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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

DEUS EXISTE - JESUS SALVA - E A LEI CONDENA - QUEM SERÁ SALVO?



Primeira religião teocêntrica

     A primeira religião bíblica foi organizada por Deus através de Moisés quando o povo de Israel deixou a escravidão egípcia e caminhava pelo deserto rumo à terra prometida, Canaã. Antes de Israel Deus elegera patriarcas para representa-Lo entre as outras famílias. Israel foi composto por doze tribos; quando o povo de Israel foi dividido em dois, dez tribos ficaram sendo Israel e duas Judá, os judeus. Nessa época, por volta de 1500 a.C., através de Moisés que era letrado, a Bíblia começou ser escrita. A única parte da Bíblia que Deus fez questão de escrever em tábuas de pedras foi os dez mandamentos de Sua lei dada a Moisés no monte Sinai.
Quando Jesus nasceu somente os judeus existiam como povo, Israel se perdera na história e os judeus já haviam assimilado o racionalismo filosófico greco-romano, juntos questionaram os ensinamentos de Cristo que nascera segundo indicavam as profecias bíblicas. Como Jesus tinha uma mensagem contrária ao politeísmo greco-romano, os líderes político-religiosos preferiram mata-Lo que segui-Lo como fazia grande parte da massa. Nos dias de Cristo já havia muitas seitas religiosas e filosóficas além do judaísmo. Aceitar Jesus como salvador é legal, mas segui-Lo segundo as instruções bíblicas que é o X da questão, pois, naturalmente, como afirmam Schopenhauer e Nietzsche, o ser humano prefere fazer sua vontade expressando-a através do corpo que é a grande razão que submeter-se à vontade de Deus. 
                                                                                                            Provas lógica e empírica sobre a existência de Deus 

     Filósofos e cientistas céticos enganam a si mesmos e o que neles acreditam, “são cegos guiando outros cegos”, segundo Cristo, “todos cairão na mesma cova.” Primeiro: filósofos e cientistas são pessoas que se julgam as mais sábias, como admitir que pessoas deste gabarito preocupar-se-iam com o que não existe, fazendo desta contradição uma ciência aparentemente verdadeira para, se possível for, enganar a todos? Segundo: o que de fato não existe não chega à nossa mente ao ponto de nos preocuparmos para criar hipóteses, métodos e ferramentas para provar que o que não existe não existe de fato. Terceiro: Jesus nasceu de mulher como qualquer pessoa; mas, sua fecundação teve a participação metafísica, Deus usou o útero de Maria para gerar Jesus como um bebe que nasceria e desenvolver-se-ia como qualquer criança. Aos doze anos de Idade Ele já tinha consciência de sua missão, estivera cara a cara com Satanás como Adão e Eva; mas não cedeu às suas tentações; foi morto, crucificado e sepultado; mas no terceiro dia ressuscitou, após ser visto por muitos durante quarenta dias, ascendeu ao céu aos olhos de muitas pessoas. Como até hoje a ossada de Cristo não foi encontrada em seu túmulo, é uma prova empírica que Deus existe tal qual a existência literal de seu filho Jesus. Logo, a vida de Cristo é prova inequívoca sobre a existência da santíssima trindade. Após cumprir com sua missão Ele foi interceder e preparar-nos lugar e voltará para pôr fim à história do pecado! Logo, ele é o cordeiro de Deus que pode perdoar os pecados de quem O aceitar como salvador pessoal, capacitando-nos a viver em harmonia com a vontade de Deus expressa em sua palavra (Bíblia), não nos conformando e compactuando com os costumes dos mundanos que ainda não compreenderam o plano de salvação.

Religiões ou armadilhas diabólicas?

     A estratégia de Satanás é corromper todos os propósitos de Deus para alcançar seus objetivos, que são: dar aos seres humanos o mesmo final que ele, a perdição eterna e o não retorno ao Jardim do Éden que Adão e Eva perderam por preferir duvidar da palavra de Deus. Como não poderia deixar de ser, Satanás, através de espertalhões, continua inventando denominações religiosas e reformulando teologias para enganar em nome de Deus e da fé como ocorreram em todos os períodos da história, e, pelos exemplos do passado, é o que ele está fazendo com a sociedade contemporânea enganando-a em nome de Jesus, fazendo o povo pensar que professar popularmente ter aceito a Jesus através de uma igreja qualquer a salvação e o sucesso financeiro estão garantidos. Mas ninguém será salvo no pecado, transgredindo as leis e instruções de Deus que têm como objetivos mudar, através do Espírito Santo, nossa natureza carnal para espiritual, fazendo que os converso tenham prazer em fazer a vontade de Deus e não a sua e a de Satanás.    

A lei de Deus

     Jesus salva; mas a lei condena. Então, como poderá o ser humano ser salvo se, por princípio, os salvos não podem transgredir as leis de Deus? Eis o X da questão! Assim sendo, as cinco religiões e as denominações religiosas que negam a validade da lei de Deus dizendo que Jesus anulou-a, estão a serviço de quem? E aí, a quem ouviremos, a Deus ou Satanás? Entendes porque o mundo está indo de mal a pior? O que é sagrado para Deus os homens ignoram preferindo o inventado pelo homem.  Quem você adora em sua igreja, as Imagens de esculturas ou Deus? Em qual dia sagrado, no sábado bíblico, no domingo cristão ou na sexta-feira muçulmana? Disse o Deus de Israel: Eu sou o Senhor teu Deus que te tirei da terra do Egito, Não terás outros Deus diante de mim. – Seis dias trabalharás e fará toda tua obra e santificarás o dia de sábado porque eu criei tudo em seis dias e no sétimo descansei. Você come carne de porco? O Deus de Israel diz que essa e outras carnes são imundas (Levíticos 11). Falando em grana, o dízimo e ofertas voluntárias também são criações de Deus para manter o Estado de Israel, consequentemente de sua igreja que, por princípio lógico, não pode ser mais que uma. Percebeu como é fácil separar o falso do verdadeiro? Mas a questão é: quem quer saber da verdade segundo os escritos bíblicos ou palavra de Deus? Poucos querem porque exige renúncia do próprio eu. Logo, o eu é meu principal adversário porque Satanás sabe fazer o jogo da valorização do eu em detrimento do sagrado consagrando o eu que se realiza com a exaltação.

Adventista do Sétimo Dia

     Dentro do contexto da história cristã, a Igreja Adventista do Sétimo Dia se alinha aos princípios bíblicos; mas isso não significa que ser membro desta igreja é garantia da salvação, significa que você deu o primeiro passo para matar o seu eu fazendo a vontade de Deus sujeitando-se os princípios bíblicos e conselhos do Espírito de Profecia dado à igreja através da profetisa Ellen G. White. Como aconteceu com o povo de Israel acontecerá também com os adventistas, com certeza Satanás está infiltrando pessoas de influência no meio para corromper os princípios bíblicos e conselhos da profetisa a fim de enganar, se possível, até mesmo os escolhidos. “Nova Semente” ou novo modo de ser adventista é uma das estratégias de Satanás para corromper desvalidando princípios bíblicos e do espírito de Profecia que fazia os adventistas diferentes dos mundanos quanto ao modo de se vestir, estilos musicais, usos de maquiagens extravagantes que prioriza o eu e não a modéstia cristã e novas interpretações teológicas captadas apenas pelos ouvintes atentos. A TV Novo tempo tem espaço para os dois seguimentos fáceis de serem percebidos pelo telespectador em busca da verdade e não do modismo teológico que quer negociar em nome de Jesus e da igreja. Quem conhece o Apocalipse sabe que a igreja Adventista do Sétimo Dia representa o sétimo período da igreja cristã, conhecido como igreja de Laodiceia (Apocalipse 3: 14-22). Essa mornidão chegou à igreja via racionalismo filosófico.

Filosofia/ Neide Coelho Boëchat

                                      “Não escutem as minhas falas, mas o logos” (Heráclito)

Se situarmos o início da era contemporânea no alvorecer do século XX, não podemos deixar de considerar o peso da herança deixada por aqueles que Paul Ricoeur distingue como os “filósofos da suspeita”, a saber: Marx (1818-1883), para quem “a religião é o ópio do povo”; Nietzsche (1844-1900) para quem “Deus está morto” e Freud (1856-1939) para quem “a religião é uma ilusão”. (Deus entre a Filosofia e a Teologia Contemporânea. Pg. 19, Ed. Appris, Curitiba 2014)
     São esses os principais filósofos influenciadores da sociedade contemporânea estudados em todas as universidades do mundo através dos mestres e doutores que aplicam suas conclusões como se fossem verdades absolutas.  Na verdade o filósofo não cria filosofias, ele apenas analisa o comportamento social e divulga através da escrita e as pessoas as têm como verdades, isso acontece porque o filósofo explora o que já é prática comum e as pessoas aceitam como verdade a ser ensinada nas universidades, igrejas e botecos que passam a ser estimuladas no dia a dia. Com essa estratégia o Deus bíblico, suas leis e advertências vão sendo anulados naturalmente. Nesse jogo, os noviços acadêmicos sentem-se ousados na arte de questionar o sagrado priorizando fazer a vontade do homem que a de Deus. Por isso a igreja dos últimos dias está cega, nua e morna, carente do Espírito de Deus. Mas isso ainda não é o fim é apenas o início da decadência religiosa dos últimos dias. Nesse contexto, não adianta fundar outra igreja como sendo a verdadeira uma vez que a Bíblia diz que essa será a última até a volta de Cristo. A mesma profecia diz que haverá um reforma espiritual causado pelos muitos sinceros que se unirão a igreja Adventista do Sétimo Dia para terminar a tarefa de pregar o evangelho em todo o mundo, condenando os pecados que se cometem em nome de Deus, purificando e preparando a igreja para o encontro com Cristo nas bodas do cordeiro!

Saiba mais sobre as estratégias filosóficas de todos os tempos para anular Deus do consciente humano adquirindo o livro (FILOSOFIA X BÍBLIA – UM PROBLEMA MILENAR – O-TODO SOLUÇÕES EM PERSPECTIVA) de minha autoria; através do Email: isaiasribas_filosofia@hotmail.com ou pelo facebook Isaias Correia Ribas.

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Obrigado e sucesso na conquista de seus ideais!

domingo, 1 de janeiro de 2017

PADRES E PASTORES PREFEREM NIETZSCHE - NÃO À BÍBLIA



Resumo
Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900) é o filósofo mais influente na arte de moldar a sociedade Contemporânea à sua filosofia que tem como objetivo priorizar a vontade e o corpo em detrimento da razão e dos escritos bíblicos, que foram, nas idades Moderna, Medieval e Antiga, a controladora das emoções e da vontade que eram reprimidas racionalmente no corpo através dos princípios bíblicos, da moral religiosa, corporações civis e militares do Estado. Segundo Nietzsche, as pessoas de todas as épocas sempre preferiram exaltar as expressões corporais que as qualidades da razão (cérebro). E não é que ele está conseguindo provar sua hipótese alinhando ateus e religiosos aos seus ideais filosóficos, fazendo muitas pessoas exaltar-se, fazendo que o corpo seja cultuado pelo eu e pelos outros, satisfazendo seu ego quando admira a si mesmo ou quando ouve elogios e admiração de outros (as). Nessa, os escritos bíblicos, os deuses e Deus estão perdendo o status para o sujeito que quer ser o centro das atenções a qualquer custo.


Palavras chave: católico, protestante, ceticismo, Deus e filosofia.

A fé em Deus decai
     O ideal pela independência das nações europeias de 1.500 põe fim à ditadura religiosa e ignorância dos povos mantidos pela igreja Católica Apostólica Romana. Para não perder o controle dos povos através da fé na teologia da igreja romana, alguns padres, doutores da igreja, criaram um movimento protestante de fachada; eles tiraram as imagens de escultura de dentro das novas igrejas, mudaram os rituais de cultos e a arquitetura dos templos; mas continuaram transgredindo os mandamentos de Deus. Isto é, deixaram o culto aos deuses greco-romanos (politeísmo), mas continuaram negando e transgredindo os mandamentos do Deus bíblico (monoteísmo). É bom ressaltar que a igreja romana é a fiel parceira e detentora do conhecimento filosófico que surgiu na história em VII-VI a. C.. Logo, ambos possuem o objetivo de eliminar o Deus bíblico do consciente humano, e nada melhor do que fazer isso em nome do próprio Deus. Platão (IV a. C.), através de sua filosofia do mundo das ideias, é o exemplo máximo de que é possível, através da fé, direcionar e redirecionar o crente que insiste em não valorizar o conhecimento Bíblico e escolar (formal).    
O deísta Guilherme Miller
     Deísta é a pessoa que acredita em Deus, mas não aceita a bíblia como sendo revelação de Deus à humanidade. Guilherme Miller alistou-se como soldado voluntário para a guerra Anglo-Americana de 1812 e saiu como capitão em 1815; ele foi testemunha ocular quando os norte-americanos esmagaram um número superior de soldados ingleses – “um fato que ocasionou uma vira-volta em sua vida”. (Joan Francis)
Terminada a guerra Miller voltou à sua fazenda, mas seu estado espiritual estava ruim, o deísmo não lhe trazia paz, como caíra no niilismo (vazio), desafiou a Deus falando consigo mesmo, ou seja, orando; iria ler a bíblia em busca de resposta dos porquês de tantas desgraças e injustiças no mundo. Com esse propósito desafiador em mente iniciou a leitura da Bíblia com a decisão de não prosseguir na leitura  até que cada verso estivesse claro em sua mente, em concordância com todo o contexto estudado. Os livros de Daniel e Apocalipse, pela quantidade de símbolos proféticos, foram os mais desafiadores, de modo especial o relato de Daniel 8: 14. Miller interpretou a profecia e ficara eufórico e agradecido a Deus por ter-lhe comprovado que a Bíblia é uma carta revelada de Deus à humanidade. Pelas interpretações feitas, pensara ter encontrado o dia da segunda volta de Cristo para pôr fim a todo sofrimento e injustiças entre os homens. Com todos os cálculos feitos e refeitos, procurou os pastores protestantes mostrando-lhes suas novas descobertas bíblicas, nenhum deles contestou as conclusões de Miller, pelo contrário, abriram suas igrejas ao novo converso e pregador. Em poucos anos Miller convencera todos os protestantes e religiosos em geral que Cristo voltaria no dia 22/10/1844. Mas o grande dia chegou e Cristo não apareceu, decepcionados, a grande maioria dos religiosos caíra no vazio, no niilismo. É o início da descrença em massa por parte dos religiosos; a fé de muitos acabou levando-os a abandonarem suas congregações. Mas Miller e um pequeno grupo preferiram investigar para ver onde erraram, descobrindo que falharam quando ao evento, que nessa data, no céu, iniciara o juízo investigativo para ver quem dos mortos desde Adão seriam salvos; e não a segunda vinda de Cristo para dar-lhes a recompensa.
Entre esses novos investigadores encontrava-se a família metodista de Roberto, sua esposa Eunice e as filhas gêmeas Ellen e Elisabete Harmon. Ellen, aos dezessete anos é chamada por Deus para ser a nova profetisa desse novo movimento religioso que iniciara após a grande decepção de 1844. Antes de Ellen, Deus chamara dois jovens que rejeitaram a missão. Mais tarde Ellen casou-se com Tiago White, passando ser Ellen G. White, a profetisa da igreja Adventista do Sétimo Dia que iniciara com esses que não perderam a fé diante das decepções religiosas. Mais tarde descobriu-se que a decepção de 1844 estava profetizada em Apocalipse 10: 9-11. Onde, o que na boca era doce como mel (a data marcada para a volta de Cristo 22/10/1844); no ventre (a não vinda de Cristo) tornou-se amargo como fel. Logo, a igreja Adventista do Sétimo Dia surgiu para levar à humanidade de volta às praticas das leis divinas que foram alteradas nas Idades Média e Moderna, anunciando às nações a última mensagem de Deus, lembrando-as que o breve retorno de Cristo será uma realidade para o mundo contemporâneo.
Movimento filosófico
     O ceticismo filosófico elaborado pelos gregos, Santo Agostinho resumiu-os na filosofia dos maniqueístas e imortalidade da alma de Platão que o próprio Agostinho usara para compor o cristianismo Medieval. A oposição e fim do cristianismo maniqueísta-platônico foram possíveis a partir das cruzadas medievais ocorridas entre os séculos XI – XIV, quando os médicos e filósofos muçulmanos, Avicena e Averróis trouxeram a filosofia cético-científica de Aristóteles para o Ocidente, possibilitando o fim do absolutismo medieval. Santo Tomás de Aquino estudou Aristóteles, compreendeu que ele estava preocupado em fazer ciência e que era contrário às falácias religiosas de seu mestre Platão.
Com o fim do absolutismo medieval e independência das nações europeias, essas, sem nenhuma experiência política, a princípio, se esforçaram, cada uma à sua maneira, para construir seu Estado absoluto através das famílias mais ricas. Desse absolutismo até a descoberta dos benefícios da democracia, muito sangue foi derramado. Na França, com Luiz XIV, intitulado o grande, “o rei sol”; seu absolutismo Moderno tencionara superar o Medieval. Devido os conflitos, a França pós-Luiz XIV endividou-se a ponto do povo lutar pelo fim do absolutismo e instituição da democracia, fato concretizado após a queda da bastilha em 14 de julho de 1789. Immanuel Kant, filósofo prussiano, considerado o principal filósofo moderno, ficou tão eufórico que perdeu seu horário de caminhada, onde, pela exatidão do horário, muitos acertavam seus relógios ao vê-lo passando em frente suas casas.
     Os filósofos absolutamente céticos da Grécia foram praticamente esquecidos com a política filosófica religiosa medieval. A postura de muitas pessoas de diversas nações era de revolta aos religiosos, isso acontecia porque ainda não havia uma filosofia cética para eles anularem o movimento religioso católico-protestante; por isso o grande número de revolta armada contra os religiosos da época. Aos pouco surgem os filósofos Franceses: Michel de Montaigne (1533- 1596), Jurista, Político, filósofo e escritor cético, René Descartes (1596-1650), Físico, matemático e inaugurador do racionalismo moderno. François Marie, mais conhecido como Voltaire (1694-1778) deísta e filósofo iluminista, Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), de origem suíça, mas morreu na França, obra principal: Contrato Social; Na Inglaterra: Francis Bacon (1561-1626), Fundador da ciência Moderna, John Locke (1636-1604), obra principal: contrato Social; na Itália, Nicolau Maquiavel, obra principal: O Príncipe; Na Holanda, Desiderio Erasmo, Humanista; no Reino Unido, Davi Hume (1711-1716), empirista; na Alemanha: Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716), cientista e matemático, George Willelm Friedrich Hegel (1770-1831), filósofo historiador; Arthur Schopenhauer (1778-1860), poeta e filósofo, Friedrich W. Nietzsche (1844-1900), filólogo, filósofo, poeta, músico e crítico cultural, entre outros em diversos países. Contrapondo-os temos na Dinamarca Sören Kierkegaard (1813-1855), filósofo e teólogo Luterano defensor do pensamento bíblico, opositor radical a Hegel.
     Nietzsche é o filósofo que vai, através de sua filosofia, influenciar na formação dos ideais sociais do período Contemporâneo. Para elaborar sua filosofia, Nietzsche apossa-se do conceito de o mundo como vontade de Schopenhauer e do devir do Pré-Socrático Heráclito. A vontade para Schopenhauer é superior à mente e o devir de Heráclito é o movimento provocado pelo fogo que tudo transforma à sua ação, é o movimento originador de tudo que há, logo, para Heráclito, não há um Deus criador como ensina a Bíblia. À vontade schpenhauriana Nietzsche acrescentou o corpo como sendo superior a razão, e ao devir de Heráclito, o niilismo, ou seja, o nada como sendo o Deus bíblico. A partir desses conceitos Nietzsche cria sua filosofia do martelo, que tem como objetivo negar a existência de Deus e de Jesus como sendo um com o pai. Nos dias de Nietzsche sua filosofia não foi aceita entre os alemães; os franceses, por serem os mais céticos da época, adotaram sua filosofia e a divulgou às nações. O culto ao corpo visto atualmente é o resumo da filosofia de Nietzsche que defende a vontade e o corpo como superiores às qualidades da razão e Deus como sendo o nada.
Consciência é a mera superfície de nossa mente, da qual, como da terra, não conhecemos o interior mas apenas a crosta. Sob o intelecto consciente está a vontade consciente ou inconsciente, uma força vital esforçada e persistente, uma atividade espontânea, uma fonte de desejo imperioso. Pode, às vezes, parecer que o intelecto dirige a vontade, mas apena como um guia dirige seu amo; a vontade é “o cego robusto que carrega em seus ombros o coxo que vê”. (Schopenhauer, Os grandes filósofos, p. 42. 1958)
Conflitos mundiais
     Em meio às ideologias filosóficas, políticas e conflitos religiosos entre céticos, protestantes e católicos surgem as duas guerras mundiais (1914 – 1918 e 1939 – 1945), entre esses conflitos bélicos, em 1933 o partido nazista de Hitler chega ao poder da Alemanha que se considerava uma raça superior, dispostos a eliminar o mal da terra, que, segundo entendiam eles, era os religiosos, especialmente os judeus que invadira a Europa da época. Nos holocaustos dos guetos com suas câmaras de gás, Hitler, o ditador, comandara o massacre matando mais de seis milhões de judeus, ciganos, deficientes físicos e mentais, alguns dos povos eslavos (poloneses e russos), comunistas, socialistas, Testemunhas de Jeová e homossexuais. A questão que pairava na mente de todos os religiosos da época era: se Deus existe, por que ele permite que tantas desgraças os atinjam? Diante dessas indagações duvidosas, a filosofia de Nietzsche adotada pelos franceses, trabalhará para anular Deus do consciente humano, estabelecendo de uma vez por todas o ceticismo radical. Nietzsche como filólogo, filósofo, poeta, músico, conhecedor da Bíblia e do protestantismo de seus avós maternos e paternos, pastores protestantes que vivenciaram a decepção dos adventistas seguidores de Miller, compõe sua filosofia valorizando a vontade e o corpo negando a racionalidade, os escritos bíblicos e Deus, que deve, através dos escritos bíblicos, imperar no uso da vontade e do corpo de seus seguidores.    
Nietzsche e os adventistas
     Das conclusões filosóficas de Nietzsche surgem muitos filósofos apregoando sua filosofia como a verdade para o tempo presente. Neste contexto, os adventistas não sabem o que fazer para desconstruir a filosofia de Nietzsche através das práticas dos princípios bíblicos e conselhos da profetisa Ellen G. White. Há um movimento atual dentro da igreja Adventista do Sétimo Dia que está fechado com a filosofia de Nietzsche através do abandono dos trajes bíblicos. As mulheres estão em foco, mas muitos homens estão caindo na mesma cilada filosófica.
Não haverá trajes de homem na mulher, e não vestirá o homem veste de mulher, porque qualquer que faz isto abominação é ao Senhor, teu Deus. (Deuteronômio, 22:5)
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis vossos corpos vivos, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. (Romanos 12:1)
Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, mas (como convém às mulheres que fazem profissões de servir a Deus) com boas obras. (I Timóteo 2: 9 e 10)
Ellen G. White
As mulheres cristãs não devem dar a trabalhos para se tornarem objetos de ridículo por vestir diferente do mundo. Mas, seguindo suas convicções de dever e respeito do vestir modesta e saudavelmente, elas se acham fora da moda, não devem mudar o vestuário afim de ser semelhante ao mundo; porém devem manifestar nobre independência e coragem moral para ser correta, ainda que o mundo inteiro delas defira. Caso o mundo introduza um modo de vestir decente, conveniente e saudável, que esteja em harmonia com a Bíblia, não muda nossa relação com Deus ou para com o mundo o adotar o tal estilo de vestuário. (http://novotempo.com/namiradaverdade/ellen-g-white-era-contra-o-uso-de-calcas-femininas/)
Isso, sem falar no uso de maquiagens, pinturas das unhas, saias curtas, na composição de músicas já acompanhadas de danças, etc. Os adventistas masculinos, nesse afã de exibir o corpo caem na mesma cilada. O movimento Nova Semente idealizada pela artista plástica Eliane Fogel, mantida pelo instituto Nova Semente que mantêm teólogos fascinados pelo racionalismo filosófico são os responsáveis por essas mudanças. As vestes masculinas que algumas apresentadoras da TV NT e esposas de pastores aparecem na mídia com o intuito de incentivar toda igreja fazer uso de modas mundanas não estão em harmonia com os escritos bíblicos. Se elas e pastores que as defendem estão corretos, por que essas mulheres não as usam nos cultos dos dias de sábado? Logo, se não é própria para o sábado, também não é para a semana, principalmente para quem vive do evangelho. Assim sendo, os pastores que não tinham filosofia na grade teológica e os membros mais antigos, não são ignorantes e analfabetos. Mas caso esse racionalismo filosófico adotado pelos teólogos e cúpula da igreja atual continue, duas coisas poderão acontecer: 1) a igreja Adventista do Sétimo Dia será apenas mais uma entre os religiosos exclusivamente capitalistas. 2) A profecia de que a igreja do último período profético seria morna, está se cumprindo ao pé da letra, sinalizando que a sacudidura começará quando os fieis a Deus se levantarem contra os pastores e membros Adventistas do Sétimo Dia que insistirem em negar  o poder do evangelho através do próprio evangelho.    
Quente ou frio?
     Segundo a Bíblia e a teologia adventista, os membros da sétima Igreja, ou período histórico, seriam compostos por crentes mornos, bom seria que fossem frios ou quentes, como optaram pela mornidão, não percebem que são miseráveis, pobres, cegos e nus, a ponto de serem vomitados da boca de Deus.
Eu sei as tuas obras, que não és frio e nem quente. Tomaras que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio e nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: estou enriquecido e de nada tenho falta (e não sabe que é um desgraçado, miserável, pobre, cego e nu), aconselho-te que compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha de tua nudez; e que lave os olhos com colírio, para que vejas. (Apocalipse 3: 15-18)
Preconceito
     O preconceito é um conceito que está sendo mal utilizado e interpretado pela sociedade e autoridades. Opiniões contrárias jamais devem ser aceitas como preconceitos, pois, caso isso continue acontecendo, os parâmetros e limites deixarão de existir, fazendo triunfar a vontade dos mais espertos, aqueles que querem que seu jeito de ser triunfe; fazendo que princípios bíblicos, comportamentos morais, leis civis e militares caiam por terra porque eles entendem que seus gostos e preferências devem estar acima de tudo e todos. Caso isso continue sendo inquestionável, a barbárie e a imoralidade se instalarão em nome do preconceito.
     No dia 20/12/2016 vi uma reportagem na televisão feita no ITA, onde, o formando em engenharia, Talles de Oliveira Faria, 24 anos, protestou contra a faculdade por não aceita-lo como militar gay. Outros protestam porque muitas instituições religiosas não os aceitam com suas preferências no modo de se vestir, no uso de joias, maquiagens que modificam as aparências, em especial as tatuagens e joias femininas usadas por homens e mulheres tão populares nos dias atuais. Falei dos gays por ser a minoria que mais chocam com seu jeito de ser diante de certas formalidades que distinguem o homem da mulher. Mas esse é um problema de todas as minorias que vem se impondo como se eles fossem os únicos a terem seus direitos respeitados, esquecendo que seus direitos não devem tirar e inibir os de outros. O que precisamos entender é: Minhas preferências não devem corromper as dos outros. Devemos utilizar e apregoar nossas preferências nas ruas que são públicas ou em nossas casas. Fora desses ambientes, é dever de todos, respeitar os princípios dos outros, sejam eles bíblicos, religiosos, empresariais, institucionais, etc.; caso contrário, as minorias sempre estarão enfrentando problemas.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

JESUS ANULA O NIILISMO FILOSÓFICO



Resumo
 A arquitetura conceitual é uma ferramenta indispensável à filosofia contemporânea e outras áreas do saber. O niilismo é um conceito vazio de sentido literal, uma referência ao “nada”. Friedrich W. Nietzsche trabalhou o niilismo para fundamentar o ateísmo contemporâneo com o objetivo de alcançar a “transvaloração de todos os valores” morais e religiosos até então construídos sobre a ideia da existência de um Deus criador e mantenedor do universo e da vida na Terra. Difundindo ao mundo as estratégias filosóficas para enganar em nome de Deus e das religiões, denunciando que Platão, foi o responsável por criar a existência e imortalidade da alma em detrimento do corpo, fundamento para a maioria das crenças e religiões de todas as épocas pós-Platão. Com essa jogada ideológica, Platão desconstruiu a teologia da ressurreição bíblica e construiu a filosofia da existência e imortalidade da alma. Dessa forma, Nietzsche, como Platão, continuou criando ideologias filosóficas para eliminar Deus do consciente humano. Mas Jesus, como Deus vindo ao mundo, anula o niilismo filosófico.

Palavras chaves: Niilismo, Razão, Corpo, Transvaloração e Nietzsche.

          As duas fontes de informações universais sobre as origens do universo e da vida no planeta Terra são duas: as verdades absolutas contidas nos escritos bíblicos e as teorias antropocêntricas apresentadas pelos filósofos e cientistas de todos os tempos. Em ambas são feito análises literárias e testes empíricos para deduzir a verdade sobre o princípio de tudo que há na Terra e no Universo astral. As teorias filosóficas sobre as origens, desde os Pré-Socráticos (VII - VI a. C.), até o presente século, continuam como meras teorias. As ciências empíricas já apresentaram várias hipóteses a priori, no momento estão na fase empírica, mas não avançaram ao nível a posteriori, isto é, ainda não foram capazes de apresentar uma verdade empírica conclusiva, que seja capaz de negar empiricamente a verdade absoluta apresentada na Bíblia. A verdade absoluta sobre a gênese de tudo está registrada nos dois primeiros capítulos da Bíblia (Gênesis, 01 e 02). Moisés foi o autor dos cinco primeiros livros da Bíblia, e, segundo os exegetas, do livro de Jó; ele registrou em livros a história que até então foram mantidas oralmente por Adão e seus descendentes fieis às orientações do Deus criador de tudo que há. A própria Bíblia apresenta a origem dos opositores à descendência fiel de Adão. Até o presente momento, a verdade apresentada na Bíblia continua, apesar das falácias antropocêntricas, a única capaz de ser comprovada lógica e empiricamente pelo pesquisador isento de tendências religiosas, filosóficas e científicas, formando uma sociedade de fé racional a partir da visão do-Todo e não apenas de partes. Paulo, filósofo e apóstolo de Jesus diz que devemos apresentar a Deus um “culto racional, inteligente como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”.
O-Todo
     Já advertira Jesus: “Se um cego guiar outro cego, ambos cairão na mesma cova”. Deduzir o que é a verdade nos dias de hoje não é tarefa fácil. Chegar à verdade universal ou cosmológica não é simples. Assim sendo, o preguiçoso jamais a encontrará, se contentando em ser seguidor, ovelha de algum rebanho racionalista-metafísico, alienado feliz por preferir a menoridade intelectual. Não nos enganemos, no contexto da verdade universal há as verdades religiosas, científicas, filosóficas e subjetivas, fazendo do universo epistemológico uma tarefa exaustiva àqueles que buscam separar a verdade universal das verdades antropocêntricas. Essas nascem do esforço humano que busca confirmar, negar ou meramente questionar a verdade cosmológica.  Assim sendo, a análise do-Todo físico-metafísico têm que estar na perspectiva dos intelectuais que estão à busca da verdade das verdades; se isso não acontecer, jamais irão inferir a verdade da fração do-Todo. O preconceito dos intelectuais céticos aos escritos bíblicos é a fonte da ignorância e questionamentos sobre a existência de Deus e, consequentemente, do mal que assola a humanidade; fazendo das universidades, em nome do conhecimento antropocêntrico, centros de formação de cegos, pessoas que tem como objetivo anular Deus do consciente humano; fazendo dos novatos acadêmicos seus exímios influenciadores na quebra de paradigmas morais; promotores da transvaloração de todos os valores segundo propõem Nietzsche e seus seguidores franceses. A filosofia francesa chegou ao Brasil através da USP (Universidade de São Paulo) que, através de seus doutores tem semeado o pensamento cético às outras universidades particulares e públicas que influenciam no comportamento das elites e das massas, formando uma sociedade de bárbaros destituídos de valores éticos e morais, desesperados que fazem da vida um vale tudo para sobreviver sem pensar no valor do outro.
Esperança
     A desconstrução da fé é feita através do jogo de palavras. Exemplo: “Desespero”, o des é a negação do espero (esperar), dessa raiz forma-se a palavra esperança que é a saída para os desesperados; aqueles (as) que esperam; formando uma sociedade de religiosos que buscam o nada, isso acontece porque eles não sabem, pois lhes faltam o conhecimento; por isso, a esperança é a eterna niilista aos que esperam pela aparição do nada, o Jesus salvador, promovedor da felicidade para os desesperados. Assim, os arautos da filosofia cética, através dos professores de filosofia das escolas de ensino médio e universidades, estão destruindo a fé das pessoas, formando uma sociedade que quer transvalorar todos os valores éticos, morais e princípios bíblicos em nome da ignorância e do conhecimento antropocêntrico.
Jesus e o niilismo
     Tudo em filosofia é jogo de palavras (conceitos) e pensamentos. A construção desses jogos é para jogar com o cérebro do estudante, iludindo-o, fazendo-o pensar que isso é ciência, mas são apenas jogos de palavras que podem ser desconstruídos fazendo o caminho do raciocínio inverso. O princípio é o mesmo utilizado para construir teoremas matemáticos, fazendo-o parecido com o caminho seguido para criar ciências exatas (a priori, empírico e a posteriori). Assim, todos os estudantes que não têm o conhecimento do-Todo os aceitam como verdade. O conceito niilista é uma tentativa filosófica para anular Deus do consciente humano. Por que é niilista (nada)? Porque Deus não pode ser acessado empiricamente, ou seja, pelos sentidos, pois não O vejo e nem posso toca-Lo. Será que os filósofos esqueceram que Jesus é Deus? Claro que não, eles conhecem a Bíblia mais que muitos teólogos, a diferença é que eles buscam conhecê-la para desconstruí-la e os teólogos, muitos deles, para segui-la. Jesus algumas vezes, através de palavras e atos milagrosos demostrou ser Deus entre os homens. Disso ninguém duvida porque Ele faz parte de nossa história. Como homem/Deus Ele nasceu, pois fora milagrosamente gerado pelo Espírito Santo na virgem Maria. Como homem foi carpinteiro, ofício de José, o homem que assumiu o papel de pai terrestre de Jesus, por mais de trinta anos Cristo viveu entre os humanos demonstrando ser homem e Deus ao mesmo tempo, pois, além de trabalhar como qualquer um de nós, fizera muitos milagres aos olhos de muitos. Logo, Jesus era semelhante a Adão antes do pecado, um santo que poderia escolher pecar. Ele viveu dentro do contexto do livre-arbítrio, podendo cair nas tentações de Satanás como caíram Eva e Adão. Mas Jesus não pecou, demonstrando ao universo racional (humanos e anjos) que era possível eles vencerem as tentações de Satanás. O pecado não tem relação alguma com a santidade, por isso os seres humanos, instigados pelo Diabo, preferiram livrar Barrabás, tendo um ladrão como modelo a seguir, condenando Jesus à morte. Mas Jesus, como estava profetizado, ressuscitou; após passar quarenta dias, sendo visto por muitos, foi elevado aos céus aos olhos de cento e vinte testemunhas, prometendo voltar para terminar com a história do pecado, salvando quem O aceitar como seu salvador pessoal e eliminar quem O rejeitar, reiniciando a perfeição que fora perdida no Éden! Assim sendo, Deus e Jesus não são niilistas, cabendo à aplicação desse conceito a Nietzsche, sua filosofia e seus seguidores.
     Para Nietzsche o corpo é superior à razão, nesse caso, o ser humano pode ser o pior dos irracionais, pois, querendo ou não, ele usará a razão para cometer as piores barbáries contra si e o outro. Logo, a atual sociedade não deve cair no mesmo erro das pessoas que viveram nos séculos XIX e XX que valorizaram um desequilibrado mental (Nietzsche) como modelo de pensador a ser seguido, pois, se cometo os mesmos erros serei igual a eles, aos romanos e judeus que preferiram valorizar um ladrão (Barrabás) que o justo Jesus, condenando-O à morte.
Com o nascimento, vida e morte de Jesus Cristo no planeta Terra, Sua existência como homem de bem ficou historicamente comprovada. Com Sua ressurreição ao terceiro dia após sua morte, ficou cientificamente comprovado que Ele é o filho de Deus, Aquele que organizara o planeta Terra às diversas formas de vida, pois, seus ossos nunca foram encontrados para os céticos negarem empiricamente Sua ressurreição e divindade. Logo, o niilismo filosófico é uma falácia.


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Eu, como filósofo, defendo o pensamento bíblico.

Atenciosamente, filósofo Isaías Correia Ribas      
  

            

    

  

            

    
  

            

    

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

NIETZSCHE, PAI DO ATEÍSMO CONTEMPORÂNEO X BÍBLIA



          O pai e os avós paterno e materno de Nietzsche eram pastores protestantes. Ele pensou em seguir a mesma carreira, essa intenção era transparente ao ponto de seus colegas de escola chama-lo de o pequeno pastor. Nietzsche nasce no dia 15 de outubro de 1844 em um pequeno vilarejo, Höcken e faleceu em 25 de agosto de 1900 em Weimar, Alemanha.  Em 1858, ele obteve uma bolsa de estudos na então famosa escola de Pforta. Lá, sob a influência de algumas leituras de diferentes correntes filosóficas, poesias e de alguns professores, Nietzsche começou a afastar-se do cristianismo. Era excelente aluno de grego e brilhante em estudos bíblicos, alemão e latim. Seus autores favoritos, entre os clássicos, foram Platão (428-348 a. C.) e Ésquilo (525-456 a. C.). Em Bonn dedicou-se aos estudos de teologia e filosofia, mas influenciado por seu professor predileto, Ritschl, desistiu desses estudos e mudou-se para Leipzig dedicando-se à filologia; seguindo as pegadas do mestre investigou os originais sobre Diógenes Laércio (séc. III), Hesíodo (séc. VIII a. C.) e Homero, produzindo excelentes trabalhos; por essas produções foi nomeado professor de filologia na universidade de Basiléia onde lecionou por dez anos. A filosofia passou a interessá-lo a partir da leitura de O Mundo Como Vontade e Representação, de Schopenhauer (1788-1860) que o atraiu ao ateísmo, assim como pela posição essencial que a estética ocupa em sua filosofia, sobretudo pelo significado metafísico que atribui à música, etc. (NIETZSCHE Os Pensadores).
          Nietzsche foi o primeiro filósofo a denunciar os objetivos existentes nos labirintos dos rebuscados discursos filosóficos de todos os tempos. Como teólogo ele tinha dois caminhos a seguir: Apresentar uma religião de acordo com os princípios bíblicos, ou então, negar a existência literal de Deus fundamentando o ateísmo, que, até então, disfarçado de teologia, fora fundamento para todo cristianismo católico-protestantes elaborados pelos filósofos metafísicos, dos quais, Platão fora o elaborador principal. Mas Nietzsche preferiu dedicar todo seu conhecimento teológico, filosófico, filológico, histórico, poético, musical e cultural ao ateísmo, fundamentando-o como ninguém até então fizera.
Platão
          Platão dividiu o indivíduo bíblico e criou a filosofia alegórica do mundo das ideais. Com essas jogadas filosóficas, a palavra alma que significa pessoa nos escritos bíblicos, ganhou status de conceito, sobre o qual, Platão elaborou sua filosofia metafísica que seria fundamento para todos os credos religiosos. Segundo a Bíblia, ao morrer o indivíduo, o corpo material, volta à matéria de onde fora tomado e o sopro de vida que fizera Adão uma alma vivente, volta a Deus que o deu. Mas Platão, grosseiramente, dividira o indivisível indivíduo em corpo mortal e alma imortal. Com essa jogada ele redireciona o fôlego de vida divino (alma) para o seu mundo idealizado, tirando-o de Deus.  Com isso ele “acaba” com a teologia da ressurreição bíblica, criando a teologia da reencarnação filosófica. Isso foi possível porque ele criou a alegoria de que existe um mundo das formas perfeitas, onde as almas, após a morte da pessoa, lá viveriam mil anos contemplando o que há nesse mundo platônico. Acabados os mil anos a alma reencarna e, a medida que a criança se desenvolve ela relembra o que vira no mundo das formas perfeitas. Por isso, para Platão, aprender é relembrar (anamnese / reminiscência). Nietzsche mostrou a todos ateus e religiosos do planeta que eles seguem Platão e não Cristo ou Deus, embora orem e prestam-Lhes cultos.
Heráclito e Parmênides
          Foram esses dois filósofos Pré-Socráticos que fizeram a discussão e passagem da filosofia da natureza (Physis) para a metafísica. Para Heráclito, o devir, ou movimento da vida e dos astros celestiais, por si só surgiram e subsistem independentemente de um Deus segundo ensina a Torá dos judeus. Já, para Parmênides, o Ser é. Isso significa que há um agente metafísico que criara a vida e o universo colocando-os em movimento, sustentados pelas leis da física que esse mesmo ser que é, criara. Parmênides é o pai da ontologia (estudo do ser). Dessa discussão, a visão filosofia de Parmênides foi adotada pelos filósofos clássicos, Sócrates, Platão e Aristóteles. Paralelamente, os filósofos céticos, camuflados nos labirintos da religiosidade, continuaram, em nome da fé, valorizando a filosofia de Heráclito. Entre os outros, temos o maniqueísta Agostinho (Santo Agostinho) , eliminando Deus e Satanás como sendo personagens literais, passando existir apenas como palavras, bem e mal. O que é o mal nesse contexto agostiniano? O mal é apenas ausência do bem, logo, são apenas forças antagônicas. Assim, Deus e Satanás, deixaram de existir como seres metafísicos, instigadores das práticas do bem e do mal no ser humano.  
Friedrich W. Nietzsche
          Heráclito, filósofo Pré-Socrático e o moderno Schopenhauer, são os filósofos inspiradores da filosofia Nietzschiana. De Heráclito ele pegou a ideia de devir (movimento) e interpretou como movimento vital, nascer, viver e morrer; e de Schopenhauer, captou o conceito de vontade consciente e inconsciente como uma atividade espontânea, onde, cada indivíduo segue a sua em detrimento de tudo mais que possa existir, seja físico ou metafísico. Ambos influenciaram Nietzsche na composição de sua filosofia cética. Por isso, para Nietzsche, Deus não existe, é apenas uma palavra para dar sentido a esta vida que parece não ter sentido. O que literalmente existe é o movimento que provoca o nascer, viver consciente ou não, onde, cada pessoa empenha-se à busca de realizar sua vontade na “transvaloração de todos os valores morais expressos nas literaturas bíblica e filosófica, dados à humanidade via profetas, reis, juízes, filósofos e outros; e, finalmente, a pessoa morre. O mesmo movimento é a causa de tudo o que existe no universo físico que é controlado pela natural “vontade de potência” universal ou cosmológica.  
Sob o intelecto consciente está a vontade consciente ou inconsciente, uma força vital esforçada e persistente, uma atividade espontânea, uma fonte de desejo imperioso. Pode as vezes parecer que o intelecto dirige a vontade, mas apenas como um guia dirige seu amo; a vontade é “o cego robusto que carrega em seus ombros o coxo que vê”. (28) Não queremos uma coisa porque encontramos razões para isso, encontramos razões para isso porque a queremos; podemos até elaborar filosofias e teologias para cobrir nossos desejos. (29) (Will Durant. A Filosofia de Schopenhauer. p, 41 e 42) Ed. TECNOPRINT – RJ
A vida não precisa de alguém para colocar nela um sentido. Viver a vida sem recorrência ao além metafísico já é suficiente respeito a ela que, com a natureza e como natureza, segue a mudança eterna na qual tudo está continuamente em transformação. Para esse tipo forte há um dizer sim à existência, mesmo que tivesse que viver cada momento de uma vida de luta, em um eterno retorno do mesmo. – Para o filósofo alemão, “o mundo não é outra coisa que vontade de poder”. – Não há sujeito em Nietzsche, as forças não são, então, “algo”. São ações, são movimentos que só existem em relação a outros movimentos. – Não existe a coisa em si da metafísica e nem a força em si, já que só faz sentido, em Nietzsche, tratarmos de força sempre em relação a outra força, pois na força em relação é que existe a vontade de potência. (SOUSA, NIETZSCHE: Viver intensamente, tornar o que se é. p. 10 e 11, PAULUS, 2009)
1844. Início do tempo do fim
          O maior movimento religioso mundial do período contemporâneo ocorreu com o deísta norte americano Guilherme Miller que marcou a data do fim do mundo para 22/10 de 1844. Nesse mesmo ano, na Alemanha, em 15/10, veio ao mundo o filósofo que denunciou a todos quais foram os objetivos dos filósofos de todos os tempos e, de quebra, deu aos descrentes e crentes decepcionados pela não vinda de Cristo, como viver uma vida cética e hipócrita sem medo, vivendo a vida intensamente, tornando-se o que se é despreocupado de que existe um Deus criador e moralizador do comportamento daqueles que dizem segui-Lo.  O monoteísmo para Nietzsche é “monótono-teísmo” (SOUSA).
Corpo e razão
          Para Nietzsche o corpo é superior à razão, esta é apenas a serva que organiza como o corpo deve agir para satisfazer seus desejos. Nessa busca por satisfação dos desejos do corpo, o centro de vontade subjetiva quer superar a racionalidade, levando-nos a superar a existência de seres metafísicos (Deus e satanás), nos alienando da certeza de que, através do sacrifício de Cristo e aceitação de seu modelo de vida e fé, teremos um novo recomeço, volta ao Éden que Adão e Eva perderam, ou como dizem os filósofos, mundo do além, ordem metafísica, etc.
Devemos construir nossos novos valores assentados em nossas experiências vitais com relação ao corpo como a nossa maior riqueza e o mundo como aquele que proporciona essa nossa riqueza, a nossa própria vida terrena, a única que temos e livre de qualquer especulação de ordem metafísica. (Sousa, Idem, p, 24)
Adventistas do Sétimo Dia
          Conhecidos como os restauradores de brechas causados nos dez mandamentos, leis de saúde e civil, instituídas por Deus através dos escritos bíblicos, eles sempre buscaram denunciar o que fora feito por céticos e religiosos através da palavra falada, escrita e estilo de vida; mas nos últimos 15 anos, o racionalismo cético-filosófico ensinado nas escolas públicas e universidades, já estão presentes em sua teologia e comportamentos de seus adeptos, artistas adventistas e pastores como em qualquer outra igreja cristã-secular. Onde, seus obreiros (artistas), ousados na arte de quebrar princípios bíblicos e conselhos da conselheira e profetisa Ellen G. White, cobram por seus espetáculos quanto cantam e atuam artisticamente em casas de espetáculos sem nenhuma inibição em usar a expressão corporal e vestimentas que expõem as formas corporais de modo sensual a fim de atrair seguidores e consumidores de seus produtos. Será esse o objetivo da “Nova Semente” e seus idealizadores, Drs. em teologia missionária para o mundo contemporâneo, e alguns apresentadores da N T, que, ousadamente, desafiam a Deus quando divulgam o ceticismo no uso de trajes não cristãos ao apresentarem seus programas, como se lá não fosse uma extensão da igreja? Corrompendo, indiretamente, a fé dos simples adventistas, taxando-os de caretas e ultrapassados. Serão esses os propagadores da mornidão religiosa que corromperiam a verdadeira fé dos cristãos da igreja dos últimos dias (Laodicéia)? Pois, para a filosofia, basta corromper os líderes, aqueles que aparecem e o povo (ovelhas), seguem seus líderes; daí, para a apostasia generalizada, é uma questão de tempo. Será que é chegada a hora de denunciar os pecados e clamar pelo reavivamento espiritual da igreja que precisa pregar o evangelho em todo mundo, denunciando seus pecados oriundos dos ideais céticos? Aqueles que estão de pé cuidado para que não caiam, pois, as profecias apocalípticas estão se cumprindo e o mundo político já elegeram aqueles que parecem ser os agentes que levarão a sociedade mundial a praticar as barbáries da Idade Média contra os que “guardam os mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus”!





sábado, 15 de outubro de 2016

ATEUS E RELIGIOSOS BEBEM NA MESMA FONTE



Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres?
Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. (Mateus, 7:22)

          Ateus são todos os que se opõem total ou parcialmente aos escritos bíblicos. Assim sendo, há ateus mais radicais que outros, onde, uns negam a existência de Deus e a Bíblia como sendo revelação divina; outros, menos radicais, aceitam a existência literal de Deus e parte da Bíblia como sendo Sua palavra revelada, mas negão outras, praticando um tipo de religião conveniente sem se preocupar com a verdade dos fatos históricos, filosóficos, científicos e teológicos. Na citação acima, Jesus esclarece que professar fazer algo em seu nome seja garantia de ser seu seguidor, aptos para herdar a vida eterna.

Religiosos ateus

          Os religiosos judeus e os ateus romanos foram decisivos na condenação de Cristo à morte. Os judeus seguem o Velho Testamento, mas negão o Novo, Jesus como sendo o filho de Deus e a igreja cristã primitiva fundada pelos discípulos e apóstolos do Cristo que fora prometido nas profecias da Torá. Por negarem o Novo Testamento e Jesus, os judeus são religiosos parciais, seguindo o que lhes são convenientes, por serem parciais, eles são ateus religiosos. O filósofo judeu, Filon de Alexandria (10 a.C.-50 d.C.), foi o responsável por divulgar a falácia de que a Bíblia é um livro de contos míticos.
          A igreja Católica Apostólica Romana é politeísta, os escritos bíblicos, Deus e Jesus, como fazem os filósofos, são apenas meios para direcionar seus adeptos a cultuar vários deuses antropocêntricos (invenções dos homens). Os dez mandamentos bíblicos e outras instruções sobre alimentos impróprios ao consumo são ignorados. O Papa se fez representante de Deus na Terra, título atribuído a Jesus Cristo que morreu para ser o intercessor entre os humanos e Deus. Todos os padres são filósofos, conhecimento necessário para questionar a existência de Deus e estabelecer o ateísmo religioso na Terra. Como os filósofos clássicos, em especial Platão, negão Deus em nome do próprio Deus. Por isso denunciou o filósofo Friedrich W. Nietzsche (1844-1900), “cristianismo é platonismo”. Durante os mil anos da Idade Média a igreja Católica mostrou ao mundo quais são suas intenções ao declarar-se autoridade maior do cristianismo e do Estado. Os católicos, principalmente os padres, são os principais exemplos de ateus religiosos, consequentemente, todos os católicos praticantes, conscientes ou não, são ateus religiosos.

          Os cristãos protestantes do período Moderno surgiram por causa dos protestos de alguns doutores católicos que, a exemplo de Santo Tomás de Aquino que questionou a teologia filosófica que Santo Agostinho elaborara para a igreja medieval; eles questionaram os dogmas da igreja que controlava a fé e a política do antigo Império Romano. Esses Doutores estavam fundando um cristianismo mais semelhante as orientações bíblicas, pois, o Cristianismo Medieval passava por pesadas críticas por parte dos políticos que queriam estabelecer uma política nacional independente da mundial liderada pela Igreja Romana. Com essa jogada, alguns doutores católicos fundaram o protestantismo, um tipo de ateísmo-cristão mais próximo aos escritos bíblicos; tiraram as imagens de esculturas de dentro de seus templos e mudaram os rituais sagrados, mas continuaram negando a validade dos dez mandamentos e defendendo o alimentar-se com carnes de animais classificados como imundos. A exceção deve ser atribuída a um seguimento da igreja Batista que se corrompera mais tarde. Assim sendo, os protestantes, como os judeus e católicos, são ateus religiosos.
 
Observação

          Essas jogadas filosóficas são elaboradas pelos líderes fundadores de ordens religiosas, o crente converso geralmente não têm acesso à essas informações, por isso eles saem de Bíblia em punho a caça de novos adeptos enquanto os líderes apenas contam as ovelhas e a grana, adquirindo mais capitais para a cúpula da igreja que fixa seu olhar às coisas deste mundo capitalista. Deus e Jesus para eles, como para os filósofos, são meios para iludir as pessoas. Vamos em frente: 
          Os evangélicos que saíram do meio protestante aceitam o Novo Testamento como livro sagrado, a Jesus como salvador, mas também negam a validade dos dez mandamentos, o abster-se de alimentos imundos e outros prejudiciais à saúde. O que os fazem diferentes dos religiosos modernos são os espetáculos espiritualistas que marcam a dinâmica de seus cultos “expulsando demônios, fazendo curas milagrosas, falando em línguas estranhas e outros ritos não tradicionais”. Por isso, como todos os outros, são ateus religiosos.
          Pelos exemplos dados, qualquer pessoa que queira saber a verdade sobre religiões e denominações religiosas, julgue-a pelo todo da palavra de Deus, consciente de que a verdade nunca está na parte, mas no todo. Deus o Pai e Jesus o Filho são um, logo, separá-los como verdadeiro e falso é uma das maiores contradições dos religiosos.
Guilherme Miller (1782-1849)

          Miller, capitão militar da revolução americana (1812-1815), influenciado pelo racionalismo filosófico tornou-se deísta, isto é, acreditava na existência de Deus, mas não aceitava a Bíblia como sendo revelação divina dada à humanidade. Preocupado por não encontrar a paz de espírito no deísmo, quando voltou dos campos de batalha para a fazenda de seus pais, aos 34 anos de idade, desafiou a Deus: se a Bíblia fosse Sua palavra revelada, que lhe mostrasse evidências e lhe desse a paz que tanto procurara. Com esse desafio em mente debruçou-se às investigações do livro sagrado lendo todos os versículos com o propósito de não prosseguir na leitura até que todo assunto abordado estivesse claro para ele.
Foi esse Capitão deísta o primeiro a interpretar o livro de Daniel e Apocalipse para o mundo contemporâneo. Como tudo é muito complexo para uma só pessoa, uma coisa ele não compreendeu, mas ciente de que estava certo nas interpretações feitas, marcou o dia para a segunda volta de Cristo para 22 de outubro de 1844. Esquecera ele da advertência de Cristo que, daquele dia e hora ninguém saberia. Mas suas descobertas teológicas eram convincentes e não houve ninguém que as contestassem, então, todas as denominações protestantes abraçaram a verdade apresentada por Miller e aguardaram juntos a segunda volta de Cristo! Mas o dia chegou e Cristo não apareceu. Decepção para a maioria dos religiosos que se uniram a Miller. Todos voltaram aos afazeres do dia a dia descrentes na existência de Deus e na veracidade dos escritos bíblicos. Mas Miller e alguns outros que estudaram preferiram admitir que erraram em alguma interpretação, esses reexaminaram com mais cuidado e encontraram o erro; que a data marcada não se referia à segunda volta de Cristo, mas naquele dia começara, no céu, o juízo investigativo, para saber quem dos mortos desde Adão seriam salvos por ocasião da segunda volta de Cristo, o juízo começara pelos mortos chegando aos que vivem. Terminado essa obra investigativa no céu, Cristo voltará!

Ellen G. White (1827-1915)

          Em meio as decepções de alguns e certezas de outros, Deus cumpre a profecia registrada em Apocalipse 19:10 que fala sobre o surgimento de um novo movimento que defenderia a prática de todos os escritos bíblicos e a segunda volta de Cristo; essa nova igreja teria o dom de Profecia, isto é, Deus chamaria um (a) profeta para dirigir espiritualmente esse movimento adventista; Naqueles dias difíceis para o desenvolvimento da fé após a grande decepção, Deus dá o Espírito de profecia à jovem de 17 anos Ellen G. Harmon, após casar-se com Tiago White, Ellen G. White; essa menina sofrera um acidente nas brincadeiras com as colegas da escola, onde, acidentalmente, uma pedra acertou-lhe o nariz, impossibilitando-a de continuar seus estudos. Ellen não aceitou o chamado de pronto, mas Deus prometeu superar sua deficiência caso ela aceitasse, após a primeira visão, relutante, relatou-a em público. Dois jovens, Willian Ellis Foy (1818-1893) e Hazen Foss (? -1893) que haviam recebidos a mesma visão, mas não haviam aceito chamado, estavam presentes, confirmando o relatado por Ellen. Assim, depois de muitos protestos por parte dos descrentes que precisaram ver para crer, Ellen G. White foi reconhecida como a profetisa para a igreja que defende todos os escritos bíblicos como sendo práticas religiosas por parte daqueles que aguardam a segunda vinda de Cristo

Adventistas do 7º dia

          Desse movimento religioso provocado por Miller e o chamado divino à Ellen, organizou-se a Igreja Adventista do Sétimo dia que passou ser a detentora legal das interpretações teológicas de Miller, dos escritos de Ellen G. White e da prática de todos os escritos bíblicos que precisam continuar sendo obedecidos pelos que creem em Deus e aguardam a segunda volta de Cristo. Segundo a profetisa e as revelações do Apocalipse 3:14-22, a igreja de Laodicéia refere-se à igreja Adventista do Sétimo Dia, o último movimento religioso antes da volta de Cristo; mas os adventistas cairiam na frieza religiosa provocada pelo racionalismo científico-filosófico que continuaria trabalhando para anular a fé nos escritos bíblicos, na existência de Deus e o no Espírito de Profecia. Mas bem próximo à segunda volta de Cristo, uma nova revolução religiosa acompanhada de perseguições aos adventistas acontecerá em nível mundial através do movimento ecumênico liderado pelo Papa que se unirá com todos os protestantes modernos e políticos apoiados pela maioria das pessoas que querem silenciar o movimento adventista. Por outro lado, acontecerá um novo crescimento espiritual como fora no início. Isso será provocado pelos religiosos sinceros que, percebendo que foram enganados pelo judaísmo, catolicismo, protestantismo, pentecostalismo, espiritualismos e outros, se unirão aos adventistas para terminar a obra de pregação do evangelho em todo mundo em alto clamor. Em meio à essa última barbárie político-religiosa, Jesus aparecerá no céu acompanhado por miríades de anjos para resgatar os seus seguidores, pondo fim ao drama do pecado!

  

terça-feira, 4 de outubro de 2016

CONSCIÊNCIA DA EXISTÊNCIA - O CAMINHO DA PAZ



          “Penso, logo existo” (Descartes 1596-1650). A minha existência tem sentido quando eu percebo que existo em meio a outros (as) e à muitas outras coisas. Para que essa percepção aconteça nesta vida de busca incessante por ter mais que o necessário, eu preciso de encontrar momentos de ócio para uma autoanálise, percebendo que todas as minhas carências e vitórias depende de minha relação com o outro (a). Esse momento de ócio produtivo voltado a promover um encontro do sujeito com a própria existência em meio a tudo que há, todos as pessoas devem buscar, pois, essa percepção consciente será a grande promotora da valorização pessoal e do outro (a). Assim sendo, quando a maioria das pessoas alcançarem essa maturidade consciente; o orgulho, a antipatia, a ganância, as intrigas, as guerras e a exploração do outro (a) diminuirão, melhorando naturalmente as relações interpessoais! Isso acontecerá porque havendo consciência de minha responsabilidade em relação ao outro, tudo de ruim que até então registrou-se na história dos povos, diminuirá, podendo acabar.      
Política
          Quanto ao político, caso ele percebesse existente no mundo em meio a outras pessoas que serão alcançadas por suas decisões, certamente ele lutaria para dar condições à população desenvolver-se cognitivamente, condição necessária a ter consciência da existência pessoal e do outro. Isso seria possível porque o sujeito percebendo o outro como igual, consequentemente, aconteceria o desenvolvimento harmônico da nação e do mundo, onde, a humanidade teria consciência que o sofrimento do outro afeta todos os habitantes do planeta. Logo, a consciência da existência por parte do político o levaria a perceber todas as outras pessoas como cidadãs. Assim, conscientemente abriria mão de criar ideologias de exploração, e exclusão do outro das benesses do Estado que todos constroem em conjunto. As ideologias de exclusão ainda são práticas comuns no mundo porque os políticos ainda não se perceberam como meios de desenvolvimento para o Estado e das pessoas que o compõem. Por isso as ações políticas são contrárias aos desejos da maioria que sentem enganadas pelo outro que deveria pensar e agir como se eu existisse com todos os direitos e deveres como ele. Mas a maioria das pessoas que se deixam explorar também ainda não perceberam que existem. É justamente essa falta de percepção da existência pessoal a causa de não compreender o desenvolvimento de ideologias que o exclui de seus direitos constituídos. Assim sendo, dominadores e dominados estão carentes de consciência dos valores da existência, por isso continuam agindo como bárbaros, saqueando e promovendo um vale tudo por parte da maioria que se acham no direito de roubar e matar o outro por ganância, surgindo conflitos de todas as ordens político-religiosas, um vale tudo para explorar o outro. Ações bárbaras deveriam ser possíveis apenas entre os animais carentes de consciência. Logo, ricos, pobres, políticos, empresários, religiosos e outros seguimentos sociais que possam existir, através de suas ações no mundo, mostram o grau de sua consciência de existência e valorização do outro quanto agem no mundo.
Religião
          Os líderes religiosos deveriam ser exemplos na percepção do outro como semelhante a si; mas, como os políticos, têm seu olhar limitado ao mundo. Em tese, ensinam que deve amar ao próximo como a si mesmos. Geralmente o político faz política ignorando a existência de um Deus que exige dele amor ao outro, por isso, suas ações de exploração através do Estado e instituições se “justificam”. Mas dos religiosos que agem no mundo e defendem a existência de um Deus que exige que se deve amar o outro, espera-se deles coerência entre o discurso e a praxe. Naturalmente pensa-se que os religiosos têm consciência de sua existência e da do outro. Por isso as pessoas acreditam nos sermões e falas de pastores, padres, e outros líderes espiritualistas, esquecendo que eles também são humanos, capazes de ações corruptas tais como o político que ignora a existência de Deus na administração da coisa pública. É dentro desse jogo político-religioso que os líderes religiosos saem na vantagem, onde, o explorado se deixa explorar em nome de Deus que lhes recompensará na eternidade dando-lhes a salvação por agirem humildemente achando que esse caminho, de ser passivo às explorações, seja o que conduz à salvação. Enganam-se os que assim pensam, pois, o indivíduo consciente de sua existência não pode cair nessas ciladas político-religiosas, uma vez que a salvação não está fundamentada no deixar-se explorar por recompensas divinas. O indivíduo consciente, religioso ou não, deve atuar no mundo buscando o bem para todos, não deixando se explorar, mas denunciando os exploradores, sejam eles políticos ou religiosos.
“Guerras Santas”
          Eis o maior dos enganos das religiões, das políticas públicas e denominações religiosas vinculadas à administração do Estado. Não existe guerra santa, mas de interesses pessoais e institucionais que usam a religiosidade e o Estado para alcançar seus objetivos egoístas, onde, se preciso for, eliminará o outro matando em nome de Deus e dos deuses. A história da humanidade revela-nos que as religiões, em diferentes épocas, se apossaram do Estado para conquistar, alienar, explorar e, se preciso for, matam o outro em nome de Deus. Esse método político-religioso é comum nos dias atuais em diversas partes do mundo e, segundo as profecias bíblicas, por mais absurdo que possa parecer, será utilizado para eliminar aqueles que insistirem pregando  obediência a todos os escritos bíblicos e defendendo a segunda volta de Cristo. Pelo que estamos vivenciando no mundo, essa perseguição e o glorioso evento estão próximos de acontecerem.  
Religião e salvação
          A missão dos religiosos que defendem todo pensamento bíblico como práticas atuais é conscientizar o outro que há uma batalha cósmica entre o criador e a criatura (Lúcifer) que quis ser igual a Deus, e que, essa batalha metafísica-epistemológica-política, têm, como campo de batalha o planeta Terra. É por causa dessa guerra metafísica entre Deus e satanás que os habitantes do planeta encontram dificuldades para conscientizar-se, pois, há um propósito metafísico por parte de Satanás em manter cada pessoa preocupada egoistamente com sigo mesma em detrimento do outro, dificultando a definição do que é a verdade em meio a essa batalha político-religiosa. Queiramos ou não, a ordem estabelecida sobre a exploração político/religiosas existentes atualmente chegará ao fim com a próxima intervenção do Deus nos negócios da humanidade. Nesse dia salvará todos (as) que conscientemente agiram segundo a vontade de Deus expressa na Bíblia. Assim sendo, as atuais técnicas dos religiosos que agem à semelhança dos políticos explorando o outro através das instituições religiosas são práticas contrárias à vontade de Deus. Dentro desse contexto, os religiosos defensores do pensamento bíblico, devem agir como luz entre as trevas morais deste século, não compactuando com as práticas daqueles que ignoram a existência de um Deus que intervirá na história da humanidade através da segunda vinda de Cristo para pôr fim a esse embate cósmico entre o bem (Deus) e o mal (Satanás) que eu e você, admitindo ou não, fazemos parte.