando por entender o que envolve ontologia; como a maioria não se preocupa em saber, só lhes resta acreditar no que os outros dizem.

       No mundo do saber nada é fácil; por isso defendo a tese de que crentes e céticos têm que conhecer filosofia e Bíblia, pois, o conflito entre o bem e mal (Deus e Satanás), é desenvolvido epistemologicamente entre essas duas fontes literárias oponentes. Os pensam o contrário são pessoas fáceis de serem enganadas por quaisquer ventos de doutrinas cristãs e filosóficas. Então, Bíblia e filosofia têm que ser analisadas por todas as pessoas que buscam ser conscientes.

Dilema sobre a existência de Deus

     Essa questão Leva muitos à busca por demonstrar que o que não existe não existe de fato. Mas esses, como cegos, não percebem que o que não existe não produz fatos. Se algo não existe ou, segundo Nietzsche, está morto; não há o porquê se preocupar com sua existência. Mas como muitos céticos se preocupam, não será essa a prova inequívoca e lógica sobre a existência literal de Deus e de um povo que O represente? Pense em algo que não existe e faça uma relação; e daí, conseguiu? Relacionaste alguma coisa? Se sim, todas elas existem, pois, o que não existe de forma alguma não chega à mente. Nosso cérebro não capta o nada, capta o espaço vazio, mas o espaço vazio não é o nada, é alguma coisa entre outras. Logo, o nada não existe de forma alguma e o que existe de alguma forma não pode ser o nada. Assim sendo, Deus existe.
Qualquer pessoa de raciocínio lógico, em sã consciência e pense honestamente, não encontra dificuldade em aceitar a existência de um Ser em si superior ao homem, que nos trouxe à existência. A não existência de Deus é defendida e aceita por pessoas que querem viver com a perspectiva de que não haja um Deus a quem, um dia, prestaremos contas de nossas ações. Mas a nossa vontade não deve ser o fundamento, muito menos prova de que não exista o Ser em si que trouxe tudo o que há à existência. Logo, queiramos ou não, o Deus descrito na Bíblia, existe! 







terça-feira, 11 de julho de 2017

CIENTISTAS E RELIGIOSOS - QUEM ESTÁ COM A VERDADE?



Cientistas e a verdade
     Há três passos científicos a ser cumpridos para definir o que é verdade. São eles: a-priori, empírico e a-posteriori.
A-priori
     A-priori significa criação da razão pura, ou então, antes da experiência. Nessa fase é criada a hipótese; logo, hipótese é apenas o primeiro passo do processo científico.
Empírico
     Empírico é o processo de demonstração prática para comprovar que a hipótese pode ser uma verdade comprovada segundo os métodos científicos, superando crenças populares e argumentos falaciosos.   
A-posteriori
     A-posteriori significa após a experiência. Ou seja, após as demonstrações práticas através de laboratórios, de ver o processo acontecendo na natureza, na história dos povos, escritos da época e artefatos enterrados em antigas civilizações, o investigador cientista pode definir ser ou não verdade as hipóteses levantadas antes da invenção do método, acabando com as dúvidas e censos comuns vindas da antiguidade, fazendo que alcancem o status de verdade cientificamente comprovado ou negue tais crenças que possuíam o status de verdade.      
Por exemplo: as teorias da evolução, da criação, do Big Bang e das existências literais de Deus, de Satanás, do Espírito Santo, dos anjos bons e maus são contestadas por qualquer pessoa. Isso acontece porque os três passos exigidos não são conhecidos por quem faz tais afirmações. Mas isso não significa que tais afirmações em relação às origens da vida, do universo e da existência de entidades metafísicas (divindades boas e más) não existam. O problema existia pela ausência do método, mas esse problema acabou e diferentes métodos existem para nos ajudar no desenvolvimento de uma fé ou um ateísmo racional segundo os métodos científicos. O problema maior está relacionado aos milagres que são fáceis de ser falseados. Por isso uma teologia dos “milagres” não deve ser o fundamento de uma religião ou igreja, mas no que está escrito, no caso, escrito na Bíblia, pois, o que foi escrito é mais fácil de aplicar métodos científicos para comprovar ser ou não verdadeiros.
     Então, entendes por que Deus se preocupou em registrar o fundamental para nossa felicidade presente e futura através do plano de salvação registrando tudo em um livro conhecido mundialmente como Bíblia? Logo, não é por acaso que o plano de salvação é também chamado de “ciência da salvação”. Por isso sua produção literária demorou 1.600 anos, precisando de quarenta autores de diferentes épocas, culturas e posições sociais para escrevê-la. Logo, ignorá-la como fonte de conhecimento é o maior erro da humanidade que prefere substituí-la por filosofias que tem como objetivo negá-la como a palavra de Deus revelada à humanidade. Por isso a humanidade vai de mal a pior em todos os quesitos, com destaque à imoralidade, maldade e postura antiética.      

Religiosos e a verdade
      Há cinco religiões. São elas: Islamismo, Judaísmo, Cristianismo, Budismo e Hinduísmo. Todas elas dizem possuir e ensinar a verdade. Mas o que é a verdade? Como posso deduzir o que é a verdade via religião? Só há um caminho, e esse caminho é o mesmo desenvolvido pela ciência. Caso contrário, corre-se o risco de mentiras e crenças populares passarem por verdades religiosas. Dessas cinco religiões, três se apegam a deuses externos. São eles: Alá, principal Deus do Islamismo descrito no Alcorão; Jeová, Deus do Judaísmo descrito no Velho Testamento da Bíblia; Jesus, filho de Jeová, Deus do Cristianismo descrito no Novo Testamento da Bíblia. Budismo e Hinduísmo estão fundamentados nos filósofos Sidarta Gautama (Buda) e Confúcio da Índia.

Mundo antes do dilúvio
     Após o pecado de Adão e Eva, da descendência do primeiro casal a humanidade antediluviana dividiu-se entre filhos dos homens e filhos de Deus.
Caim, depois de dialogar com Deus, o Criador de seus pais, foi habitar ao oriente do jardim do Éden, na terra de Node. Conheceu sua mulher e nasceu-lhes o primeiro filho Enoque e Caim, seu pai, fundou uma cidade em sua memória. Os filhos de Caim e suas descendências passaram a ser chamados de filhos dos homens porque eles viveram ignorando as instruções de Deus dadas a Adão e Eva. Foi por isso que alguns deles passaram a ter mais que uma mulher, instituindo a bigamia e a poligamia. Outros se tornaram nômades criadores de gados. Outras famílias, artífices em inventar instrumentos de som, peritos em inventar ferramentas e armas cortantes de ferro e cobre; outros, a exemplo de Caim tornaram-se briguentos e assassinos. (Correia Ribas, Isaias. FILOSOFIA X BÍBLIA, pág. 50, Ed. Monna Lisa, SP, 2016) ou (Gênesis, 04: 16-23)
     Caim assassinou seu irmão Abel, por isso ele foi habitar em outra região tornando-se ateu. Adão e Eva tiveram outro filho e o chamou de Sete, da descendência deste e sua esposa desenvolveu-se os filhos de Deus, ou seja, “os crentes”. Mas Adão e Eva, enquanto viveram, tiveram muitos filhos e filhas. Futuramente os filhos de Caim e os de Sete se casaram entre si desenvolvendo a corrupção que culminou no juízo de Deus destruindo aquela geração através do dilúvio, salvando apenas Noé e seus filhos. A partir destes todos nós da atualidade existimos.

Islamismo
     O Islamismo surgiu por volta do século VI a. C., ele descendeu de Ismael (Ismaelitas/Islâmico) o filho mais velho de Abraão com sua serva Agar. Seu fundador foi o profeta islâmico Maomé. Abraão, Pai de três das cinco religiões atuais, nasceu, segundo a cronologia Bíblica, por volta de 1948 a. C.. Na infância de Ismael e Isaque, a pedido de Sara, esposa de Abraão, Agar e seu filho Ismael foram despedidos da casa dos patrões indo habitar no deserto de Parã, onde, Ismael tornou-se flecheiro e sua mãe o casou com uma mulher egípcia (Gênesis 21, 12-21). Assim sendo, não é por acaso a atual intriga entre muçulmanos, judeus e cristãos.
Quando Sara tinha oitenta e nove anos e Abraão noventa e nove, os anjos os visitaram e lhes disseram que no próximo ano Isaque nasceria de Sara e ela sorriu duvidando porque passara o período de ovulação. Naquele misto de dúvida e fé ficara feliz porque na velhice ainda seria agraciada em engravidar de seu esposo, podendo trazer à luz o filho da promessa! No próximo ano, segundo as palavras dos anjos, Isaque nasceu. (Ribas Correia, Isaias. FILOSOFIA X BÍBLIA, pág. 58 e 59. Ed. Monna Lisa, 2016)

Israelitas e Judaísmo
     Os Israelitas e Islamitas descenderam de Isaque e Ismael, filhos Abraão. As doze tribos de Israel referem-se aos doze filhos de Jacó, filho de Isaque e neto de Abraão. Dez dessas tribos se tornaram a nação de Israel que se perdeu na história, e das duas tribos, Judá e Manassés, descenderam os judeus atuais. Pela vontade de Abraão, Isaque casou-se com Rebeca que era de sua família que ficara em Ur dos Caldeus, que Abraão incumbira um de seus servos a buscá-la para se casar com Isaque. Através de Abraão e sua descendência Deus formaria uma nação monoteísta que O representasse entra as nações politeístas. Do novo casal composto por Isaque e Rebeca nasceram os gêmeos Esaú e Jacó. Agora, à semelhança de Ismael e Isaque que representam as intrigas político-religiosas entre todos os povos e nações do mundo, Esaú e Jacó representam as intrigas político-religiosas entre si pelo mesmo território e religião, onde, os descendentes de Jacó continuariam sendo monoteístas e os de Esaú politeístas. Por causa da fome na região de Canaã, terra prometida a Abraão e sua descendência, Jacó, filho de Isaque e seus filhos foram morar no Egito governado pelos Hicsos. Quando os Faraós retomaram o poder, Jacó e sua descendência foram escravizados por quatrocentos anos. Novamente, por intervenção do Deus de Abraão, através de Moisés, levaria seu povo eleito de volta à terra prometida a Abraão e sua descendência. Mas havia um problema, os politeístas descendentes de Esaú já habitavam as terras que Deus dera a Abraão. Por isso a história de Israel é de constantes guerras entre as nações descendentes de Esaú que já ocupavam aquelas terras. Nesse contexto, o povo de Israel que saíra da escravidão egípcia, só teria paz após expulsar todos os povos que ocupavam suas terras. No entanto, segundo a Bíblia, após algumas tentativas e a resistência encontrada, em vez de continuar confiando nas promessas de Deus expulsando-os, preferiram fazer alianças; por isso os israelitas e os Judeus falharam como povos eleitos para uma determinada missão, chegando ao absurdo de participar da condenação e morte de Jesus, o filho de Deus que viera segundo as profecias registradas em seu livro sagrado, a Bíblia.      

Budismo
     O Budismo é praticado no Japão, Tibete e China; seu fundador foi Buda (Sidarta Gautama), Não há um deus externo como nas outras três religiões; creem eles que deus está no interior de cada pessoa e é encontrado através da meditação, um tipo de introspecção que leva o meditador encontra-lo dentro de si mesmo. É claro que nesse processo de introspecção espiritualista, o indivíduo deve sentir algum tipo de possessão para deduzir ter tido uma experiência metafísica que o convença estar em contato literal com esse “ser supremo”, que o sujeito seja impressionado e deduza empiricamente ter tido contato com essa realidade metafísica inerente em si mesmo. Além de Buda a filosofia de Confúcio também influencia a religiosidade dos povos orientais.
Confúcio nasceu em 27 de agosto de 551 a. C., e morreu em 479 a. C. na pequena cidade de Tsau. Fundamentados nessas ideologias espíritas filosóficas, a filosofia continua sendo o fundamento de muitas instituições religiosas da atualidade.

Hinduísmo
     O Hinduísmo não é uma religião, mas uma filosofia de ordem religiosa que engloba tradições culturais, valores e crenças obtidos através de vários povos e é a terceira maior religião do mundo. O Hinduísmo é politeísta; está presente na Índia, Nepal e em países ao redor.

Cristianismo
O cristianismo passou por várias fases: Primitivo, Medieval, Moderna Protestante, avançando para um tipo de sincretismo-religioso Contemporâneo.  O primitivo foi fundado por Jesus Cristo e seus discípulos. Como Jesus era judeu, o Cristianismo genuíno, necessariamente, tem que ser monoteísta. Como Jesus foi um restaurador dos objetivos da religião monoteísta segundo o ideal de Deus para os israelitas. Jesus, Deus conosco! Veio restaurar o que fora adulterado pelos que se diziam filhos de Deus (israelitas e judeus). Tal como estava dividido a humanidade antes de Cristo em filhos dos homens e filhos de Deus, Jesus dividiu o Cristianismo nos mesmos moldes. Os Católicos medievais, modernos e contemporâneos são politeístas; logo, é uma extensão do politeísmo anterior a Cristo que se opunha ao monoteísmo; ou seja, a rivalidade religiosa antiga continua. Os protestantes monoteístas rejeitam o politeísmo Católico, no entanto, como os Católicos, negam a validade dos mandamentos de Deus. Como a história é cíclica, os protestantes Adventistas do Sétimo Dia, como os discípulos judeus que aceitaram seguir a Cristo, a igreja surgiu para alertar todos os povos que os salvos terão que aceitar Jesus como único salvador e observar a lei de Deus guardando os dez mandamentos, pois, os dez mandamentos é a lei em que embasará o julgamento final feito por Deus, decidindo quem será salvo na segunda vinda de Cristo. A lei não salva; ela revela o que é pecado e nos encaminha para quem pode perdoá-los, Jesus que nos capacita a abandonar o prazer de viver atrelado ao pecado. Mas diz o Apocalipse referindo-se aos adventistas.

Eu sei as tuas obras, que nem és frio e nem quente. Tomaras que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio e nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. (Apocalipse, 3: 15 2 16)

Também, como o povo de Israel e Judeus, os Adventistas do Sétimo Dia correm o risco de cair no formalismo religioso dos religiosos protestantes alinhados ao catolicismo dos dias atuais nos quesitos bebidas, maquiagens e roupas. Bebidas alcoólicas e café entre outras não devem ser ingeridas, pintar as unhas, maquiagens que altere a beleza natural e vestuários devem estar em conformidade com os escritos Bíblicos e conselhos do Espírito de Profecia. Mas o que se vê atualmente nas igrejas e nos “artistas” (funcionários) da TV Novo Tempo é uma divisão entre mornos e quentes, aqueles que aderiram às modas mundanas e os que resistem. Por isso salvar-se-á apenas os remanescentes. Deus não vai levantar outra igreja, a profecia diz que muitos outros de outras denominações religiosas atenderão o convite divino unindo-se aos Adventistas, esses, juntamente com os que não aderiram ao mundanismo, terminaram a pregação do evangelho em alto clamor. Amém! Assim sendo, vigiai.

Metafísica
     A metafísica refere-se ao que existe além da física, ou seja, Deus, Jesus, Espírito Santo, anjos celestiais e anjos demoníacos (seguidores de Satanás, aqueles que o acompanharam na rebelião contra Deus antes da adaptação do planeta terra à vida). A questão é: Como comprovar cientificamente a existência desses entes metafísicos? Sem dúvida alguma, pelas evidências, ou rastros de suas ações influenciando pessoas para à prática do bem ou do mal. Logo, a fé racional e o ateísmo não podem ser cegos, um pulo no escuro, mas baseados em fatos históricos, científicos. Caso contrário, tudo é censo comum, crença cega. Assim sendo, nada com respeito ao mundo político e religioso são de fácil entendimento, pois, o místico e o real se fundem no movimento histórico. Logo, ignorar essa realidade-religiosa-política-e-metafísicas pode ser a causa de muitas depressões psíquico-somático da atualidade.

Maniqueísmo
     O Maniqueísmo é uma forte linha filosófico/religiosa pérsica que se desenvolveu a partir do século III da era cristã. Seu fundador foi Mani ou Manes, com adeptos na China, Índia, África, Itália e sul da Espanha. Segundo os maniqueístas, o Universo foi criado e é dominado por dois princípios antagônicos: Deus ou bem absoluto, e o mal absoluto ou Diabo. Perceba que com essa jogada de Bem e Mal, o filósofo mane tentou eliminar a existência literal de Deus e Satanás, classificando-os como sendo apenas forças antagônicas; e, se são apenas forças, eu e você como pessoas inteligentes somos o quê, apenas centros de forças ou pessoas que pensa e executa o pensado? Então, cuidado, pois duvidar ou ignorar a existência de seres metafísicos, pode ser a causa de muitas desgraças presentes no mundo via pessoas que se comportam como sendo apenas centros de forças opositoras ao outro. E aí, podemos ser ou não instrumentos de forças metafísicas? Quando Friedrich Nietzsche diz que somos centros de “vontade de potência”, está fechado com os filósofos maniqueístas. E, se existe apenas forças, não há Deus e nem Satanás, como consequência, nem salvação e nem perdição. Esse é o objetivo da filosofia, lançar dúvidas, por acaso não foi esse o método usado por Satanás para enganar Eva no Jardim do Éden?

Adventistas do Sétimo Dia
     A partir de 1844, com Guilherme Miller, fazendeiro e soldado americano que não encontrara paz no deísmo, resolveu frequentar a igreja Batista de seu tio, ao saber que a Bíblia era a fonte da verdade sobre Deus, resolveu estuda-la, caso fosse verdade, por si só se confirmaria como palavra de Deus revelada aos homens. Miller era deísta, como não encontrara a paz que tanto desejava no deísmo, resolveu fazer uma análise metódica da Bíblia comparando texto com textos, dessa análise ele pensou ter encontrado o dia exato para a segunda volta de Cristo. Com essa certeza ele revolucionou o mundo religioso de sua época, fazendo que pessoas de diversas partes do mundo aguardassem a volta de Cristo para o dia 22/10/1844; mas chegou o dia e Cristo não voltou; decepcionados, os descrentes que fingiam crer voltaram felizes às práticas que abandonaram pelo medo de se perder. Mas os sinceros preferiram investigar para encontrar onde estava o erro. E eles entenderam que o erro se deu na interpretação do evento que não se referia à segunda vinda de Cristo, mas começara naquela data o juízo investigativo no céu para saber quem serão os salvos por ocasião da segunda vinda de Cristo.
     Nesse contexto, Ellen G. White, jovem de dezessete anos recebe o chamado divino para ser a profetisa para colaborar espiritualmente com a igreja adventista que nasceria desse movimento. Antes de Ellen, outros dois jovens foram chamados; mas não aceitaram. Desse movimento, em 1863 foi organizada a religião (igreja) Adventista do Sétimo Dia defensora de todas as verdades Bíblicas, revelando à humanidade que existe uma ciência da salvação explícita na Bíblia. Logo, a verdade Bíblica jamais será deduzida de parte da Bíblia. Assim sendo, fundamentar práticas religiosas somente no Velho Testamento desconsiderando o Novo, forma-se uma falsa teologia; se considerar apenas o explícito no Novo Testamento, negando o Velho, de igual modo, forma-se uma falsa teologia; se nego o Velho e o Novo testamentos preferindo os escritos filosóficos, a conclusão também é uma falsa teologia. Logo, quem quer encontrar a verdade tem que estudar a Bíblia e seus opositores, os filósofos. Por isso disse Jesus quando passou por aqui:

Examinai as escrituras porque vós cuidais ter nelas a vida eterna e são elas que testificam de mim. (João 5: 39)
Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta e apertado o caminho que leva à vida, poucos há que a encontram. (Mateus, 7: 13 e 14 e 15 - 23)

Isso não significa que somente os adventistas estão com a verdade, que apenas eles serão salvos, mas que Deus julga segundo a luz obtida e a sinceridade de cada pessoa em segui-la. E não nos esqueçamos, Deus é Onisciente!

Caso o leitor queira fazer um estudo completo sobre filosofia e bíblia, conhecendo as estratégias filosóficas para negar os escritos bíblicos e como se nega Deus em nome do próprio Deus através da filosofia, o livro FILOSOFIA X BÍBLIA já está á venda; É de minha autoria, Contém 335 páginas e custa CR$: 50,00 incluindo a taxa de entrega pelo correio em território nacional (Brasil). A foto do livro está nas imagens ao lado.

 FILOSOFIA X BÍBLIA
Um problema Milenar


O-TODO
Soluções em perspectiva

Mais esclarecimentos e pedidos pelo email: isaiasribas_filosofia@hotmail.com
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sexta-feira, 30 de junho de 2017

VONTADE E PULSÕES NÃO SUPERAM A RAZÃO. NIETZSCHE ERROU.



     O ser humano é um composto físico-psíquico indeterminado, isto significa que somos livres para nos fazer. Mas segundo o filósofo Immanuel Kant, não existe liberdade, e sim livre-arbítrio; é que nesse afã de busca por nos fazer, temos que estar constantemente escolhendo, e, se tenho que escolher, não existe liberdade, mas dever. Assim sendo, a liberdade tão desejada e buscada por todos (as) é utópica. Por isso o livre-arbítrio é o conceito que mais se aproxima da perspectiva de liberdade plena, no entanto, o livre-arbítrio dá o direito de escolher para que o sujeito entenda que é responsável por tudo que faz.
 
Vontade, pulsões e razão compõem a estrutura física e psíquica de cada indivíduo. Qual é o papel da razão diante do poder da vontade e dos desejos que nos impulsionam satisfazê-los? A razão, ou capacidade de pensar, deve analisar todos os impulsos provocados pela vontade e pulsões antes de atendê-los (as). Mas diante do poder da vontade e das pulsões, a razão pode ser negada em nome de uma suposta liberdade que me trará apenas “felicidade”. Por isso, a máxima filosófica de René Descartes: “penso, logo existo”. Então, é no uso da razão para administrar a vontade e as pulsões inerentes ao corpo que determina se sou sábio ou tolo.

A razão tem a capacidade de analisar e avaliar o que é bom e ruim, prevendo consequências, sejam elas boas ou não. Então, deduz-se que, não é tarefa fácil administrar o “Eu”, o egoísmo. Nesse contexto, a educação formal, através do conhecimento, nos ajuda a fazer uso da razão para manter o equilíbrio comportamental, evitando que caiamos na prática fanática do vale tudo para satisfazer o ego a qualquer custo; mas isto não significa que títulos acadêmicos são garantias de sabedoria, pois, sábio é aquele sabe administrar a si mesmo; reconhecendo que sempre há algo a ser evitado. Por outro lado, há muitas pessoas sem conhecimento formal que são sábias na administração de seu comportamento, pois, tomar decisões para administrar a vontade e as pulsões corporais é uma constante a todos indistintamente.
  
     A vontade está relacionada ao querer. As pulsões estão relacionadas aos desejos sensuais, às volúpias hormonais do organismo. Além destas, temos que satisfazer as necessidades básicas para saciar a fome e a sede que nos traz sofrimento e pode nos matar; somam-se as necessidades vitais, o trabalho, o descanso, os momentos de alegrias, tristezas, saudades, amor, ódio e muitas outras preocupações que fazem parte do viver. 

Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844 – 1900)

     Segundo Nietzsche, filósofo alemão, o ser humano é “vontade de potência”. Isto significa que a razão inibe as pessoas de viver a vida plenamente, de vivê-la intensamente, tornando-se o que se é. Para Nietzsche, todos os valores postos por judeus e cristãos, visa, via razão, anular a vontade e as pulsões, castrando o ser humano, por isso, há que “transvalorar” todos os valores postos na Bíblia via judeus e cristãos; pois, o judaísmo, é a síntese da moral dos fracos; e o cristianismo é platonismo.

Nietzsche é o filósofo contemporâneo responsável por uma multidão de filósofos que se fazem a partir de suas máximas filosóficas, esses continuam enaltecendo sua filosofia como a verdade que deve orientar o comportamento da sociedade atual, que é correto viver além de qualquer princípio moralizante, seja judaico ou cristão. Logo, não é por acaso o modo de viver delinquente de todas as camadas sociais do planeta no presente. E à medida que outros estudantes conhecem sua filosofia, muitos outros que não sabe o que é filosofia, os seguem porque eles pregam que a vida tem que ser vivida intensamente, melhor se for sem responsabilidade comigo e o outro.  O reflexo da filosofia de Nietzsche pode ser notado no comportamento da sociedade mundial, começando pelos políticos e líderes religiosos que influenciam a todos (as), fazendo que chegam a todas as camadas sociais. O Brasil de hoje é um exemplo do que pode acontecer a um país onde seus líderes vivem sem princípios morais e éticos. Caso essa imoralidade vinda dos líderes não pare, o vale tudo pode chegar a todos. E aí, o que vamos ser como pessoas e nação se apegando aos delírios filosóficos de Nietzsche? Pare, pense, avalie e pergunte a si mesmo: Que princípios morais e éticos têm Nietzsche que supere os de Moisés, Abraão, Jesus, Paulo, Maria Madalena, Maria Mãe de Jesus e tantas outras mulheres, Daniel, João, Kant, Descartes, Soren kierkegaard, etc.? 

Nietzsche nega que temos consciência de ser um sujeito, um indivíduo, uma pessoa que pensa e faz; o cara se anulou e viveu como um louco chegando à conclusão que somos apenas forças que se relacionam com outras forças. Assim sendo, não existe o sujeito e o indivíduo, mas apenas vontade de poder em potência, forças se relacionando com outras forças. Ou seja, a existência é uma ilusão, uma ficção. Assim sendo, pra quê moral? Leis? Princípios? Em suma, o que ele pretendeu deixar claro é: Deus, Jesus e salvação não existem.
  
Não existe a coisa em si da metafísica e nem a força em si, já que só faz sentido, em Nietzsche, tratarmos de força sempre em relação a outra força, pois na força em relação é que existe a vontade de potência.
     Com toda essa construção do filósofo da teoria das forças, qualquer noção de causa e efeito fica anulada, já que não há causadores das forças e nem são elas cousadoras de alguma coisa, de algum efeito. Tudo acontece por intermédio de ações, pois se forças são ações temos ações se relacionando com ações, e não mais a causa e o efeito. Com Nietzsche, também, não podemos falar de “aparências” como “fachada”, “roupagem”. Se, por exemplo, eu mesmo sou uma “interpretação de forças em relações” (não há sujeito, então não cabe aqui a pergunta por quem interpreta), eu não sou uma “aparência” que tem como essência relações de forças. Não é isso. O que nomeio de “eu” já é um “tipo”, um “centro de vontade de poder” ou de relações das forças. O “Eu” o “Mauro”, neste caso, pensa que é um “sujeito que pensa” e pensa que é um “indivíduo” e convive com essas “ficções”. (Araujo de Sousa, Mauro. Nietzsche: Viver Intensamente, Tornar-se o que é. Paulus, 2009, p. 11 e 12)

     Nietzsche fora filho e neto de pastores protestantes luteranos; quando criança queria ser como eles, pastor. No entanto, após estudar filologia, filosofia e teologia, tornara-se opositor radical aos religiosos, políticos, pedagogos e filósofos; Como filósofo, entendera e denunciara como os religiosos enganam utilizando ideologias filosóficas para anular ensinos Bíblicos. Vou esclarecer como ele desconstruiu o falso cristianismo pregado por todos os religiosos, provando porque o cristianismo continua sendo platonismo.

Para Nietzsche só houve um cristão denominado Cristo, aquele que morreu na cruz. Segundo sua conclusão religiosa e filosófica, ser cristão é ser como Cristo foi. Logo, qualquer coisa mais ou menos que isso é falácia religiosa. Perceba que Nietzsche como filósofo teve duas fases, na primeira compreendeu como os filósofos surgiram no cenário para questionar os escritos Bíblicos e negar a existência do Deus dos judeus, como religioso que fora, no início ele desconstruiu as ideologias filosóficas postas no cristianismo para enganar em nome de uma teologia cristã. Na segunda fase, usou toda sua capacidade de filólogo e teólogo ateu para anular tudo que até então fora construído em nome de uma moral religiosa e ética política.

     Platão foi o fundador da primeira academia filosófica. Após a morte de seu professor Sócrates, ele fugiu de Atenas temendo a mesma condenação. Em suas viagens conviveu com os pitagóricos e aprendeu com eles a teoria da migração das almas. Após doze anos viajando e conhecendo outras culturas, voltou para Atenas e fundou sua escola, filosofando a partir do que aprendera com os pitagóricos (discípulos do matemático Pitágoras). Como a filosofia nasceu com o objetivo de negar a existência do Deus dos judeus e seu poder de criar através do logos (palavra); os filósofos, a partir dos Pré-Socráticos, buscaram encontrar um elemento natural que comprovasse ser a origem da vida na Terra, negando o relato Bíblico e a fé dos judeus na existência de Deus. Depois das frustrações dos Pré-Socráticos, os três filósofos clássicos, Sócrates, Platão e Aristóteles admitiram a existência de Deus com o objetivo de negar Deus em nome do próprio Deus; é o que Platão faz quando volta à Atenas e funda sua Academia.

     Platão fundiu a filosofia dos pitagóricos à fé dos judeus, criando a teoria do mundo das ideias, das formas perfeitas, algo semelhante ao mundo perfeito descrito na Bíblia, paraíso ou céu buscado pelos religiosos. Assim, Platão, através da teoria da imortalidade da alma e seu mundo idealizado como habitat das almas alcançou crentes e ateus. Isto é, além dessa nossa realidade temporal, existe um mundo perfeito para onde todas as pessoas, religiosas ou não, após a morte, através da alma, desfrutam desse mundo perfeito por mil anos. Como é impossível lá chegarmos corporalmente, Platão dividiu o indivisível indivíduo em corpo mortal e alma imortal resolvendo o problema da morte e da salvação para qualquer um independentemente de um salvador, no caso, Jesus que nasceria para salvar quem O aceitasse. 

     Segundo a Bíblia, o homem é composto por matéria mais o fôlego de vida dado por Deus, essa união de matéria mais sopro divino é chamado de alma vivente, logo, alma no contexto Bíblico significa pessoa. Após a morte, a matéria volta ao pó de onde viera e o fôlego de vida volta a Deus, pois a ele pertence; na ressurreição, Deus nos dará novamente o fôlego de vida e retomaremos nossas lembranças de onde a morte interrompeu. A filosofia de Platão tem o propósito de alterar o que a Bíblia ensina.  Isto é, morrendo a pessoa, o fôlego de vida dado por Deus não retorna para Deus, mas, como uma entidade além do corpo mortal, se dirige ao perfeito mundo imaginado por Platão e lá permanece por mil anos. Após os mil anos contemplando as formas perfeitas, a alma volta e reencarna em outro corpo passando a viver nele, e, à medida que o novo ente vai se desenvolvendo, relembra o que vira no mundo perfeito, por isso, aprender para Platão é relembrar (reminiscência). Se aprender é relembrar para que escolas? Só por essa contradição, a filosofia do mundo das ideias sobre a existência e imortalidade da alma é uma falácia filosófico-teológico-platônica.

Posteriormente, um dos mais expressivos filósofos maniqueísta, Agostinho de Hipona, se converteu ao cristianismo, alcançando o cargo de bispo da igreja Católica medieval, posição que o habilitou a fazer da filosofia da imortalidade da alma elaborada por Platão a principal teologia do cristianismo. Por isso todas as pessoas, religiosas e ateias, creem na existência e imortalidade da alma. Nietzsche, antes de se perder em seus próprios ideais cristãos, prestou um grande serviço aos religiosos que queiram fazer a vontade de Deus desconstruindo as falácias filosóficas postas no cristianismo para enganar as pessoas em nome de Deus. Mas o próprio Nietzsche preferiu abandonar seus ideais de criança, tornando-se fundamentador do ateísmo contemporâneo, onde, todos buscam seus próprios interesses vivendo além do bem e do mal, despreocupado com existência de um Deus que quer salvar e Satanás que quer enganar, levando todos a ter o mesmo fim que ele, a morte eterna. 

     Nietzsche é o cara que continua embalando todos, ateus e religiosos que preferem agir segundo o seu entendimento, negando que eu você seja um sujeito que prestará contas do que se faz enquanto vivo, pensando ser um composto de forças em relações a outras forças sem responsabilidade e identidade pessoal. Mas a depressão pega todos através da culpa, e esta, a culpa, é prova de que há uma razão que te reprovas quando insistes em viver ignorando a existência de Deus e um livro que diz o que é preciso fazer para voltar à perfeição edênica através do sacrifício de Jesus, o verbo que criou tudo o que existe e virá segunda vez para salvar quem O aceitar como seu salvador! Levando as ultimas conclusões e consequências, filosofia é vivência, um tipo de religião espiritualista, por envolver o conhecimento acadêmico, é admirada, reverenciada e aceita por todas as pessoas ateias e religiosas. Por isso diz a Bíblia:

Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra o príncipe das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. (Efésios, 6:12)  

sexta-feira, 16 de junho de 2017

PROVA CIENTÍFICA SOBRE A EXISTÊNCIA DE DEUS



     Atualmente a existência de um Deus criador e mantenedor do universo e da vida divide a humanidade entre acadêmicos religiosos e ateus. Somam-se a esses os seus admiradores, os crentes e descrentes, aqueles que têm preguiça de se conscientizar estudando. Dessa multidão forma-se a atual babilônia mundial, mantenedora das atuais e futuras intrigas entre religiosos e ateus.   
Com o nascimento, vida, morte, sepultamento e ressurreição de Jesus, as guerras do Antigo Testamento entre israelitas monoteístas e ismaelitas politeístas, chegaram aos cristãos e ateus atuais. Mas as desavenças entre cristãos e ateus não substituíram as intrigas do mundo antigo, apenas somaram para incrementar as intrigas que vemos na atualidade, que, num futuro bem próximo, todas as pessoas do planeta vivenciarão tais atrocidades bélicas. Assim sendo, querendo ou não, é dessa babilônia que eu e você temos que encontrar a verdade universal que nos livra da morte, seja ela religiosa ou ateia.

Jesus é Deus

Ouvi agora ó casa de Davi! Pouco vos é afadigardes os homens, senão que ainda afadigareis também a meu Deus? Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel. (Isaias, 7: 14)
No princípio era o verbo, o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens; e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não o compreenderam. (São João, 1: 1-5)

     Emanuel (Deus conosco). As profecias do velho testamento sobre o nascimento do filho de Deus cumpriu-se com a agraciada virgem Maria que dera à luz a Jesus. Ele nasceu para mostrar aos anjos, homens e mulheres que caíram nas tentações de Satanás, que era possível eles serem fieis a Deus não cedendo às tentações. Além disso, Jesus nasceu para morrer no lugar da humanidade que estava condenada à morte eterna. Logo, quem aceita Jesus como seu salvador pessoal e vive em novidade de vida segundo Sua vontade e graça, alcançará a vida eterna! Só pelo cumprimento dessas profecias Bíblicas na história e o nascimento de Cristo, são provas incontestáveis de que há um Deus criador de tudo que há no universo.

Jesus

     Em nenhum outro homem, por mais ilustre que tenha sido na história universal, se compara ao Jesus que nascera de Maria segundo a vontade do Espírito Santo. Desde o seu nascimento, Satanás, através de homens poderosos tentou matá-Lo; mas Maria e José, segundo as instruções de anjos que os assistiam, os livraram das ciladas de Satanás. Enquanto criança e jovem, Jesus, como qualquer outro ser humano brincou e trabalhou sob os cuidados dos pais. Aos trinta anos começou seu ministério pessoal se revelando como o filho de Deus que viera cumprir as profecias contidas nos rolos proféticos. Por três anos e meio Jesus demonstrara que era Deus através das boas obras que fazia em prol da humanidade, curando, ressuscitando, consolando e alimentado famintos.   
Mas os poderosos políticos que não acreditavam em Deus e os falsos religiosos não gostavam do que estava acontecendo, afirmando que Jesus fazia o bem em nome dos maus espíritos, em busca do poder e popularidade secular; por isso, mais uma vez, planejaram matá-Lo. Dessa vez, como quando estava sob os cuidados dos pais, Jesus não fugiu, pois era chegada a hora de cumprir com a missão, por isso, apesar das ameaças dos religiosos judeus, pagãos romanos, e outros, Ele prosseguiu com seu objetivo. Até que a corte dos ilustres poderosos da época se reuniu e O condenaram à morte. Após ser crucificado numa sexta-feira, O enterraram e colocaram guarda com medo que seus discípulos roubassem o corpo de seu mestre, alegando que ele ressuscitara. Mas passado o santo sábado, um anjo enviado do céu O chamou à vida ressuscitando-O, pois Ele, como homem à semelhança dos anjos, de Adão e Eva que não conhecia o mal, não caíra nas tentações de Satanás. Depois de passar mais quarenta dias e sendo visto por muitos, aos olhos de cento e vinte pessoas subiu ao céu para interceder por aqueles que O aceitarem como seu salvador pessoal até que ele volte para dar-lhes a vida eterna!
Desde que os guardas constataram que o túmulo estava vazio, eles buscam encontrar o corpo ou a ossada de Jesus para provar que ele não ressuscitara, comprovando cientificamente que Ele não era o filho de Deus, consequentemente, a história de que existe um Deus criador cairia por terra. Como o corpo e a ossada de Jesus não foram encontrados até hoje e jamais será, está comprovado cientificamente que Jesus é Deus. Logo, Deus existe!  O criador da vida e do universo habitara entre nós por trinta e três anos; mas os seus contemporâneos, cegados por Satanás, não O reconheceram como Deus. 

Universidades e Jesus

     A primeira universidade do planeta fora a escola filosófica de Platão. Os primeiros filósofos, os Pré-Socráticos, surgiram para encontrar um elemento natural que fosse comprovado ser a gêneses do universo e da vida; como isso não fora possível, a partir dos filósofos clássicos: Sócrates, Platão e Aristóteles, apesar deles terem admitidos à existência de Deus; em nome do próprio Deus, exceto Sócrates, os filósofos, políticos e cientistas O negariam através de ideologias que seriam falseadoras do que Deus estabelecera na criação, levando a humanidade crer em suas ideias e não no revelado na Bíblia. Depois das escolas platônica e aristotélica, outras escolas foram fundadas: a cética, cínica, epicurista, estoica entre outras. Depois do surgimento dos filósofos e suas escolas, Deus não levantou mais profetas entre os judeus, passando a ser um dos meios de Deus provar a fé de seu povo eleito, mostrando a todos os judeus que eles não tinham fé no que até então lhes fora revelado por meio dos profetas. Nos quatrocentos anos que antecederam o nascimento do Messias, através da dúvida, os filósofos minaram a fé dos judeus, fazendo que eles juntamente com os romanos crucificassem o enviado de Deus, Jesus Cristo que viera morrer pelos pecados dos que seriam salvos. Com o nascimento, vida e morte de Cristo, cumprira o que Deus prometera no Antigo Testamento. Então, começara uma nova etapa no plano de salvação elaborado por Deus. A nova missão dada por Jesus seria pregar em todo mundo que se cumprira o que Deus prometera no Velho Testamento e que Ele voltaria pela segunda vez para buscar os que fossem fieis à palavra de Deus contida em toda Bíblia.

Mundo religioso depois de Jesus

     A mesma perseguição feita a Jesus continuou por trezentos anos contra os cristãos primitivos. Roma pagã perseguira e matara todos os que se declaravam cristãos. Para acabarem as perseguições e matanças, o imperador Constantino se converteu, fazendo do Cristianismo a religião oficial do Estado; assim, inaugurava uma nova forma de anular o cristianismo infiltrando práticas não bíblicas no novo modelo de cristianismo estatal.

A partir do século seguinte definiu-se que o Bispo de Roma seria o mais importante dos cinco patriarcas chamado de Papa, o vicário de Deus na Terra, passando ser o pai de todos os cristãos. Assim, com o estabelecimento das novas normas da religião cristã, passou a se firmar essa igreja como católica (que significa universal, devendo ser expandida para todos), apostólica e romana. (Fernanda Machado, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação Atualizado em 13/12/2013, às 17h18) 31/07/200513h19...) - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/igreja-catolica-1-na-idade-media-essa-instituicao-ganhou-forca-politica.htm?cmpid=copiaecola)

     A igreja Católica Apostólica Romana, por mil anos se tornara a detentora do conhecimento teológico e filosófico, obrigando, através do poder político absoluto da igreja, que todos adorassem obras de arte sagras no lugar de Deus, e assim, o politeísmo greco-romano fora posto no lugar do Deus criador dos céus e da vida na Terra.
     Com o fim da Idade Média, para não perder todo o poder sobre as massas, alguns bispos fundaram o “protestantismo”, criando uma nova forma de culto sem a presença de imagens de esculturas; agora, com uma nova arquitetura para os templos eles adoravam a Deus pela fé; porém, como a igreja Católica, continuaram transgredindo as leis de Deus explícitas na Bíblia, para isso, a nova teologia protestante declarou que o Velho testamento não tinha mais valor para influenciar as novas práticas cristãs, pois, Jesus estabelecera uma nova ordem contra as estabelecidas pelos profetas do antigo testamento.
Assim, Satanás continua usando os “religiosos” para negarem as verdades Bíblicas em nome de Deus.
     Somente a partir de 1844, com o soldado e lavrador Guilherme Miller, toda a Bíblia é reposta como autoridade que deve orientar as práticas cristãs. De suas pesquisas e conclusões, em 1863 foi organizada a igreja Adventista do Sétimo Dia defendendo toda a Bíblia como orientadora das práticas cristãs para aqueles que queiram adorar o Deus Bíblico, pregando para breve a segunda vinda de Cristo que irá interferir nos negócios da humanidade, pondo fim ao mal e seu originador, Satanás! No entanto, os atuais adventistas começaram igualar-se a todos os cristãos nominais; no momento estão negando algumas orientações Bíblicas no modo de se vestir e outras modas seculares, que, segundo a Bíblia e Espírito de Profecia reconhecido por eles como vindo de Deus, é contra. Os novos adventistas estão preferindo dar ouvidos à academia universitária adventista mantida pela igreja que prefere seguir as orientações céticas, filosófica e cientifica secular em detrimento do assim diz o senhor. São essas as características da igreja morna apresentada no Apocalipse. Dela, salvar-se-á quem comprar ouro refinado para ver e amar a Deus e o outro. Cuidado! Pois nem todos os que dizem senhor, senhor entrará no reino do céu.

Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais. (Efésios, 6: 12)  
  
Ateus e crentes estão no mesmo barco

     Os ateus se preocupam com o que não existe. Eles fazem isso por ignorância ou de propósito, pois, o que não existe de fato não chega à nossa mente. Caso façam por ignorância, comprovam a existência de Deus; se for de propósito, eles gostam de perder tempo; Mas perda de tempo no mundo capitalista é prejuízo; logo, tais pessoas não demonstram ser inteligentes.
A maioria dos crentes são parecidos com os ateus, ou seja, são ateus crentes. Embora andam com a Bíblia em punho e falem sobre ela, muitos vão às igrejas cantar, orar e trabalhar com trajes, trejeitos e maquiagens como usam os ateus; Parece que eles não percebem que agindo assim, sem coerência com o que está escrito na Bíblia, demonstram não ser cristãos inteligentes. Segundo a mesma Bíblia, se fazes isso e deixais de fazer aquilo és culpado de tudo, logo, falta-lhes conhecimento ou gosta de ser um ateu disfarçado de crente; a Bíblia chama isso de hipocrisia.
INDEPENDENTEMENTE DE SUAS CRENÇAS, O SEU DEUS SANTIFICOU UM DIA DA SEMANA PARA SER ADORADO:
Se o seu dia reconhecido como dia santo for a sexta-feira, o seu deus é Alá, principal ídolo dos 360 que compõem o panteão do politeísmo muçulmano.
Caso seja o sábado, reconheces que o Deus bíblico é O criador de tudo que há no universo.
Se for o domingo, adoras a quem se colocara no lugar do Deus bíblico, o Papa, chefe da igreja Católica Apostólica Romana, principal personagem eclesiástico do politeísmo católico.
Se para você não há nenhum dia santificado pelo criador que pede que O reconheçamos como Deus, és um ateu.
Nesses últimos dias de graça, a verdade aparecerá límpida, clara, isso é necessário, pois, os que almejam a salvação pelos méritos de Cristo não podem ser enganados por quem dúvida do amor e justiça do Deus criador e mantenedor do universo.
A LEI NÃO SALVA, SUA FUNÇÃO É MOSTRAR A VERDADE E DEFINIR O QUE É PECADO PARA CONDENAR JUSTAMENTE.
O dia santo bíblico foi estabelecido antes de qualquer religião. (Gênesis, 2: 1-3 e João, 14: 15)
No campo das crenças o que passar disso é blá, blá, blá religioso, teológico.



    

segunda-feira, 29 de maio de 2017

NIETZSCHE E O CRISTIANISMO

        Nietzsche, filho e neto de pastores luteranos, até os quinze anos queria ser, como o pai e o avô, pastor. Após graduar-se em filosofia, filologia e teologia; pelo contrário, tornou-se um dos filósofos mais antagônico do Cristianismo. O mundo acadêmico tem Nietzsche como o ateu mais radical do século XIX, ícone da filosofia cética para filósofos e estudantes de filosofia do século XX e XXI.  Mas Nietzsche já deixara bem claro que não queria seguidor, pois, não precisava destes, para ele, cada um que se faça; que sejam autênticos; característica não encontrada nos que se realizam seguindo. Mas Nietzsche como ateu defendeu os judeus e, de certa forma, o Cristianismo. Defendeu como nenhum outro educador a formação de qualidade para o homem independentemente da área de atuação, pois, sem conhecimento a nação está fadada à degradação generalizada. 
Mas que quer ainda você com ideais mais nobres! Sujeitemo-nos aos fatos: o povo venceu – ou ‘os escravos’, ou ‘a plebe’, ou ‘o rebanho’, ou como quiser chama-lo – se isto aconteceu graças aos judeus, muito bem! Jamais um povo teve missão maior na história universal. ‘Os senhores’ foram abolidos, a moral do homem comum venceu. (MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Ética De Platão A Foucault, p. 110)
A grande tradição filosófica alemã entre os séculos XVIII e XIX nada mais é do que a continuação leiga da teologia protestante: ela é ainda mais hipócrita na medida que esconde o vício secreto, a fraqueza fundamental da qual nasce. Por isto, Nietzsche afirma que é preciso ser mais inflexível com os protestantes do que com os católicos e define o filósofo como “o criminoso dos criminosos”. (NIETZSCHE O Anticristo Maldição do Cristianismo. p.15)
     Os ideais filosóficos de Nietzsche estão fundamentados na obscura e contraditória filosofia aforística de Heráclito (O ser é e não é). Por isso, algumas vezes, ele é contraditório quando nega a moral cristã e exalta Cristo como o verdadeiro modelo de cristão; pois, “ser cristão é ser como Ele, Cristo foi”.
     Todos veem Nietzsche como o cético destruidor de toda arquitetura conceitual antropocêntrica arquitetada ao longo da história ocidental. Porém, Nietzsche nunca abandonou o ideal metafísico protestante-cristão da família. Ele faz duas leituras de mundo para compor sua filosofia do martelo contra a moral-cristã, à filosofia, à ciência, à política e em especial ao Cristianismo. Porém, os acomodados céticos, seus seguidores, mesmo desprezados por ele, põem em evidência apenas seu ceticismo à moral cristã, mas, para Nietzsche, toda arquitetura antropocêntrica foi arquitetada para enganar, meios de controlar a todos pelo falso conhecimento ou mentira. Nietzsche quando diz que não quer seguidores fala acertadamente, pois, sabia que poucos o entenderiam na íntegra, disfarçado de filósofo da desconstrução é um dos mais profundos teólogos contemporâneo. É um tipo de Balaão, profeta politeísta que fora chamado por Balaque para amaldiçoar o povo de Israel, mas na hora de amaldiçoá-lo, o abençoava.
Primeira leitura de mundo de Nietzsche
     Ele lê o mundo a partir do homem sem Deus; onde, o homem que governa, segundo Pitágoras, passou a “ser a medida de todas as coisas”. Ou ainda, segundo imperativo categórico de Kant ao homem moderno: “Age como sua ação, através de sua vontade, seja uma lei universal”. Assim, sem Deus, agimos segundo nossa vontade em detrimento da moral bíblica ou divina; logo, o que reina em nossa vontade é o espírito da mentira, ou seja, o príncipe das trevas, o mestre do engano, Satanás. Mesmo Deus ao longo da história tendo buscado estar presente entre os homens por diversos meios, sempre preferimos atender o nossa vontade pecaminosa, criando morais segundo a ótica humana; assim, por meio da linguagem, escolhendo bem as palavras, os aristocratas nobres definiram que suas ações são boas e as do povo pobre, ruim. Quem seria capaz dessa proeza senão os nobres que sempre se sentiram além do bem e do mal? Assim, Deus, Sua justiça e verdade ficariam em segundo plano. E o homem preferira a mentira; a injustiça; a incerteza; a corrupção e outras formas de exploração do outro. Diante disso Nietzsche pergunta: Como a verdade, a justiça e a sabedoria poderiam nascer da vontade de enganar?
Certo, queremos a verdade: mas por que não, de preferência, a inverdade? Ou a incerteza? Ou mesmo a insciência? – O problema do valor da verdade apresentou-se à nossa frente – ou fomos nós a nos apresentar diante dele? Como poderia algo nascer de seu oposto? Por exemplo, a verdade do erro? Ou a vontade de verdade da vontade de engano? Ou a ação desinteressada do egoísmo? Ou a pura e radiante contemplação do sábio da concupiscência? Semelhante gênese é impossível; quem com ela sonha é um tolo, ou algo pior. (MARCONDES. Ibid. p. 102)
     A humanidade do século XXI está em crise, diversas crises naturais, psicológicas, políticas, religiosas, preconceituosas entre tantas outras. Por que chegamos a esse ponto se houve tantos desenvolvimentos tecnológicos e epistemológicos? Será que não está na hora de reavaliarmos as máximas de Pitágoras e Kant? É o homem realmente a medida de todas as coisas? Deve nossa vontade e ações egoístas ser o princípio de legislações universais?
O bom e o ruim no Brasil
     Em 1.500 a aristocracia europeia, em busca de novas terras para impor sua visão de bondade, por acaso, descobriram novas terras ricas em pau-brasil, surgindo posteriormente o Estado brasileiro. De início, a bondade europeia tentou escravizar os índios habitantes nessas terras, como não foi fácil procurou exterminá-los. Como sua bondade queria fazer destas “terras em que se plantando tudo dá”, região exportadora de riquezas para a Europa, compraram africanos para escraviza-los, fazendo os bondosos cada vez mais ricos, enquanto os africanos morriam de tanto trabalhar para os conscientes e bondosos europeus engordar suas contas bancárias na Europa. Isto aconteceu também com a invasão dos espanhóis na América do Sul e Central e com os ingleses protestantes que invadiram a América do Norte entre outras invasões europeias pelo mundo. Mas, no Brasil, em janeiro de 2003, o povo escravizado, com o sindicalista Lula chegando à presidência da República, quebrou-se a lógica da bondade europeia instituída no Brasil! É onde começa a força dos fracos pobres minar o império escravocrata estrangeiro imposto aos brasileiros que só entendia que trabalho são apenas ocupações braçais. Os pobres não tinham direitos a estudar para não poder pensar e executar trabalhos intelectuais. Com um sindicalista na presidência, mais universidades federais foram construídas e abertas aos pobres, somando-se às federais, bolsas de estudos foram pagas via PROUNI a quem conseguisse boa pontuação no novo modelo de vestibular (ENEM), foi quando tive o privilégio de terminar o que sempre busquei desde jovem, o conhecimento. Mas os aristocratas não estão passivamente vendo o Brasil ser território para os brasileiros. As posturas dos grandes partidos políticos juntamente com os pequenos de plantão querem o fim dessa abertura dada aos pobres brasileiros através do PT, que, em consonância com os ideais democráticos busca o desenvolvimento do Brasil, e agora, com a presidenta Dilma, a política e os políticos estão sendo passados a limpo através das ações da polícia federal que tem o aval da presidenta para a caça aos corruptos políticos e empresários que sempre saquearam os cofres públicos. Nesse contexto temos as brigas atuais, onde, os antigos saqueadores dos cofres públicos estão sendo identificados, mas, como eles estão no poder, o Brasil parou e paralisado ficará enquanto esses maus políticos administrarem o país para eles e os estrangeiros em detrimento de todo os brasileiros. Logo, o retrocesso nas produções industriais, agropecuárias e comerciais são consequências dos interesses egoístas desses bandidos infiltrados no poder de modo legal para praticar todo tipo de ilegalidade. E não nos enganemos com políticos ditos de oposição ao PT; eles estiveram no poder e nada fizeram para acabar com a cultura da corrupção e ignorância generalizada. Por isso, nós eleitores temos que saber votar eliminando os velhos políticos elegendo novas pessoas desligadas dessas velhas raposas que apenas engana, pois, já é passada a hora de abandonarmos a alienação, deixando o idiotismo mantenedor desses crápulas e seus descendentes se eternizando no controle do Brasil e exploração dos brasileiros.
Segunda leitura de mundo de Nietzsche
As coisas de valor mais elevado devem ter uma origem que seja outra, própria – não podem derivar desse fugaz, enganador, sedutor, mesquinho mundo, desse turbilhão de insânia e cobiça! Devem vir do seio do ser, do intransitório, do deus oculto, da ‘coisa em si’ – nisso e em nada mais, deve estar sua causa! (Ibid. p. 103)
     Por essas aparentes contradições, Nietzsche não queria seguidores, pois ele estava a fim de confundir e zombar de todos os crentes e céticos. O filósofo era traumatizado pelas frustrações religiosas da família que aguardara a segunda vinda de Cristo para 1844 segundo pregara o batista Guilherme Miller e não aconteceu; por isso esse fugaz espírito de se levantar contra tudo e todos meio as tontas, caindo em constantes contradições, negando e exaltando a religiosidade judaico-cristã. Nietzsche como Heráclito compôs sua filosofia dionisíaca versos apolínea. Onde, Dionísio exalta a vida mundana em detrimento da religiosidade e esperanças apolíneas. Logo, segundo Nietzsche, esse tempo de vida que temos é único; por isso, deve ser vivido intensamente na valorização do corpo e suas pulsões, em detrimento dos limites moralizantes da razão e moral bíblica.
     “Nietzsche”, através de seus seguidores que estudam sua filosofia na maioria das universidades do mundo está levando a humanidade a desvalorizar todas as atitudes que prega a moral e bons costumes ligados à Bíblia; priorizando o desenvolvimento da vontade humana sem Deus. Não será essa a causa de tantas ações desumanas entre os humanos de todo o planeta?  

“O homem é vontade de potência, poder” (Nietzsche)