Pesquisar este blog

Carregando...

quarta-feira, 22 de junho de 2016

O OBJETO-EM-SI - A COISA-EM-SI - E O-SER-EM-SI - EXISTEM?



          Toda relação do sujeito com o objeto é objetiva. Logo, para conhecer o objeto o sujeito precisa apreendê-lo, caso contrário o conhecimento não se processa, aí, tudo que o sujeito disser sobre o objeto não vai além de falácias.
Qual a diferença entre a coisa-em-si e o Ser em si?
          A existência da coisa-em-si, ou objeto, é contingente. Isto é, existe; mas poderia não existir, isso se dá porque, segundo Aristóteles, seu existir depende de um artista eficiente que dê forma à matéria informe. Já, o ser-em-si não depende de um artista manipulador; segundo Parmênides, Ele é. Isto é, sua existência não depende de nada, é auto suficiente. 
Então, quando Kant diz que da coisa-em-si nada podemos saber ou conhecer, a que ele está se referindo, à coisa-em-si como objeto ou ao Ser-em-si que existe independentemente de um artista eficiente? À coisa-em-si não pode ser porque ela depende de um artista humano que a faça e, se é feito por alguém, qualquer um que queira pode apreendê-lo, conhecendo tudo sobre ela e sua utilidade.
          Segundo Kant, da coisa-em-si ou o objeto, a priori, isto é, através da razão pura nada aprendemos porque é impossível, apenas pelos sentidos, sem o processo da experiência prática, apreendê-los, para, a posteriori (após a experiência), conhecer sua matéria e utilidade. Kant não estava discutido apenas sobre as experiências sensíveis, da capacidade humana de apreender a coisa-em-si através dos sentidos, observando-as à distância, sem manipula-las. Sua teoria do conhecimento abrira novas perspectivas à capacidade humana de igualar-se às ciências exatas, manipulando cientificamente as diversas formas de vida, para, fundamentado nas mesmas bases da matemática e da geometria, através do empirismo, conhecermos as origens da vida e da ordem universal (o cosmos) independentemente de um Deus que revela as origens de tudo através dos escritos bíblicos.
"São possíveis juízos sintéticos a priori?" Toda filosofia desenvolvida por Kant tem como objetivo responder essa questão posta por ele para dar uma resposta à filosofia de David Hume.
          A ciência moderna, através das teorias do conhecimento, prosseguia com os mesmos objetivos da filosofia antiga, tirar Deus do centro do conhecimento segundo a Idade Média recolocara. Logo, quando Kant refere-se ao ser-em-si ele refere-se a Deus como o criador de tudo que há, afirmando que Deus não pode ser aprendido pelos sentidos para, a posteriori, deduzirmos alguma coisa, pois Deus está além da física, é metafísico. Kant põem os cientistas no limite do universo, onde, com objetos cientificamente construídos, apreende o que pode ser apreendido, conhecendo-os. Mas O Ser Em Si está além da capacidade científica para apreendê-Lo.
          Não há nada no planeta Terra e no céu astral que seja algo-em-si. Pois, o que existe em si não pode ser manipulado para ser modificado para conhecer segundo as ciências humanas. É dessa complexidade que surgem as simples e embaraçosas questões filosóficas: O que surgiu primeiro, o ovo ou a galinha? As sementes ou os vegetais? Como a filosofia não tem respostas objetivas sobre as origens da vida e do universo e, uma vez que tudo que há pode ser manipulado e modificado, entende-se que o originador da vida animada e coisas inanimadas está além do planeta Terra e do céu astral. Assim sendo e logicamente pensando, o Ser Em Si existe, é eterno e tem todo poder em Si. Segundo o filósofo Pré-Socrático Parmênides, Ele É; logo, não pode ser apreendido pelos sentidos para ser analisado empiricamente. Por isso a bíblia é o livro a ser desconstruído pelos filósofos e cientistas, pois, desconstruindo-a, desconstrói-se a existência de Deus e, consequentemente a fé nesse Deus. Por isso as religiões e suas denominações religiosas caíram no niilismo, existindo apenas como instituições exploradoras da fé dos que não conhecem. Como afirma Nietzsche, são instituições niilistas, que creem no nada como sendo Deus. Percebes como Satanás é astuto, sabe enganar em nome do conhecimento de tal modo que engana pretensos sábios, religiosos e a grande massa que não quer conhecer para conscientemente crer?

Conheça as principais teorias do conhecimento filosófico de todos os tempos que buscam eliminar Deus de nossa mente, a bíblia como sendo Sua palavra revelada à humanidade e originador das diversas formas de vida e do cosmos lendo o livro FILOSOFIA X BÍBLIA.

          O livro tem 336 páginas e custa R$: 90,00 incluindo frete para o correio entregar na residência dos que moram no Brasil. Residentes em outros países a taxa de entrega é outra a ser calculada pelo correio. O pagamento deve ser feito através de depósito bancário ou transferência para Isaías Correia Ribas - Banco Bradesco - agência 0277-1; C/C 003985-3 - CPF: 034014108-57. Feito isso, mande-me seus dados para enviar-lhe o livro através do Email: isaiasribas_filosofia@hotmail.com ou através do facebook. Mas, caso queira dividir em até 12 vezes, está a venda no site da OLX.

sábado, 11 de junho de 2016

SÁBADO X DOMINGO X SEXTA-FEIRA



          Os judeus e algumas instituições religiosas guardam o sábado. No Cristianismo: católicos, a maioria dos protestantes e espiritualistas em geral guardam o domingo. E os Islamitas guardam a sexta feira. Essas três religiões, Judaísmo, Cristianismo e Islamismos descendem do hebreu Abraão; assim sendo, qual das três seguem na íntegra as instruções bíblicas?         
Todas as religiões e pessoas que guardam o domingo e sexta-feira são politeístas, isto é, creem em muitos deuses ou divindades, onde, conscientemente ou não, através da guarda do domingo e da sexta-feira negam o monoteísmo bíblico. Assim sendo, cristãos católicos, protestantes, espíritas, islâmicos e outros seguimentos negam a existência de um Deus criador e mantenedor de tudo que há segundo explícito na bíblia.
          Os judeus e as instituições religiosas guardadoras e defensores do sábado bíblico como dia santo, continuam defendendo o monoteísmo bíblico e a trindade-uma (Deus pai, Filho e Espírito Santo) como criador de tudo que há; mas já estão sendo influenciados pelos ideais filosófico-politeístas?
          Quando o filósofo Nietzsche diz que todas as religiões são niilistas, isto é, creem no nada e os têm como Deus e deuses, está denunciando o poder das religiões de enganar em nome de Deus e dos deuses, pois, para Nietzsche, ser cristão, é ser com Ele, Cristo foi.
      O livro informa, além da biografia do autor: as grandes intrigas religiosas entre os personagens bíblicos; as estratégias dos filósofos para anular Deus do consciente humano nas épocas Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea; e as teorias do conhecimento dos grandes filósofos que, em nome do saber científico-filosófico, esforçam para provar que o Deus bíblico não existe.
          Como filósofo conhecedor da bíblia, defendo o pensamento bíblico em detrimento de todas as teorias do conhecimento antropocêntrico fundamentado nas próprias estratégias filosóficas. Logo, não é um livro de opiniões soltas, mas um trabalho acadêmico fundamentado nos eventos históricos e no discurso filosófico; mostrando como as religiões caíram nas estratégias das argumentações filosóficas, fazendo que elas elegessem dias santos contrários ao dia elegido pelo Deus do hebreu Abraão.
          Sou filósofo da linha da desconstrução; nesse caso, mostro como detectar e destruir os argumentos filosóficos que buscam destruir a existência de Deus e a fé dos religiosos nos escritos bíblicos. Além dessa trama que abrange todos os habitantes da Terra, analiso como os políticos brasileiros e de outras nações do terceiro mundo mantêm a grande massa trabalhadora na ignorância generalizada através da educação formal.
          Como filósofo não defendo nenhuma doutrina religiosa, é apenas um debate que contribuirá aos religiosos, ateus, deístas e outros a defenderem seus pontos de vistas segundo o que está escrito na bíblia e nas diversas teorias do conhecimento filosófico, livrando muitos de ser um mero crente em Deus ou no ateísmo.  




segunda-feira, 6 de junho de 2016

O-TODO


Para concretizar meu objetivo criei um conceito para intervir no mundo do conhecimento. Pois, no meio filosófico, aqueles (as) que se intitulam filósofos (as) têm que mostrar essa habilidade para compor sua filosofia, meio pelo qual participará do movimento epistemológico confirmando, criticando, negando e, se possível, redirecionando o eixo dos conhecimentos até então estabelecidos. Sem nenhuma presunção, mas por necessidade acadêmica me aventurei nesse projeto. O-Todo é o conceito que irá direcionar as temáticas deste livro.

Qualquer pessoa que queira conduzir o outro à maioridade moral, intelectual e espiritual a que ter entendimento Do-Todo; caso não valorize O-Todo, é apenas mais um defensor e mestre em conduzir o outro à minoridade filosófica, política, religiosa, profissional e epistemológica segundo ele foi conduzido ou se autodeterminou. Pois, o fato de ser mestre e doutor em conhecimentos específicos não são garantias de ter o conhecimento Do-Todo físico-metafísico. Os que pensam o contrário fazem da parte, O-Todo; caindo em um tipo de dogmatismo, parece-me ter sido esse o equívoco religioso-filosófico-e-científico de todos os tempos.

 O livro informa, além da biografia do autor: as grandes intrigas religiosas entre os personagens bíblicos; as estratégias dos filósofos para anular Deus do consciente humano nas épocas Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea; e as teorias do conhecimento dos grandes filósofos que, em nome do saber filosófico, esforçaram-se para provar que o Deus bíblico não existe.
Como filósofo conhecedor da bíblia, defendo o pensamento bíblico em detrimento de todas as teorias do conhecimento filosófico fundamentado nas próprias estratégias filosóficas. Logo, não é um livro de opiniões soltas, mas um trabalho acadêmico fundamentado nos eventos históricos e na própria filosofia.
  

sábado, 21 de maio de 2016

JESUS VIRÁ OUTRA VEZ! FATO OU BOATO?


Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vos teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. São João 14:1-3

          Há dois tipos de fé, a cega e a racional. A primeira geralmente é movida pelo medo, incertezas e dúvidas. A segunda move-se pela razão; para essas pessoas a conversão acontece após a compreensão do plano de salvação descrito na bíblia; os sentimentos de medo, tristeza, alegria, amizades e outros, pouco ou nada influenciam na decisão te agir pela fé segundo os escritos bíblicos, pois, os sentimentos verdadeiros, destemidos, nascem da certeza, não da dúvida e do medo. Pessoas de fé racional sabem para onde vão e o que é preciso fazer e ser para abreviar sua ida à presença daquele que o chamou das trevas para a luz! Por isso, sem fé é impossível agradar a Deus, ou seja, ser salvo. E não nos esqueçamos, a graça não supera a compreensão e a conversão para a salvação, ela completa o que são impossíveis à compreensão e à razão, salvar.          
          Jesus nasceu no planeta Terra segundo profetizara os profetas do Velho Testamento. Quanto a esse fato ninguém duvida porque Jesus é o mais notável personagem que dividiu a história em antes e depois dele morrendo crucificado; mas, ressuscitou e voltou para o céu. O que as pessoas questionam é se esse Jesus é o filho de Deus que criara tudo que há no planeta Terra segundo os relatos bíblicos. Mas que Adão e Eva duvidaram dos conselhos do Criador, ouvindo o falacioso discurso de Lúcifer que os fizeram caírem em pecado. Nessa, Satanás usurpou o planeta das mãos de Deus escravizando a raça humana através do pecado, que passara necessitar de um libertador que os resgatassem da escravidão. No passado Lúcifer já havia se rebelado no céu enganando anjos, levando-os a duvidarem do caráter e amor de Deus que planejava adaptar o planeta Terra às várias formas de vida; e, que Lúcifer pretendera ser o agente Criador. Como Deus mostro-lhe a impossibilidade de entes criados ser o Criador, Lúcifer rebelou-se fazendo que a terça parte dos anjos o seguissem na rebelião. Após Deus mostrar-lhes seus erros, deu-lhes tempo determinado para, caso quisessem, voltar atrás; como preferiram continuar na rebelião, Deus deu-lhes tempo para desenvolverem seus planos de melhorar o que Deus criara até então. Dentro desse contexto Lúcifer e os seus foram expulsos do céu, para, em algum lugar do universo desenvolver seus planos em oposição aos de Deus. Após essa intriga no Céu, Jesus adaptou o planeta Terra às diversas formas de vida, alertando o casal sobre o que ocorrera no céu e que Lúcifer (Satanás), iria tentar engana-los como fizera com os anjos.
          Conhecemos a história da criação e do pecado ocorridos no Éden segundo os registros bíblicos; como também, a promessa de que Jesus, como criador, pagaria o preço; mostrando para todo universo inteligente que era possível Adão e Eva, como seres santos, ter vencido as tentações de Satanás. Por isso Jesus nasceu milagrosamente de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo (Deus), para nascer sem conhecer o pecado, para, semelhantes a Adão e Eva, passar por todas as tentações e não pegar, mostrando que o pecado é consumado quando as criaturas divinas deixam de dar crédito à palavra do criador. O povo Hebreu-Israel-e-Judeus foram os responsáveis por manter vívida essa esperança na mente da humanidade; mas os filósofos cegaram os judeus levando-os a negarem o nascido da parte de Deus, matando-O crucificado. Através dessa morte instigada pelos agentes de Satanás, Jesus pagou o preço exigido pela transgressão da lei de Deus para resgatar-nos da escravidão ao permitir morrer crucificado para resgatar o planeta do controle de Satanás, onde, todos que aceitaram e aceitam a jesus como o seu libertador serão salvos por ocasião de Sua segunda vinda. Logo, Jesus é o meio pelo qual a liberdade e a perfeição voltarão a ser realidades no planeta Terra e no universo a começar logo após Sua volta!    
          É esse Jesus que nasceu a dois mil anos atrás que prometeu voltar para encerrar o drama do pecado no universo, resgatando definitivamente o planeta do controle de satanás, reiniciando a perfeição existente anterior as rebeliões de Lúcifer e seus anjos segundo os escritos bíblicos. O mesmo tempo de graça que os seres humanos estão tendo hoje na Terra, tiveram os anjos no céu, mas eles preferiram continuar com a rebelião que se arrepender. Agora é nossa vez, e, todos os que aceitarem a Jesus como seu Salvador pessoal e fizer o que ele manda segundo o que está escrito na bíblia, serão salvos! Os contrários, juntamente com Satanás e seus anjos, serão destruídos. Após essa experiência da rebelião de Lúcifer, nunca mais haverá outra! Os salvos estarão para sempre livres do pecado, de Satanás e da morte! Logo, esse mesmo Jesus que nascera e fora morto, virá outra vez para pôr fim à história do pecado!

FILOSOFIA X BÍBLIA
UM PROBLEMA MILENAR




O-TODO
SOLUÇÕES EM PERSPECTIVA

Neste livro mostro em detalhes como as ideologias satânicas, por meio de filosofias, conseguiu, em diferentes épocas, enganar os seres humanos ofuscando o plano de salvação dado à humanidade através de Jesus Cristo.


Filósofo Isaías Correia Ribas   

quarta-feira, 11 de maio de 2016

FILOSOFIA DA MENTE



          O problema da verdade

         A verdade universal sobre as origens da vida e do universo (absoluta) existe; como a verdade dos fatos (que acontece na história); a subjetiva (do sujeito); a relativa (verdade para alguns) e as religiosas-teológicas (babilônia das crenças). Na busca por encontrar e definir a verdade absoluta, criamos as verdades particulares para satisfazer a vontade humana que não quer reconhecer a verdade universal e absoluta explícita na bíblia. 

          O ser humano é um composto físico metafísico. Isto significa que, além da matéria há algo além da física que conecta o físico ao metafísico, fazendo do ser humano um ente pensante. O cérebro é o órgão que recebe tudo que nos atinge através dos sentidos. Dessa complexidade surge a razão ou raciocínio que interpreta e programa, segundo a vontade e gostos do indivíduo, o que adaptar-se às suas estruturas físicas e psíquicas satisfazendo-o. Aí, nessa busca por satisfações e ideais próprios, cada um de nós achamos estar com a verdade. (verdade subjetiva)
Verdade e mentira
          O que é a verdade? O que é mentira? De uma coisa todos nós temos certeza, ambas existem e atingem o cérebro através dos sentidos, onde, a razão avalia o que deve ser adaptado ao jeito de ser de cada um. Embora todos nós dizemos detestar a mentira ou falsidade, algumas vezes nos esforçamos para justifica-las como sendo a verdade, principalmente quando algo é de nosso interesse pessoal. Assim sendo, podemos ser vítimas de nossa própria razão. Os habitantes do planeta Terra surgiram em um contexto de vida onde não existia a liberdade, mas dever de escolher entre a mentira e a verdade, o certo e o errado através do livre-arbítrio. Nesses seis mil anos de nossa história, ambas, a verdade e a mentira desenvolveram-se através de diversas literaturas filosóficas, científicas e religiosas. Logo, as produções literárias teocêntricas e antropocêntricas estão recheadas de mentiras e verdades; no entanto, é dessa malha que temos que encontrar a verdade. Assim sendo, quem não lê como um investigador dificilmente encontrará a verdade, pois, aqueles que dizem tê-la, na maioria das vezes querem enganar em nome da verdade. Logo, apenas acreditar não é suficiente para adaptar a verdade ao modo de agir.

          Há algo que não existe no universo que seja motivo de suas preocupações? Não? Então, o Deus bíblico é passível de ser comprovado logicamente, filosoficamente e cientificamente.

FILOSOFIA X BÍBLIA
UM PROBLEMA MILENAR


         Neste livro mostrarei que os filósofos de todas as épocas estão errados quando negam a existência do Deus bíblico como criador e mantenedor de tudo que há.

sábado, 23 de abril de 2016

NIETZSCHE - A RAZÃO E O CORPO


         Para Nietzsche a grande razão é o corpo, isto significa que as pessoas do mundo contemporâneo dão vazão às suas vontades através do corpo em detrimento do intelecto que deve avaliar a postura correta. Mostrar-se através da aparência, para a sociedade atual, é o meio de dizer o que pensa sobre si mesmo, os valores morais, políticos e religiosos. Por isso, segundo Nietzsche, a grande razão é o corpo que expressa a vontade individual na exposição de todas as pulsões sensuais contra a moral judaico-cristã (bíblica). 
          Analise as gerações desses últimos quarenta anos independentemente de suas crenças; a maioria dos homens pautam-se pelas exposições de suas aparências; o importante é mostrar-se através do não fazer a barba, cabelos desarrumados, calçados com sapatos e trajes envelhecidos tentando parecer um revolucionário político ou religioso islamita que querem de alguma forma questionar tudo e, se possível, todos. Quanto as mulheres, a valorização pessoal e sua exposição vai ao extremo quando o negócio é mostrar-se através da valorização da sensualidade corporal. Independentemente de como está vestida, se de vestido feminino ou calças cumpridas, o importante é valorizar as curvas do corpo, ousadia na maquiagem, tatuagens e usos de joias. Nesse contexto, para ambos, homens e mulheres, o saber pouco importa, acreditam que a ousadia de se mostrar supera o conhecimento na arte de conquistar o outro a favor de suas posições políticas, acadêmicas e religiosas.   
Para a sociedade em geral, imitar ícones revolucionários do passado e atuais isso é considerado normal, uma aventura para preencher suas ilusões e frustrações por não conseguir ser o que o outro foi ou é. Por outro lado, quando religiosos seguem essas mesmas práticas para dizerem-se ousados na arte de representar Cristo, apresenta falta de conhecimento sobre os meios disponibilizado por Deus para terminar a pregação do evangelho, pois, os cristãos não podem alinhar-se às práticas e costumes mundanos como meios para terminar a obra que Deus lhes confiou. Não vou detalhar o que os cristãos fazem em nome de Deus com a desculpa de que está, através da exposição corporal, buscando ganhar o outro para o evangelho, pois, entendo que são pessoas inteligentes para perceber que estamos todos, mesmo sem conhecer a filosofia de Nietzsche, seguindo suas conclusões filosóficas que, cristianismo é platonismo, um meio falso de dizer-se cristão agindo diferente de Cristo.
          Os filósofos, desde os Pré-socráticos, através do conhecimento antropocêntrico acadêmico e do politeísmo religioso, tiveram, como objetivo primeiro, eliminar a certeza da existência de Deus do consciente humano. Eles conseguiram fazendo que os Judeus crucificassem Cristo; que o cristianismo medieval fosse politeísta; que os protestantes modernos continuassem na mesma lógica do medievalismo ignorando as leis de Deus e, por último, que os Adventistas do Sétimo Dia abandonassem a modéstia cristã aderindo-se às práticas dos não cristãos como meios de pregar o santo evangelho, achando que a exposição do corpo através das modas seculares são meios de testemunhar de Cristo.
          Segundo o cumprimento das profecias bíblicas vivemos nos últimos instantes da história do pecado. Percebemos isso através da interpretação de duas passagens apocalípticas:

Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher (igreja) está assentada; são também sete reis (impérios mundiais), cinco já caíram; (Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia e Grécia), um existe (Império romano dos dias de João), e outro ainda não é vindo; (Roma papal); e quando vier, deve permanecer pouco tempo (mil anos da Idade Média). A besta que era e já não é (Roma papal) é também o oitavo rei (Vaticano como a besta e os Estados Unidos da América do Norte como sua imagem), e é dos sete, e vai-se para a perdição. Apocalipse, 17: 9-11

E da boca do Dragão (Satanás), e da boca da besta (Vaticano), e da boca do falso profeta (religiosos antagônicos ao todo bíblico), vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo mundo (movimento religioso-político-ecumênico), para os congregarem para a batalha do grande dia do Deus todo poderoso. Apocalipse 16: 13-14

FILOSOFIA X BÍBLIA
Neste livro que lançarei em maio de 2016 devido um pequeno atraso na revisão, através de 334 páginas, mostrarei através de uma linguagem simples, como os filósofos, através do conhecimento acadêmico e do politeísmo religioso, enganaram as sociedades político-religiosa de todas as épocas; pois, os filósofos, através de suas arquiteturas conceituas, são peritos em conduzir a humanidade à acreditar que Deus não existe, mas provarei através da própria filosofia que eles estão redondamente engnados.
   

Filósofo Isaías Correia Ribas
      

     

terça-feira, 29 de março de 2016

APOCALIPSE


          Apocalipse significa revelação; é o último livro do Novo Testamento da bíblia judaico-cristã e foi escrito pelo apóstolo João no primeiro século da era cristã. Mas o Apocalipse é revelação de que? De tudo que acontece no mundo social, político, religioso e porque ocorrerá a intervenção de Deus nos negócios da humanidade. Embora seja revelação, a escrita do livro está protegida por uma linguagem figurada. Esse tipo de linguagem foi necessário porque o livro seria desvelado pelos estudiosos da sociedade existente nos últimos anos da história do bem e do mal. Outro livro semelhante ao Apocalipse que se relaciona em propósito e estilo de escrita é o livro de Daniel do Velho Testamento. Ambos tratam dos mesmos assuntos e apresentam a mesma solução para os problemas existentes no mundo. O livro de Daniel foi escrito por volta do século VI a.C. e o Apocalipse no primeiro d. C.; como a revelação era para as pessoas dos últimos dias de nossa história, justifica-se as interpretações que fizera Guilherme Miller no século XIX como o marco para a compreensão desses livros e o início dos fins dos tempos no planeta Terra.
          Para nós brasileiros que estamos chocados com a corrupção existente na alta sociedade política, empresarial e judiciária; todos os cidadãos do mundo chocar-se-ão quando compreenderem a alta corrupção existente no mundo filosófico-científico-religioso que, a milênios têm se organizado para, através da religião, em nome de Deus, da ciência e de teorias hipotéticas, enganar todos os povos independentemente de sua cultura, levando a maioria a negarem a bíblia como sendo a palavra de Deus e Jesus como único meio de moldar-nos à vida eterna.
          Os grandes arquitetos do conhecimento antropocêntrico para negar a existência literal de um Deus criador das diferentes formas de vida no planeta Terra e do cosmo são os filósofos gregos. Antes da filosofia, o Deus bíblico era negado através das diferentes formas de politeísmo. Com os filósofos, Deus é negado através das teorias do conhecimento filosófico-científico-e-teológico. Teológico, isso mesmo, os filósofos jogam com todos e, parece que, negar a Deus em nome do próprio Deus e Jesus através do cristianismo têm se mostrado o método mais eficiente para enganar a todos, ignorantes, letrados e os próprios religiosos que acham que crer sem conhecer é o suficiente para alcançar a salvação prometida por Deus através dos escritos bíblicos. Logo, conhecer a Deus jamais deveria estar relacionado à religiosidade ligada a qualquer instituição religiosa, e sim à salvação planejada pelo próprio Deus em todos os escritos bíblicos, onde, os salvos em cristo, herdarão o paraíso prometido no Apocalipse.
          O livro que lançarei até o final de abril de 2016 tem o objetivo de analisar com o leitor, como, nesses dois mil e seiscentos anos de filosofia, os filósofos de diferentes épocas se articularam para, em nome do conhecimento formal-acadêmico, eliminar Deus do consciente humano.


Filósofo Isaías Correia Ribas