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sábado, 18 de fevereiro de 2017

OS FILÓSOFOS FALSEARAM TODAS AS RELIGIÕES



     Há cinco religiões e milhares de denominações religiosas em todo o mundo. As religiões são: Judaísmo, Islamismo, Hinduísmo, Budismo e Cristianismo. Segundo as informações bíblicas, próximo ao ano dois mil a. C., Deus pediu que a família de Abraão e a de seu sobrinho Ló, com tudo que possuíam, deixassem a região de Ur dos caldeus e fossem para outro lugar, onde, Abraão e Sara, gerariam um filho que seria o fundador de uma grande nação teocêntrica (Israel). O ideal divino era que escrevessem em um livro tudo o que ocorrera no passado: como era o planeta Terra antes de ser organizado para ser habitado, como o ser humano e todas as formas de vida vieram à existência, como surgira o pecado e a corrupção do ser humano, o porquê do dilúvio e a origem dos diversos idiomas. E mais, através das profecias reveladas aos profetas, as nações percebessem que a Onisciência divina está à frente dos fatos que ocorreriam com Israel e todas as futuras nações que precisariam conhecer o poder e amor de Deus, conscientizando-as que Ele está no controle de toda epistemologia. A Bíblia é o livro útil a todos os habitantes do planeta que queiram conhecer as leis do Criador, Seu plano de salvação através da morte de seu filho Jesus e sobre os sinais que indicariam a proximidade da segunda vinda de Jesus Cristo para pôr fim ao mal que satanás semeou entre todas as nações, salvando as pessoas que decidirem fazer a vontade de Deus expressa na Bíblia.
     Com Abraão Deus lançara novas estratégias para fazer-se conhecido através de uma religião estatal e do conhecimento literário que iniciaria com o Gênesis escrito por Moisés que fora educado na corte egípcia quando o povo de Israel fora escravizado por quatrocentos anos. Na ocasião Moisés fugira para a região onde morava Jetro, seu futuro sogro que era sacerdote do Deus Criador. Assim, Deus planejara novos meios para o desenvolvimento da batalha cósmica entre Ele, o bem, que quer salvar e o mal, Satanás, que quer enganar todas as nações como enganara Adão e Eva no jardim do Éden com argumentos falaciosos sobre o caráter de Deus.
Chegando ao local escolhido, disse Deus a Abraão:
Levanta agora os teus olhos, e olha do lugar onde estás, para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra que vês, te ei de dar a ti, e a tua descendência para sempre. (Gênesis, 13: 14 e 15)
Mas havia um problema, Sara era estéril; como Deus prometera que a descendência de Abraão herdaria toda aquela região, ela resolvera apressar o cumprimento da profecia pedindo para Abraão coabitar com sua serva Agar para que gerasse o filho em seu lugar, o que Abraão concordou. Gravida, Agar achou-se no direito de zombar da patroa; diante da situação, Sara exigiu que Abraão a despedisse; mas ele preferiu dar liberdade para a esposa fazer o que bem entendesse, então, ela despediu Agar que saiu de casa; após vaguear por alguns dias um anjo a encontrou e disse-lhe:
Torna-te para tua senhora e humilha-te debaixo de suas mãos. Multiplicarei sobremaneira a tua descendência, de modo que não será contada, por numerosa que será. Eis que concebestes, e terás um filho a quem chamarás Ismael; porquanto o Senhor ouviu sua aflição. Ele será como um jumento selvagem entre os homens; a sua mão será contra todos e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos. (Gênesis, 16:9-12)
     Passado alguns anos, Deus, através de um anjo visitou o casal novamente e reafirmou o pacto dizendo que Sara geraria o filho da promessa, ela sorriu zombando da fala do anjo; Mas Deus interviu fazendo de Sara uma mulher fértil e no ano seguinte Isaque nasceu segundo dissera o anjo. Certo dia Sara viu Ismael brincando com Isaque, nervosa, outra vez, exigiu que Abraão mandasse Agar e seu filho embora. Abraão questionou porque Ismael era seu filho, mas Deus interviu na discussão ficando do lado de Sara, dizendo a Abraão:
Não pareça isso duro a teus olhos por causa do moço e de tua serva Agar; em tudo que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência. Mas do filho desta serva farei uma grande nação, porquanto ele é da tua linhagem. Então se levantou Abraão de manhã cedo e, tomando pão e um odre de água, os deu a Agar; pondo sobre o ombro dela; também lhe deu o menino e despediu-a; e ela partiu e foi andando errante pelo deserto de Beer-Seba. E consumida a água do odre, Agar deitou o menino debaixo de um dos arbustos, e foi assentar-se em frente dele, a boa distância, como a de um tiro de arco; porque dizia: que não veja morrer o menino. Assim sentada em frente dele, levantou a sua voz e chorou. Mas Deus ouviu a voz do menino; e o anjo de Deus bradando a Agar desde o céu, disse-lhe: que tens Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está. Ergue-te, levanta o menino e toma-o pela mão, porque dele farei uma grande nação. E abriu-lhe Deus os olhos, e ela viu um poço, e foi encher de água o odre e deu beber ao menino. Deus estava com o menino, que cresceu e, morando no deserto, tronou-se flecheiro. Ele habitou no deserto de Parã; e sua mãe tomou-lhe uma mulher da terra do Egito. (Gênesis, 21: 12-21)
Judaísmo
     Isaque e sua descendência fundaram a nação de Israel, composta por doze tribos que correspondiam aos doze filhos de Jacó, filho de Isaque. Israel tinha como capital Jerusalém onde ficava o Templo construído por Salomão, filho de Davi. Esse primeiro templo substituíra o tabernáculo construído no deserto enquanto Israel, sob o comando de Moisés, deixara o exílio egípcio para habitar as terras prometidas aos seus antepassados, Abraão, Isaque e Jacó. Em dois anos de caminhada pelo deserto os israelitas chegaram à divisa das terras prometidas; mas, mesmo com a promessa de que Deus o ajudaria, o povo temeu enfrentar os descendentes de Esaú, irmão de Jacó, que habitavam a região; por duvidarem do poder de Deus que os ajudariam conquistar a região, vaguearam mais trinta e oito anos até que todas as pessoas de vinte anos para cima que deixaram o Egito morressem no deserto, exceto Josué e Calebe que entraram na terra prometida. Josué substituiu Moisés na liderança do povo que conquistaria a região, após algumas batalhas e vitórias, os israelitas preferiram fazer alianças que expulsar todos os descendentes de Esaú que não reconheciam o Deus de Israel como o seu Deus.
Mais tarde o reino de Israel fora dividido em dois povos, Israel composto por dez tribos e Judá, por duas. Israel se perdera na história, restando somente Judá que são, ainda hoje, os judeus, fundadores do Judaísmo, de onde, da linhagem do rei Davi, nascera Jesus de Nazaré. Nos dias de Jesus os judeus valorizaram as ideologias filosóficas, tendo-as como superiores às verdades bíblicas que relatam a história de seus pais; as várias escolas filosóficas existentes na época influenciaram na decisão dos judeus que preferiram matar Jesus. Os judeus esperavam que o Messias viesse como rei para reinar no trono de Davi, livrando-os do poder romano, não entendendo que o messias nascera para livrá-los do poder de Satanás que engana todos que ignoram os escritos bíblicos. Os judeus continuam com a cegueira implantada pelos filósofos que enganaram seus pais, pois, ainda hoje, continuam esperando o nascimento do prometido Messias. Caso continuem defendendo essa teologia, Jesus virá pela segunda vez e eles irão se perder como nação, salvando apenas os judeus que aceitarem o Cristo que seus antepassados rejeitaram como sendo o enviado de Deus. 
Islamismo
     A descendência de Ismael também desenvolvera segundo as profecias bíblicas, se tornando uma grande nação do deserto enquanto Israel fora escravo dos egípcios. Assim sendo, os inimigos de Israel eram seus próprios irmãos, as descendências de Ismael e Esaú que preferiram não seguir as instruções bíblicas. Ismael e sua descendência habitaram o Oriente Médio fundando um Estado religioso para os árabes, o mundo islâmico também tem uma religião estatal, o Islamismo. Embora tenham Alá como deus, os islamitas, diferentes dos monoteístas judeus, são politeístas. Alá é o principal deus entre os trezentos e sessenta que compõem o panteão islâmico, onde, para cada grau da circunferência que circula a mesquita, há um deus que tem Muhammad/Maomé como último profeta do Deus de Abraão. Mas Maomé não tem registros entre os profetas bíblicos, apenas no alcorão, livro sagrado dos muçulmanos.    
     Os descendentes de Esaú, irmão de Jacó, enquanto Israel fora escravizados pelos egípcios, eles se apossaram e desenvolveram na região da terra prometida, se tornando os futuros inimigos de Israel quando vieram habitar a região prometida a Abraão, Isaque e Jacó. Como os descendentes de Ismael, os de Esaú também elegeram muitos deuses se tornando politeístas. A função do politeísmo é negar a existência do monoteísmo, o Deus Criador, Suas leis e Jesus como sendo o Salvador. Ainda hoje aqueles povos continuam querendo destruir seus irmãos judeus e cristãos.    
Hinduísmo
     O Hinduísmo surgiu por volta do século VI a. C., é uma filosofia fundada por Confúcio, filósofo Chinês. O confucionismo é uma ideologia sociopolítica de Kung Fu Tzu que tem seu nome gravado na língua latina como Confúcio. O Tao (caminho superior) ensina como ter uma vida equilibrada, satisfazendo a vontade do céu e da terra.
A filosofia do pensador chinês faz uma fusão com outros cultos religiosos da antiguidade chinesa, inclusive os que lidam com deuses imortais, fazendo nascer uma forma de sincretismo religioso. Na China, o confucionismo conquistou milhões de adeptos até o século XX. O confucionismo está presente na China, Japão, Cingapura e Coréia do Sul. Na filosofia de Confúcio não há um Deus, uma unidade criadora. Os confucionistas cultuam os antepassados levando oferendas aos mortos. Há quatro dimensões epistemológicas, o eu, a comunidade, a natureza e o céu. E cinco virtudes essenciais: Amar o próximo, ser justo, ter comportamento adequado, ter consciência da vontade dos céus e cultivar a sabedoria e a sinceridade. As pessoas podem ser bons hinduístas sendo bons cristãos, bons muçulmanos, bons comunistas, bons seres humanos e mesmo bons ateus. Para a filosofia não há um Deus criador e mantenedor do universo, por isso, todas as escolas filosóficas são antropocêntricas.
Budismo
     O Budismo surgiu na Índia Antiga, ele não é só uma religião, é um sistema ético-filosófico que foram fundados por Sidarta Guautama. Isso aconteceu por volta do século V a. C.. É difundido na China, Japão, e no Tibete que hoje pertence à China. O Budismo está fundamentado nos ensinamentos de Buda (Sânscrito, o Iluminado), nome dado ao príncipe indiano Sidartha Guautama após ter atingido o estágio chamado de iluminação. Sidarta teve visões que o motivara a abandonar a família e a fortuna para buscar a verdadeira paz. A essência de seus ensinamentos encontra-se nas quatro nobres verdades: o sofrimento existe; tem suas causas; é possível eliminá-las e qual o caminho para isso. Buda não é considerado um Deus. Os imigrantes japoneses trouxeram o budismo para o Brasil em 1908. A partir de 1951 começaram enviar missionários ao país que fundaram as primeiras organizações. O Budismo, como todas as escolas filosóficas, é antropocêntrico.
Filosofia grega
     Os primeiros filósofos gregos, conhecidos como filósofos da natureza, também surgiram por volta dos séculos VII-VI a. C., o objetivo deles era encontrar um elemento natural que fosse a origem da vida e, se possível, do universo. Por dois séculos eles buscaram esse elemento, mas não o encontraram, forçando os filósofos clássicos Sócrates, Platão e Aristóteles admitirem a existência de um Deus. Para Sócrates deus é uma inteligência superior; para Platão, demiurgo, o manipulador; para Aristóteles, o motor imóvel que pôs tudo em movimento. A admissão da existência de um deus não significa que esses filósofos gregos passaram crer na existência do Deus Criador como ensinavam os israelitas, mas fora um meio para enganar em nome da religiosidade antropocêntrica. A filosofia grega fez a ponte entre o mundo antigo e o Ocidente cristão, fazendo do verdadeiro Cristianismo primitivo fundado por Cristo, seus discípulos e Apóstolos, através da filosofia do mundo das ideias de Platão, um falso cristianismo para a Idade Média, Moderna e Contemporânea. Por isso deduziu Nietzsche, “Cristianismo é platonismo”. Logo, o Hinduísmo, o Budismo e o Cristianismo platônico são religiões antropocêntricas, é comum entre elas o culto aos mortos e crença na imortalidade da alma. Opondo-as, temos as instruções racionais contida na Bíblia, reveladas pelo Deus criador e mantenedor do universo que enviou seu filho Jesus, para salvar quem O aceitar como seu salvador pessoal.
 Cristianismo
     O Cristianismo primitivo foi fundado por Jesus Cristo que descendera da linhagem de Abraão, Isaque e Jacó e seus discípulos. Assim sendo, Judaísmo, Islamismo e Cristianismo Primitivo são religiões oriundas do patriarca Abraão, cujo Deus é o criador de tudo que há na Terra e no universo. No entanto, os filósofos Confúcio idealizador do Hinduísmo; Sidarta Guautama, idealizador do budismo; e Platão, idealizador do mundo das ideias e imortalidade da alma, que Santo Agostinho (454-430 d. C.), com o aval do Papa, colocara como teologia para os cristãos medievais, dando aos futuros cristãos um falso cristianismo. É platônico porque admite a existência, imortalidade e reencarnação da alma segundo idealizou Platão para corromper a palavra de Deus contida na Bíblia, onde, a pessoa é composta de matéria e sopro divino, que, ao morrer, tudo perece, mas um dia ressuscitará. Logo, não existe uma alma imortal que sai do corpo para habitar no mundo das ideias inventado por Platão. Segundo a Bíblia, todos os seres humanos irão ressuscitar em duas etapas; a primeira, a dos salvos, ocorrerá na segunda volta de Cristo; e a segunda ocorrerá após mil anos da primeira, na segunda, os perdidos irão ressuscitar para ver as oportunidades que perderam enquanto viviam, após serem julgados receberão a condenação eterna, morrerão queimados para nunca mais serem lembrados, marcando o reinício da paz que havia no Éden antes do pecado de Adão e Eva! Todas as denominações religiosas existentes hoje são descendentes das religiões mães. Logo, todas elas são falsas porque seguem os ideais filosóficos que falsearam a teologia bíblica, dando às nações, instituições religiosas antropocêntricas para enganar todos os povos em nome de Deus e dos deuses.
Dias santos
     O sábado, dia santificado por Deus, é o sinal indicador de quem adoramos como Deus. Os outros dias foram falseados pelos inimigos de Deus, sejam eles homens ou Satanás. Os judeus continuam descansando no dia de Sábado; Mas, como mataram o enviado de Deus, perderam o status de povo escolhido por Deus. Os politeístas muçulmanos, para ser contrário ao Deus de Israel, elegeram as sextas feiras o dia santo semanal. Os cristãos primitivos, como os judeus e Jesus, descansaram no sábado segundo ensina a Bíblia; Mas, na Idade Média e posteriores, o sábado foi mudado para o domingo para ficar em harmonia com os ideais filosóficos que são contrários aos bíblicos. Assim sendo, todas as antigas religiões e denominações religiosas criadas a partir do segundo período da Idade Média, Moderna e Contemporânea, são falsas porque preferiram os ideais filosóficos que os escritos bíblicos; exceto os Adventistas do Sétimo Dia que surgiram da grande frustração religiosa de Guilherme Miller e os que esperaram a segunda volta de Cristo em 1844.   
  Adventistas do Sétimo Dia
     Os adventistas surgiram na América do Norte para resgatar toda verdade bíblica que fora corrompida ao longo de toda história da humanidade.  Em posse de todo contexto bíblico, à luz do Espírito de Profecia concedido por Deus à Ellen G. White, se organizaram como instituição religiosa em 1863 para destruir as estratégias de Satanás que enganara e continua enganando em nome do racionalismo filosófico e das falácias religiosas admitidas por todas as religiões e instituições religiosas; fazendo o último convite de salvação à humanidade que está envolta em todas as formas de enganos. Alertando para que todos reconheçam a lei de Deus como suprema aos ideais filosóficos. No entanto, o racionalismo filosófico acadêmico já está corrompendo os atuais Adventistas do Sétimo Dia que estão preferindo fazer alianças que seguir todas as instruções bíblicas e conselhos do Espírito de Profecia concedido à Ellen G. White no princípio do movimento. Como revelam as profecias bíblicas, os Adventistas do Sétimo Dia também seriam enganados pelas vãs “teologias” que surgiriam nos últimos dias para, se possível for, enganar até mesmo os escolhidos.  O racionalismo filosófico está presente nas escolas de ensino médio, graduações e pós com a missão de estabelecer definitivamente o ateísmo no mundo. Não que os adventistas vão santificar o domingo e transgredir outros princípios explícitos na Bíblia; mas, semelhantes aos israelitas que preferiram fazer alianças com os infiéis descendentes de Esaú, eles estão adotando os costumes e moda dos infiéis, seus ideais capitalistas que explora o outro através de suas instituições educacionais, da religiosidade para manter seu império aos obreiros que possuem status de políticos do Estado, mantendo as benesses às elites da igreja, dificultando que os pobres da igreja entendam o processo, que sejam apenas financiadores, etc. Nesse contexto, como fica a pregação do evangelho em todo o mundo se a cúpula da Igreja atual prefere fazer ciência convencional?  
Eu sei as tuas obras, que não és frio nem quente. Tomara que fora frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei de minha boca. Como dizes: rico sou e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu ) aconselho que de mim compres ouro provado no fogo para que te enriqueças, e vestes brancas para que vistas e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os olhos com colírio, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amos; sê, pois, zeloso, e arrepende-te. (Apocalipse, 3: 15-19)
“Por quase seis mil anos” Satanás trabalha para manter todos, filósofos e religiosos no engano, conduzindo todos a ter o mesmo fim que ele. Que farão os adventistas do sétimo dia? Continuarão financiando essa cúpula morna da igreja ou irão se levantar contra esse desvio de missão? Há profecias que diz que nos últimos dias muitos irão se levantar para terminar a missão em nome de Deus, provocando uma sacudidura na “cúpula da igreja”. Entendo que esse dia chegou! Quem, movidos pelo Espírito Santo, irá empunhar a tocha da fé para terminar a missão, usando seus recursos, tempo e talentos nesse mundo globalizado e conectado? Atenção, JESUS EM BREVE VOLTARÁ!   





sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O CORPO É SUPERIOR AO CÉREBRO?



“O corpo é a grande razão”
(Nietzsche)

“Penso, logo existo”
Descartes, René

     A época contemporânea (séculos XX e XXI) é marcada por constantes mudanças, esses movimentos têm origem na popularização do conhecimento acadêmico e acesso à internet pelas pessoas de todas as camadas sociais. Nesse processo, tradições culturais e religiões que eram tidas como verdades absolutas, estão sendo questionadas e derrubadas a marteladas. A sociedade mundial do século XXI dá indícios de que grandes mudanças continuarão ocorrendo no mundo político, social, religioso e epistemológico. Isso acontece porque o conhecimento liberta o ser humano, despertando-o pela busca de entender sobre as origens da vida, do porque da morte, e de tantas barbáries ocorridas nos meios político-religiosos, pois, para aqueles que pensam, não há lógica em nascer, viver, envelhecer, brigar e morrer em um universo que é harmônico, perfeito e eterno como ensinam e atestam os cientistas, as religiões e denominações religiosas. Logo, esse movimento antropocêntrico contemporâneo, fará a verdade e as mentiras aparecerem, desmascarando os enganadores, revelando o que, ou quem é a verdade absoluta. Não há volta, as gerações deste século vão se aperfeiçoar em direcionar sua ousadia em questionar e quebrar paradigmas e tradições estabelecidos pelos dominadores dos períodos passados. As ideologias dominantes nascem na mente de filósofos, religiosos e políticos gananciosos e corruptos que preferem escravizar que dar ao outro as devidas condições para alcançar autonomia. Com essa ousadia generalizada, muitas falácias que pareciam ser verdades serão quebradas a qualquer custo; desse contexto, a verdade e mentira aparecerão em lados opostos, às claras, dando condições para cada indivíduo fazer suas escolhas conscientemente.
Razão e sensações
     Os seres humanos agem baseados nas informações captadas do meio em que estão inseridos, são os sentidos que captam o mundo à nossa volta. As decisões são tomadas baseadas nessas informações que chegam ao cérebro que as fazem ressoar por todo corpo, alterando, muitas vezes, a frequência cardíaca. A razão ou cérebro é ativado pelas sensações, mas as decisões podem ser tomadas baseadas apenas nas sensações sem consulta prévia ao cérebro; por isso, mais erramos que acertamos. Assim sendo, justifica-se o conselho bíblico: “Dá-me, Filho meu, o teu coração e os teus olhos observem os meus caminhos”. (Provérbios, 23: 26) Nossos sentidos (visão, tato, audição, olfato e paladar) captam o que há no mundo e o cérebro interpreta, mas, na hora de tomar a decisão, entra em ação a vontade que quer satisfazer os desejos carnais do sujeito. Nesse jogo, as sensações que impactam todo o corpo, desperta a vontade que vai lutar contra o cérebro que quer avaliar as alterações corporais para proteger o indivíduo que precisa tomar decisões para que estas não sejam contra si mesmo: (Mato ou não meu opositor? Ofendo ou não quem me ofendeu? falo ou não mal de meu colega e ou inimigo? Minto ou falo a verdade? Traio ou não minha esposa ou esposo? Roubo ou não o que não me pertence? Uso ou não essas roupas? Adoto ou não as expressões corporais, o figurino e os ritmos dos artistas mundanos quando toco meu violão para acompanhar o meu louvor? Corto ou não meus cabelos? Sigo ou não as instruções bíblicas defendidas por Jesus? Nessas situações e outras que chegam a nós, como agiria Jesus?) Geralmente a razão perde para as sensações que prefere agir pelo impulso cardíaco favorecendo a vontade do indivíduo sem levar em conta as influencias boas ou ruins consideradas pelo cérebro. Logo, o sujeito, como o Jonas da Bíblia, faz o mal feito consciente de que está errando, isso acontece porque ele (a) está em busca da realização pessoal, por isso ignora os conselhos bíblicos, o outro e as consequências; a maioria anula sua racionalidade porque prefere pensar em si mesmo, optando em satisfazer a vontade que satisfaz os desejos do corpo em detrimento da razão que deve ser consultada para avaliar os prós e contras antes de tomar as decisões. Desse contexto surgem os alienados, pessoas que agem para satisfazer a sua vontade. Infelizmente, muitos graduados e pós-graduados “continuam sendo guiados pelas sensações sem o aval da razão”, fazendo-se ícones na arte de enganar através da religião, da política, do direito, da psicologia, da filosofia, da teologia, de reportagens sensacionalistas etc., fazendo da maioria das pessoas, massa de manobra para alcançar popularidade e vantagens pessoais. Lembre-se, Deus é misericordioso e quer nos ajudar a vencer todas as nossas fraquezas, basta, como fez Jonas, pedir!     
Líder e seguidores
     Seguir é mais cômodo que liderar. Acreditar é mais fácil que estudar. Viver despreocupado (a) sem pensar por si mesmo se está ou não agindo corretamente é o grande objetivo dos que se realizam sendo seguidores. Mas quem é o outro que eu elegi como meu líder? Tratando-se de autonomia e salvação, diz Jesus Cristo em João 5: 39:
Examinai as escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.  E João 15: 14: Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
Assim sendo, cada um, seja líder ou seguidor, necessariamente, tem que ser autêntico, dependendo apenas do poder do Espírito Santo, o representante de Cristo àqueles que buscam encontrar a verdade para segui-la. Então, cuidado, pois, aqueles que se realizam em quebrar princípios e morais bíblicas a fim de tornarem líderes de algum rebanho podem estar errados, levando outros (as) pelo mesmo caminho.
Trajes masculinos e femininos
     O objetivo das vestes, sejam elas masculinas ou femininas, sempre foi, em todas as épocas passadas, cobrir a nudez e proteger o corpo do frio e outros possíveis meios de agressões. A diferença entre roupas masculinas e femininas dava-se em pequenos detalhes, como por exemplo, na cor do cinto do manto que cobria todo o corpo de homens, mulheres e crianças. Ao longo da história, os modelos e como diferencia-los entre o feminino e o masculino mudavam, mas o objetivo do vestir-se não era alterado. A partir do período Moderno, o objetivo de apenas proteger o corpo perdeu-se.
A calça cumprida para as mulheres foi criada no século XVI pelo veneziano Pantaleoni. A partir de 1920, através do cinema americano, as calças mais largas, parecidas as dos homens, passaram a ser sinônimo de elegância e nos anos 60, 70 e 80, passaram por mudanças radicais, chegando ao que temos hoje. Atualmente se veste com o objetivo de expor a sensualidade do corpo, hoje, com as novas tecnologias, novos tecidos que se moldam às formas do corpo exigiu o profissional da moda, ele vai usar toda essa tecnologia para vestir homens e mulheres para sentirem-se cada vez mais nus através do jeito de cobrir e proteger o corpo, pondo em evidência as partes mais sensuais, exibindo o formato da bunda e órgãos sexuais o mais próximo da realidade possível, que seja um constante convite às relações sexuais irresponsáveis tais quais os animais irracionais.  
     O processo para os homens ser parecido às mulheres começou na mesma época. Para os adventistas da América do Sul, o uso de cabelos longos pelos homens começou com o grupo Heritage Singers, seguidos por alguns dos membros do quarteto de A Voz da Profecia, King’s heralds e alguns jovens mais ousados da igreja, estendendo a algum jovem pastor. Assim sendo, entende-se, que, é a partir da influência desses ousados quebradores da cultura e princípios que os cabelos longos e outros costumes femininos estão sendo adotados pelos homens. O foco atual está direcionado em fazer que as calças dos homens tenham o mesmo formato e objetivo que a das mulheres, estar colada ao corpo de cima a baixo, exibindo a realidade do formato do corpo e órgãos sexuais. Atualmente, todo esse mundanismo é aceito como prática normal para os que professam seguir Jesus Cristo, inclusive no meio adventista.  
     Atualmente, com os meios de comunicação, a pregação do evangelho em todo mundo deveria acontecer bem mais rápido. Mas há agravantes que retardam a missão, isto é, as mídias não substituem o poder do Espírito Santo, logo, entende-se, que, aqueles que vivem do evangelho e adventistas em geral precisam ser coerentes (agir segundo a luz da Bíblia e do espírito de Profecia), caso contrário, iremos demorar muito mais porque nos falta coerência entre o saber e o agir; já parou para pensar que é desse pequeno paradoxo que muitos dos que professam seguir Jesus acabam negando o poder do evangelho? Para o racionalismo filosófico as incoerências revelam o quanto o indivíduo é confuso, contraditório, falso e ignorante. Não podemos esquecer que o Espírito Santo agirá onde não houver confusão, caso ignoremos a luz bíblica, poderemos até nos realizarmos trabalhando como missionários, mas pouco ou nada o Espírito Santo poderá agir para o bem do ouvinte e do mensageiro.
Desafio evangelístico mundial
     O maior desafio para falar do evangelho em todo mundo através do poder do Espírito Santo em alto clamor é ser coerente entre o que sabemos ser a verdade e a prática da mesma. Caso contrário, seremos apenas sinos que retinem. Os missionários, obreiros e voluntários que vão às outras terras precisão respeitar a cultura desses povos; caso elas coincidam com as nossas, devemos ter o cuidado para não semear dúvidas e incoerências através da verdade pregada e o jeito de ser, principalmente no modo de se vestir, do que comer e agir como seguidor de Cristo; porque, para muitos, será confuso entender os paradoxo porque o cérebro é naturalmente coerente. Na hora da reflexão, de tomar decisões racionais e coerentes a favor de seguir as instruções bíblicas, com certeza, as pessoas detalhistas consultará o cérebro e vão questionar os missionários baseados no que ele viu e ouviu, se eles são ou não coerentes.        



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

DEUS EXISTE - JESUS SALVA - E A LEI CONDENA - QUEM SERÁ SALVO?



Primeira religião teocêntrica

     A primeira religião bíblica foi organizada por Deus através de Moisés quando o povo de Israel deixou a escravidão egípcia e caminhava pelo deserto rumo à terra prometida, Canaã. Antes de Israel Deus elegera patriarcas para representa-Lo entre as outras famílias. Israel foi composto por doze tribos; quando o povo de Israel foi dividido em dois, dez tribos ficaram sendo Israel e duas Judá, os judeus. Nessa época, por volta de 1500 a.C., através de Moisés que era letrado, a Bíblia começou ser escrita. A única parte da Bíblia que Deus fez questão de escrever em tábuas de pedras foram os dez mandamentos de Sua lei dada a Moisés no monte Sinai.
Quando Jesus nasceu somente os judeus existiam como povo, Israel se perdera na história e os judeus já haviam assimilado o racionalismo filosófico greco-romano, juntos questionaram os ensinamentos de Cristo que nascera segundo indicavam as profecias bíblicas. Como Jesus tinha uma mensagem contrária ao politeísmo greco-romano, os líderes político-religiosos preferiram mata-Lo que segui-Lo como fazia grande parte da massa. Nos dias de Cristo já haviam muitas seitas religiosas e filosóficas além do judaísmo. Aceitar Jesus como salvador é legal, mas segui-Lo segundo as instruções bíblicas que é o X da questão, pois, naturalmente, como afirmam Schopenhauer e Nietzsche, o ser humano prefere fazer sua vontade expressando-a através do corpo, a grande razão que resiste submeter-se à vontade de Deus. 
                                                                                                            Provas lógica e empírica sobre a existência de Deus 

     Filósofos e outros céticos enganam a si mesmos e quem neles acreditam, “são cegos guiando outros cegos”, segundo Cristo, “todos cairão na mesma cova.”
Primeiro: filósofos e cientistas são pessoas que se julgam as mais sábias. Como admitir e entender que pessoas deste gabarito preocupar-se-iam com o que não existe? No entanto, eles fazem desta contradição uma ciência aparentemente verdadeira para, se possível for, enganar a todos, forçando-os acreditarem na não existência de Deus que eles dizem não existir. Então, pergunto: Como é possível um Deus que não existi perturba-los dia e noite?
Segundo: o que de fato não existe não chega à nossa mente ao ponto de nos preocuparmos para criar hipóteses, métodos e ferramentas para provar que o que não existe não existe de fato. Logo, logicamente pensando, Deus existe ao ponto de perturbar todas as pessoas pensantes, que se preocupam com sua passagem por esta vida e futuro além morte.  
Terceiro: Jesus nasceu de mulher como qualquer pessoa; mas sua fecundação teve a participação metafísica, Deus usou o útero de Maria para gerar Jesus como um bebe que nascera e desenvolvera como qualquer criança. Dos doze aos trinta anos de idade Jesus foi carpinteiro ajudando José, seu "pai" terrestre. Na maturidade, consciente de sua missão, estivera cara a cara com Satanás como Adão e Eva; mas não cedeu às suas tentações defendendo-se com o que está escrito na Bíblia (mateus 4: 1-11); após três anos e meio de seu ministério foi preso, julgado e condenado à morte, foi crucificado e sepultado; mas no terceiro dia ressuscitou; após ser visto por muitos durante quarenta dias, ascendeu ao céu aos olhos de muitas pessoas. Como até hoje a ossada de Cristo não foi encontrada em seu túmulo, é uma prova empírica que Jesus é Deus, logo, Deus pai, filho e espírito Santo existem. Após cumprir com sua missão Ele foi interceder e preparar-nos lugar e voltará para pôr fim à história do pecado! Logo, ele é o cordeiro de Deus que pode perdoar os pecados de quem O aceitar como salvador pessoal, capacitando-nos a viver em harmonia com a vontade de Deus expressa em sua palavra (Bíblia), não nos conformando e compactuando com os costumes dos mundanos que ainda não compreenderam o plano de salvação.

Religiões ou armadilhas diabólicas?

     A estratégia de Satanás é corromper todos os propósitos de Deus para alcançar seus objetivos, que são: dar aos seres humanos o mesmo final que ele, a perdição eterna e o não retorno ao Jardim do Éden que Adão e Eva perderam por preferir duvidar da palavra de Deus. Como não poderia deixar de ser, Satanás, através de espertalhões, continua inventando denominações religiosas e reformulando teologias para enganar em nome de Deus e da fé como ocorreram em todos os períodos da história, e, pelos exemplos do passado, é o que ele está fazendo com a sociedade contemporânea enganando-a em nome de Jesus, fazendo o povo pensar que professar popularmente ter aceito a Jesus através de uma igreja qualquer a salvação e o sucesso financeiro estão garantidos. Mas ninguém será salvo no pecado, transgredindo as leis e instruções de Deus que têm como objetivos mudar, através do Espírito Santo, nossa natureza carnal para espiritual, fazendo que os conversos tenham prazer em fazer a vontade de Deus e não a sua e a de Satanás.    

A lei de Deus

     Jesus salva; mas a lei condena. Então, como poderá o ser humano ser salvo, se, por princípio, os salvos não podem transgredir as leis de Deus? Eis o X da questão! Assim sendo, as cinco religiões e as denominações religiosas que negam a validade da lei de Deus dizendo que Jesus a anulou, estão a serviço de quem? E aí, a quem ouviremos, a Deus ou Satanás? Entendes porque o mundo está indo de mal a pior? O que é sagrado para Deus os homens ignoram preferindo o inventado pelo homem.  Quem você adora em sua igreja, as imagens de esculturas ou Deus? Em qual dia sagrado, no sábado bíblico, no domingo cristão ou na sexta-feira muçulmana? Disse o Deus de Israel: Eu sou o Senhor teu Deus que te tirei da terra do Egito, Não terás outros Deus diante de mim. – Seis dias trabalharás e fará toda tua obra e santificarás o dia de sábado porque eu criei tudo em seis dias e no sétimo descansei. Você come carne de porco? O Deus de Israel diz que essa e algumas outras carnes são imundas (Levíticos 11). Falando em grana, o dízimo e ofertas voluntárias também foram criações de Deus para manter o Estado de Israel, consequentemente, de sua igreja contemporânea para custear a pregação do evangelho em todo o mundo; que, por princípio lógico, não pode ser mais que uma. Percebeu como é fácil separar o falso do verdadeiro? Mas a questão é: quem quer saber da verdade segundo os escritos bíblicos ou palavra de Deus? Poucos querem porque exige renúncia do próprio eu. Logo, o eu é meu principal adversário porque Satanás sabe fazer o jogo da valorização do eu em detrimento do sagrado, priorizando o eu que se realiza com a exaltação.

Adventista do Sétimo Dia

     Dentro do contexto da história cristã, a Igreja Adventista do Sétimo Dia se alinha aos princípios bíblicos; mas isso não significa que ser membro desta igreja é garantia da salvação, significa que você deu o primeiro passo para matar o seu eu fazendo a vontade de Deus sujeitando-se os princípios bíblicos e conselhos do Espírito de Profecia dados à igreja através da profetisa Ellen G. White. Como aconteceu com o povo de Israel acontecerá também com os adventistas; com certeza Satanás está infiltrando pessoas de influência no meio para corromper os princípios bíblicos e conselhos da profetisa a fim de enganar, se possível, até mesmo os escolhidos. “Nova Semente” ou novo modo de ser adventista é uma das estratégias de Satanás para corromper desvalidando princípios bíblicos e do espírito de Profecia que fazia os adventistas diferentes dos mundanos quanto ao modo de se vestir, estilos musicais, usos de maquiagens extravagantes que prioriza o eu e não a modéstia cristã e novas interpretações teológicas captadas apenas pelos ouvintes atentos. A TV Novo tempo tem espaço para os dois seguimentos fáceis de serem percebidos pelo telespectador em busca da verdade e não do modismo teológico que quer negociar em nome de Jesus e da igreja. Quem conhece o Apocalipse sabe que a igreja Adventista do Sétimo Dia representa o sétimo período da igreja cristã, conhecido como igreja de Laodiceia (Apocalipse 3: 14-22). Essa mornidão chegou à igreja via racionalismo filosófico.

Filosofia/ Neide Coelho Boëchat

                                      “Não escutem as minhas falas, mas o logos” (Heráclito)

Se situarmos o início da era contemporânea no alvorecer do século XX, não podemos deixar de considerar o peso da herança deixada por aqueles que Paul Ricoeur distingue como os “filósofos da suspeita”, a saber: Marx (1818-1883), para quem “a religião é o ópio do povo”; Nietzsche (1844-1900) para quem “Deus está morto” e Freud (1856-1939) para quem “a religião é uma ilusão”. (Deus entre a Filosofia e a Teologia Contemporânea. Pg. 19, Ed. Appris, Curitiba 2014)
     São esses os principais filósofos influenciadores da sociedade contemporânea estudados em todas as universidades do mundo através dos mestres e doutores que aplicam suas conclusões como se fossem verdades absolutas.  Na verdade o filósofo não cria filosofias, ele apenas analisa o comportamento social e divulga através da escrita e as pessoas as têm como verdades, isso acontece porque o filósofo explora o que já é prática comum e as pessoas aceitam como verdade a ser ensinada nas universidades, igrejas e botecos que passam a ser estimuladas no dia a dia. Com essa estratégia o Deus bíblico, suas leis e advertências vão sendo anulados naturalmente. Nesse jogo, os noviços acadêmicos sentem-se ousados na arte de questionar o sagrado priorizando fazer a vontade do homem que a de Deus. Por isso a igreja dos últimos dias está cega, nua e morna, carente do Espírito de Deus. Mas isso ainda não é o fim é apenas o início da decadência religiosa dos últimos dias. Nesse contexto, não adianta fundar outra igreja como sendo a verdadeira uma vez que a Bíblia diz que essa será a última até a volta de Cristo. A mesma profecia diz que haverá um reforma espiritual causado pelos muitos sinceros que se unirão a igreja Adventista do Sétimo Dia para terminar a tarefa de pregar o evangelho em todo o mundo, condenando os pecados que se cometem em nome de Deus, purificando e preparando a igreja para o encontro com Cristo nas bodas do cordeiro!

Vestes masculinas e femininas

Como a polêmica está grande vou me posicionar com a visão filosófica.

Se atualmente as mulheres cristãs (Adventistas do sétimo Dia) podem vestir-se com trajes masculinos e os teólogos defendem como sendo prática legalmente cristã; por que os homens não podem trajar-se de vestes femininas sem ser um escândalo para as mulheres e a igreja? Com certeza os críticos usariam Deuteronômio 22: 05 para fundamentar sua fala ou aversão. Por acaso não estamos defendendo ou nos conformando com uma teologia da conveniência racionalista francesa? A questão que deve me preocupar é: estou apta (o) a estar na presença do Cristo que irá me julgar segundo o que está escrito na Bíblia? Então, o mais lógico, em vez de me preocupar em defender o duvidoso por que não optar pelo explícito como sendo o correto? No contexto filosófico contemporâneo, a vontade e o corpo são mais apreciadas que as qualidades da mente pensante. Logo, a maioria das pessoas, de alguma forma, prioriza demonstrar sua vontade através do corpo que precisa ser valorizado, satisfazendo e elevando o ego pessoal.
Alguns interpretam a passagem acima aplicando-a ao homossexualismo e não ao simples vestir-se. Nesse caso a situação das irmãs ficam pior. Se eu pôr um vestido ou uma calça feminina e entrar na sala para lecionar, com certeza todos irão dizer em alto e bom som : o professor virou gay e irão zuar o barraco; mas, caso eu continue nessa prática, em poucos dias todos irão me aceitar como sendo efeminado. Muitas mulheres usam calças masculinas e não são homossexuais, mas as mulheres homossexuais usam calças masculinas porque são lésbicas e agem como tais. Atualmente as mulheres estão, devido às circunstâncias sociais, assumindo o papel de provedora da família, e nessa, sem que elas notem, já estão assumindo os costumes e trejeitos masculinos mesmo sendo mulheres. Logo, às mulheres adventistas, lhes restam abandonar a aparência do mal.

Saiba mais sobre as estratégias filosóficas de todos os tempos para anular Deus do consciente humano adquirindo o livro (FILOSOFIA X BÍBLIA – UM PROBLEMA MILENAR – O-TODO SOLUÇÕES EM PERSPECTIVA) de minha autoria; através do Email: isaiasribas_filosofia@hotmail.com ou pelo facebook Isaias Correia Ribas.

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Obrigado e sucesso na conquista de seus ideais!

domingo, 1 de janeiro de 2017

PADRES E PASTORES PREFEREM NIETZSCHE - NÃO À BÍBLIA



Resumo
Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900) é o filósofo mais influente na arte de moldar a sociedade Contemporânea à sua filosofia que tem como objetivo priorizar a vontade e o corpo em detrimento da razão e dos escritos bíblicos, que foram, nas idades Moderna, Medieval e Antiga, a controladora das emoções e da vontade que eram reprimidas racionalmente no corpo através dos princípios bíblicos, da moral religiosa, corporações civis e militares do Estado. Segundo Nietzsche, as pessoas de todas as épocas sempre preferiram exaltar as expressões corporais que as qualidades da razão (cérebro). E não é que ele está conseguindo provar sua hipótese alinhando ateus e religiosos aos seus ideais filosóficos, fazendo muitas pessoas exaltar-se, fazendo que o corpo seja cultuado pelo eu e pelos outros, satisfazendo seu ego quando admira a si mesmo ou quando ouve elogios e admiração de outros (as). Nessa, os escritos bíblicos, os deuses e Deus estão perdendo o status para o sujeito que quer ser o centro das atenções a qualquer custo.


Palavras chave: católico, protestante, ceticismo, Deus e filosofia.

A fé em Deus decai
     O ideal pela independência das nações europeias de 1.500 põe fim à ditadura religiosa e ignorância dos povos mantidos pela igreja Católica Apostólica Romana. Para não perder o controle dos povos através da fé na teologia da igreja romana, alguns padres, doutores da igreja, criaram um movimento protestante de fachada; eles tiraram as imagens de escultura de dentro das novas igrejas, mudaram os rituais de cultos e a arquitetura dos templos; mas continuaram transgredindo os mandamentos de Deus. Isto é, deixaram o culto aos deuses greco-romanos (politeísmo), mas continuaram negando e transgredindo os mandamentos do Deus bíblico (monoteísmo). É bom ressaltar que a igreja romana é a fiel parceira e detentora do conhecimento filosófico que surgiu na história em VII-VI a. C.. Logo, ambos possuem o objetivo de eliminar o Deus bíblico do consciente humano, e nada melhor do que fazer isso em nome do próprio Deus. Platão (IV a. C.), através de sua filosofia do mundo das ideias, é o exemplo máximo de que é possível, através da fé, direcionar e redirecionar o crente que insiste em não valorizar o conhecimento Bíblico e escolar (formal).    
O deísta Guilherme Miller
     Deísta é a pessoa que acredita em Deus, mas não aceita a bíblia como sendo revelação de Deus à humanidade. Guilherme Miller alistou-se como soldado voluntário para a guerra Anglo-Americana de 1812 e saiu como capitão em 1815; ele foi testemunha ocular quando os norte-americanos esmagaram um número superior de soldados ingleses – “um fato que ocasionou uma vira-volta em sua vida”. (Joan Francis)
Terminada a guerra Miller voltou à sua fazenda, mas seu estado espiritual estava ruim, o deísmo não lhe trazia paz, como caíra no niilismo (vazio), desafiou a Deus falando consigo mesmo, ou seja, orando; iria ler a bíblia em busca de resposta dos porquês de tantas desgraças e injustiças no mundo. Com esse propósito desafiador em mente iniciou a leitura da Bíblia com a decisão de não prosseguir na leitura  até que cada verso estivesse claro em sua mente, em concordância com todo o contexto estudado. Os livros de Daniel e Apocalipse, pela quantidade de símbolos proféticos, foram os mais desafiadores, de modo especial o relato de Daniel 8: 14. Miller interpretou a profecia e ficara eufórico e agradecido a Deus por ter-lhe comprovado que a Bíblia é uma carta revelada de Deus à humanidade. Pelas interpretações feitas, pensara ter encontrado o dia da segunda volta de Cristo para pôr fim a todo sofrimento e injustiças entre os homens. Com todos os cálculos feitos e refeitos, procurou os pastores protestantes mostrando-lhes suas novas descobertas bíblicas, nenhum deles contestou as conclusões de Miller, pelo contrário, abriram suas igrejas ao novo converso e pregador. Em poucos anos Miller convencera todos os protestantes e religiosos em geral que Cristo voltaria no dia 22/10/1844. Mas o grande dia chegou e Cristo não apareceu, decepcionados, a grande maioria dos religiosos caíra no vazio, no niilismo. É o início da descrença em massa por parte dos religiosos; a fé de muitos acabou levando-os a abandonarem suas congregações. Mas Miller e um pequeno grupo preferiram investigar para ver onde erraram, descobrindo que falharam quando ao evento, que nessa data, no céu, iniciara o juízo investigativo para ver quem dos mortos desde Adão seriam salvos; e não a segunda vinda de Cristo para dar-lhes a recompensa.
Entre esses novos investigadores encontrava-se a família metodista de Roberto, sua esposa Eunice e as filhas gêmeas Ellen e Elisabete Harmon. Ellen, aos dezessete anos é chamada por Deus para ser a nova profetisa desse novo movimento religioso que iniciara após a grande decepção de 1844. Antes de Ellen, Deus chamara dois jovens que rejeitaram a missão. Mais tarde Ellen casou-se com Tiago White, passando ser Ellen G. White, a profetisa da igreja Adventista do Sétimo Dia que iniciara com esses que não perderam a fé diante das decepções religiosas. Mais tarde descobriu-se que a decepção de 1844 estava profetizada em Apocalipse 10: 9-11. Onde, o que na boca era doce como mel (a data marcada para a volta de Cristo 22/10/1844); no ventre (a não vinda de Cristo) tornou-se amargo como fel. Logo, a igreja Adventista do Sétimo Dia surgiu para levar à humanidade de volta às praticas das leis divinas que foram alteradas nas Idades Média e Moderna, anunciando às nações a última mensagem de Deus, lembrando-as que o breve retorno de Cristo será uma realidade para o mundo contemporâneo.
Movimento filosófico
     O ceticismo filosófico elaborado pelos gregos, Santo Agostinho resumiu-os na filosofia dos maniqueístas e imortalidade da alma de Platão que o próprio Agostinho usara para compor o cristianismo Medieval. A oposição e fim do cristianismo maniqueísta-platônico foram possíveis a partir das cruzadas medievais ocorridas entre os séculos XI – XIV, quando os médicos e filósofos muçulmanos, Avicena e Averróis trouxeram a filosofia cético-científica de Aristóteles para o Ocidente, possibilitando o fim do absolutismo medieval. Santo Tomás de Aquino estudou Aristóteles, compreendeu que ele estava preocupado em fazer ciência e que era contrário às falácias religiosas de seu mestre Platão.
Com o fim do absolutismo medieval e independência das nações europeias, essas, sem nenhuma experiência política, a princípio, se esforçaram, cada uma à sua maneira, para construir seu Estado absoluto através das famílias mais ricas. Desse absolutismo até a descoberta dos benefícios da democracia, muito sangue foi derramado. Na França, com Luiz XIV, intitulado o grande, “o rei sol”; seu absolutismo Moderno tencionara superar o Medieval. Devido os conflitos, a França pós-Luiz XIV endividou-se a ponto do povo lutar pelo fim do absolutismo e instituição da democracia, fato concretizado após a queda da bastilha em 14 de julho de 1789. Immanuel Kant, filósofo prussiano, considerado o principal filósofo moderno, ficou tão eufórico que perdeu seu horário de caminhada, onde, pela exatidão do horário, muitos acertavam seus relógios ao vê-lo passando em frente suas casas.
     Os filósofos absolutamente céticos da Grécia foram praticamente esquecidos com a política filosófica religiosa medieval. A postura de muitas pessoas de diversas nações era de revolta aos religiosos, isso acontecia porque ainda não havia uma filosofia cética para eles anularem o movimento religioso católico-protestante; por isso o grande número de revolta armada contra os religiosos da época. Aos pouco surgem os filósofos Franceses: Michel de Montaigne (1533- 1596), Jurista, Político, filósofo e escritor cético, René Descartes (1596-1650), Físico, matemático e inaugurador do racionalismo moderno. François Marie, mais conhecido como Voltaire (1694-1778) deísta e filósofo iluminista, Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), de origem suíça, mas morreu na França, obra principal: Contrato Social; Na Inglaterra: Francis Bacon (1561-1626), Fundador da ciência Moderna, John Locke (1636-1604), obra principal: contrato Social; na Itália, Nicolau Maquiavel, obra principal: O Príncipe; Na Holanda, Desiderio Erasmo, Humanista; no Reino Unido, Davi Hume (1711-1716), empirista; na Alemanha: Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716), cientista e matemático, George Willelm Friedrich Hegel (1770-1831), filósofo historiador; Arthur Schopenhauer (1778-1860), poeta e filósofo, Friedrich W. Nietzsche (1844-1900), filólogo, filósofo, poeta, músico e crítico cultural, entre outros em diversos países. Contrapondo-os temos na Dinamarca Sören Kierkegaard (1813-1855), filósofo e teólogo Luterano defensor do pensamento bíblico, opositor radical a Hegel.
     Nietzsche é o filósofo que vai, através de sua filosofia, influenciar na formação dos ideais sociais do período Contemporâneo. Para elaborar sua filosofia, Nietzsche apossa-se do conceito de o mundo como vontade de Schopenhauer e do devir do Pré-Socrático Heráclito. A vontade para Schopenhauer é superior à mente e o devir de Heráclito é o movimento provocado pelo fogo que tudo transforma à sua ação, é o movimento originador de tudo que há, logo, para Heráclito, não há um Deus criador como ensina a Bíblia. À vontade schpenhauriana Nietzsche acrescentou o corpo como sendo superior a razão, e ao devir de Heráclito, o niilismo, ou seja, o nada como sendo o Deus bíblico. A partir desses conceitos Nietzsche cria sua filosofia do martelo, que tem como objetivo negar a existência de Deus e de Jesus como sendo um com o pai. Nos dias de Nietzsche sua filosofia não foi aceita entre os alemães; os franceses, por serem os mais céticos da época, adotaram sua filosofia e a divulgou às nações. O culto ao corpo visto atualmente é o resumo da filosofia de Nietzsche que defende a vontade e o corpo como superiores às qualidades da razão e Deus como sendo o nada.
Consciência é a mera superfície de nossa mente, da qual, como da terra, não conhecemos o interior mas apenas a crosta. Sob o intelecto consciente está a vontade consciente ou inconsciente, uma força vital esforçada e persistente, uma atividade espontânea, uma fonte de desejo imperioso. Pode, às vezes, parecer que o intelecto dirige a vontade, mas apena como um guia dirige seu amo; a vontade é “o cego robusto que carrega em seus ombros o coxo que vê”. (Schopenhauer, Os grandes filósofos, p. 42. 1958)
Conflitos mundiais
     Em meio às ideologias filosóficas, políticas e conflitos religiosos entre céticos, protestantes e católicos surgem as duas guerras mundiais (1914 – 1918 e 1939 – 1945), entre esses conflitos bélicos, em 1933 o partido nazista de Hitler chega ao poder da Alemanha que se considerava uma raça superior, dispostos a eliminar o mal da terra, que, segundo entendiam eles, era os religiosos, especialmente os judeus que invadira a Europa da época. Nos holocaustos dos guetos com suas câmaras de gás, Hitler, o ditador, comandara o massacre matando mais de seis milhões de judeus, ciganos, deficientes físicos e mentais, alguns dos povos eslavos (poloneses e russos), comunistas, socialistas, Testemunhas de Jeová e homossexuais. A questão que pairava na mente de todos os religiosos da época era: se Deus existe, por que ele permite que tantas desgraças os atinjam? Diante dessas indagações duvidosas, a filosofia de Nietzsche adotada pelos franceses, trabalhará para anular Deus do consciente humano, estabelecendo de uma vez por todas o ceticismo radical. Nietzsche como filólogo, filósofo, poeta, músico, conhecedor da Bíblia e do protestantismo de seus avós maternos e paternos, pastores protestantes que vivenciaram a decepção dos adventistas seguidores de Miller, compõe sua filosofia valorizando a vontade e o corpo negando a racionalidade, os escritos bíblicos e Deus, que deve, através dos escritos bíblicos, imperar no uso da vontade e do corpo de seus seguidores.    
Nietzsche e os adventistas
     Das conclusões filosóficas de Nietzsche surgem muitos filósofos apregoando sua filosofia como a verdade para o tempo presente. Neste contexto, os adventistas não sabem o que fazer para desconstruir a filosofia de Nietzsche através das práticas dos princípios bíblicos e conselhos da profetisa Ellen G. White. Há um movimento atual dentro da igreja Adventista do Sétimo Dia que está fechado com a filosofia de Nietzsche através do abandono dos trajes bíblicos. As mulheres estão em foco, mas muitos homens estão caindo na mesma cilada filosófica.
Não haverá trajes de homem na mulher, e não vestirá o homem veste de mulher, porque qualquer que faz isto abominação é ao Senhor, teu Deus. (Deuteronômio, 22:5)
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis vossos corpos vivos, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. (Romanos 12:1)
Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, mas (como convém às mulheres que fazem profissões de servir a Deus) com boas obras. (I Timóteo 2: 9 e 10)
Ellen G. White
As mulheres cristãs não devem dar a trabalhos para se tornarem objetos de ridículo por vestir diferente do mundo. Mas, seguindo suas convicções de dever e respeito do vestir modesta e saudavelmente, elas se acham fora da moda, não devem mudar o vestuário afim de ser semelhante ao mundo; porém devem manifestar nobre independência e coragem moral para ser correta, ainda que o mundo inteiro delas defira. Caso o mundo introduza um modo de vestir decente, conveniente e saudável, que esteja em harmonia com a Bíblia, não muda nossa relação com Deus ou para com o mundo o adotar o tal estilo de vestuário. (http://novotempo.com/namiradaverdade/ellen-g-white-era-contra-o-uso-de-calcas-femininas/)
Isso, sem falar no uso de maquiagens, pinturas das unhas, saias curtas, na composição de músicas já acompanhadas de danças, etc. Os adventistas masculinos, nesse afã de exibir o corpo caem na mesma cilada. O movimento Nova Semente idealizada pela artista plástica Eliane Fogel, mantida pelo instituto Nova Semente que mantêm teólogos fascinados pelo racionalismo filosófico são os responsáveis por essas mudanças. As vestes masculinas que algumas apresentadoras da TV NT e esposas de pastores aparecem na mídia com o intuito de incentivar toda igreja fazer uso de modas mundanas não estão em harmonia com os escritos bíblicos. Se elas e pastores que as defendem estão corretos, por que essas mulheres não as usam nos cultos dos dias de sábado? Logo, se não é própria para o sábado, também não é para a semana, principalmente para quem vive do evangelho. Assim sendo, os pastores que não tinham filosofia na grade teológica e os membros mais antigos, não são ignorantes e analfabetos. Mas caso esse racionalismo filosófico adotado pelos teólogos e cúpula da igreja atual continue, duas coisas poderão acontecer: 1) a igreja Adventista do Sétimo Dia será apenas mais uma entre os religiosos exclusivamente capitalistas. 2) A profecia de que a igreja do último período profético seria morna, está se cumprindo ao pé da letra, sinalizando que a sacudidura começará quando os fieis a Deus se levantarem contra os pastores e membros Adventistas do Sétimo Dia que insistirem em negar  o poder do evangelho através do próprio evangelho.    
Quente ou frio?
     Segundo a Bíblia e a teologia adventista, os membros da sétima Igreja, ou período histórico, seriam compostos por crentes mornos, bom seria que fossem frios ou quentes, como optaram pela mornidão, não percebem que são miseráveis, pobres, cegos e nus, a ponto de serem vomitados da boca de Deus.
Eu sei as tuas obras, que não és frio e nem quente. Tomaras que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio e nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: estou enriquecido e de nada tenho falta (e não sabe que é um desgraçado, miserável, pobre, cego e nu), aconselho-te que compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha de tua nudez; e que lave os olhos com colírio, para que vejas. (Apocalipse 3: 15-18)
Preconceito
     O preconceito é um conceito que está sendo mal utilizado e interpretado pela sociedade e autoridades. Opiniões contrárias jamais devem ser aceitas como preconceitos, pois, caso isso continue acontecendo, os parâmetros e limites deixarão de existir, fazendo triunfar a vontade dos mais espertos, aqueles que querem que seu jeito de ser triunfe; fazendo que princípios bíblicos, comportamentos morais, leis civis e militares caiam por terra porque eles entendem que seus gostos e preferências devem estar acima de tudo e todos. Caso isso continue sendo inquestionável, a barbárie e a imoralidade se instalarão em nome do preconceito.
     No dia 20/12/2016 vi uma reportagem na televisão feita no ITA, onde, o formando em engenharia, Talles de Oliveira Faria, 24 anos, protestou contra a faculdade por não aceita-lo como militar gay. Outros protestam porque muitas instituições religiosas não os aceitam com suas preferências no modo de se vestir, no uso de joias, maquiagens que modificam as aparências, em especial as tatuagens e joias femininas usadas por homens e mulheres tão populares nos dias atuais. Falei dos gays por ser a minoria que mais chocam com seu jeito de ser diante de certas formalidades que distinguem o homem da mulher. Mas esse é um problema de todas as minorias que vem se impondo como se eles fossem os únicos a terem seus direitos respeitados, esquecendo que seus direitos não devem tirar e inibir os de outros. O que precisamos entender é: Minhas preferências não devem corromper as dos outros. Devemos utilizar e apregoar nossas preferências nas ruas que são públicas ou em nossas casas. Fora desses ambientes, é dever de todos, respeitar os princípios dos outros, sejam eles bíblicos, religiosos, empresariais, institucionais, etc.; caso contrário, as minorias sempre estarão enfrentando problemas.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

JESUS ANULA O NIILISMO FILOSÓFICO



Resumo
 A arquitetura conceitual é uma ferramenta indispensável à filosofia contemporânea e outras áreas do saber. O niilismo é um conceito vazio de sentido literal, uma referência ao “nada”. Friedrich W. Nietzsche trabalhou o niilismo para fundamentar o ateísmo contemporâneo com o objetivo de alcançar a “transvaloração de todos os valores” morais e religiosos até então construídos sobre a ideia da existência de um Deus criador e mantenedor do universo e da vida na Terra. Difundindo ao mundo as estratégias filosóficas para enganar em nome de Deus e das religiões, denunciando que Platão, foi o responsável por criar a existência e imortalidade da alma em detrimento do corpo, fundamento para a maioria das crenças e religiões de todas as épocas pós-Platão. Com essa jogada ideológica, Platão desconstruiu a teologia da ressurreição bíblica e construiu a filosofia da existência e imortalidade da alma. Dessa forma, Nietzsche, como Platão, continuou criando ideologias filosóficas para eliminar Deus do consciente humano. Mas Jesus, como Deus vindo ao mundo, anula o niilismo filosófico.

Palavras chaves: Niilismo, Razão, Corpo, Transvaloração e Nietzsche.

          As duas fontes de informações universais sobre as origens do universo e da vida no planeta Terra são duas: as verdades absolutas contidas nos escritos bíblicos e as teorias antropocêntricas apresentadas pelos filósofos e cientistas de todos os tempos. Em ambas são feito análises literárias e testes empíricos para deduzir a verdade sobre o princípio de tudo que há na Terra e no Universo astral. As teorias filosóficas sobre as origens, desde os Pré-Socráticos (VII - VI a. C.), até o presente século, continuam como meras teorias. As ciências empíricas já apresentaram várias hipóteses a priori, no momento estão na fase empírica, mas não avançaram ao nível a posteriori, isto é, ainda não foram capazes de apresentar uma verdade empírica conclusiva, que seja capaz de negar empiricamente a verdade absoluta apresentada na Bíblia. A verdade absoluta sobre a gênese de tudo está registrada nos dois primeiros capítulos da Bíblia (Gênesis, 01 e 02). Moisés foi o autor dos cinco primeiros livros da Bíblia, e, segundo os exegetas, do livro de Jó; ele registrou em livros a história que até então foram mantidas oralmente por Adão e seus descendentes fieis às orientações do Deus criador de tudo que há. A própria Bíblia apresenta a origem dos opositores à descendência fiel de Adão. Até o presente momento, a verdade apresentada na Bíblia continua, apesar das falácias antropocêntricas, a única capaz de ser comprovada lógica e empiricamente pelo pesquisador isento de tendências religiosas, filosóficas e científicas, formando uma sociedade de fé racional a partir da visão do-Todo e não apenas de partes. Paulo, filósofo e apóstolo de Jesus diz que devemos apresentar a Deus um “culto racional, inteligente como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”.
O-Todo
     Já advertira Jesus: “Se um cego guiar outro cego, ambos cairão na mesma cova”. Deduzir o que é a verdade nos dias de hoje não é tarefa fácil. Chegar à verdade universal ou cosmológica não é simples. Assim sendo, o preguiçoso jamais a encontrará, se contentando em ser seguidor, ovelha de algum rebanho racionalista-metafísico, alienado feliz por preferir a menoridade intelectual. Não nos enganemos, no contexto da verdade universal há as verdades religiosas, científicas, filosóficas e subjetivas, fazendo do universo epistemológico uma tarefa exaustiva àqueles que buscam separar a verdade universal das verdades antropocêntricas. Essas nascem do esforço humano que busca confirmar, negar ou meramente questionar a verdade cosmológica.  Assim sendo, a análise do-Todo físico-metafísico têm que estar na perspectiva dos intelectuais que estão à busca da verdade das verdades; se isso não acontecer, jamais irão inferir a verdade da fração do-Todo. O preconceito dos intelectuais céticos aos escritos bíblicos é a fonte da ignorância e questionamentos sobre a existência de Deus e, consequentemente, do mal que assola a humanidade; fazendo das universidades, em nome do conhecimento antropocêntrico, centros de formação de cegos, pessoas que tem como objetivo anular Deus do consciente humano; fazendo dos novatos acadêmicos seus exímios influenciadores na quebra de paradigmas morais; promotores da transvaloração de todos os valores segundo propõem Nietzsche e seus seguidores franceses. A filosofia francesa chegou ao Brasil através da USP (Universidade de São Paulo) que, através de seus doutores tem semeado o pensamento cético às outras universidades particulares e públicas que influenciam no comportamento das elites e das massas, formando uma sociedade de bárbaros destituídos de valores éticos e morais, desesperados que fazem da vida um vale tudo para sobreviver sem pensar no valor do outro.
Esperança
     A desconstrução da fé é feita através do jogo de palavras. Exemplo: “Desespero”, o des é a negação do espero (esperar), dessa raiz forma-se a palavra esperança que é a saída para os desesperados; aqueles (as) que esperam; formando uma sociedade de religiosos que buscam o nada, isso acontece porque eles não sabem, pois lhes faltam o conhecimento; por isso, a esperança é a eterna niilista aos que esperam pela aparição do nada, o Jesus salvador, promovedor da felicidade para os desesperados. Assim, os arautos da filosofia cética, através dos professores de filosofia das escolas de ensino médio e universidades, estão destruindo a fé das pessoas, formando uma sociedade que quer transvalorar todos os valores éticos, morais e princípios bíblicos em nome da ignorância e do conhecimento antropocêntrico.
Jesus e o niilismo
     Tudo em filosofia é jogo de palavras (conceitos) e pensamentos. A construção desses jogos é para jogar com o cérebro do estudante, iludindo-o, fazendo-o pensar que isso é ciência, mas são apenas jogos de palavras que podem ser desconstruídos fazendo o caminho do raciocínio inverso. O princípio é o mesmo utilizado para construir teoremas matemáticos, fazendo-o parecido com o caminho seguido para criar ciências exatas (a priori, empírico e a posteriori). Assim, todos os estudantes que não têm o conhecimento do-Todo os aceitam como verdade. O conceito niilista é uma tentativa filosófica para anular Deus do consciente humano. Por que é niilista (nada)? Porque Deus não pode ser acessado empiricamente, ou seja, pelos sentidos, pois não O vejo e nem posso toca-Lo. Será que os filósofos esqueceram que Jesus é Deus? Claro que não, eles conhecem a Bíblia mais que muitos teólogos, a diferença é que eles buscam conhecê-la para desconstruí-la e os teólogos, muitos deles, para segui-la. Jesus algumas vezes, através de palavras e atos milagrosos demostrou ser Deus entre os homens. Disso ninguém duvida porque Ele faz parte de nossa história. Como homem/Deus Ele nasceu, pois fora milagrosamente gerado pelo Espírito Santo na virgem Maria. Como homem foi carpinteiro, ofício de José, o homem que assumiu o papel de pai terrestre de Jesus, por mais de trinta anos Cristo viveu entre os humanos demonstrando ser homem e Deus ao mesmo tempo, pois, além de trabalhar como qualquer um de nós, fizera muitos milagres aos olhos de muitos. Logo, Jesus era semelhante a Adão antes do pecado, um santo que poderia escolher pecar. Ele viveu dentro do contexto do livre-arbítrio, podendo cair nas tentações de Satanás como caíram Eva e Adão. Mas Jesus não pecou, demonstrando ao universo racional (humanos e anjos) que era possível eles vencerem as tentações de Satanás. O pecado não tem relação alguma com a santidade, por isso os seres humanos, instigados pelo Diabo, preferiram livrar Barrabás, tendo um ladrão como modelo a seguir, condenando Jesus à morte. Mas Jesus, como estava profetizado, ressuscitou; após passar quarenta dias, sendo visto por muitos, foi elevado aos céus aos olhos de cento e vinte testemunhas, prometendo voltar para terminar com a história do pecado, salvando quem O aceitar como seu salvador pessoal e eliminar quem O rejeitar, reiniciando a perfeição que fora perdida no Éden! Assim sendo, Deus e Jesus não são niilistas, cabendo à aplicação desse conceito a Nietzsche, sua filosofia e seus seguidores.
     Para Nietzsche o corpo é superior à razão, nesse caso, o ser humano pode ser o pior dos irracionais, pois, querendo ou não, ele usará a razão para cometer as piores barbáries contra si e o outro. Logo, a atual sociedade não deve cair no mesmo erro das pessoas que viveram nos séculos XIX e XX que valorizaram um desequilibrado mental (Nietzsche) como modelo de pensador a ser seguido, pois, se cometo os mesmos erros serei igual a eles, aos romanos e judeus que preferiram valorizar um ladrão (Barrabás) que o justo Jesus, condenando-O à morte.
Com o nascimento, vida e morte de Jesus Cristo no planeta Terra, Sua existência como homem de bem ficou historicamente comprovada. Com Sua ressurreição ao terceiro dia após sua morte, ficou cientificamente comprovado que Ele é o filho de Deus, Aquele que organizara o planeta Terra às diversas formas de vida, pois, seus ossos nunca foram encontrados para os céticos negarem empiricamente Sua ressurreição e divindade. Logo, o niilismo filosófico é uma falácia.


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Eu, como filósofo, defendo o pensamento bíblico.

Atenciosamente, filósofo Isaías Correia Ribas