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segunda-feira, 22 de junho de 2015

DEUS CRIOU UM DIA SANTO?

 Deus é o Senhor do espaço e do tempo. Ao adaptar o planeta terra à vida, Primeiro, Ele dividiu o espaço em períodos iguais marcados pelo pôr do sol, denominando-os dia, sete dias consecutivos completou uma semana, período que Ele usou para criar todas as coisas, adaptando-as para a manutenção da vida na Terra, permitindo assim que o homem começasse a marcar o seu tempo. Na adaptação do planeta Terra à vida, Deus estava organizando um microcosmo na ordem macrocósmica. Por isso, na medida que Ele ordenava, aparecia o que queria; no sexto dia ele criou sua obra prima, o homem, depois, do próprio homem, criou a mulher, ambos foram criados à Sua semelhança, pessoas capazes de pensar, falar, compreender o outro e executar o pensado. Deu-lhes também a tarefa de administrar tudo o que fora criado, pois o casal era superior à todas as outras criaturas. Terminada a tarefa da criação, Deus criou também o dia de descanso, não que ele estivesse cansado, muito menos o casal que acabara de ser criado, mas seria um dia para parar todas as atividades cotidiana. Deus, de modo especial, abençoou o sétimo período de tempo denominando-o sábado, dia santo, de adoração ao criador de todas as coisas, consequentemente, quem não trabalha neste período de tempo abençoado, recebe as mesmas bênçãos que Deus pôs neste dia. Então, entende-se, que o sábado fora separado para o descanso físico do homem que precisaria desse dia para manter vívido na mente dos futuros descendentes que houve um Deus que criara o universo e as diferentes formas de vida, coroando-a com a racional. As culturas que têm o dia sétimo como santo e param suas atividades temporais no sábado, reconhecem que tudo o que existe é obra de um Deus criador e mantenedor de tudo. Já, as culturas e religiões contrárias, negam que haja um Deus que criara todas as coisas, inclusive a semana de sete dias.
     O casal fora informado sobre o que acontecera no céu, que a harmonia fora quebrada, mas, mesmo assim, Deus continuaria amando suas criaturas, porém, Lúcifer, o vingador, continuaria lutando para provar que ele estava certo e Deus errado. Assim, este planeta passou a ser o palco onde se desenrolaria a trama entre o bem, Deus; e o mal, Satanás, criatura que pretendera ser igual a Deus, que continua fazendo tudo para corromper o que Deus criara. Satanás sabe que, se ele criar outro dia santo no lugar do santo sábado santificado por Deus, seria um dos meios para levar a humanidade a negar a existência de Deus como criador de todas as coisas. Adão e Eva estavam cientes que eles estavam envolvidos e seriam testados como foram os anjos no céu. Souberam que Lúcifer tentariam enganá-los para que eles tivessem a mesma sorte que eles.
     Simples de mais essa história da criação apresentada na bíblia. Tão simples que não dá para acreditar que tudo se deu assim. Qualquer pessoa de pouca leitura que queira ler, compreenderá, como também, qualquer um que apenas ouça, entenderá. Pois então, este é o propósito de Deus, que todos compreendam para que não haja desculpas quando todos vir a juízo.
     Este é um pequeno capítulo do livro que lançarei no segundo semestre de 2015.

Filósofo Isaías Correia Ribas

terça-feira, 2 de junho de 2015

BRASIL - BERÇO DA CORRUPÇÃO

     O Brasil, os Estados Unidos da américa do Norte, os países da américa Central e do Sul, são países novos. Exceto os USA, os outros estão oscilando entre a ditadura e a democracia. Há trinta anos, mais uma vez, a democracia está sendo instituída no Brasil, somos uma democracia, mas, como democratas, o povo, está longe de ser incluído nos programas dos políticos que usam as riquezas do Estado em benefício próprio, dos partidos políticos e de monopólios empresariais. Nossa história confirma que o país sempre foi usado pelos estrangeiros que por aqui aportaram como terra de exploração e nada mais. Pouco coisa ou nada melhorou nesses quinhentos anos. O conceito “Democracia” está esquecido, político nenhum fala em democracia, pois, num Estado democrático a justiça, os deveres e direitos são para todos. Mas os políticos querem os direitos para eles e os deveres para o povo, negando toda e qualquer forma de justiça. Nesta guerra atual, a democracia brasileira está esquecida pelos atuais políticos que militam, como sempre, em benefício próprio; esquecendo que foram eleitos pelo povo para governar em benefício do povo. Políticas sociais sem educação de qualidade, serve apenas para enganar o povo. Políticas de um país que gira em torno de valorização do salário mínimo é política para manter a nação cada vez mais distante do desenvolvimento, pois, sem educação de qualidade para os trabalhadores não há como haver desenvolvimento. Os políticos brasileiros continuam com o mesmo ideal do Brasil-Colônia, terra de exploração e nada mais. Será preciso levantar um salvador da pátria? Essa política fundamentada em heróis nunca deu certo, então, o que precisamos é de políticos conscientes, que ame o país e seu sofrido povo!
Estado democrático
     Um Estado democrático consciente se faz com boa educação pública. O alvo para o descobrimento do Brasil foi à busca de terras além dos mares da Europa a ser explorada. Logo, o Brasil é terra de exploração escrava. A independência do Brasil, a abolição da escravidão, diferentes regimes políticos adotados ao longo de nossa história sempre tiveram, na perspectiva de alguns políticos, construir um Estado democrático, onde, todas as riquezas produzidas e extraídas desse solo fossem em Benefício de todos os brasileiros trabalhadores. Porém, “nestas terras em que plantando tudo dá”, a ganância dos estrangeiros e dos brasileiros ricos, têm dificultado o desenvolvimento de um Brasil para o povo brasileiro. Por isso meus caros colegas, trabalhadores brasileiros, a educação pública oferecida aos filhos dos trabalhadores tem que ser ruim. Por isso meus caros colegas professores, as escolas públicas têm que ser sucateadas e os professores mau valorizados. O governo federal, desde 2005, legislou, que os professores, por terem curso superior, têm que ganhar como os profissionais com curso superior, mas os governos dos estados se mostram anticonstitucionais, negando o cumprimento desta lei federal. Contrariando-a, os governos do executivo das esferas estaduais e municipais, na sua maioria aliada as casas legislativas, fechadas contra o desenvolvimento do país, votam pacotes de leis que dificulta a implantação de uma educação pública de qualidade com valorização do professor como objetivo único de manter a escravidão e a ignorância generalizada. No início de 2015 os estados do Paraná, São Paulo, e outros governados por políticos do PSDB com o apoio de outros partidos e das frentes sindicais, judiciários, do grande e pequeno burguês se juntaram para travar o desenvolvimento do país, pois, sem educação de qualidade para todos, jamais seremos uma nação desenvolvida. assim sendo, as únicas classes beneficiadas são essas da elite corrupta. Parece que eles amam a pobreza, a ignorância, a barbárie generalizada, a corrupção e corruptores quando defendem a má educação pública aos pobres e a desvalorização dos professores. Depois reclamam do crescimento da vilência.
O ex-presidente Lula, apesar das forças contrárias e rodeados por corruptos, até o momento, foi o único brasileiro nato que governou pensando um Brasil desenvolvido para todos, permitindo que os pobres trabalhadores tivessem acesso às universidades pública e privada caso quisesse ter formação superior.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, gastou um bilhão para comprar os diretores de ensino e a gestão escolar para perseguir professores categoria O, efetivos em estágio probatório ou não. Caso entrassem em greve teriam seus salários cortados, correndo o risco perderem o emprego e outros assédios à moral. Alckmin é exemplo máximo de como ferrar a população com a grana pública usando idiotas alienados, mas úteis para manter a ignorância generalizada através da educação. Usa o secretário da educação e a grande mídia para mentir para todos dizendo que tudo que está sendo feito para garantir educação de qualidade nas escolas públicas. Jamais pensaria ver a “elite” da educação paulista agindo como capitães do mato em pleno século XXI, ainda mais, quando estes dizem lutar por um povo desenvolvido e consciente. Para quem não sabe, a terceirização da mão de obra pública e privada está sendo testada através dos professores categoria *O. Logo, a escravidão de todos os trabalhadores brasileiros através da terceirização é projeto político do PSDB, por isso, seus governadores não querem reajustar o salário dos professores, aguardando que todos se enquadrem na terceirização da mão de obra que está sendo votada em Brasília. ISSO TEM NOME, CHAMA-SE, CORRUPÇÃO.



Filósofo Isaías Correia Ribas 

domingo, 31 de maio de 2015

POLÍTICOS ATUAIS NÃO REPRESENTAM OS IDEAIS DOS TRABALHADORES



     Nesta greve dos professores de São Paulo que já passam dos oitenta dias, as forças sindicais estão fazendo de tudo para minar a forças dos professores que lutam, não por ideias políticos, mas pela educação de qualidade para os filhos dos trabalhadores e pela valorização do profissional, professor. Como professor que quer ensinar para levar nosso país ao desenvolvimento não podemos desistir dessa luta contra os políticos que querem manter o povo na ignorância. O argumento do governador Alckmin para não apresentar nenhuma proposta é justamente este: a luta não é dos professores e sim de movimentos políticos. Muito bem, senhor governador, as forças sindicais, por imposição dos partidos políticos aos profissionais infiltrados na educação que querem usar a educação para movimentos políticos chegaram à conclusão que a greve deve acabar, mas nós, os professores que não fazemos parte desses movimentos, lutamos pela educação de qualidade para todos, por isso, queremos continuar lutando pela educação de qualidade para todos. Agora, a luta dos professores do estado de São Paulo, será contra apenas o PSDB do governador Alckmin, que diz não ter atendido as reivindicações porque a greve tinha fins políticos. Então, senhor governador, a única força política presente no momento é a do PSDB que governa o estado. Se realmente queres boa educação para os filhos dos trabalhadores, chegou o momento para isto. Nós, os professores, sabemos que salas com mais de trinta alunos não favorece o bom aprendizado. Professores descontentes como que ganha também é desestimulado a dedicar-se somente à uma estância, no caso, o estado, para melhorar o ensino, forçando-o a trabalhar em outras estâncias públicas e privadas para complementar o salário que o governador oferece. Então, senhor governador, mostra ser um político que quer o desenvolvimento do estado e do país apresentado propostas concretas aos professores do estado em luta.
     Caros colegas que ainda não entraram em greve com o argumento de que não entram porque a greve era política e não dos professores. De agora em diante, nossa greve é apenas dos professores que querem educação pública de qualidade. Logo, com o fim das forças sindicais, chegou a hora de mostrarmos ao governador que estamos descontentes com o que ele está fazendo com a educação. Então, avalie e vem à luta com os que já estão lutando a mais de oitenta dias. O sindicato, APEOESP, está representando os professores. Pois, as forças políticas jogaram a toalha, mas nós os professores vamos continuar porque nossa luta não é política e sim da classe.
O PT (partido dos trabalhadores), no início da luta por melhorias da classe operária não lutava representada por um partido político, mas por um ideal, de através dos operários fundarem um partido do povo para o povo, que, uma vez no poder, lutaria por melhorias da classe operária contra os desmandos da burguesia que só escravizava os trabalhadores. Com o PT no poder muitos direitos foram conquistados para a classe mais desmerecida: Com mais universidades federais, os trabalhadores conquistaram o ingresso às universidades públicas e o direito de estudar em universidades particulares com bolsas federais, enfim, o Brasil avançou. Porém, com a saída do maior sindicalista deste país, o ex-presidente Lula, os ideais foram perdidos e os atuais partidos políticos que se dizem representar o povo, não passam de oportunistas políticos que querem apenas enganar o povo. Então, caros trabalhadores, parem e pesem comigo, se somos a maioria, somos nós quem os elegemos, então, em vez de continuarmos elegendo estes que não nos representa mais, por que não iniciarmos uma nova revolução, elegendo trabalhadores que estão em nosso meio para nos representar? Os ricos empresários, latifundiários, artistas e outros seguimentos elitistas nos usam para eleger nossos próprios algozes. Então, vamos nos organizar politicamente e eleger os nossos como fizemos elegendo o Lula, que, como político nos representou muito bem apesar das forças contrárias. Então, quanto mais gente trabalhadora elegermos muito mais poderemos fazer por nossa classe trabalhadora. Pela experiência dessas greves, chegamos à conclusão que esses políticos que estão no poder, independente de que partido político pertençam, estão fechados contra a classe trabalhadora.
UNIDOS VENCEREMOS, FRAGUEMENTADOS NOS DIVERSOS PARTIDOS POLÍTICOS, A NOVA ESCRAVIDÃO SERÁ IMPLANTADA CONTRA TODOS OS TRABALHADORES.

Filósofo Isaías Correia Ribas

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O FIM DO MUNDO - CERTEZA OU UTOPIA?


             Por que se diz que a segunda vinda de Cristo está próxima? O que há ou está acontecendo no mundo para chegar-se a está conclusão? Se realmente está próxima, por que os religiosos cada vez mais se assemelham àqueles que não conhecem a Cristo? Por que, os religiosos, em nome de Deus explora e enganam o povo? Enfim, muitas outras questões poderiam ser levantadas para nossa reflexão, mas, o que me interessa é o que diz as profecias bíblicas para chegar-se a esta conclusão de que a segunda vinda de Cristo está próxima.     
     Primeiro, não vai haver fim do mundo, mas um recomeço a partir da perfeição que havia antes do pecado. Logo, será o fim das finitudes que fora introduzida no mundo a partir da rebelião de Satanás no céu. Com o pecado de adão e Eva originou-se as finitudes. O recomeço da eternidade, segundo a bíblia, dar-se-á com a segunda volta de Cristo a este planeta para pôr fim ao drama do pecado que aqui se desenrola. Com o nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo, ficou selado o fim da história do pecado.
     O drama do pecado e o plano de salvação se desenrolaram em duas grandes etapas, antes de Cristo e depois Dele. Antes do nascimento de Cristo, as profecias bíblicas que prometiam Seu nascimento estão registradas no Velho Testamento. Após o nascimento de Jesus Cristo e seu ministério, ele prometeu voltar para buscar os que creram em sua pregação e promessas. As profecias prometendo sua vinda para a salvação dos que creram, estão registradas no Novo Testamento. No entanto, há no velho Testamento, profecias que ultrapassam o nascimento de Cristo, apontando até a época da segunda volta.
     As profecias do livro de Daniel têm essas características, de passar por toda a história a partir do reino babilônio apontando para o último reino a ser estabelecido na Terra. Por isso, estudar a bíblia com a finalidade de apreender seus ensinamentos é caso de salvação ou perdição eterna. Então, estudar a bíblia em particular, tem mais valor para a salvação que apenas crer segundo às interpretações teológicas das igrejas.  Mas, ler, para nós brasileiros é um problema, não há em nossa cultura esse hábito de ler, por isso, continuamos como um país em desenvolvimento, pois, quem não lê, dificilmente vota corretamente, tem bom emprego e sabe educar os filhos no caminho para o desenvolvimento pessoal, da região e da nação. Mas, o problema maior não está na família, e sim, com nossos governantes que fazem questão de manter a população na ignorância, pois, somente assim, eles conseguem se eternizar no poder, criando ideologias de dominação através da má educação oferecida aos trabalhadores mais pobres. A ignorância generalizada é um projeto político-diabólico, um meio para manter o povo afastado do conhecimento, negando-lhe a possibilidade de viver bem neste mundo, e, acima de tudo, se preparando para a vida eterna segundo a vontade de Deus. Logo, o plano de salvação idealizado por Deus e o da perdição, planejado pelo Diabo, perpassam por todas as áreas de nosso desenvolvimento, seja, familiar, escolar, universitário, profissional, político e religioso. Logo, a salvação requer muito de cada indivíduo. Não é algo tão simples como prega as igrejas Católica, Protestante, Evangélica, Espírita e outras que possam existir. Aceitar a Jesus como salvador pessoal jamais esteve relacionado à simplicidade de ser membro de uma denominação religiosa, pelo contrário, requer, conhecimento para tornar-se semelhante a Cristo e fazer a obra que Ele próprio fizera em prol da salvação pessoal e do outro.
A vinda de Cristo na história política
     Daniel foi contemporâneo do rei Nabucodonosor, foi um dos jovens hebreus, prisioneiro em Babilônia, que, por ter interpretado um sonho de Nabucodonosor, chegou a ser governador da província Babilônica. Daniel viveu em Babilônia de 605 até 538 a. C.; segundo o sonho de Nabucodonosor, o último reino a ser estabelecido na Terra seria o eterno reino de Cristo. Esta profecia está registrada em Daniel capítulo dois. Segundo o sonho do rei Nabucodonosor a estátua se dividira assim:
 1 – A cabeça de ouro da estátua representava o reino de Nabucodonosor. O reino babilônico estendeu-se de 605-539 a.C.;
2 – Depois se levantaria outro reino representados pelo peito e braços de prata da estátua, esse segundo reino é o dos Medos e Persas que estenderam de 539-331 a.C.;
3 – O terceiro, o ventre e as coxa de cobre, representou o reino da Grécia, cobrindo o período de 331-168 a.C.;
4 – O reino de Roma é representado pelas pernas de ferro que foi de 168 a.C.-476 d. C.;
5 – As nações estão representadas pelos pés compostos de ferro e barro, que ultrapassam os séculos V – XV, período medieval, estendendo-se à todas as nações dos dias atuais e ulteriores.
6 – A pedra que viste atingindo os pés da estátua derrubando e esmiuçando-a em pedaços, representa o eterno reino de Cristo que, por ocasião de sua vinda porá fim à todas as nações da história da humanidade que vive sob a opressão do pecado; estabelecendo a perfeição que fora antes da entrada do pecado neste mundo.
     A profecia não se limita aos reinos e nações do Oriente e Ocidente, sua aplicação é para todos os habitantes da terra. Há outras profecias dadas a Daniel, simbolizadas por animais que cobrem os mesmos períodos e nações. São uma sucessão de profecias que vão somando detalhes que servem para convencer as mais exigentes mentes pesquisadoras.
Profecias ligadas ao mundo religioso
     A principal e mais longa profecia aplicada ao mundo religioso está registrada em Daniel, 8:14.
     “Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado”.
     No capítulo nove de Daniel, o anjo dá-lhe os detalhes do período que cobre esta profecia. Vou de modo simples explicar esta profecia.
     As duas mil trezentas tardes e manhãs são dois mil e trezentos dias. Porém, em se tratando de profecia, segundo a bíblia, cada dia equivale a um ano.
Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, a saber quarenta dias, levareis sobres vós as vossas iniquidades por quarenta anos, um ano por um dia, e conhecereis a minha oposição. E quando tiveres cumpridos estes dias, deitar-te-ás sobre o teu lado direito, e levarás a iniquidade da casa de Judá; quarenta dias te dei, cada dia por um ano. (Números, 14:34 e Ezequiel, 4:6)
     Então, a profecia de Daniel, 8:14 refere-se a dois mil e trezentos anos. Sabendo em que ano começaria, facilmente chegaria ao ano de seu fim ou cumprimento da profecia. Os detalhes da profecia dada pelo anjo a Daniel são:
Setenta semanas estão, decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua cidade santa, para expiar a iniquidade, para fazer cessar as transgressões, para dar fim aos pecados e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: Desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado e ungido e nada subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será como uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador. (Daniel, 9: 24-27)
     O primeiro período destes dois mil e trezentos anos, são setenta semanas, ou 70 x 7= 490 dias, aplicando a regra bíblica, são 490 anos. Segundo informações bíblicas, o início da contagem começou com um decreto que autorizava a reconstrução do templo que Nabucodonosor destruíra em 605 a. C.:
Eventos políticos e históricos do mundo religioso ocorridos segundo esta profecia:
1 – Início da reconstrução de Jerusalém é o começo das setenta semanas que é também o princípio dos dois mil e trezentos anos, logo, todos esses eventos partiram de uma mesma data, 457 a.C., segundo a ordem do imperador Artaxerxes, rei da Pérsia.
Esta é, pois, a cópia da carta que o rei Artaxerxes deu a Esdras, o sacerdote, o escriba instruído nas palavras dos mandamentos do Senhor e dos seus estatutos para Israel: “Artaxerxes, rei dos reis, ao sacerdote Esdras, escriba da lei do Deus do céu: Saudações. Por mim se decreta que no meu reino todo aquele do povo de Israel, e dos seus sacerdotes e levitas, que quiser ir a Jerusalém, vá contigo”. [...] (Esdras,7: 11-13)
2 – O fim da reconstrução de Jerusalém deu-se em 408 a. C., que ocorreu nas primeiras sete semanas segundo indicara a profecia, em exatos 49 anos.
3 – Se somarmos 7 semanas mais 62, teremos 69 semanas: (7 + 62 = 69). Se multiplicarmos 7 x 69 = 483 anos. Então, no final dos 483 anos o Messias seria ungido ou batizado. E foi justamente isto que aconteceu. Jesus nasceu e foi batizado no tempo indicado pela profecia de Daniel.
4 – No final das sessenta e nove semanas houve a unção ou batismo de Jesus, ano 27 da era cristã. Após o batismo ele iniciou o seu ministério.
5 – Nesta última semana Ele pregaria e na metade da semana faria um pacto firme com muitos. Assim, na metade da última semana após seu batismo, Jesus foi morto. Foi esse o pacto firme para a salvação dos que creram e crerão em Seu sacrifício para perdão dos pecados e salvação de quem O Aceitar como seu salvador. Neste mesmo dia chegou o fim de todas as ofertas e sacrifícios que eram feitos no templo que fora reconstruído em 408 a.C., sacrifícios que prefiguravam sua morte como o cordeiro perfeito que viria para salvar segundo indicava a didática diária do santuário, neste dia também fora decretado a morte eterna de Satanás. No final da última semana, no ano 34 d.C. terminou o tempo determinado sobre o povo de Israel, até aquele ano, a nação de Israel fora a responsável para fazer Deus conhecido entre todas as nações. Nesta data, com a morte de Estevão, Israel perdera seu posto de nação eleita para uma tarefa específica, e a Igreja cristã passara a ser a responsável para advertir as nações que o Cristo que ressuscitara voltaria para completar a obra de salvação, pondo fim à história do pecado. Do ano 34 em diante, Judeus, israelitas e gentios estavam na mesma condição, isto é, a salvação de quem quer que seja estava baseada na aceitação de Jesus como seu salvador pessoal. Acabara os intercessores entre Deus e o homem, Jesus é o nosso intercessor e mediador. Logo, a função do Papa, dos ministros protestantes, dos gurus e outros que se acham e afirmam ser representantes de Deus na terra perante os homens é maior das falácias religiosas que possa existir.  
6 – A destruição de Jerusalém e do santuário pelo general Tito no ano 70 d. C., cumpre na íntegra o que determinara a profecia.
7 – Tirando dos dois mil e trezentos, quatrocentos e noventa anos, restam mil oitocentos e dez anos: (2.300 – 490 = 1810). Somando aos mil oitocentos e dez anos, os trinta e quatro da era cristã, chega-se a mil oitocentos e quarenta e quatro: (1810 + 34 = 1844). Ano em que Guilherme Miller interpretou como sendo a data para a segunda volta de Cristo. Mas, naquele dia, iniciaria o juízo investigativo no céu, e não a segunda vinda de Cristo conforme interpretara Miller.
     De 1844 para cá o último convite seria levado a todos por um povo que defenderia os escritos bíblicos como sendo aplicados na íntegra, exceto os rituais do antigo santuário que prefiguravam o nascimento de Cristo, todas as outras determinações bíblicas como sendo aplicáveis ao modo de vida cristão.
     E este evangelho do reino, segundo Cristo, teria que ser pregado em todo mundo, terminada esta obra, viria o fim. Então, o que determinará a segunda volta de Cristo é a pregação do evangelho eterno em todo o mundo, enquanto o evangelho está sendo pregado, guerras, terremotos, fome, maremotos, enchentes, vulcões, vendavais, altos índices de criminalidades, roubos, mentiras, enganos, doenças, assassinatos e todo tipo de maldade das pessoas contra seu próximo seria crescente até o fechamento da porta da graça.
     Com o fim da graça, a oportunidade para se arrepender chegará ao fim, onde, Satanás estará livre para reinar por um determinado período de tempo. Enquanto isso, diz a bíblia: Quem é santo, santifique-se ainda mais e quem é sujo, que se suje ainda mais, (Apocalipse, 22:11) é quando Satanás instigará seus seguidores a destruir os que estão se santificando causando-lhes um tempo de angústia, ao mesmo tempo cairão as pragas sobre os ímpios que estarão tentando matar os selados para a salvação. Em meio a estes eventos, Jesus aparecerá no céu para buscar os seus! É esta a segunda vinda e início do eterno reino de Cristo! O recomeço da perfeição! Então, conhecer e praticar os ensinos bíblicos é caso de vida ou morte eterna.


 Filósofo Isaías Correia Ribas

quinta-feira, 7 de maio de 2015

POLÍTICA MUNDIAL



          A política mundial está se reestruturando para continuar direcionando a humanidade de tal modo que garanta o enriquecimento dos ricos em detrimento e exploração dos pobres; não permitindo que mais pobres deixe sua classe social de mero trabalhador, de preferência braçal. A maioria das economias que davam condições de pobre se enriquecer trabalhando honestamente chegou ao fim. Por isso essa nova reestruturação idealizada pelos milionários, com apoio total dos políticos e das instituições religiosas de todo o mundo.
     A África saqueada pela velha Europa, está buscando refúgio entre seus antigos algozes; entre morrer de fome e de pestes que assolam seus territórios, os africanos preferem ariscar a vida em pequenas embarcações cruzando os mares que chegam às terras europeias, seus antigos exploradores.
     Outros milhares chegam ao Brasil, onde, seus antepassados foram escravizados pelos velhos europeus que, por aqui se instalaram para fazer destas terras, territórios de exploração e nada mais. Mas, segundo a visão de nossos atuais políticos, a velha política escravocrata tem que continuar escravizando os pobres independentemente de sua cor de pele. Logo, todos os trabalhadores, em especial, os braçais, têm que continuar trabalhando como os escravos do passado, onde, o seu salário dá apenas para a ração mensal. Política de valorização de salário mínimo é política de país que quer manter a escravidão. País que está em busca do desenvolvimento valoriza a educação de qualidade para todos os seus cidadãos.
     Os Estados Unidos da américa do Norte, são descendentes dos ingleses que fugiram das perseguições religiosas aos protestantes promovida pela Igreja Católica europeia. Mas parece não ter perdido o espírito perseguidor pelo qual passou seus antepassados quando eliminaram os índios que habitavam aquelas terras e continuam perseguindo os negros que alavancaram seu desenvolvimento quando trabalhavam como escravos para os religiosos que fugiam dos maus tratos da igreja medieval, encontrando refúgio nas “novas terras” indígenas do continente americano.
     O atual Oriente Médio continua com sua velha política de extermínio dos que pensam diferente de seus líderes dogmáticos, que, em nome de Alá, quer exterminar tanto os seus irmãos, como o resto do mundo como se eles, os radicais islâmicos, fossem os donos da verdade.
     Os orientais, A exemplo de seu líder espiritual, Buda, buscam encontrar o equilíbrio valorizando o ‘Eu’ interior, tendo-o, superior aos deuses do Ocidente e do Oriente Médio, assim, adeptos do “socialismo” e da “democracia”, sem a interferência de um Deus externo, vão explorando seus concidadãos. Com o avanço da tecnologia e em nome domínio econômico mundial, principalmente a China, escraviza seu próprio povo.
     No Brasil, a exemplo do resto mundo, a exploração da mão de obra escrava terá que voltar, caso a escravidão não volte nossa economia irá parar. Isso irá acontecer porque os milionários querem. Então, a questão não é apenas má administração política e da corrupção, pois, corrupção sempre ouve na política brasileira. Esse novo caos que está se instalando causando desemprego, aumento da inflação e caças aos direitos conquistados pelos trabalhadores, é uma imposição dos milionários que ameaçam parar a produção caso os políticos não aprovem a terceirização das atividades meios e fim das industrias e do serviço público. Para que a escravidão seja instalada e mantida, a educação para os filhos dos trabalhadores tem que ser ruim e a profissão, professor, tem que ser desvalorizada. Entende meu caro colega trabalhador deste Brasil o que está acontecendo, não é por acaso que o PSDB, PMDB e a maioria dos partidos nanicos, destituídos de ideologia e perspectiva de valorização dos brasileiros, estão todos contra o PT que quer moralizar a política através da Lava-Jato, valorizar e garantir os ganhos conquistados pelas lutas de classe dos trabalhadores. A guerra contra os professores decretada pelo PSDB e o que fazem com a categoria está dentro deste contexto atual. A finalidade última deste projeto dos milionários contra os trabalhadores, é instituir novamente a escravidão no Brasil para poder concorrer com o mercado chinês. Por isso a educação tem que ser sucateada e os professores desvalorizados.
     No entanto, nem PT e política alguma do mundo irá valorizar o outro como a ele mesmo, pois, amor incondicional somente através da intervenção divina em nossa mente, mas a concretização de um mundo perfeito onde reine somente o amor se dará com a intervenção de Deus através da segunda vinda de Cristo a este mundo, e, pelos acontecimentos no mundo social, político e religioso, sua segunda vinda está às portas!

Filósofo Isaías Correia Ribas


     

quinta-feira, 30 de abril de 2015

ATEUS E CRENTES TÊM O MESMO FUNDAMENTO



     Para tratar deste tema terei que fazer uma reflexão sobre o significado de alguns conceitos, como: Deus, Ateu, Crente, Socialismo e Democracia.
Deus e o ateu
     O ateu ou agnóstico, é o indivíduo que nega o sobrenatural e tudo que está além da experiência sensível, seja Deus ou o Diabo. É uma pessoa que não vai às missas católicas, a cultos protestantes e a centro espíritas. Logo, o Brasil é um país composto de cristãos. No entanto, há pessoas que são ateias, que não recorrem a nenhum centro religioso em busca de ajuda moral e espiritual. A questão é: O que é preciso conhecer para ser um ateu consciente? Todos nós sabemos que temos acesso ao conhecimento fundamentalmente através dos livros. Fala-se muito na existência de Deus, mas não O vemos, logo, não O conhecemos e Ele não existe. Está correto este argumento, se não o vejo, não existe e nem posso conhecer? Não, pois há muita coisa que não se vê e elas existem. Por exemplo: os elétrons, os átomos, os prótons, e própria eletricidade, são coisas que não vemos e elas existem. Comprovamos que elas existem pelos seus efeitos (um choque, o acender de uma lâmpada, no girar do motor, no aquecer do chuveiro, etc. E no mais, o conhecimento vem, fundamentalmente através dos livros. Eu não vi Platão, mas o conheço através de seus escritos. Logo, conheço Platão e tenho certeza de que ele existiu. Então, o argumento de que só conheço apenas o que vejo é falacioso. A bíblia é um livro que fala sobre a existência de Deus, tudo o que ele fez e fará para o bem da humanidade. Então, pelos fundamentos epistemológicos, o ateu consciente tem por obrigação ler, apreender e conhecer a bíblia a fundo, caso contrário, seu ateísmo estará fundamentado na sua ignorância sobre o conteúdo deste livro.
Deus e o crente
      O crente é aquele que crê. Essa definição não é boa para os crentes, mas, ao pé da letra é isso mesmo. Uma boa definição para o crente seria: O crente é aquele que crê depois de conhecer. Mas, a que está valendo é a primeira, porém, é uma definição generalizada. Mas, nem tudo que é generalizado capta o todo. Logo, nem todo aquele diz crer em Deus, crê no Deus bíblico.
     Então, tanto o ateu como o crente têm que ser consciente ao definir o seu Deus para dizer-se crente ou ateu. Pois, para nós, brasileiros cristãos, independentemente dos diferentes credos, nosso livro sagrado é a bíblia. Mas, popularmente falando, o crente é aquele que crê mesmo não conhecendo para crer. Se eu disser a meus alunos que Platão foi morto bebendo um copo de cicuta, eles irão acreditar porque sou o seu professor, mas o bom estudante vai além do que o professor disse, a crença cega não lhe satisfaz, então, ele busca estudar nos livros de Platão para confirmar aquilo que o seu professor disse. O crente consciente faz isto, mas o crente que crê a partir da autoridade do outro, é um crente que apenas crê sem pesquisar para ser um crente consciente. Percebe, Mais uma vez, crentes e ateus estão na mesma condição. A grande diferença entre ateus e crentes é que o ateu, mesmo sem conhecer o Deus bíblico, O nega. Como o crente crê em muitos deuses, correm o risco de crer em divindades e líderes religiosos falsos, tornando-se ateus cristãos. Logo, o verdadeiro cristão é aquele que segue os princípios e leis contidos na bíblia sem interpretações teológicas que querem ir além do que está escrito no livro sagrado.
Socialismo é igual o absolutismo
     A filosofia analisa qualquer discurso a partir de seus fundamentos. Se o fundamento for falacioso, toda e qualquer argumentação derivada desse fundamento, por mais bem articulada que passa parecer não vai além de falácias. É o mesmo princípio aplicado à premissa primeira de um silogismo (lógica aristotélica). Se ela for verdadeira a dedução necessariamente será verdadeira. Porém, no caso de um discurso verdadeiro eu aplicar em meio as proposições verdadeiras, uma falsa, todo discurso fica descomprometido com a verdade.
     O absoluto, assim o é, porque se sabe o fim desde o princípio. No caso, todas as leis e outros princípios derivados do absoluto, são imutáveis. Por isso Deus é absoluto, Ele sabe o fim desde o princípio e suas leis são eternas e imutáveis.
Karl Marx (1818-1883)
     Marx foi o fundador da doutrina comunista moderna. Atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista. Foi um revolucionário Alemão de descendência judaica.
Ludwig Feuerbach (1804-1872), por quatro semanas fora aluno de Hegel. Para Feuerbach, teologia é antropologia.  E Marx escreve em sua tese sobre feuerbach: “Seu trabalho consiste em dissolver o mundo religioso em sua base profana (...). Feuerbach resume a essência religiosa na essência humana.” Sobre esse ponto, o humanismo materialista, Marx está de acordo com Feuerbach, que teve a coragem “de pôr ‘os homens’ no lugar dos velhos trastes, inclusive a autoconsciência infinita”. Entretanto, na opinião de Marx, Feuerbach deteve-se diante do problema principal e não resolveu. (REALE/ANTISERI. História da Filosofia V. III. P. 191)
     Marx foi um ateu consciente, Feuerbach não. Marx, embora ateu, conhecia a bíblia profundamente, mas a tinha como um livro qualquer. Sua proposta política, a de um comunismo moderno, fora deduzido a partir da leitura da história de Israel e sua esperança de um mundo perfeito onde, no final de toda história do pecado e da ganância, após a transformação alcançada pelos méritos de Cristo, os crentes em Cristo, salvos por ocasião de sua segunda volta, seriam iguais num mundo perfeito. No comunismo de Marx, não haveria ricos e pobres, mas um mundo sem o patrão que escraviza o outro para ter mais; um mundo onde não existiria a briga por isso é meu e aquilo é teu. Mas, tudo é de todos e para todos distribuído justamente. As etapas para chegar a esse comunismo utópico, necessariamente, passariam pelas etapas do socialismo que, segundo eu penso, seria um treinamento de adequação ao mundo perfeito idealizado por marx.
     Onde Marx errou? Afinal de contas, qual o problema de pensar um mundo perfeito a partir da política sem a intervenção de Deus na natureza humana? Em pensar não há problema algum, mas, executá-la é impossível sem a intervenção de Deus em nossa natureza pecaminosa. Por isso o comunismo de Marx e daqueles que o sucederam não deu certo e jamais dará, pois, este é o plano do Deus da bíblia àqueles que o aceitarem como o seu único Deus, digno de crença e de ser honrado pelo modo de viver enquanto esperamos o cumprimento da promessa de Cristo que prometeu buscar os que O seguissem e O representasse até sua volta.
Democracia é igual demagogia
     Democracia: “governo do povo para o povo”.  A democracia é criação humana, os gregos a criaram. Porém, ela é degenerativa. Isto é, o governo do povo para o povo é uma mentira. É demagoga porque chega ao estado de ditatura, de um absolutismo antropocêntrico. Onde os ricos, através dos políticos, em nome da democracia, os usam para enganar o povo.
Brasil
     O Brasil, como os USA, os países da américa Central e do sul, são países novos. Exceto os USA, os outros estão oscilando entre a ditadura e a democracia. Há trinta anos, mais uma vez, a democracia está sendo instituída no Brasil, somos uma democracia, mas, como democratas, o povo, está longe de ser incluído nos programas dos políticos que usam as riquezas do Estado em benefício próprio, dos partidos políticos e de monopólios empresariais. Nossa história confirma que o país sempre foi usado pelos estrangeiros que por aqui aportaram como terra de exploração e nada mais. Pouco coisa ou nada melhorou nesses quinhentos anos. O que estamos presenciando e ouvindo nos teles jornais é algo a ser pensado por todos nós brasileiros. A guerra entre o governo do PT e os outros partidos está declarada. O conceito “Democracia” está esquecido, político nenhum fala em democracia, pois, num Estado democrático a justiça, os deveres e direitos são para todos. Mas os políticos querem os direitos para eles e os deveres para o povo, negando toda e qualquer forma de justiça. Nesta guerra atual, a democracia brasileira está esquecida pelos atuais políticos que militam contrários as políticas sociais implantadas pelo PT, transformando-a numa ditadura pior que a dos militares. Digo PT como filósofo analista e não como partidário.
Professores públicos
     Um Estado democrático consciente se faz com boa educação pública. O fundamento para o descobrimento do Brasil foi à busca de terras além dos mares da Europa a ser explorada. Logo, o Brasil é terra de exploração escrava. A independência, a abolição da escravidão, diferentes regimes políticos adotados ao longo de nossa história sempre teve, na perspectiva de alguns políticos, construir um Estado democrático, onde, todas as riquezas produzidas e extraídas desse solo fosse aplicado em Benefício de todos os brasileiros trabalhadores. Porém, “nestas terras em que plantando tudo dá”, a ganância dos ricos estrangeiros e dos internos, têm dificultado construir um Brasil para os trabalhadores brasileiros. Por isso meus caros colegas, trabalhadores brasileiros, a educação pública oferecida aos filhos dos trabalhadores tem que ser ruim. Por isso meu caro colega professor, as escolas públicas têm que ser sucateadas e os professores mau valorizado. O PT, desde 2005 legislou a nível federal que os professores, por terem curso superior, têm que ganhar como os outros profissionais com curso superior, mas os governos dos estados da união são anticonstitucionais, negando o cumprimento desta lei federal. Contrariando-a, os governos do PSDB, PMDB, as casas legislativas, e os juízes, fechadas contra o desenvolvimento, não fazem os governos cumprirem a carta magna da nação, mas, unidos contra o desenvolvimento do país, votam pacotes de leis que dificulta a valorização do professor enquanto trabalha e piorando ainda mais quando ele se aposenta. O estado do Paraná e o de São Paulo, dois ricos estados da federação governados por políticos do PSDB declararam guerra aos professores que querem ter condições de levar o Brasil ao desenvolvimento, capaz de produzir riquezas materiais e epistemológicas, mas isso não é bom para os ricos e políticos escravocratas que querem manter os brasileiros como escravos. E mais, o projeto de lei 4330, já aprovado no congresso nacional, está nas mãos dos senadores, caso eles também aprovem e a presidente Dilma não o vete, a escravidão estará novamente instituída no Brasil em nome da terceirização. Neste projeto de terceirização, a maioria dos pequenos partidos apoiam o PMDB e o PSDB, que lutam para a provação urgente da terceirização das atividades meios e fim das atividades empresariais e do serviço público. Então, meu caro colega, nas próximas eleições teremos que tirar todos esses escravocratas do poder. E que Deus nos ajude porque a guerra não está sendo fácil; hoje, são os professores que estão, sozinhos, lutando contra a precarização e a instituição da escravidão no Brasil; amanhã, com certeza, todos nós, os trabalhadores, caso todos esses projetos passem, estaremos lamentando em vão, pois, os escravocratas já terão imposto a todos nós, a escravidão, aí, para mudar somente como muito derramamento de sangue inocente. ACORDA BRASIL! Pois, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, declarou guerra ao PT caso ele não se curve à vontade dos escravocratas, que querem, a qualaquer custo reinstituir a escravidão aos trabalhadores do Brasil.
Sócrates
     Aos que não sabem, foi Sócrates quem foi condenado a morte bebendo uma taça de cicuta (veneno). O único mal cometido por Sócrates foi ter-se levantado contra os políticos que faziam da democracia de Atenas uma demagogia. Ele ensinava sua filosofia nas praças públicas (Ágora). Cobrava dos políticos justiça, moral e ética na política, ensinava os jovens a crerem em um único Deus, (inteligência Superior) negando o politeísmo grego e outras formas de divindades politeístas existentes na época. Com seu sábio método de questionar aqueles que se diziam saber, provava-lhes, que nada sabiam do que diziam saber, por esse seu zelo pela justa Democracia foi condenado à morte pelos juízes, sofistas e políticos de seu tempo.

Filósofo Isaías Correia Ribas           

quinta-feira, 23 de abril de 2015

FILOSOFIA DOMINA CATÓLICOS, PROTESTANTES, EVANGÉLICOS E ESPÍRITAS


     Muitos foram os pesadores que se levantaram para direcionar os povos dentro de outros parâmetros políticos – filosóficos – religiosos – epistemológicos posteriores a Idade Média. O conhecimento e como se conhece foi a preocupação principal dos pensadores. Após o medievalismo houve separação entre políticas, filosofias, religiões e ciências. Corriam separados, porém, unidos pelas necessidades e dependências pela visão do todo. A política, a religião, a filosofia, o conhecimento e o individualismo teriam que ser respeitados, pois, querendo ou não, somos um corpo inserido entre vários corpos com interesses diferentes, e são o respeito às diferenças que dão legitimidade a individualidade. Assim sendo, o preconceito gratuito, sem fundamento, é um mal que pode pôr o desenvolvimento individual em risco. Por outro lado, o conhecimento exige que todas as práticas individuais ou de grupos passem pelo crivo crítico, evitando assim, que toda sociedade seja enganada por espertalhões que, em nome de sua liberdade faça com que todos sigam suas ideias como sendo a verdade. Lembremos que foi esse o mal que imperou na Idade Média.
Immanuel Kant (1724-1804)
     Kant chegou ao posto de reitor da universidade de Königsberg, Alemanha, onde foi estudante e professor. Segundo Kant, Hume o fez despertar do sonho dogmático, “fazendo dele” o precursor da filosofia contemporânea. A filosofia de Kant é um esforço para provar que a razão está acima das paixões, que os sentimentos são controlados pela razão que investiga e apreende as coisas que estão no mundo, compreendendo e transformando-as. Logo, o ser humano é um composto físico metafísico, onde os sentimentos, as paixões, a vontade e a razão faz do ser humano um ente diferenciado das outras criaturas. A luta pelo domínio entre sentimentos, paixões, vontade e razão não se dá entre essas características do ser humano, mas são nossas discussões ideológicas que nos passam a ideia de que há essa luta. Por isso, dependendo de cada um agir livremente, uns se tornam presas das paixões, outros dos sentimentos, outros da vontade e outros da razão sem nenhum equilíbrio de sua própria composição como ser humano. Assim, se somos um composto, há momentos que somos sentimentais, outros apaixonados, outros volitivos e racionais, mas, segundo Kant, a razão é aquela qualidade que nos faz diferentes dos animais irracionais e dos homens arracionais, como diz David Hume. Logo, se somos racionais, a razão deve direcionar nossas práticas com sabedoria e não como dogma.
Arthur Schopenhauer (1788-1860)
     Schopenhauer foi contemporâneo de Hegel. Foi um dos raros casos de precocidade filosófica; aos 31 anos de idade publicou a exposição completa de seu sistema (O Mundo como Vontade e Representação). Como filósofo Schopenhauer tinha dois objetivos:
     Completar a filosofia de Kant e destruir a de Hegel. Hegel era o protótipo do argumentador capcioso que faz o falso passar por verdadeiro e o verdadeiro por falso, a dialética só podia ser incorporação do espirito da mentira. Daí que, para Schopenhauer, só existem dois métodos de pensar: a lógica, caminho rigoroso da demonstração da verdade, e a dialética, arte de argumentar independentemente da verdade. (Arthur Schopenhauer. Como vencer um Debate sem Precisar Ter Razão. P. 28/53)
     Apenas uma observação àqueles que não conhece a linguagem filosófica: a coisa-em-si elaborada por Kant é uma referência a Deus, e, como tal, é inacessível, como inacessível, nada podemos, empírica e cientificamente, deduzir Dele. Logo, Deus só é compreensível através da revelação bíblica, em suma, pela fé. Continua Schopenhauer:
     A diferença, a única diferença substancial, entre Kant e Schopenhauer é que o primeiro nada diz sobre a coisa-em-si, ao passo que o segundo deduz, da sua incognoscibilidade mesma, a sua total irracionalidade – uma conclusão que Kant não quis tirar, mas que se segue inapelavelmente das suas premissas. De fato, se a lógica é apenas o esquema da razão humana, que se ergue na ponta do processo de manifestação cósmica da coisa-em-si sem poder retroagir para abarcar cognitivamente a causa que a criou, a coisa-em-si está eternamente fora do alcance de todo conhecimento racional, é portanto irracional, a-racional ou pré-racional. Tal como os sentidos, a razão é uma das formas do mundo da representação, a casa das formas do mundo da representação, a casca de aparências que encobre a misteriosa vontade universal. [...] Pois a consciência e a razão estão ainda mais afastadas da origem do que o está a natureza, e, para conhecer essa origem teriam de primeiro abdicar de si mesmas, dissolvendo-se na obscuridade ainda mais funda da arbitrária vontade universal. (Ibid. p, 68/69)
     Para Shopenhauer a vontade é superior a razão, é um poder universal, isto é, domina todos os animais, inclusive os dotados de razão.
     Em o Jardim das Aflições escreveu schopenhauer a respeito da filosofia de Hegel:
     Uma certa desonestidade aparece já nas bases mesmas de sua metafísica, onde ele proclama que o conceito de ser, enquanto indeterminado, equivale a nada – conferindo sub-repticiamente validade ontológica absoluta a esse juízo que só tem sentido gnosiológico, isto é, confundindo a ordem do ser com a ordem do conhecer, o que, num homem de sua habilidade lógica verdadeiramente virtuosística, não pode ser um erro involuntário, mas um truque proposital.
     Novamente O Jardim das Aflições, Hegel que se declarava fiel protestante e nunca foi membro de qualquer grupo esotérico ou sociedade secreta, recebia no entanto dinheiro de agremiações maçônicas interessadas em promover a ideia de uma religião de Estado para se substituir à Igreja cristã (católica ou reformada). Com requintada habilidade sofística, o autor da filosofia da história argumenta, de fato, em favor do cristianismo, mas sublinhando que, como o Estado moderno incorpora e realiza em suas leis a essência perfeita do cristianismo, a Igreja se tornou desnecessária e o Estado vem a ser a suprema autoridade religiosa. Isso não faz de Hegel um intelectual de aluguel, pois a opinião que ele aí expressa não é só de quem lhe paga, mas também a sua própria. Mas até que ponto o prêmio financeiro não ajudou a cegar o filósofo para inconsistências que de outro modo ele teria percebido? Pois se de um lado não há como duvidar da sinceridade com que ele defende a liberdade da consciência individual, de outro lado é fato que, ao fazer do Estado moderno a condição necessária e suficiente dessa liberdade (omitindo-se de defende-la contra o Estado mesmo –, ele acaba se colocando, meio as tontas, a serviço da causa que mais nitidamente caracteriza a política do Anticristo sobre a terra: investir o Estado de autoridade espiritual, restaurar o culto de Cesar, banir deste mundo a liberdade interior que é o reino de Cristo. (Ibid. p, 50, 51 e 52 (rodapé))
     Schopenhauer faz de parte das críticas de Hume ao empirismo, em especial a vontade, fazendo desta a essência humana que controla todos os nossos desejos, e, não a razão defendida por Kant. Continua Schopenhauer:
     Consciência é mera superfície de nossa mente, da qual, como da terra, não conhecemos o interior mas apenas a crosta. Sob o intelecto consciente está a vontade consciente ou inconsciente, uma força vital esforçada e persistente, uma atividade espontânea, uma fonte de desejo imperioso. Pode, as vezes, parecer que o intelecto dirige a vontade, mas apenas como um guia dirige seu amo; a vontade é o “cego robusto que carrega em seus ombros o coxo que vê”. Não queremos uma coisa porque encontramos razões para isso, encontramos razões para isso porque a queremos; podemos até elaborar filosofias e teologias para cobrir nossos desejos. Daí Schopenhauer chama o homem de “animal metafísico”; os outros animais desejam sem metafísica. “Nada é mais irritante do que discutir com um homem, usar argumentos e explicações para convencê-lo, e no fim descobrir que ele não quer compreender, que estamos lidando com sua vontade”. Daí a inutilidade da lógica; ninguém nunca convenceu alguém pela lógica; e até mesmo os cultores da lógica a utilizam apenas como fonte de renda. Para convencer um homem, é necessário apelar para seus interesses próprios, seus desejos, sua vontade. Observem como durante muito tempo nós nos recordamos de nossas vitórias e como depressa nos esquecemos de nossas derrotas; a memória é serva da vontade. “Ao fazermos conta é muito mais frequente fazermos erros a nosso favor do que contra nós e isso sem a menor intensão de desonestidade”. “Por outro lado, a compreensão do homem mais imbecil torna-se muito aguda quando se trata de assuntos que afetam de perto seus desejos”. Em geral, o intelecto é desenvolvido pelo perigo, como na raposa, ou pela necessidade, como no criminoso. Mas parece sempre estar subordinado ao desejo e lhe servir de instrumento; quando tenta suplantar a vontade, segue-se a confusão. Ninguém é mais passível de erros do que aquele que age só por reflexão. [...] O intelecto é meramente ministro das relações exteriores; ... a natureza o produziu para prestar serviço à vontade individual. [...] O caráter está na vontade e não no intelecto; o caráter também é continuidade de objetivo e de atitude que constitui a vontade. A linguagem popular está certa ao preferir o “coração” à “cabeça”; ela sabe (porque não raciocinou a respeito disso) que a “boa vontade” é mais profunda e de mais confiança do que a mente clara. E quando chama um homem de “astuto”, “sabido” ou “esperto” insinua suas suspeitas e desagrado. “Brilhantes qualidades mentais despertam a admiração mas nunca a afeição”; e todas as religiões prometem recompensa... mas os méritos da vontade ou do coração, não para as qualidades do cérebro ou da inteligência”.  (SCHPENHAUER. A Filosofia de Schopenhauer. P. 41-44)
     Em suas argumentações contra a razão, Schopenhauer deixa claro seu ceticismo: O intelecto é meramente ministro das relações exteriores; ... a natureza o produziu para prestar serviço à vontade individual”. Logo, somos produtos da natureza e não entes criados por um Deus que nos fez à sua semelhança. É a filosofia de Hume levada às últimas consequências pelos céticos posteriores, admiradores e cúmplices na arte filosófica de negar os escritos bíblicos. Entendo, que a relação entre a substância que compõem nosso físico com todos os órgãos, cérebro, coração, e outros tantos que há, mais a sensibilidade física e a metafísica vontade, alegria, ira, orgulho, empatia, antipatia, simpatia e outros sentimentos, somados aos pensamentos, são inseparáveis, são atributos físicos e metafísicos que define o ser humano como superior às outras criaturas; nós as dominamos porque Deus disse que as dominaríamos. Logo, não há qualidade superior ou inferior, pelo contrário, é um composto harmônico que nos capacita a sermos o que somos independentemente de formação filosófica. O que faz a diferença entre um indivíduo que quer compreender e o que não quer é a preguiça em usar o cérebro, a vontade de não fazer nada o domina, daí, prefere-se acreditar que pesquisar. Por isso entendo que o conhecimento escolar e universitário é necessário para capacitar-nos a compreender nossa composição e o mundo, aí sim, cientes de nossa harmônica composição, conscientemente venceremos a preguiça, crescendo rumo ao saber sem decompor-nos, pois, é nossa composição que nos define como indivíduos. Logo, o homem racional e consciente é capaz de controlar todos os seus desejos, paixões e vontades selecionando-as entre maus e bons. Daí, deduz-se, que, no afã de negar a existência de um Deus criador e mantenedor de tudo o que há, os filósofos e outros céticos, defendem ideias falaciosas e até contraditórias à nossa própria composição físico-metafísica e de como usá-las.
Friedrich W. Nietzsche (1844-1900)
      A filosofia de Schopenhauer, como a de Hume, influenciou diretamente Nietzsche. Com o filósofo, a vontade recebe atenção especial e um aprofundamento conceitual: a vontade universal não é somente a essência, mas uma necessidade, é Vontade de Potência (VP) é uma lei originária. A vontade de potência não é algo criado, ela advém da própria realidade das coisas. “Esse mundo é vontade de potência”.
     Nietzsche era filho e neto de pastores protestantes, aos quatorze anos também queria ser pastor. Mas em contato com filósofos na universidade, transformou-se no maior dos céticos. O inimigo número um do cristianismo. Para Nietzsche a razão é serva das paixões, dos sentimentos e da vontade.
     O seu ateísmo é portanto o mais radical do que se possa imaginar, pois tem a ver com o próprio conceito de Deus: “Negamos Deus enquanto Deus... Se nos demostrassem este Deus dos cristãos, só poderíamos acreditar menos ainda” O Deus original dos hebreus era a expressão de um poder natural do povo hebraico: e era portanto concebido antropomorficamente como pai e rei, poderoso e vingativo. Quando este poder começou a faltar, em lugar de abandonarem o seu símbolo, os sacerdotes hebreus deram início a um processo de moralização e purificação do conceito de Deus que encontrou seu coroamento no cristianismo. Moralidade e pureza tornam-se atributos de Deus como reação contra o fato dele não ser mais real: o conceito moral de Deus fundamenta-se portanto na sua morte: “O nada divinizado, a *vontade do nada santificada em Deus!”
     O cristianismo, para Nietzsche, é apenas a continuação e a evolução do hebraísmo. Paulo de Tarso e os primeiros cristãos, não podendo suportar a morte de Jesus, distorcem seus ensinamentos em sentido moral, introduzindo a perspectiva do pecado, da culpa, do além, que nada tinha ver com o Jesus histórico: na base do cristianismo há portanto um ressentimento a respeito da realidade, da vida e do ser, que justamente se manifesta na superfetação moral que o distingue. O cristianismo é portanto a mais niilista de todas as religiões: a sua origem está na tentativa de disfarçar a derrota histórica de Jesus, a sua vergonhosa morte na cruz, para que pareça uma vitória, em algum mundo além. (NIETZSCHE. O Anticristo Maldição do Cristianismo. P, 11)
     Nietzsche nasceu num ano muito significativo para os protestantes. Segundo as interpretações de uma das profecias bíblicas (Daniel 8:14) por Guilherme Miller, Jesus Cristo voltaria no dia 22/10/1844. Porém, chegou a dada predita e Cristo não apareceu. Certamente Nietzsche conviveu com a decepção de seus pais e parentes. Como estudante perspicaz, não foi difícil de se convencer, através de seus mestres de filosofia que os escritos bíblicos não passavam de estratégias políticas dos hebreus, israelitas, judeus e cristãos. A decepção dos protestantes em 1844 fora a inspiração para Nietzsche criar o conceito niilismo, que significa, nada ou vácuo. Por isso sua conclusão: “O cristianismo é portanto a mais niilista de todas as religiões”. A partir desta convicção, Nietzsche passa a desconstruir todo e qualquer ideal político religioso do passado e do futuro.
     Nietzsche é portanto o filósofo de uma oposição forte, não das oposições fracas: é assim que lhe parece o socialismo, o anarquismo, o feminismo... No entender dele, estes movimentos representam apenas a continuação leiga da moral cristã, assim como a filosofia é a continuação da teologia. Tudo prometem mais nada cumprem, nascem e se desenvolve num estado profundo de mal estar em relação à realidade, e transformam esta situação mórbida num privilégio e até mesmo de um dever; estão desprovidos de uma força autônoma e só vivem de ressentimento, de compaixão, de indignação; pretendem “direitos iguais” e desta forma eliminam de saída as diferenças entre eles; são portanto movimentos de renúncia que se contentam com promessas e esperanças, que têm em relação à vida uma atitude projetiva, pois sempre colocam o essencial alhures, num futuro que nunca se realizará. [...]
     O pensamento nietzschiano recusa portanto de saída o conceito de ideologia, de verdade prática, de teoria a serviço da nação. A ideia tipicamente hebraica e cristã do livro que muda a vida, herdada e tipicamente assimilada pelo socialismo (onde os intelectuais tomam o lugar dos padres) baseia-se numa reviravolta completa da relação natural entre a experiência do livro, entre a vida e a teoria: ela atribui sub-repticiamente ao livro e aos intérpretes privilegiados a autoridade de tirar os leitores e seguidores do seu presente e da sua realidade, impondo-lhes leis, preceitos e comportamentos desprovidos de qualquer relação com suas exigências concretas. Nietzsche contrapõe à bíblia o código de Manu, que lhe parece totalmente desprovido de preocupações morais e pedagógicas: ao contrário do evangelho, ele não espera sua realização no futuro e está, ele mesmo, intimamente ligado à realidade do povo que o produziu. Os livros programáticos, parenéticos, ideológicos, por sua vez, pedem ao futuro aquilo que não têm, procuram esconder a sua irrealidade sugando a vida dos outros: são como “vampiros” que vivem do sangue de quem lhe presta atenção. [...] (Ibid. p, 13)
     Vou parar as citações, elas são pesadíssimas àqueles que de algum modo ou de outro pautam suas perspectivas de vida na esperança religiosa e/ou nas ideologias de políticas sociais. Nietzsche como filólogo e filósofo, com seu martelo, destrói todas as arquiteturas filosóficas, políticas e religiosas do passado e do futuro. O leitor que não tem a visão do todo, ao ler Nietzsche, será afetado por seu realismo mundano. Para ele este mundo é nossa morada eterna, não há vida no além, a não ser no mundo das ilusões. Por isso, Nietzsche defende que devemos viver esta vida segundo nossos desejos e paixões desprovidos de morais que tentam limitá-las. Negar as paixões, os desejos e a vontade, é negar a própria vida.
Verdade em Nietzsche
     O que é a verdade, portanto? Um batalhão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismo, enfim, uma soma de relações humanas, que foram enfatizadas poéticas e retoricamente, transpostas, enfeitadas, e que, após longo uso, parecem a um povo sólidas, canônicas e obrigatórias: as verdades são ilusões, das quais se esqueceu que são, metáforas que se tornaram gastas e sem força sensível, moedas que perderam sua efigie e agora só entram em consideração como metal, não mais como moedas. (NIETZSCHE. Os Pensadores. P, 48)
     Movimentos sociais, políticos e religiosos, ao lerem Nietzsche, pensam duas vezes para continuar com seus projetos idealistas. Mesmo sua interpretação de mundo estando errada, Nietzsche é o pensador estudado e seguido nos centros acadêmicos céticos e religiosos. É ele quem influenciou a filosofia do século XX e continua influenciado o comportamento social do século XXI. A alta sociedade acadêmica pauta-se pela leitura de Nietzsche, e assim, através da alta sociedade, todas as classes sociais estão seguindo Nietzsche sem nunca haver lido uma só frase de seus escritos. Isto se dá porque a sociedade quer viver a vida destituídas de regras e morais limitantes; e Nietzsche, como um maestro do engano, consegue embalar a todos com suas falácias filológicas-filosóficas.
     Em oposição a moral, Nietzsche se esforça para espiritualizar as paixões valorizando-as, além do bem e do mal. O homem é um composto de sensações, de pulsões hormonais. Assim sendo, viver a vida mundana é dar vasão à essas sensações e pulsões, ignorando toda e qualquer moral limitante. Pois, somente assim, viveremos vida autêntica. Quanto a razão diz Nietzsche:
     O corpo é a grande razão. Toda a luta no corpo é para “um a mais” de vida, para mais força. Disso podemos compreender corpo como Vontade de Potência e a filosofia de Nietzsche como altamente experimental, com valores que servem à vida, o valor dos valores, vida enquanto referencial de todos os valores, porque vida enquanto VP. Nesse sentido é que podemos superar a nós mesmos e deixar de ser metafísicos, racionalistas, racistas alienados deste mundo em nome de um mundo no além. Devemos construir nossos novos valores assentados em nossas experiências vitais com relação ao corpo como a nossa maior riqueza, a nossa própria vida terrena, a única que temos e livre de qualquer especulação de ordem metafísica. (SOUSA. Nietzsche, Viver Intensamente, tornar o que se é. P. 24)

Contrapondo os filósofos que defendem os sentimentos, a vontade e todo tipo de pulsões como sendo nossos guias para o bem suceder em detrimento da Razão, cito a mais antiga definição referente a este tema:
     Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante? E se não procederes bem o pecado jaz à porta, e sobre ti serás o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar. Gênesis, 5:7

Logo, se o homem se deixar dominar pelos sentimentos, seja lá de que origem for, não os inibindo pela razão, todo tipo de mal jaz à porta; desde uma simples ira ao assassinato. A vida de Caim e suas gerações é o exemplo clássico do crescimento da maldade na Terra por deixar-se guiar pelos sentimentos, não os inibindo pela reflexão racional.
Guilherme Miller (1782-1849)
       Miller foi uma das grandes mentes capaz de interpretar profecias bíblicas que estavam escritas em linguagem simbólica. Filósofo algum seria capaz desse feito, até porque, o trabalho do filósofo é inventar conceitos, ideologias, enfim, o filósofo é o mestre do conhecimento antropocêntrico que quer negar a realidade da existência de um Deus criador; assim sendo, se ele não partir da premissa de que Deus existe, e pela fé crer e agir a favor desse Deus, jamais ele estará em condições de ser iluminado pelo Espírito Santo. Já o homem comum, pelas circunstâncias da vida, mesmo que tenha se tornado incrédulo, de igual modo, pelas circunstâncias da vida, em sua sinceridade, querendo honestamente se convencer para se converter, nestas circunstâncias, Deus o ilumina; mas continua provando sua fé segundo a luz que lhe foi dada. É dentro deste contexto que podemos compreender o capitão do exército americano se tornando no grande capitão da fé para estabelecer o início do último período apocalíptico da igreja fiel aos princípios bíblicos na Terra; que se estabeleceria para fazer o último convite à humanidade, a reconhecer o único Deus verdadeiro que tudo criou e, que virá outra vez para pôr fim ao mal, ao pecado, pecadores e o originador do pecado, Satanás e sua hoste do mal.  
     O pai de Miller foi capitão do exército da revolução americana (1776-1783). O filho, a exemplo do pai, alistou-se como voluntário na revolução de 1812 e terminou como capitão em 1815. Influenciado pelo racionalismo, tornou-se deísta, isto é, continuou crendo na existência de Deus, porém, duvidava da autoridade bíblica, mas desejava sinceramente conhecer a verdade. Miller possuía espírito independente, amava a liberdade e era ardente patriota. Durante a revolução ocupou vários cargos civis e militares, logo, a porta das riquezas e honras pareciam lhe abertas de par em par. Terminada a revolução voltou à fazenda da família. Após doze anos como deísta, aos trinta e quatro anos ficou impressionado com seu estado pecaminoso e não encontrava no deísmo relação alguma com o além-túmulo, o futuro era lhe negro e tétrico. Refletindo em sua experiência com o cristianismo quando estava junto de sua mãe, decidiu pesquisar a bíblia em busca de respostas às suas dúvidas alimentadas pelo deísmo. Foi este o homem que revolucionou o cristianismo protestante contemporâneo ao interpretar a profecia de Daniel 8:14. Baseado em suas pesquisas marcou a data para a segunda vinda de Cristo para 22/10/1844. A família de Miller eram membros da igreja Batista. O resultado se suas pesquisas foram apresentadas aos pastores de sua igreja, convencidos, deram-lhe licença formal para pregar nas igrejas. Em pouco tempo toda cristandade americana, europeia e outras partes do mundo foram impactadas com a interpretações bíblicas do novo pregador. Todo protestantismo, independente dos diferentes credos existentes esperaram, com Miller, a segunda volta de Cristo. Entre eles estavam a família Gold Harmon, metodistas que se convencera, e, convicta convertera-se à esperança apresentada por Miller. Como o previsto por Miller não aconteceu, “toda” cristandade, decepcionadas, voltaram ao cotidiano mundano dispostos a desfrutarem do melhor que a vida lhes pudesse oferecer. Porém, um pequeno grupo, entre eles Miller e a família Harmon, que estavam convictos da correta interpretação bíblica, continuaram humildemente analisando a bíblia para ver onde estava o erro, e assim, chegaram à conclusão de que erraram quanto ao evento que não estava relacionado com a segunda volta de Cristo, e sim com o início do juízo investigativo que começara nessa data, no céu. No decorrer das investigações, a filha da família Harmon, aos dezessete anos começou a receber visões. Antes, porém, dois outros jovens foram convidados por Deus a ser o profeta dos últimos dias, mas eles recusaram. A mesma visão que Deus lhes deu, deu-a também a Ellen Gold. Ellen, mesmo frágil aceitou o desafio. Quando ela relatou seu chamado em público, os dois jovens (Willian Ellis Foy (1818-1893) e Hazen Foss (?-1893), estavam presentes e confirmaram a veracidade do chamado, pois eles tiveram a mesma visão e convite. Ellen, aos dezenove anos casou-se com Tiago White, doravante, Ellen G. White, a profetisa contemporânea. Desse grupo de remanescentes surgiu a igreja Adventista do Sétimo Dia como detentora de todas as verdades bíblicas, pois, até então, desde o nascimento do protestantismo, nenhuma das igrejas protestantes havia conseguido aceitar toda a bíblia como norma a ser seguida pelos protestantes, que não foram além de tirar as imagens de esculturas e outros costumes que a igreja Católica colocara no lugar das verdades bíblicas que ela alterara. Logo, o protestantismo que não reconhece toda a bíblia como norma a ser seguida, embora proteste alguma coisa, continua sendo um braço que apoia a igreja medieval, pois, com o catolicismo pagão e cristão continuam ignorando a lei de Deus (os dez mandamentos) as leis sobre saúde (selecionando, conforma a bíblia, as carnes imundas das limpas), enfim, a Igreja Adventistas do Sétimo Dia, como instituição tem a bíblia como o único livro que fundamenta a fé cristã. A profetisa Ellen G. White foi e é, através de seus escritos, uma conselheira que insiste em manter os adventistas apegados ao assim diz o Senhor segundo está escrito na bíblia. Mas também, devemos saber que a história do pecado continua, e Satanás, certamente, fez e fará tudo que for possível para levar os adventistas à apostasia. Ele usa tudo que for possível, membros da própria igreja, “professores” e “pastores” para promover a apostasia na Igreja. Se Satanás usa os de dentro, é inimaginável o que ele é capaz de fazer usando elementos externos. Por isso advertência bíblica relatada em I Pedro, 5: 8: “Sede sóbrios, vigiai, o vosso adversário, o Diabo, vosso inimigo anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa tragar”. Sou especialista em filosofia por acaso. Quando pensei em fazer um curso superior para ser professor, fiz uma pesquisa para saber o que fazer e não ficar desempregado após a formação. Na época tive a informação que a filosofia, em três anos, voltaria a compor o currículo do Ensino Médio. Sem pestanejar, decidi, é a faculdade que vou fazer. Na verdade nem sabia o que significava filosofia nem nunca tinha lido algo sobre algum filósofo, depois dessa decisão, enquanto me preparava para os vestibulares e ENEM em busca de uma bolsa, li um livro de Platão e outro de Schopenhauer, gostei de como eles escreviam bem, mas pouco ou nada entendi o que estava por trás de suas filosofias. Quando consegui a bolsa do PROUNI e comecei o curso comecei a descobrir qual era a finalidade da filosofia; como eu conhecia a bíblia, pois, já havia lido umas doze vezes de capa a capa e todos os escritos da profetisa White, então, ficou fácil para perceber o que estava por trás da filosofia. Foi angustiante terminar o curso, mas, mesmo graduado, ainda sentia que faltava algo para acabar de compreender toda arquitetura filosófica, foi então que decidi fazer a Pós-Graduação em “Filosofia da Linguagem na Filosofia Contemporânea” me tornando um especialista em filosofia da linguagem. Hoje, me sinto capaz de ler filosofia e entender o que está por trás de suas arrumadas, boas e coesas argumentações, os caras são capazes de, através da escrita, dar realidade ao irreal e ao real a irrealidade. Por isso entendo que, através das universidades, o mal, o bem, e tudo mais que possa existir, na forma de conhecimento, verdadeiro e falacioso, facilmente chega à todas as pessoas transformando-as em elemento úteis e inúteis à sociedade cristã, política e céticos.
Política mundial
     A política mundial está se reestruturando para continuar direcionando a humanidade para continuar garantindo o enriquecimento dos ricos em detrimento e exploração dos pobres, priorizando apenas a manutenção de sua ração diária, não permitindo que mais pobres deixe sua classe social de mero trabalhador, de preferência braçal. A maioria das economias que davam condições de pobres se enriquecerem chegou ao fim, por isso essa nova reestruturação por imposição dos ricos, com apoio total dos políticos e das instituições religiosas de todo o mundo. Vou citar o Brasil como exemplo, pois, como professor do estado de São Paulo, estou vivenciando esse processo. A câmara dos deputados federais aprovou, ontem, 22/04/2015 a PL 4330. Logo, se fossemos depender apenas deles todas as atividades fins das empresas podem ser privatizadas, isto significa que de cara, o trabalhador brasileiro vai perder perto de 30% de seu salário atual. E mais, após trêss anos no mesmo emprego, o funcionário é dispensado ficando duzentos dias impedido de trabalhar formalmente, isto é, não poderá arrumar outro emprego com carteira assinada obrigando-o a sobreviver de subempregos, garantido assim que ele jamais consiga economizar para ascender de classe social. Esse método está sendo testado com os professores do estado de São Paulo, e dá certo, pois o camarada fica, pela necessidade de sobrevivência, não fazer greve para reivindicar reajustes salariais e outros direitos. O PSDB, PMDB apoiado pelo sindicalista Paulinho da força, estão encabeçando esse processo e a maioria dos pequenos partidos estão apoiando. O ex-presidente Lula desaprova a aprovação deste projeto de lei, mas, caso ele passe pelo Senado e a presidenta Dilma não o vete, entendemos que o PT também está a favor da escravidão dos brasileiros. Caso esse projeto vire lei, nós, cidadãos trabalhadores temos que partir pra cima desses ricos empresários que, através dos políticos estão financiando a aprovação e imposição dessa maldita lei, creio que temos que ir às últimas consequências, a dificuldades que os professores de São Paulo estão tendo para ter seus direitos constitucionais garantidos diante dos desmandos do governador do PSDB, Geraldo Alckmin, é um exemplo que todas as classes trabalhadoras vão enfrentar. Mas aprovando esta lei, nem forças para brigar vamos ter mais. Pois seremos uma China piorada. Já não bastava a escravidão espiritual promovida pela igreja da Idade Média, teremos agora, é claro, com o apoio do Papa, a escravidão física. Por isso, como filósofo, continuo confiando que a bíblia é a palavra de Deus, e toda essa reestruturação e outros bárbaros acontecimentos que vivenciamos todos os dias estão confirmando o que diz a bíblia, Deus irá intervir nos negócios da humanidade, pois, conforme as profecias bíblicas, a taça de Sua paciência, amor, longanimidade e compreensão está à transbordar, e jesus virá pela segunda vez para pôr fim à história do pecado! Povo brasileiro! Isto não é um sonho e nem somos atores do filme Matrix, é nossa liberdade como seres humanos que está em jogo, são os escravocratas  voltando a ameaçar os pobres trabalhadores.
Epílogo
     Vou terminar essa reflexão bíblica-filosófica, que é também o final de um livro que acabo de escrever, e que pretendo editá-lo no segundo semestre de 2015, citando parte de um comentário de Ellen G. White sobre o capítulo dezoito de apocalipse:
     Apesar das trevas espirituais e afastamento de Deus prevalecentes nas igrejas que constituem Babilônia, a grande massa dos verdadeiros seguidores de Cristo encontra-se ainda em sua comunhão. Muitos deles, há, que nunca souberam das verdades especiais para este tempo, Não poucos se acham descontentes com sua atual condição e anelam mais clara luz. Debalde olham para a imagem de Cristo nas igrejas a que estão ligados. Afastando-se estas corporações mais e mais das verdades, e aliando-se mais intimamente com o mundo, a diferença entre as duas classes aumentará, resultando, por fim, em separação. Tempo virá em que os que amam a Deus acima de tudo, não mais poderão permanecer unidos aos que são “mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo a aparência de piedade mas negando a eficácia dela.”

     O capítulo 18 do apocalipse indica o tempo em que, como resultado da rejeição da tríplice mensagem angélica do capítulo 14, versos 6-12, a igreja terá atingindo completamente a condição predita pelo segundo anjo, e o povo de Deus, ainda em Babilônia, será chamado a separar-se de sua comunhão. Esta mensagem é a última que será dada ao mundo, e cumprirá sua obra. Quando os que “não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade” (II tessalonicenses, 2:12) forem abandonados para que recebam a operação do erro e creiam a mentira, a luz da verdade brilhará então sobre todos os corações (mentes) que se acham abertos para recebê-la, e os filhos do Senhor que permanecem em Babilônia atenderão o chamado: “Sai dela, povo meu.” Apocalipse, 18:4 (Esta citação encontra-se no capítulo “A Causa da Degradação Atual do livro O grande Conflito) 

Filósofo Isaías Correia Ribas

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ARTHUR SHOPENHAUER. Como Vencer um Debate sem Precisar Ter Razão. Ed. TOPBOOKS. RJ, 1997
ELLEN G. WHITE. O Grande Conflito. Ed. Casa Publicadora Brasileira. Tatuí, SP, 2014
MAURO ARAUJO DE SOUSA. Nietzsche: Viver Intensamente, Tornar-se o que se é. Ed. PAULUS. SP, 2009
NIETZSCHE. O Anticristo Maldição do Cristianismo. Ed. CLÁSSICOS ECONÔMICOS NEWTON. RJ, 1992

NIETZSCHE. Os Pensadores. Ed. Abril Cultural. SP, 1978