A
verdade científica é confirmada pelo processo empírico, ou seja, tem que ser
comprovada na prática, caso isso não seja possível, o status de verdade não é alcançado.
Caso a teoria continue em aberto não pode ser aceita como ciência, e sim como
tese hipotética. Em outros casos teóricos, dependendo do método empírico
aplicado, não alcançando o status de verdade ou ciência útil, já são
descartadas por serem falsas. Esse mesmo princípio científico deve ser aplicado
às religiões e denominações religiosas que dizem ser detentora da verdade
bíblica. Então, entende-se, que, a conduta religiosa dos ditos representantes
de Deus e da verdade bíblica, necessariamente, tem que corresponder à verdade e
vontade de Deus presente no conteúdo bíblico; caso contrário, tais teologias
são teses hipotéticas ou falsas. Por isso a verdade científica e religiosa é
similar; pois, a confirmação da verdade religiosa também se dá através do
empirismo que é demonstrado através prática religiosa que deve corresponder à vontade de Deus explícita na
Bíblia. Mas alguém deve estar indagando: Como saber
qual é a prática religiosa se todos os cristãos dizem fundamenta-la na Bíblia?
Jesus já respondera essa questão:
Não
cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir.
Porque em verdade vos digo, até que o céu e a terra passem nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido. (Mateus, 05: 17 e 18).
Então, deduz-se, que, embora haja cinco religiões e milhares de
denominações religiosas, apenas uma delas é verdadeira. E esta,
necessariamente, tem que se enquadrar dentro dos princípios legais de Deus. Por
isso acrescentou Jesus:
Nem
todo o que me diz: Senhor! Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas aquele que
faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele Dia:
Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome não expulsamos
demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente:
Nunca vos conheci: apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. (Mateus, 07: 21)
Uma
das práticas religiosas que a Bíblia apresenta como falsa é prestar culto aos deuses ou imagens de
esculturas como fazem os católicos e espiritualistas cristãos. Além de cultuar as imagens de escultura, tem o domingo como dia
santo como fazem a maioria dos protestantes, evangélicos e outras denominações
cristãs, que, na prática, continuam seguindo as determinações do Papa, líder
maior da igreja Católica Apostólica Romana e da religião reconhecida
mundialmente como Cristianismo. Dentro do contexto de eleger um dia santo para
fazer oposição ao sábado bíblico, além do domingo pagão e cristão romano, temos
a sexta-feira dos muçulmanos, dia santo para reverenciar Ala, principal deus do
politeísmo muçulmano. Logo, católicos, muçulmanos, protestantes, evangélicos e
espiritualistas em geral negam, na prática, que exista um Deus Criador e
legislador como o descrito na Bíblia.
A
partir do exposto, qualquer religião ou denominação religiosa existente no
planeta Terra pode avaliar se sua prática religiosa corresponde ou não com a
verdade e vontade do Criador apresentado nas primeiras páginas da Bíblia. Além
da anulação do dia santo contido nos dez mandamentos da lei universal, há as
falsas práticas religiosas utilizadas pelos cristãos contemporâneos que é uma
mistura de sentimentos e “fé” que são promovidos pelo frenesi corporal ou
danças ao som de cânticos gospel que os líderes religiosos se utilizam para
manter e atrair novos adeptos, descartando o dever de ser fieis às leis de
Deus. Essas práticas podem levar o indivíduo deduzir que os sentimentos de
satisfação e alegrias produzidas naturalmente pelo exercício corporal,
correspondam à vontade de Deus explícita na Bíblia. No entanto, devemos
entender que caridades, milagres e movimentos corporais acompanhados de
cânticos, aleluias e glórias não substituem o dever de ser fiel às leis de Deus
e outros princípios bíblicos.
Lei e leis
Grande parte dos religiosos tem dificuldade para separar a lei dos dez
mandamentos das outras leis. Por isso eles interpretam que Jesus veio para anular
a lei dos dez mandamentos. Mas caso isso fosse verdade Deus seria
contraditório, pois, os dez mandamentos é eterno como o próprio Deus. Por isso
o sábado, quarto mandamento da lei de Deus, já estava presente no jardim do
Éden antes do casal pecar, e eles, como santos, já o guardava como se faz no
céu. Depois do pecado os outros nove mandamentos foram acrescidos para
determinar o que é pecado. Quando Adão e Eva pecaram eles estavam condenados à
morte. Mas Deus, misericordiosamente, deu-nos um tempo de graça para
entendermos o que é o amor de Deus e o ódio de Satanás. Para isso Deus
instituiu as leis cerimoniais. Essas leis regulamentavam os sacrifícios de
animais e aves que representariam o filho de Deus, Jesus Cristo, que nasceria
como homem antes do pecado, para assumir o lugar dos inocentes animais e aves
que eram mortas no lugar do ser humano que estava condenado à morte eterna. É
essa lei que foi anulada com a morte de Cristo. Não os dez mandamentos que
continua determinando o que é pecado e quem são os pecadores. Além dessas duas
leis, há a lei que regulamenta a alimentação dos que fazem a vontade de Deus. A
lei matrimonial e outras de cunho moral e ético para o bom convívio familiar e
social entre todos os seres humanos. Querer generalizar todas as leis, não
fazendo distinção entre suas funções é um dos meios de dizer que Jesus nos
salva mesmo sendo transgressores dos dez mandamentos e outras leis que devem
ser incorporadas ao modo de viver dos filhos de Deus. E mais grave ainda,
insinua que o sacrifício de Jesus foi em vão, ensinando que Ele nos salvará
mesmo sendo transgressores das leis de Deus. Logo, os dez
mandamentos e as leis de saúde não perderam a validade, pois, as leis de Deus
que proporcionam o bem estar às suas criaturas são eternas como o próprio Deus.
Depois da morte e ressurreição de Cristo, só restou aos filósofos e imperadores ateus criarem condições políticas e religiosas para anular os escritos bíblicos, estabelecendo outro poder com autoridade suficiente para substituí-los. A princípio, o império romano pagão queria eliminar os ideais de Cristo e dos primeiros cristãos perseguindo e matando quem não negasse a fé cristã. Como os cristãos aumentavam mesmo diante das perseguições e morte, o imperador Constantino mudou de estratégia convertendo-se ao cristianismo e no ano 313, com o edito de Milão, pôs fim as perseguições. No dia 7 de março de 321, Constantino decretou que todos os pagãos deveriam adorar o deus sol no domingo, primeiro dia da semana. E no ano 325, no primeiro concílio de Niceia, o domingo seria confirmado como dia de descanso também aos cristãos. E no concílio de Laodiceia, a guarda do sábado foi abolida definitivamente. A partir do século V a igreja cristã medieval assumiu o controle político, filosófico e religioso. Agora, dona de todo poder, as leis dos dez mandamentos, de saúde e outras contidas na Bíblia, foram jogadas por terra, substituídas pelas tradições de Roma Pagã do Oriente e igreja Católica Apostólica Romana do Ocidente. Ambas, nos dias atuais, continuam como os mesmos propósitos dos filósofos de anular Deus e a validade dos escritos bíblicos do consciente de todas as pessoas.
Depois da morte e ressurreição de Cristo, só restou aos filósofos e imperadores ateus criarem condições políticas e religiosas para anular os escritos bíblicos, estabelecendo outro poder com autoridade suficiente para substituí-los. A princípio, o império romano pagão queria eliminar os ideais de Cristo e dos primeiros cristãos perseguindo e matando quem não negasse a fé cristã. Como os cristãos aumentavam mesmo diante das perseguições e morte, o imperador Constantino mudou de estratégia convertendo-se ao cristianismo e no ano 313, com o edito de Milão, pôs fim as perseguições. No dia 7 de março de 321, Constantino decretou que todos os pagãos deveriam adorar o deus sol no domingo, primeiro dia da semana. E no ano 325, no primeiro concílio de Niceia, o domingo seria confirmado como dia de descanso também aos cristãos. E no concílio de Laodiceia, a guarda do sábado foi abolida definitivamente. A partir do século V a igreja cristã medieval assumiu o controle político, filosófico e religioso. Agora, dona de todo poder, as leis dos dez mandamentos, de saúde e outras contidas na Bíblia, foram jogadas por terra, substituídas pelas tradições de Roma Pagã do Oriente e igreja Católica Apostólica Romana do Ocidente. Ambas, nos dias atuais, continuam como os mesmos propósitos dos filósofos de anular Deus e a validade dos escritos bíblicos do consciente de todas as pessoas.
A primeira das falácias religiosas
medievais foi eleger o já falecido discípulo de Jesus, Pedro, como o primeiro
Papa da igreja Católica Apostólica Romana. Em vez de exaltar as leis de Deus, a
igreja medieval optou pelo politeísmo greco-romano-pagão; também alterou o
tempo fazendo que os dias terminassem e começassem na meia noite e não mais
como sempre fora no pôr do sol de cada dia, deixando claro que o Criador
explícito na Bíblia nada significa para os líderes da igreja de Roma pagã e
cristã que perseguira e matara Cristo e muitos cristãos. Em sua ousadia,
alterou alguns dos dez mandamentos dado a Moisés no monte Sinai; negou a
santidade do sábado estabelecendo o domingo como dia santo, restabeleceu o
politeísmo negando a existência de Deus o Criador. Por causa da ousadia da
igreja medieval, a Bíblia profetizou vestida de saco por mil duzentos e
sessenta anos, período que a igreja papal perseguia e matava àqueles que não
obedeciam às ordens do líder maior da igreja medieval, o Papa. Que segundo os
profetas bíblicos:
Proferirá palavras contra o Altíssimo,
e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os
santos lhe serão entregues na mão por um tempo, tempos, e metade de um tempo.
(Daniel,
7: 25)
O empirismo religioso elaborado por Deus é anterior ao científico. Por
isso, concluiu David Hume que o sentimento não deve ser o fundamento para
definir o que é a verdade; logo, é necessário que os religiosos revejam seus
métodos de avaliar o que é a verdade.