Pesquisar este blog

Carregando...

domingo, 21 de agosto de 2016

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO ESTÁ PRÓXIMA?


          A segunda vinda de Cristo está condicionada à pregação do evangelho em todo o mundo, em testemunho a todas as pessoas vivas no presente contemporâneo à Sua volta.

E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. (Mateus, 24:14)

          Esse objetivo tem sido perseguido pelos discípulos assim que Cristo ascendeu ao céu aos olhos de 120 testemunhas. Mais de dois mil anos se passaram e o desafio continua. Mas, se nascem mais pessoas que as que aceitam os escritos bíblicos e a Jesus como verdades a serem pregadas a todos os habitantes do planeta, acrescentando as barreiras dos idiomas, que faremos para inverter essa equação matemática-linguística se os que dizem portadores dessas boas novas são mais capitalistas que missionários? Então, entende-se que, essa missão só será possível com a intervenção de Deus, capacitando seus sinceros seguidores como aconteceu nos dias do Pentecostes, onde, pessoas comuns, cheias do Espírito Santo, falaram à todas as nações que estavam presentes em Jerusalém, onde, os estrangeiros ouviram as boas novas em seu idioma original! É claro que hoje temos os recursos das mídias, mas, na mesma proporção de natalidades e conversão ao cristianismo bíblico, temos as mídias ateias que são contrárias aos escritos bíblicos e as de religiosos que são parcialmente contrários aos princípios bíblicos, divulgadores do falso evangelho. Todas continuam como barreiras humanamente intransponíveis. Assim sendo, técnicas religiosas de trazer o espírito mundano para dentro da igreja defensora dos princípios bíblicos é falaciosa, um método diabólico, e é claro, prejudicial ao desenvolvimento daqueles (as) que estão buscando fazer a vontade de Deus explícita na Bíblia e no Espírito de Profecia, tornando-se aptas, pela graça de Deus, à terminarem a missão dada pelo Mestre até que Ele volte.
  
Ao cumprir-se o dia de pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíram, e sobre cada um deles pousou uma. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem. (Atos, 2: 1-4)

          Assim sendo, o esforço dos líderes das denominações religiosas que sentem responsáveis por essa missão, precisam entender que o segredo para finalizar essa obra está em buscar viver como Cristo viveu, negando os costumes mundanos e não os acolhendo, achando que a salvação está condicionada às doutrinas religiosas de sua igreja e não ao ser semelhante a Cristo que fez a vontade do pai expressa em toda bíblia.
          A adoção de métodos e espertezas capitalistas pela igreja detentora de todas as verdades bíblicas é a maior barreira para cumprir sua missão evangelística. Infelizmente os conversos são explorados pela cúpula da igreja para aumentar seu capital que serão benesses para a elite burocrática e não uma benção para toda a comunidade e o mundo. O fiel devolve o dizimo, ofertas, constroem igrejas, escolas, colégios e universidades; mas, caso seu filho precise de uma educação cristã tem que pagar, e não é barato. Onde está o espírito missionário dos líderes que se dizem missionários? Caso eles deixassem de ser exploradores capitalistas, toda a igreja sentiria a mão de Deus agindo naturalmente através da própria instituição, gozando de experiência ímpar, sendo instrumentos de Deus todos os dias, não dependendo de intervenção divina (metafísica), que capacitará poucos para terminar a missão que deveria ser uma benção para todos através das instituições ao longo da história. Mas, infelizmente, as espertezas capitalistas dos líderes impedem que todos sintam a poder divino através de projetos que poderiam ser benção para os da igreja e os que ainda não são. Caso a igreja fosse mais humana, os céticos e falsos evangélicos, perceberiam facilmente que Deus transforma pecadores em pessoas semelhantes a Deus: que ama o outro desinteressadamente.
Cumpre-se as profecias
          O cumprimento das profecias bíblicas na história declara que Cristo está prestes a vir pôr fim à história do pecado e dos pecadores que não O aceitarem como seu salvador pessoal.
Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses. (II Timóteo, 3: 1-5)

Esses versos expressam o que as pessoas são em qualquer parte do mundo independentemente das diferentes culturas existentes.
          A missão é de homens e mulheres convertidas a Deus. Mas, o inimigo de Deus e dos missionários não quer que a obra termine, acabando assim, com seu reinado na Terra, não permitindo o retorno à perfeição que existia no princípio. Por isso, homens e mulheres, devem buscar o conhecimento para estar em condições de serem instrumentos nas mãos de Deus que quer agir por meio da igreja e suas instituições que devem ser uma benção para todos; e não um meio de exploração do outro, ofuscando do poder e benção de Deus à humanidade.
A salvação é uma ciência
          A salvação é uma ciência divina que deve ser desenvolvida por pessoas dispostas a serem parceiras de Deus. Como ciência deve ter métodos empíricos aperfeiçoados ao longo da história. Segundo Tomas Kuhn (1922-1996), o processo deve ser histórico, iniciando com o estágio da Pré-ciência.

Nesse estágio as atividades e pesquisas são feitas de forma isolada e desorganizadas, entendendo essa desorganização como a não existência de um parâmetro para todas as pesquisas, fazendo com que cada um siga um rumo diferente.
A produção científica só começa quando existe um conjunto de regras, princípios teóricos, métodos e instrumentos que vise guiar a pesquisa.
Esse conjunto ele chama de paradigma. Um paradigma representa a ciência madura e essa etapa é denominada de Ciência normal.

          No processo de aplicação dos métodos empíricos é comum aparecer as anomalias, no entanto, essas devem ser superadas por outros métodos construído pelo pesquisador. Caso surjam muitas anomalias, o método deve ser abandonado temporariamente, aguardando a elaboração de novos paradigmas; é o que aconteceu com a teoria da evolução de Lamarck e as observações de Darwin que culminaram com o new darwinismo fundamentado na genética; do Big Bang sobre a origem do universo e da vida; do ateísmo sobre a não existência de um Deus criador de tudo que há, etc., atualmente, os críticos das verdades bíblicas se resumem à análise da linguagem do livro sagrado, um esforço para falsear o expresso pelos escritores que falaram do vivenciado e o revelado aos profetas. Mesmo as ciências que já possuem paradigmas e fazem parte do ciclo de Ciência normal, podem aparecer anomalias, carecendo de adaptação metódica. Esse mesmo esforço deve ser aplicado à ciência da salvação, que, cabe aos líderes da igreja missionária aperfeiçoá-lo segundo as necessidades territoriais.
Mas a igreja acomodou-se ou se perdeu no estágio da Pré-ciência, agindo como os exploradores que não conhecem o plano de salvação, evangelização e amor ao próximo; agindo como os mundanos e falsos cristãos que exploram o outro em nome da fé em Cristo e Seu plano de salvação. Disse o Onisciente Deus através do profeta João:

Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és quente e nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. Porquanto dizes: rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha de tua nudez; e colírio a fim de ungires os teus olhos, para que vejas. (Apocalipse, 3: 15 -18)

          Caso os líderes da igreja continuem optando para se enquadrar na profecia que condena, Deus fará aos crentes fieis desses últimos dias o que fizera nos dias do Pentecostes, derramando seu Santo Espírito àqueles (as) que querem terminar a missão, condenando todos os falsos líderes responsáveis pela missão; mas que, por ganância, preferem utilizar os bens que Deus deu para cumprirmos a obra; direcionando-os às elites da igreja, e não como benção a todos que, movidos pelo espírito missionário dão parte de seus bens para ser bênçãos, se possível, à todas as pessoas necessitadas de bens básicos e conhecimento para se livrar da pobreza que assolam muitos, deixando assim, de serem presas fáceis do Diabo que, através da ignorância generalizada e das necessidades básicas, quer fazer todos prisioneiros seus, levando-os a terem o mesmo fim que ele, a perdição eterna.

Deus e a ciência da salvação existem! Diante dessa realidade, que faremos como conhecedores dessas verdades eternas? Avancemos movidos pela fé que Deus colaborará segundo as necessidades da igreja! Ou iremos nos conformar com os costumes mundanos infiltrando na igreja que tem a missão de preparar uma nação santa, composta por pessoas de todas as partes do mundo, antes que Cristo venha pela segunda vez buscar os seus seguidores?   

domingo, 14 de agosto de 2016

SÁBADO, DOMINGO E SEXTA-FEIRA - SÃO DIAS SANTOS?


           Para as cinco religiões (Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo) há três dias santos semanais, dias separados para prestarem cultos a seus deuses. Como há milhares de denominações religiosas no planeta, obviamente, todas elas, na observação de seu dia de descanso, se alinham aos deuses da religião dominante. Aparentemente as denominações possuem dogmas próprios, mas se unem através do dia santificado e deuses reverenciados.
    
Sábado

          O sábado bíblico é o dia santo para os Judeus, Adventistas do Sétimo Dia e outros que creem que o dia santificado por Deus na primeira semana da criação continua sendo o dia de seus filhos O adorarem. O próprio Deus eternizou sua santa lei através de Moisés que a reescreveu na Bíblia, livro sagrado dos judeus e cristãos. A santa lei é a expressão do caráter e amor de Deus às suas criaturas; segundo Sua lei: devemos tê-Lo acima de todos os deuses e teologias antropocêntricas. Os que guardam os dez mandamentos declaram que o Criador está acima de todos os deuses e teologias humanas; honrando a Deus, ao próximo e, de tabela, os animais que usam no labor diário.
    
Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o senhor o céu e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado, e o santificou. (Êxodo 20: 8-11)

          Há muitos teólogos (pastores e padres) afirmando que o dia de sábado, o quarto mandamento da lei de Deus, foi anulado com a morte de Cristo na cruz do calvário. Esses religiosos estão errados, não estão analisando todo contexto bíblico. Isso acontece quando se pega um texto fora do contexto. Na Bíblia há diversas leis e cada uma tem finalidades específicas. Logo, o erro se dá quando não analisam a lei e sua finalidade. Os dez mandamentos, composto de responsabilidades civis e religiosas, são eternos como é Deus, O criador de tudo que há e Legislador. Assim sendo, e logicamente pensando, os dez mandamentos não perderam sua validade com a morte de Cristo.
As leis cerimoniais tinham a finalidade de ensinar que o filho de Deus viria morrer no lugar das vítimas (animais e aves) que eram sacrificados até que Cristo viesse substituí-los. Quando Cristo foi sacrificado na cruz essa lei perdera seu valor didático, chegou ao fim, pois, o cordeiro de Deus viera como indicavam as leis dos sacrifícios realizados no deserto e santuário construído por Salomão em Jerusalém.
 
Domingo

          O domingo é tido como dia santo pela maioria das denominações cristãs. Sunday (dia do sol), dia que os egípcios separaram para adorar o sol (Rá), seu astro rei. No Ocidente o sábado foi substituído pelo domingo em comemoração à ressurreição de Cristo. Constantino, Imperador pagão foi o autor dessa proeza. Seu objetivo era eliminar os cristãos que guardavam o sábado. Como não conseguira tal proeza através da espada, fingiu converter-se; agora, como cristão, chefe do Estado e da igreja, trocou a santidade do sábado pelo domingo, uma forma encontrada para perverter o Cristianismo em nome do próprio Cristianismo. A partir do século V, início da Idade Média, a igreja Católica assumira oficialmente o controle político do Estado e da teologia da igreja cristã para o Ocidente, sacramentando o domingo como dia santo para todos os cristãos. Só por esta pequena análise, deduz-se que a maioria das igrejas cristãs seguem o paganismo egípcio-romano-católico. Os judeus, os Adventistas do Sétimo Dia e alguns outros, continuam guardando o sábado; porém, em um aspecto bíblico, os judeus não se encaixam entre os fiéis remanescentes. Como legalistas eles são remanescentes, mas, por não terem aceito Jesus como sendo o enviado do Deus matando-O crucificado, como nação, não são contados entre os remanescentes de Deus; pois eles, como nação, não aceitam que Jesus seja o salvador. Os judeus continuam aguardando um Cristo que nasça para livra-los do jugo romano que não existe mais. Assim sendo, um judeu para ser contado entre os remanescentes, necessariamente, tem que aceitar o Cristo que seus antepassados mataram como sendo um impostor. Nesse contexto, todas as denominações religiosas que guardam o domingo estão dentro da teologia antropocêntrica criada pelo pagão Constantino que os padres da igreja Católica mantiveram como dia santo.

Edito de Constantino

Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do sol. Não obstante, atendam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer amiúde que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo céu.

Impacto em Roma


Constantino queria eliminar todos os seguidores de Cristo que, como Jesus, guardavam o sábado bíblico mandando-os às fogueiras ou matando-os à espada; mas, quanto mais cristãos eram mortos, novos milhares se convertiam, percebendo essa impossibilidade, mudou de estratégia política decidindo governar em nome de Cristo mesmo não sendo cristão.
A igualdade de direitos de todos os bispos foi mais decisiva e influente que a autoridade exclusiva do bispo de Roma. O governo de Constantino procurou reunir todos os partidos religiosos e os paladinos da fé. O imperador, com o título de “Pontífice Máximo”, presidiu durante 25 anos aquela igreja episcopal; à frente do cristianismo havia um César não batizado. Não se fez batizar até os últimos momentos de sua vida.
          No concílio de Nicéia, Constantino e mais 300 bispos, sendo a maioria do Egito, se declararam acima da lei de Deus “santificando” o domingo. Com essa tática, em pouco tempo, os jovens cristãos já podiam ir as guerras empunhando espadas.
Constantino organizou o primeiro serviço litúrgico cristão no exército. Aos domingos, os soldados iam ao campo de exércitos. A um sinal, cristãos rezavam em latim com as mãos levantadas. E o olhar fixo no alto. Diz-se que o próprio imperador tinha redigido a oração, que dizia assim: “Só te reconhecemos como rei; imploramos-te como o protetor; de ti obtivemos as vitórias, por ti nos impusemos aos inimigos. Estamos agradecidos pelo bem que nos tem feito, e esperamos poder dizer-te obrigado pelo que nos faças no futuro. A ti nos dirigimos, implorando: Conserva a nosso imperador e a seus filhos, queridos de Deus, uma vida longa e vitoriosa”.
WHITE, G. Ellen
A conversão nominal de Constantino, na primeira parte do século IV, causou grande regozijo; e o mundo, sob o manto de justiça aparente, introduziu-se na igreja. Progredia rapidamente a obra de corrupção. O paganismo, conquanto parecesse suplantado, tornou-se o vencedor. Seu espírito dominava a igreja. Suas doutrinas, cerimônias e superstições incorporaram-se à fé e culto dos professos seguidores de Cristo.
Esta mútua transigência entre o paganismo e o cristianismo resultou no desenvolvimento do “homem do pecado”, predito na profecia como se opondo a Deus e exaltando-se sobre Ele. Aquele gigantesco sistema de religião falsa é obra-prima do poder de Satanás – monumento de seus esforços para sentar-se sobre o trono e governar a Terra segundo a sua vontade.

Sexta-feira
        O Islã também é politeísta. Diz o alcorão: "Ó vós que credes! Quando fordes convocados, para a oração da sexta-feira , recorrei à recordação de Deus e abandonai os vossos negócios; isso será preferível, se quereis saber". (Alcorão 62:9)
O profeta do Islamismo é Muhammad (Maomé), segundo ele, o Deus de Abraão foi Alá, porém, Alá é uma entre as 360 divindades posta em volta da Caaba, onde, para cada grau da circunferência que completa a volta que circunda o templo há um deus, sendo Alá o principal.
Ao contrário de Jesus, que mandou os discípulos oferecerem a outra face a quem lhes dava um tapa, Maomé propagou sua fé com conquistas militares e tratados diplomáticos.

É isso que diz a história. Agora sabemos quem estamos adorando quando vamos à igreja no dia santo da semana.

          

segunda-feira, 25 de julho de 2016

DEUS EXISTE OU É UM CONCEITO PARA FECHAR A LÓGICA CRIACIONISTA?



          Para responder e refutar essa pretensão cética é muito simples. Deus, segundo os escritos bíblicos, é antes de tudo o que existe. O primeiro diálogo do homem foi com Deus, seu criador. Como o pecado ainda não existia no planeta Terra, esse diálogo fora olho no olho. Depois do pecado, essa experiência interrompeu-se. Porém, esse fato fora mantido através da descendência de Sete que se mantiveram fiéis a Deus. Contrapondo-os, estava a descendência de Caim que se desenvolvia contrários aos desígnios de Deus. O pecado de Caim e sua fuga de casa aconteceu depois de um afrontamento de Caim a seu irmão Abel e ao próprio Deus que os repreenderam por achar que sua vontade estava acima da vontade expressa de Deus. Mesmo diante dessas advertências, Caim preferiu seguir a sua vontade matando Abel, e, em rebelião contra Deus fundou outra família que passara a viver em oposição às instruções do Criador. Dessa divisão ficou em evidência quem eram os filhos de Deus e os dos homens. As descendências de Adão e Sete continuaram fazendo a vontade de Deus segundo instruía Adão e Sete. Os filhos dos homens são representados pelos descendentes de Caim que amavam questionar a vontade divina. Dessa rebelião de Caim e seus descendentes a maldade superou o bem, fazendo Deus intervir nos negócios da humanidade através do dilúvio. Com Noé Deus recomeçou, mas o mal voltou a se espalhar a partir de Cão, um dos filhos de Noé. As cidades de Sodoma e Gomorra foram dois centros de corrupção generalizada; ambas sofreram intervenção divina sendo queimadas, salvando apenas Ló, sobrinho de Abraão e sua família. Após as histórias de fidelidade dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, chegamos aos dias de Moisés, no Egito  de 1.500 a.C., o primeiro escritor dos cinco primeiros livros da bíblia; ele relatou tudo o que ensinava a cultura dos filhos de Deus. Assim sendo, a Bíblia é a primeira fonte de conhecimento para a humanidade. Segundo os relatos bíblicos, as oposições à existência literal de Deus eram feitas através dos filhos dos homens, os descendentes de Caim. Foram eles os criadores do politeísmo, imagens de esculturas para representar os seus deuses, tirando-os do vazio em que caíram por negarem a existência de um Deus criador. Após o politeísmo surgem, no século VII a.C., os filósofos que vão questionar Deus através de teorias idealizadas, criando arquiteturas conceituais que serviriam de meios, para, através do conhecimento antropocêntrico, negarem a existência de Deus.
  
Definição de conceito

          "Pensamento, ideia". Em seu sentido geral, o conceito é uma noção abstrata ou *ideia geral, designando um objeto suposto único (ex.: conceito de Deus), seja uma classe de animais (ex.: o conceito de cão). Do ponto de vista lógico, o conceito caracteriza-se por sua extensão e por sua compreensão.

Para Kant, o conceito nada mais é do que uma encruzilhada de juízos virtuais, um esquema operatório cujo sentido só possuiremos quando soubermos utilizar a palavra em questão. Ele distingue: a) os conceitos a priori ou puros (as categorias do entendimento): conceito de unidade, de pluralidade, de causalidade etc.; b) os conceitos a posteriori ou empíricos (noções gerais definindo classes de objetos: conceito de vertebrados, conceito de prazer etc). (HILTON / DANILO. Dicionário Básico de Filosofia)

          Em matemática, o conceito é uma noção de base que supõe uma definição rigorosa (ex.: o conceito de círculo: figura gerada por um segmento de reta em torno de um ponto fixo). Nas ciências experimentais, o conceito é uma noção que diz respeito a realidades ou fenômenos experimentais bem determinados (ex.: o conceito de peso, o conceito de ácido etc.). Em filosofia, o conceito designa uma ideia abstrata e geral sob a qual podemos unir diversos elementos.
          Atualmente é comum usar a palavra conceito para definir qualquer coisa. Então, entende-se que a noção de conceito evoluiu, podendo ser aplicada para definir objetos físicos (literais) e metafísicos (abstratos) que, embora sejam diferentes entre si, possuem algo em comum, ou seja, suas utilidades práticas são as mesmas, embora possuam formatos e cores diferentes. Exemplos: o conceito de lápis refere-se a todos os lápis, objeto que usamos para escrever e desenhar; quando quero me referir a um lápis específico isolo-o do todo e faço as devidas observações. O mesmo acontece com o conceito de carro, de ônibus, de livro, de teorias, filosofias, escolas, homens, mulheres, cavalos, vacas, feijões, etc.; nesses casos, o conceito, além se ser uma palavra, refere-se a algo específico; logo, é objetivo, representa uma realidade que está ao alcance de nossos sentidos. Mas o objetivo final da arquitetura conceitual é negar a existência literal de um Deus criador e mantenedor do universo.

Deus

          O conceito de Deus é metafísico ou abstrato, isso acontece porque Sua realidade está além da física; como nossos sentidos não captam sua literalidade, utilizamos a fé para crer e defender Sua existência literal. Nesse caso, para os cientistas e filósofos céticos, Deus é um conceito vazio, preenchido apenas pela retórica. Para os céticos, um conceito criado para fechar a lógica criacionista. Já, o mesmo não acontece com o conceito de deuses, pois estes são criações artísticas da humanidade, estão entre nós em formas de esculturas sacras. É fundamentado nessa jogada conceitual que os céticos zombam dos que possuem fé, definindo-os a meros crentes por utilizarem o conceito de fé para se enganar. Seguindo esse mesmo raciocínio os céticos dizem que a Bíblia é um livro mítico, escrito por pessoas que tinham a intenção de enganar em nome de um Deus que eles inventaram para fundamentar a teoria da criação.
Então, está dando para entender por que há tantas pessoas enganando em nome da fé em Deus? Eles fazem isso porque Deus, para eles, não existe além de um conceito para construir seus castelos explorando o outro em nome da fé. Por isso suas doutrinas cristãs é um vale tudo para atrair novos adeptos para aumentar suas receitas. Preste atenção nos sermões desses “pastores”, eles não incentivam as pessoas estudarem e até as proíbem de ler algum livro que não seja produção deles. Ou seja, eles dependem de ignorantes e pessoas alienadas do conhecimento para manter seus castelos do engano e, aquelas que possuem escolas e universidades nada fazem para os pobres estudarem, a não ser que paguem. Logo, Católicos, Protestantes e outros que possuem essa estrutura institucional, faz o povo mantê-las para o bem das elites religiosas e dos que possam pagar; aos pobres crentes: a ignorância generalizada, o ofertar e o dizimar pela fé. Onde está o amor pelo outro pregado por todas as instituições religiosas? Nesse caso, o amor também se tornou um conceito vazio, preenchido apenas pela retórica.    

Conselho de Jesus
Guardai-vos dos falsos profetas que vem a vós disfarçados de ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Mateus, 7:15 
Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, poucos são os que a encontram. (Mateus, 7:13 e 14)

Portas largas

          Religiões e denominações religiosas que negam O-Todo dos escritos bíblicos como sendo a palavra de Deus revelada aos seres humanos através dos profetas são exemplos de portas largas; O-Todo das arquiteturas conceituais científico-filosóficas que negam a existência literal de Deus através de teorias do conhecimento antropocêntrico também são. Contrapondo-as temos a Bíblia, o testemunho dos profetas, dos patriarcas, discípulos, e Apóstolos de Jesus que deram testemunho da existência literal de Deus. Como também, de maneira excepcional, o cumprir-se das profecias bíblicas comprovam a favor da onisciência divina. Após a consolidação do pecado através de Adão e Eva, as aparições literais de Deus foi vedada porque o pecado separa o pecador da santidade. As não aparições literais de Deus em sua glória e santidade é o espaço para o desenvolvimento da fé, pois, “sem fé é impossível agradar a Deus”, ou seja, alcançar a salvação.

Mas o que é o exercício da fé?

          A fé não é um conceito abstrato e retórico como se entende atualmente, onde, crê-se que professar seguir uma determinada crença através de instituições religiosas com o simples cumprir-se dos rituais litúrgicos em dias específicos seja o real exercício da fé que salva. Pelo contrário, as vezes essa prática do institucionalizar da fé seja o caminho do engano, fazendo as pessoas crerem que na prática dos rituais religiosos institucionalizados sejam suficientes para alcançar a salvação. Mas a Bíblia ensina que a fé redireciona o converso a um novo modo de agir, sendo cristão todos os dias da semana; e esse novo modo de ser é refletido no convívio familiar, no trabalho, na escola e onde eu estiver tenho que estar honrando a Deus no modo de se vestir, falar e negociar. Quando as instituições religiosas avaliam o cristianismo de seus fiéis pelo simples ir às igrejas, cantar, dançar, gritar em nome de Deus e de Cristo, corre-se o risco de estar enganando as pessoas em nome da fé que não salva.
  
O-Todo não se limita entender o que existe de concreto no planeta Terra, mas todas as forças suprassensíveis que envolvem o universo. Você deve estar indagando, como é possível conhecer O-Todo físico-metafísico universal se estamos limitados ao planeta Terra? Então. Meu caro leitor (a), quando se parte da premissa de que não se pode conhecer além do que existe em nosso planeta, isso nos impede de nos tornarmos esclarecidos, deixando a minoridade e ingressando na maioridade. (RIBAS. Filosofia X Bíblia – Um Problema Milenar – O-Todo – Soluções em Perspectiva. p., 238)

Jesus

          Jesus é o filho de Deus encarnado, nasceu de mulher segundo indicavam as profecias para provar a todos os entes inteligentes do universo que era possível a terça parte dos anjos que seguiram Lúcifer na rebelião, e, Eva e Adão terem vencidos as tentações de Satanás. Por isso, em tudo foi tentado, mas não pecou. Provando a todos que era possível aos anjos terem vencidos sendo fieis a Deus não seguindo os ideais de Lúcifer e o casal comido da árvore do conhecimento do bem e do mal. O nascimento, vida e morte de Jesus é a oportunidade para todos que forem fieis a Deus segundo revelam os escritos bíblicos, alcançarem a salvação. Então, não é por acaso os esforços dos oponentes à Bíblia, tentando substituí-la por vãs ciências filosóficas e teologias para desqualificar a divindade de Cristo e a existência de Deus o Pai que incumbira o filho de criar e salvar suas criaturas, morrendo para pagar o preço do resgate exigido por Satanás que os acusaram de ditadores destituídos de amor. Através desse amor literal, incontestável, a salvação está ao alcance de todos através do exercício da Fé na existência de Deus e em seguir fazendo sua vontade expressa na Bíblia, alcançando a salvação disponibilizada a todos que crerem!

Lógica bíblica

          A lógica da religião bíblica é: O cristão deve estudar a Bíblia para moldar sua vontade pessoal à divina; e não às vontades subjetivas e relativas, ou seja, às verdades pessoais e institucionais.     


quinta-feira, 14 de julho de 2016

JESUS EXISTIU?


APESAR DA POPULARIDADE DAS TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO QUE AFIRMAM QUE CRISTO SERIA APENAS UM MITO, INVENTADO PELOS PRIMEIROS CRISTÃOS COMO FORMA DE ESPALHAR SUA RELIGIÃO, QUASE TODOS OS ESPECIALISTAS DEFENDEM SUA EXISTÊNCIA HISTÓRICA.


João e Jesus: batismo do Nazareno pode ser considerado um dos fatos mais seguros sobre a vida dele.


PARA ALGUNS CÉTICOS, O FATO DE QUE JESUS DE NAZARÉ QUASE NÃO CHEGA A SER MENCIONADO EM REGISTROS DE SUA ÉPOCA (QUER DIZER, COM EXCEÇÃO DOS LIVROS BÍBLICOS do Novo Testamento, nos quais ele aparece o tempo todo) lança sérias dúvidas sobre sua existência. Essa falta de documentação histórica confiável, bem como as inconsistências contradições dos evangelhos (as “biografias” de Jesus) e as semelhanças entre a vida de Cristo e as de certas figuras mitológicas, indicariam que o próprio Jesus é um mito. Ele seria, em suma, um personagem ficcional inventado pelos primeiros cristãos. (Revista Abril. BÍBLIA – Os fatos históricos e os Mitos pagãos por trás do Livro Sagrado. P. 58)

          Segundo as informações acima, o fato da existência de Jesus ser confirmado historicamente, não significa que Ele seja o esperado filho de Deus que viera salvar a humanidade morrendo pelos seus pecados como afirmam a Bíblia e os discípulos de Jesus. 
Testemunho de um historiador
Nesse mesmo tempo apareceu JESUS, que era um homem sábio, se todavia devemos considerá-lo simplesmente um homem, tanto suas obras eram admiráveis. Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus, mas mesmo por muitos gentios. Era o CRISTO. Os mais ilustres de nossa nação acusaram-no perante Pilatos e ele fê-lo crucificar. Os que haviam amado durante a vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas o tinham predito e que ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos que vemos ainda hoje, tiraram seu nome. (JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus. Vol. V. p, 275)

          Segundo os relatos do historiador Flávio Josefo (37 – 100 d. C.), o Cristo, além de personagem histórico, era o enviado de Deus: “Eu e o Pai somos um”. Os judeus o mataram porque esperavam um libertador que os libertassem do jugo romano e não do pecado. Havia quatrocentos anos que, entre os judeus, não havia mais profetas. Eles perderam a esperança, consequentemente a fé nas promessas de Deus preferindo fazer alianças com seus inimigos, dando crédito ao ceticismo filosófico platônico e às ideias maniqueístas que afirmavam que o mal não existe além da ausência do bem. Isto é, Deus e Satanás são figuras de linguagem, isentos de realidades literal conforme ensina a Bíblia.

Quem foi Jesus no contexto da criação?
No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens. Estava ele no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, e o mundo não o reconheceu. Veio para o que seu e os seus não o receberam. E o verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de bondade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do pai. João deu testemunho, e chamou, dizendo: Este é aquele de quem eu disse: o que vem depois de mim, passou adiante de mim; porque antes de mim ele já existia. Porque a lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do pai, esse o deu a conhecer. (João, 1: 1-18)

          Muito bem, à luz da história e dos relatos bíblicos existiu um Jesus histórico; o único problema é aceitá-Lo como sendo o filho de Deus que nasceu segundo as profecias para morrer em prol dos pecados da humanidade, dando oportunidade àqueles que queiram, possam alcançar a salvação! O grande problema para a ciência é provar a existência desse Cristo histórico através da arqueologia. Seria muito fácil se Ele não houvesse ressuscitado segundo afirmam as testemunhas oculares de seus dias; e que, após passar quarenta dias entre seus amigos foi elevado ao céu a vista de cento e vinte testemunhas. Como Seu túmulo após o terceiro dia ficara vazio porque ressuscitara, só nos resta, como céticos e crentes do século XXI, aceitar que Jesus é o filho de Deus, aquele que morreu para salvar os pecadores que O aceitar como seu salvador pessoal; e que virá pela segunda vez para resolver de uma vez por todas o problema do mal e do pecado na Terra! Historicamente Jesus existiu, morreu crucificado pelos judeus e romanos, sabem onde o sepultaram; e não encontram seus ossos; então, pelos motivos óbvios, esse Jesus é o CRISTO que os cientistas insistem em negá-Lo como sendo o filho de Deus! 

Como surgiu o imperfeito mal no universo perfeito?

          Antes da origem do mal existia a liberdade, com a concretização do mal surgiu o livre-arbítrio. (Livre-arbítrio é um conceito cunhado por Santo Agostinho). A liberdade só foi possível no mundo perfeito, pois, em ambientes perfeitos não se corre o risco de errar, porque, uma vez que o mal não existia, não se precisava escolher, por isso a liberdade só fora possível antes da rebelião de Lúcifer. Como surgiu o mal? Note bem, Deus se realiza criando. Dentro desse contexto, ao planejar adaptar o planeta Terra à vida, Deus incumbiu seu Filho Jesus de ser o agente criador. Lúcifer (anjo de luz), abaixo de Cristo era o primeiro. Sua função no céu era dirigir a orquestra que louvava a Deus por tê-los criados. Sabendo Lúcifer do plano de Deus, que seu filho seria o agente criador, quis ele, Lúcifer, ser esse agente. Deus mostrou-lhe essa impossibilidade porque ele era um ente criado e, como tal não teria vida em si para ser o agente criador. Não satisfeito, resolveu levantar-se contra Deus falando aos anjos que Deus não era justo para com ele dando privilégios e preferências ao filho Jesus. Deus, agora, reuniu todos os anjos e esclareceu o que estava acontecendo e o que ele pretendia fazer através de seu filho. Deus deu-lhes tempo para eles resolverem de que lado ficariam. Quem optasse em ficar do lado dele, seria aceito sem problema; aqueles que achavam que Lúcifer estivesse certo seria dado tempo e oportunidade para eles desenvolverem seus ideais; mas seriam expulsos do céu para, em algum lugar no universo pôr seus planos em prática. Uma terça parte dos anjos selaram sua sorte com Lúcifer, os outros preferiram ficar ao lado de Deus e Jesus. Assim, lúcifer e seus anjos foram expulsos do céu, aguardando oportunidade para questionar e desfazer a obra de Deus acusando-O de ditador. E agora, continuaria Deus com o projeto de adaptar o planeta Terra à vida ou não? Mas o único meio pela qual o caráter de Deus e de Lúcifer seriam estudados e compreendidos seria através da execução do projeto. Nesse contexto Jesus adaptou a Terra ao desenvolvimento das diversas formas de vida. Após criar toda vida animada e coisas inanimadas, criou o casal Adão e Eva à semelhança divina, com capacidade para falar, pensar e executar o pensado. No meio do jardim Jesus plantou a árvore do conhecimento do bem e do mal, e disse ao casal que dela não deveriam comer, caso comessem morreriam. Deus explicou-lhes o que acontecera no céu, e ele seriam testados se eram fieis a Deus ou cederiam as tentações de Lúcifer (Satanás). Todos nós conhecemos a história e suas consequências. O casal pecou, sendo expulsos do Jardim do Éden. Era o fim da perfeição edênica e início da trama entre o bem e o mal que Satanás promoveria a fim de enganar todos os habitantes da Terra. Essa trama findará por ocasião da segunda volta de Cristo para pôr fim a morte e o pecado.
Os anjos fizeram suas escolhas, e nós, os seres humanos, estamos tendo nossa oportunidade a quase seis mil anos; e continuará até a porta da graça se fechar.

Simples de mais essa história, por ser tão simples, ninguém poderá dizer que não compreendeu, tentando justificar sua condenação no dia do juízo. Pelo contrário, todos irão compreender e ainda louvarão a Deus pelo justo juízo! 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

DAVID O ROBIN HOOD ISRAELITA



          Segundo a reportagem da revista Abril, de abril de 2014: ele provavelmente existiu, mas não matou Golias e estava mais para fora da lei do que monarca glorioso, sugere a arqueologia.
Antes de Saul e Davi serem eleitos reis de Israel, a nação em desenvolvimento tinha um sistema de governo teocêntrico, onde, os profetas escolhidos pelo Deus que libertara Israel da escravidão egípcia, governavam a nação que precisava conquistar a região. Nesse novo contexto político onde os homens escolhiam seus líderes, os profetas apenas advertiam o povo e os reis para serem fieis às leis de Deus, mas os futuros reis preferiram fazer alianças que expulsar seus “inimigos irmãos” daquelas terras que, por promessa divina pertenceria aos descendentes fieis de Abraão. Por isso a vontade de Deus nunca se realizou com os israelitas que preferiram imitar os costumes e o sistema de governo descentralizados de Deus, centralizando-o na visão do homem. Fazendo os israelitas peregrinos em suas próprias terras, submetidos constantemente aos sucessivos impérios que se levantavam e os submetiam às suas leis.

Samuel fez então reunir-se o povo em Masfa e assim falou-lhe: Eis o que Deus me encarrega de dizer-vos, de sua parte: Quando gemíeis sob o jugo dos egípcios, eu vos libertei da escravidão; libertei-vos também da tirania dos reis, vossos vizinhos, que vos venceram tantas vezes. Agora, como gratidão pelos meus benefícios, vós não quereis mais ter-me por vosso rei, não quereis mais ser governados por aqueles que sendo infinitamente bom, somente vos pode tornar felizes, sob seu governo; abandonais o vosso Deus, para elevar ao trono um homem que usará do poder, que lhes dareis, para tratar-vos como animais, segundo suas paixões e fantasias. Pois, como podem os homens ter tanto amor pelos homens, como eu, de quem eles são obras? (Josefo, Flávio. História do Hebreus. Vol. II, p, 183 e 184)

Os filisteus vieram atacar os israelitas. Um gigante que havia entre eles, de nome Golias, propõe terminar essa guerra por um combate singular, de um israelita contra ele. Ninguém responde ao desafio, mas Davi aceita-o.

Davi nada respondeu a seu irmão mais velho Eliab por causa do respeito que tinha por ele; mas disse a alguns soldados que não tinha medo de aceitar o desafio daquele gigante. Foram contá-lo a Saul, que o mandou chamar e perguntou-lhe se era verdade que ele assim havia falado. Sim, majestade, respondeu ele, pois eu não tenho medo daquele filisteu, que parece tão temível: se vossa majestade me permite, não somente destruirei sua ousadia, mas ainda o tornarei desprezível quanto agora ele parece terrível e a glória de vossa majestade e o exército terão, será tanto maior por que ele não foi vencido por um homem robusto e experimentado na guerra, mas por um jovem soldado. (Ibid. p, 217)

Desse modo marchou contra Golias que sentiu tanto desprezo por ele, que lhe perguntou, por zombaria, se o tomava por um cão, para vir a ele, armado somente de pedras. Eu vos tomo, respondeu Davi, por menos ainda que um cão. Essas palavras encolerizaram ainda mais o gigante, que jurou por seus deuses que o esquartejaria em mil pedaços e daria sua carne para os animais e os pássaros devorarem. Davi respondeu-lhe: Vós confiais em vosso dardo, em vossa couraça e em vossa espada, e eu confio na força do Deus todo poderoso, que quer se servir de meu braço para vos derribar e para dizimar todo o vosso exército. Cortarei hoje mesmo vossa cabeça e darei o resto de vosso corpo como pasto aos cães, aos quais, a vossa raiva torna semelhante. Então todos saberão que o Deus de Israelitas os protege; que sua providência os governa, que seu socorro os torna invencíveis, que nenhuma força e nenhuma arma poderiam impedir a destruição daqueles que o abandona. O altivo gigante, vendo-o tão jovem, e desarmado, escutou estas palavras com maior desprezo ainda e marchou contra ele, a passo, porque o peso de suas armas não lhe permitia andar mais depressa.
Davi, por quem Deus combatia de maneira invisível, avançou corajosamente contra Golias, tirou uma pedra da sacola, colocou-a na funda e lançou-a com tal rapidez, que tendo atingido o gigante no meio da testa, penetrou-lhe dentro da cabeça e o fez cair morto, com rosto em terra. (Ibid. p, 219, 220 e 222)

Provas arqueológicas da existência de Davi

As pás desenterraram numerosos testemunhos da conquista e edificação do reino sob Davi. O avanço assinalado por vestígios claros, entre outros incêndios aniquiladores da planície de Jezrael. Não muito depois do ano 1000 a. C. Betsan foi arrasada juntamente com seus santuários de culto pagão. Os arqueólogos da universidade de Pensilvânia desenterraram, nesse lugar de lutas implacáveis, templos destruídos, grossas camadas de cinzas sobre muros desmoronados, objetos de culto e vasilhas dos filisteus. A vingança de Davi com um golpe arrasador a cidade em que tivera lugar o fim ignominioso do primeiro rei de Israel, golpe esse de que ela não se recuperou durante longo tempo. Sobre a camada de cinzas não há nada que indique qualquer estabelecimento humano nos séculos seguintes.
Conservaram-se muitas construções dos primeiros tempos do reinado de Davi, sobretudo fortificações em Judá, erigidas como defesa contra os filisteus. Essas construções refletem claramente o modelo da fortaleza de Saul em Gabaa. Soa o mesmo tipo tosco de casamata. Em Jerusalém, residência de Davi nos últimos anos, distinguem-se perfeitamente os alicerces de uma torre e grandes seções de um revestimento de muralha que são indubitavelmente obra de Davi. “E Davi habitou na fortaleza, e chamou-a cidade de Davi; e levantou edifícios em redor...”
A maneira estranha como caiu nas mãos de Davi a bem defendida fortaleza de Jerusalém foi descoberta por acaso no século passado e graças a sagacidade do capitão inglês Warren.
Na encosta oriental de Jerusalém, no vale de Cedron, existe uma fonte chamada “Ain Sitti Maryam”, a “fonte da virgem Maria”. No antigo testamento é chamada “Gion”, “borbotão” e constitui desde tempos imemoriais o principal abastecimento de água dos habitantes. Passando junto aos restos de uma mesquita, o caminho conduz a uma caverna. Trinta degraus que levam ao fundo, onde há uma pequena bacia, que recebe água que brota do interior do monte.
Em 1867 o capitão Warren visitou com um grupo de peregrinos a famosa fonte, na qual, segundo uma lenda, Maria lavou outrora as fraudas do menino Jesus. A visita teve lugar quase ao crepúsculo, mas, a pesar disso, Warren notou um buraco escuro poucos metros acima do lugar onde brotava a fonte. Tornou-se evidente que nunca ninguém o tinha notado antes, pois, quando Warren indagou a respeito, ninguém lhe soube responder.
Curioso, no dia seguinte ele visitou de novo a fonte de Maria munido de uma escada e uma corda. Ele não imaginava que tinha pela frente uma exploração acidentada e bastante perigosa.
Acima da fonte começava um estreito túnel que subia verticalmente. Warren era alpinista e perito em escalar chaminés. Cautelosamente foi subindo pelo poço. Uns 13 metros acima esse terminou de repente. Apalpando na escuridão, encontrou por fim uma passagem estreita e foi avançando por ela de gatinhas. Nessa passagem havia diversos degraus cavados na rocha. Ao fim de bastante tempo notou à sua frente uma luz difusa. Chegou a um poço abobadado contendo apenas bilhas e garrafas de vidro empoeiradas. Por uma fenda Warren içou-se para a liberdade... e encontrou-se na cidade com a fonte de Maria debaixo de si, lá nas profundezas da terra!
Investigações mais minuciosas, levadas a efeito pelo inglês Parker em 1910, por incumbência do Palestine Exploration Fund, revelaram que essa notável passagem datava do segundo milênio a. C. Os habitantes da antiga Jerusalém tinham aberto laboriosamente um túnel na rocha a fim de, quando sitiados, poderem chegar sem perigo à fonte vital.
A curiosidade de Warren revelara a passagem que permitira a Davi surpreender a fortaleza de Jerusalém perto de 3.000 anos atrás. Os informadores de Davi deviam conhecer esse túnel secreto, como se percebe agora por uma indicação da Bíblia, antes incompreensível. Diz Davi: “Quem ferir os Jebusita e chegar à goteira...” (¹) (II Reis 5-8). O que Lutero traduziu por “goteira” é a palavra hebraica “sinor”, que significa cano ou canal.
Com Davi começa no Antigo Testamento a precisa informação histórica. “A tradição de Davi deve ser considerada histórica em sua maior parte”. Escreve o exigente crítico Martin Noth, professor de teologia. A crônica contemporânea se torna mais autêntica passo a passo com a formação gradual duma potência política, que nasceu por obra de Davi, e que é uma coisa nova completamente estranha para Israel. Um aglomerado frouxo de tribos transformara-se em uma nação; uma terra de colonização tornou-se um grande império ocupando territórios da Palestina e da Síria.
Davi criou para esse grande Estado uma administração civil, à frente do qual se encontravam o chanceler e o “sopher”. “Sopher” significa “escriba” (II Reis 8-16,17). Um escriba ocupando o segundo posto na hierarquia do Estado. (Keller, Werner. E a Bíblia tinha Razão.  p. 165 e 166)

A Bíblia foi escrita por quarenta autores num período de 1.600 anos. Obviamente pessoas de diversas culturas e posições sociais colaboraram na composição de seu conteúdo. Mas, por trás desses escritores, estivessem eles conscientes ou não, havia um único objetivo: revelar aos seres humanos a origem de tudo que há, inclusive a do mal; e o meio pelo qual o mal chegará ao fim, estabelecendo novamente a paz universal, a perfeição através da intervenção do próprio criador nos negócios da humanidade. 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

O OBJETO-EM-SI - A COISA-EM-SI - E O-SER-EM-SI - EXISTEM?



        Conhecimento antropocêntrico
  1.           Toda relação do sujeito com o objeto é objetiva. Logo, para conhecer o objeto o sujeito precisa apreendê-lo, caso contrário o conhecimento sobre ele não se processa, aí, tudo que o sujeito disser sobre o objeto não vai além de falácias. Isso falando de objetos concretos, seja um lápis, um motor de explosão, um computador ou uma nave espacial. Agora imagine a complexidade que enfrentamos para apreender um livro onde, muitas vezes, o autor quer enganar em nome do conhecimento, das tradições culturais, de teologias e filosofias? Mas o problema maior para encontrar a verdade e revela-la a outros é a opção do povo pela ignorância, achando que apenas acreditando fará dele um defensor ou opositor em condições de defendê-la ou negá-la porque acreditou despreocupado em entender o processo. Mas isso não significa que os analfabetos não têm condições de encontrá-la pois, independentemente do conhecimento formal somos inteligentes e a inteligência ativa supera o analfabetismo e certos conhecimentos específicos, tanto é que já houve muitos analfabetos donos de empresas e fazendas, pessoas capazes de gerenciar seus bens com sucesso. Quanto a salvação oferecida por Deus segundo os relatos bíblicos, os analfabetos não estarão perdidos por apenas acreditar; pois, o Deus onisciente julga segundo a honestidade e oportunidades que teve o indivíduo. Pelo exposto entende-se que a verdade absoluta existe, mas encontra-la fora dos escritos bíblicos é impossível porque o conhecimento humano se movimenta através de lacunas deixadas por aqueles que buscam defini-la. Quando outros preenchem essas lacunas outras surgem e esse processo se estende por tempos indefinidos. Logo, a verdade absoluta sobre as origens das diversas formas de vida, do céu astral, do bem e do mal e do plano de volta a perfeição edênica existe, mas jamais será encontrada nas literaturas e culturas antropocêntricas.  .      
Qual a diferença entre a coisa-em-si e o Ser em si?
          A existência da coisa-em-si ou objeto, é contingente. Isto é, existe; mas poderia não existir, isso se dá porque, segundo Aristóteles, seu existir depende de um artista eficiente que dê forma à matéria informe. Já, o ser em si não depende de um artista manipulador; segundo Parmênides, Ele é. Isto é, sua existência não depende de nada, é auto existente.
Então, quando Kant diz que da coisa-em-si nada podemos saber ou conhecer, a que ele está se referindo, à coisa-em-si como objeto ou ao Ser em si que existe independentemente de um artista eficiente? À coisa-em-si não pode ser porque ela depende de um artista eficiente que a faça e, se é feito por alguém, qualquer um que queira pode apreendê-lo, conhecendo tudo sobre ela e sua utilidade.
          Segundo Kant, da coisa-em-si ou o objeto, a priori, isto é, através da razão pura nada aprendemos porque é impossível, apenas pelos sentidos, sem o processo da experiência prática, apreendê-los, para, a posteriori (após a experiência), conhecer sua matéria e utilidade. Kant não estava discutido apenas sobre as experiências sensíveis, da capacidade humana de apreender a coisa-em-si através dos sentidos, observando-as à distância, sem manipula-las. Sua teoria do conhecimento abrira novas perspectivas à capacidade humana de igualar-se às ciências exatas, manipulando cientificamente as diversas formas de vida e o universo astral, para, fundamentado nas mesmas bases das ciências exatas, através do empirismo científico, conhecer as origens da vida e da ordem universal (o cosmos) independentemente de um Deus que revela as origens de tudo através dos escritos bíblicos.
A ciência moderna, através das teorias do conhecimento, prosseguira com os mesmos objetivos da filosofia antiga, tirar Deus do centro do conhecimento segundo a Idade Média recolocara. Kant não fala do Ser em si quando refere-se a Deus, mas à coisa-em-si. Logo, quando Kant refere-se à coisa-em-si ele refere-se a Deus como o criador de tudo que há, afirmando que Deus não pode ser aprendido pelos sentidos para, a posteriori, deduzirmos alguma coisa, pois Deus está além da física, é metafísico. Kant põem os cientistas no limite do universo astral e o habitat do Ser em si (coisa-em-si), onde, através de objetos cientificamente construídos, apreende o que pode ser apreendido do universo, conhecendo-os. Mas O Ser Em Si está além da capacidade do homem para apreendê-Lo pelos métodos científicos. O ser em si para Kant não existe além de um conceito para fechar a lógica do criacionismo bíblico.
          Não há nada no planeta Terra e no céu astral que seja algo-em-si. Pois, o que existe em si não pode ser manipulado para ser modificado para conhecer segundo as ciências humanas. É dessa complexidade que surgem as simples e embaraçosas questões filosóficas: O que surgiu primeiro, o ovo ou a galinha? As sementes ou os vegetais? Como a filosofia não tem resposta objetivas sobre as origens da vida e do universo e, uma vez que tudo que há pode ser manipulado e modificado, entende-se que o originador da vida animada e coisas inanimadas está além do planeta Terra e do céu astral. Assim sendo e logicamente pensando, o Ser Em Si existe, é eterno e tem todo poder em Si. Segundo o filósofo Pré-Socrático Parmênides, Ele É; porém, não pode ser apreendido pelas técnicas para ser analisado empiricamente. Por isso a bíblia é o livro a ser desconstruído pelos filósofos e cientistas, pois, desconstruindo-a, desconstrói-se a existência de Deus e, consequentemente a fé em Deus. Por isso as religiões e suas denominações religiosas existem apenas como instituições exploradoras da fé dos que não conhecem. Como afirma Nietzsche, são instituições niilistas, que creem no nada como sendo Deus. Percebes como Satanás é astuto, sabe enganar em nome do conhecimento de tal modo que engana pretensos sábios, religiosos e a grande massa que não quer conhecer para conscientemente crer? 

Conheça as principais teorias do conhecimento filosófico de todos os tempos que buscam eliminar Deus de nossa mente, a bíblia como sendo Sua palavra revelada à humanidade e originador das diversas formas de vida e do cosmos lendo o livro FILOSOFIA X BÍBLIA.

          O livro tem 336 páginas e custa R$: 90,00 incluindo frete para o correio entregar na residência dos que moram no Brasil. Residentes em outros países a taxa de entrega é outra a ser calculada pelo correio. O pagamento deve ser feito através de depósito bancário ou transferência para Isaías Correia Ribas - Banco Bradesco - agência 0277-1; C/C 003985-3 - CPF: 034014108-57. Feito isso, mande-me seus dados para enviar-lhe o livro através do Email: isaiasribas_filosofia@hotmail.com ou através do facebook. Mas, caso queira dividir em até 12 vezes, está a venda no site da OLX.

sábado, 11 de junho de 2016

SÁBADO X DOMINGO X SEXTA-FEIRA



          Os judeus e algumas instituições religiosas guardam o sábado. No Cristianismo: católicos, a maioria dos protestantes e espiritualistas em geral guardam o domingo. E os Islamitas guardam a sexta feira. Essas três religiões, Judaísmo, Cristianismo e Islamismos descendem do hebreu Abraão; assim sendo, qual das três seguem na íntegra as instruções bíblicas?         
Todas as religiões e pessoas que guardam o domingo e sexta-feira são politeístas, isto é, creem em muitos deuses ou divindades, onde, conscientemente ou não, através da guarda do domingo e da sexta-feira negam o monoteísmo bíblico. Assim sendo, cristãos católicos, protestantes, espíritas, islâmicos e outros seguimentos negam a existência de um Deus criador e mantenedor de tudo que há segundo explícito na bíblia.
          Os judeus e as instituições religiosas guardadoras e defensores do sábado bíblico como dia santo, continuam defendendo o monoteísmo bíblico e a trindade-uma (Deus pai, Filho e Espírito Santo) como criador de tudo que há; mas já estão sendo influenciados pelos ideais filosófico-politeístas?
          Quando o filósofo Nietzsche diz que todas as religiões são niilistas, isto é, creem no nada e os têm como Deus e deuses, está denunciando o poder das religiões de enganar em nome de Deus e dos deuses, pois, para Nietzsche, ser cristão, é ser com Ele, Cristo foi.
      O livro informa, além da biografia do autor: as grandes intrigas religiosas entre os personagens bíblicos; as estratégias dos filósofos para anular Deus do consciente humano nas épocas Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea; e as teorias do conhecimento dos grandes filósofos que, em nome do saber científico-filosófico, esforçam para provar que o Deus bíblico não existe.
          Como filósofo conhecedor da bíblia, defendo o pensamento bíblico em detrimento de todas as teorias do conhecimento antropocêntrico fundamentado nas próprias estratégias filosóficas. Logo, não é um livro de opiniões soltas, mas um trabalho acadêmico fundamentado nos eventos históricos e no discurso filosófico; mostrando como as religiões caíram nas estratégias das argumentações filosóficas, fazendo que elas elegessem dias santos contrários ao dia elegido pelo Deus do hebreu Abraão.
          Sou filósofo da linha da desconstrução; nesse caso, mostro como detectar e destruir os argumentos filosóficos que buscam destruir a existência de Deus e a fé dos religiosos nos escritos bíblicos. Além dessa trama que abrange todos os habitantes da Terra, analiso como os políticos brasileiros e de outras nações do terceiro mundo mantêm a grande massa trabalhadora na ignorância generalizada através da educação formal.
          Como filósofo não defendo nenhuma doutrina religiosa, é apenas um debate que contribuirá aos religiosos, ateus, deístas e outros a defenderem seus pontos de vistas segundo o que está escrito na bíblia e nas diversas teorias do conhecimento filosófico, livrando muitos de ser um mero crente em Deus ou no ateísmo.