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domingo, 9 de agosto de 2015

FILOSOFIA É ESPIRITISMO ACADÊMICO - CRÍTICOS NA ÓTICA DA CRÍTICA

Teoria do conhecimento
     A filosofia é a fundadora do conhecimento antropocêntrico. Este objetivo se deu com os filósofos da natureza que decidiram não aceitar mais o Deus bíblico como sendo o centro do conhecimento. Logo, toda teoria do conhecimento, tem, entre outros objetivos, negar a existência literal do Deus bíblico, finalmente, se possível for, eliminá-Lo do consciente humano.
     Antes da filosofia o conhecimento se dava entre a palavra e o objeto referido, era objetivo. No início da filosofia humana e política, com Heráclito e Parmênides, algumas palavras obtiveram o status de conceito, assim, foi possível ir além dos objetos concretos, possibilitando, inclusive, apreender conceitos mentais e os vazios de significado literal, tornando possível a psicologia e a ontologia. Logo, a criação do conceito possibilitou ampliar o movimento epistemológico. Pois, além de conhecer os objetos concretos, tornou-se possível refletir e conhecer o conteúdo pensado e negar o que está além do pensamento, o metafísico, ou Deus, conceito vazio de significado literal.    
      A ciência derivou dos questionamentos filosóficos, tornando-se uma ferramenta para chegar-se à verdade ou negá-la. Para se conhecer os objetos concretos, mentais e metafísicos três passos são necessários: “a priori, empírico e a posteriori”.
A priori
     A priori, de modo simples, significa antes da experiência, mas, em se tratando do conhecimento, referem-se àquelas criações oriundas da razão pura, às criações mentais, tais como a aritmética, a álgebra, a geometria e alguns sistemas filosóficos. Não gostamos das ciências exatas justamente por isto, para apreendê-las a que se pensar como pensou o criador desta ciência; no caso da filosofia, a que se conhecer muito para apreender o que pretende e qual é o objetivo final ao se criar um sistema filosófico. É uma espécie de entrar na mente da pessoa, e isto é um exercício mental cansativo, por isso, poucos são os que gostam e se identificam “naturalmente” com as ciências exatas e filosóficas.       
Empirismo
      De modo simples, empirismo é o caminho de se chagar a verdade, ou, simplesmente, negá-la. O empirismo se dá por dois caminhos, o sensível e o científico. O sensível é o mais simples porque utilizamos os sentidos, ou seja, nosso próprio corpo para conferir o que foi afirmado. (se digo que esta parede é branca, basta olhar para conferir, se afirmo que esta fruta é azeda, basta experimentá-la para comprovar, enfim, tudo que depende apenas dos sentidos pode-se afirmar ou negar de imediato). O empirismo científico é mais complexo, somente os sentidos não dá conta, por isso, a invenção de uma simples luneta foi o suficiente para derrubar conclusões falaciosas sobre nosso sistema solar; com o microscópio foi possível conhecer o universo dos micro-organismos, tornando possível a fabricação de vacinas e outros remédios para combater doenças que assolam milhares de pessoas. Muitos são os aparelhos inventados para auxiliar o homem na busca e ampliação do conhecimento e para aferi-lo, confirmando ou negando opiniões e teses hipotéticas.
A posteriori
     A posteriori significa após a experiência. Nesta última fase decreta-se o que é conhecimento cientificamente comprovado. Logo, opiniões e hipóteses não confirmadas empiricamente não são conhecimentos cientificamente comprovados.
Continuando, analisarei três teorias do conhecimento, de Platão, de David Hume e a do próprio conceito geral de conceito para mostrar como a filosofia quer, em nome do conhecimento, negar a existência de Deus e, se possível, eliminá-Lo da mente humana.          
Platão
     Este é foi um dos maiores filósofos que já surgiu no Ocidente, ainda hoje, crentes e descrentes seguem sua filosofia sem nunca ter ouvido seu nome, outros, sequer, lido um só de seus pensamentos. O conceito principal de sua filosofia é a alma e a teoria filosófica é a do mundo das ideias. Platão tem uma teoria do conhecimento, porém, não está limitada a este mundo, ainda está conectada à metafísica, isto é, dependente de uma alma que migra, após a morte, a diferentes corpos. Platão através do conceito alma, não quer negar Deus, e sim a pessoa como sendo o resultado da manipulação do barro mais o sopro divino, melhor, a pessoa como sendo criatura de Deus. Para isto ele teve que dividir a pessoa em corpo mortal e alma imortal. Com sua teoria do conhecimento o relato bíblico foi posto em dúvida, levando as pessoas a ter como verdade o conhecimento antropocêntrico. Pois, segundo Platão, a verdade é o que está na mente, não na realidade aparente deste mundo, onde tudo é movimento, ilusório e passageiro. Segundo sua teoria do conhecimento o conhecer se dá através da alma que reencarna e relembra o que vira no mundo das ideias, onde tudo são perfeitos e eternos, fazendo a pessoa em desenvolvimento conhecer através da lembrança (reminiscência). Esta teoria do conhecimento elaborada por Platão não é mais aceita pela academia, pois, é contrária à realidade educacional que precisa de escolas e universidades para concretizar o aprendizado, ou o conhecimento. Logo, a alma, como meio de educação formal não condiz com a realidade educacional, restando à filosofia de Platão, a dialética e a religião. Na Idade Média, através de Santo Agostinho, a filosofia do mundo das ideias de Platão alcançou o status de teologia, sendo posta no cristianismo como doutrina cristã, fundamento de todas as formas de cultos espiritualistas onde se cultuam a imortalidade da alma. Sob a batuta desta doutrina, com aspectos diferentes, incluem católicos, espíritas e protestantes. Logo, os religiosos correm o risco de seguir a filosofia de Platão e não a doutrina de Cristo. Por isso, para Nietzsche, “cristianismo é platonismo”.  
David Hume
     Hume é um exemplo clássico de quem elaborou uma teoria do conhecimento capaz de conduzir quem crê na existência de Deus, mas queira conhecer os fundamentos do antropocentrismo, caia no conceito vazio de qualquer significado literal. Pois, sua teoria do conhecimento é mais uma que tem o objetivo de anular Deus do consciente humano, conduzindo a humanidade ao ceticismo.
Para Hume o conhecimento não se dá através do hábito, costume ou entre causa e efeito, isto são crenças, algo muito diferente dos “processos intelectuais de inferência lógica”. Sua teoria do conhecimento se dá pelas impressões e destas, pelo processo empírico, surgem ideias que vão concluir o que é conhecimento a posteriori. Assim, “as percepções mais vivas são as impressões e as menos fortes são os pensamentos ou ideias”. Segundo a teoria do conhecimento de Hume, ao vermos a coisa ou objeto, a mente é impactada, neste primeiro impacto nada se conhece, pois são apenas feixes de luzes que impactam a mente. Após o impacto, caso o impactado tenha curiosidade de conhecer a que dar o passo seguinte, experimentar. Após a experiência nascem os pensamentos ou ideias conclusivas sobre o que pretendera conhecer. Adão, ao ver um lago com peixes, se ele não mergulhasse, jamais saberia dizer que a mesma água que mantém vivo aqueles peixes o mataria caso ele tentasse imitá-los. Logo, para Hume, o conhecimento antropocêntrico de seus dias só era possível por este caminho. Atualmente, além de saber que a água sufoca os animais terrestres, através de análises com instrumentos mais precisos, pode se conhecer os sais e outros micro-organismos contidos na água.
     Agora, aplique a teoria do conhecimento de Hume para conhecer Deus. Sentiu? Deus é um conceito vazio, quando muito, um pensamento ou ideia de Deus elaborado apenas para fechar alguma lógica de interesse religioso. É vazio porque não há como obter impressões, muito menos como experimentá-lo, para, através do desenvolvimento de pensamentos ou ideias para concluir algo sobre a existência literal de Deus. Logo, toda descrição sobre Deus não vai além de imaginações, deduz Hume. Portando, Deus, segundo sua teoria do conhecimento, não existe, Sua existência se limita a fé. É baseado neste empirismo acadêmico que a filosofia cria uma sociedade cética, uma elite que desafia a existência de Deus através de seu jeito contemporâneo de ser cristão, onde, restou às instituições religiosas o mercado da fé, onde se vende o medo da morte e a esperança na vida pós-morte, a vida eterna. Por isso o crescente número de instituições religiosas e igrejas particulares nos dias atuais sem nenhuma preocupação com o modo de ser cristão explícito e implícito na bíblia. Pois, são apenas mercado e nada mais. Por isso, é difícil alguém passar por uma universidade pública ou religiosa e continuar crendo em um Deus que salva, logo, não é por acaso a invasão do mundanismo no seio das igrejas protestantes, até mesmo daqueles que até poucos anos atrás se diziam pautarem seu comportamento segundo as instruções bíblicas, sendo um povo diferenciado por não seguir os costumes do mundo cético.  
     E aí, você continua duvidando que a filosofia forma mestres e doutores, para, em nome de Deus direcionar as pessoas através da fé a negar os princípios bíblicos, seguindo a moda mundana? Por isso, entendo que a filosofia é a forma mais avançada de espiritismo, pois, em nome do conhecimento, através das faculdades e universidades, leva muitos a negarem a Deus através de seu comportamento anticristão.
     O Apóstolo Paulo fala de uma fé racional, onde, todos os dias, o cristão deve apresentar o seu culto racional. Paulo era um apóstolo que conhecia filosofia, por isso ele apresenta esta teologia que nem mesmo seus companheiros de missão conseguia entendê-lo por dizer coisas difíceis. Mas o que Paulo está dizendo é: A verdadeira fé começa quando a razão não consegue explicar a existência e origem de Deus, mas crê no testemunho daqueles que O viram e através de modos diversos receberam mensagens divinas para orientar os que creem. Nossa mente não é impactada pelo Ser Deus porque Ele fez-se presente a poucos, logo, a fé genuína baseia-se no testemunho destes poucos, portanto, Deus não é um conceito vazio. E os cristãos que não zelam pelo seu jeito de se apresentar como cristão, negão a existência de Deus através de sua postura não condizente com as instruções bíblicas. Logo, quem não compreende todas as artimanhas de Satanás dificilmente apresentará um culto racional. Talvez você esteja perguntando, então todo cristão têm que entender de filosofia? Não, somente aqueles que duvidam e a espalha, pois, assim, poderão perceber que negam ou representam a Cristo conscientemente. Não duvides, pois, o que mais existe são líderes religiosos que quer viver bem neste mundo explorando profissionalmente a fé alheia sem crer em uma só palavra da bíblia, mas, hipocritamente, faz uso da palavra de Deus para enganar aquele que está, através da fé, buscando uma saída para seus dilemas espirituais.
Conceito de conceito
     Para a filosofia contemporânea, a teoria do conhecimento acadêmico alcançou a popularidade, não com algumas palavras, mas todas as palavras alcançaram o status de conceito. O conceito abarca o gênero todo. O conceito de livro refere-se a todos os livros existentes, logo, quando quero me referir a um livro específico eu o isolo do todo. E assim acontece com todas as coisas. O sapato que você está usando é um calçado e um conceito.  O seu carro é um automóvel e um conceito. A sua calça é uma peça de roupa e um conceito. O seu vestido é uma peça de roupa feminina e um conceito. O seu animal de estimação contém vida e é um conceito de ser vivo. O que você come para manter-se vivo é alimento e um conceito. E o que você bebe para matar a sede é água e um conceito. A sua religião é uma instituição e um conceito. E o que você adora e serve por meio da religião é Deus, ou um conceito? Percebeu quando falou em Deus você caiu no vazio, pois não há nada que te leve a admitir a existência literal de Deus a não ser a fé? Mas a pessoa de fé, para a filosofia, não passa de um idiota. Não sei precisar quantas vezes ouvi isto de alguns professores de filosofia na minha graduação, mas foi muitas vezes, especialmente nas aulas de pesquisas acadêmicas. Diante desta indagação sobre Deus, entra a filosofia questionando: Se Ele existe, como Ele te impacta como ser real? Você o vê, se não, você crê apenas em um conceito de Deus, em uma palavra que inventaram para fechar uma lógica, em especial, a criacionista; por isso Ele precisa ser eliminada do consciente humano. Mas, como sempre, a bíblia continua sendo uma pedra no meio do caminho das teorias do conhecimento filosófico. 
Logo, ser cristão consciente é para poucos, ser filósofo cristão é ser um tipo de Apóstolo Paulo que exalta, em qualquer circunstância, os ensinamentos bíblicos, vivendo para Cristo e seu evangelho sem nenhuma intenção de ser pesado à comunidade cristã, muito menos de construir um império institucional ou particular explorando a fé alheia, enganando as pessoas de boa fé. “Todos os que com Deus não ajunta espalha”. Logo, a filosofia, em nome do conhecimento, sempre foi e será a mais perfeita forma de espiritismo existente, pois, em nome do conhecimento, consegue enganar a maioria composta de, “cristãos” e ateus.

Este texto é parte do livro que lançarei no final do ano.    


Filósofo Isaías Correia Ribas. 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A BÍBLIA E AS DENOMINAÇÕES RELIGIOSAS




E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta anos. Apocalipse, 11:3

     Isto é, embora os princípios divinos explícitos na bíblia fossem alterados e adulterados pela política medieval, a bíblia continuaria profetizando vestida de saco durante o referido período: 538-1798, determinando o início do fim. Esta profecia cumpriu-se através da união da Igreja cristã com a política de Roma Pagã, definindo o ideal da política medieval e da modernidade protestante que, embora protestasse, continuou transgredindo os princípios bíblicos segundo determinação do catolicismo medieval. Os grandes filósofos desta época, na sua maioria cristãos católicos e protestantes, exaltaram o catolicismo e o protestantismo como meios de continuar dominando a sociedade através da metafísica e da ignorância generalizada, logo, educando apenas aqueles que podiam pagar, incentivando e apoiando o Estado moderno a não oferecer educação de qualidade para todos, pois, quem não critica apoia. Embora esse pessoal filosofasse em nome de Deus, na essência, eram filósofos trajados de padres, pastores, professores e outros líderes místicos que não queriam que as duas testemunhas de Deus na Terra, velho e novo testamentos ou a bíblia, não definissem o comportamento das pessoas. Logo, subentende-se que a filosofia é uma forma de espiritismo acadêmico, que determina o conhecimento antropocêntrico em detrimento do teocêntrico. Onde há um filósofo ministrando filosofia, Deus, é admitido apenas como um conceito para fechar uma lógica, a criacionista, nunca como um ser dotado se sentimentos capaz de amar, ajudar e salvar alguém.
Porém, a partir do século dezenove, através de Guilherme Miller, um cético deísta que resolvera compreender a mensagem bíblica para livrar-se da angústia que lhe causara o deísmo, pois, lhe ensinara que, embora Deus exista, Ele não se revela através dos escritos bíblicos, ele resolveu estudá-la, caso fosse revelação divina, seu problema estaria resolvido, e assim, ao fim de sua análise encontrou o que ele tanto procurara e não encontrara no deísmo, a certeza de que a bíblia é um livro que revela os planos de Deus. Assim, as verdades bíblicas foram restauradas e as mensagens dos três anjos de apocalipse 14: 6-12 começaram se cumprir, advertindo a todos que a bíblia seria enaltecida, e suas verdades que foram ocultas do povo pelos próprios religiosos, voltaria a ser a luz que alumia entre as trevas que foram impostas à humanidade por mil duzentos e sessenta anos, assim, em 1798, iniciara o começo do fim de todas as coisas. Por isso, a volta de Cristo, segundo indica todas as profecias, está muito próxima! Então, não é por acaso a existência desse movimento religioso pregando a segunda volta de cristo para breve. Contrapondo-o, estão os movimentos pentecostais, evangélicos e protestantes que continuam preferindo seguir a falsa teologia medieval, aproveitando esse momento, fazendo da fé alheia um meio para continuar explorando o povo, estabelecendo e ampliando suas empresas religiosas. Que, infelizmente, até aqueles que herdaram os objetivos de Miller e de sua contemporânea, a profetisa Ellen G. White, estão sendo engolidos pelo racionalismo filosófico-teológico instituídos em suas universidades. Logo, o momento político, social, ambiental, filosófico e religioso em todo o mundo deve preocupar seriamente os pensadores. Pois, aproveitando este momento de instabilidade moral e político mundial, as ideias medievais, através do Vaticano renascerão com força total através do ideal de paz mundial.
Mas, a paz mundial defendida pelo Papa é mais uma falácia do Vaticano que quer continuar enganando a todos através do mesmo modelo e objetivo do catolicismo praticado na Idade Média. A paz mundial, se é que será possível neste mundo de mentiras e enganos, se dará por meio de Estados laicos; jamais através de um Estado mundial governado por um líder religioso, ainda mais por um líder do falso cristianismo que já enganou por mil anos os povos do ocidente e agora pretende enganar todas as nações do mundo. O ideal de paz mundial, para dar certo, deverá se concretizar por Estados bem ordenados, que eduque seu povo e o conscientize de que a paz deve ser objetivo de cada cidadão, isento de imposição religiosa, divorciado de todos os credos e interesses particulares, Estados que valorize seus cidadãos, garantindo-lhes a liberdade de consciência. Caso contrário, esqueça essa utopia de paz mundial através do Vaticano. No entanto, segundo as profecias apocalípticas, o mesmo poder medieval irá imperar novamente, pois, os céticos políticos, cientistas, filósofos entre outros não foram capazes de educar o povo conscientizando-os que um Estado bem ordenado depende da educação formal dada a cada indivíduo. Logo, não é por acaso que os políticos estão indo em caravanas ao Vaticano em busca de como resolver o problema do aquecimento do planeta. Pergunto: É o Papa um cientista, o homem do tempo? Não. Mas é o cara que pode dizer às pessoas que jogam garrafas pet nos rios e nas ruas, aos derrubadores das florestas, aos empresários que poluem com suas fábricas, aos empregadores que escravizam em busca de mais lucros, aos políticos que mantém a ignorância generalizada através da má educação pública oferecida aos trabalhadores, aos religiosos que devem formar um movimento ecumênico, pois, há um só Deus, uma só fé e um só batismo. Onde, atitudes contrárias a essas é pecado, podendo levar o indivíduo a arder no fogo do inferno, ou ainda, digno de ser excluído do rol de bom cidadão, cassando seus direitos de comprar e vender se não acatar as orientações da “igreja de Cristo”. Para manter seus direitos a maioria vão seguir essas orientações, uma minoria irá questionar por que o Papa está tirando seus direitos de seguir as orientações bíblicas, guardando os mandamentos de Deus e outras ordenanças sagradas segundo a ótica divina? Diante disso, decretos de perseguição e morte serão emitidos para manter a ordem e o objetivo da igreja que irá agir como fez na Idade Média. Trazendo angústia e estado de confusão generalizada difícil de ser contida por meios políticos e bélicos. Mas, em meio a esses últimos acontecimentos, a intervenção de Deus nos negócios da humanidade acontecerá porque isto é profecia bíblica!  

Filósofo Isaías Correia Ribas

Estas são mais algumas reflexões do livro que lançarei este ano. Que o meu e seu objetivo de paz alcance a todos!  



      





      


quinta-feira, 9 de julho de 2015

NIETZSCHE - O EX-PRESIDENTE LULA E A VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO

A pesar de seu ateísmo radical, Nietzsche tem uma excelente teoria ou didática para a formação de crianças e jovens, preparando-os para manter uma nação em constante desenvolvimento. Para ele, a que se cobrar o máximo, próximo ao impossível dos estudantes até o início da juventude, pois, nesta fase de desenvolvimento físico e cognitivo é o momento oportuno para valorizá-los, e eles, sentem valorizados quando percebem que muito se esperam deles através da educação escolar.
O mais desejável continua sendo, em todas as circunstâncias, uma rígida disciplina na época certa, ou seja, ainda numa idade em que desperte orgulho ver que muito é exigido de si mesmo. Pois isto diferencia de qualquer outra a escola da dureza como boa escola; que é exigido com rigor; que o bom, que até o excepcional é exigido como normal; que o louvor é raro, que não há indulgência; que a punição se impõe certeira, objetiva, sem exceção para talento e origem. Uma escola assim é necessária em todos os sentidos: isso vale tanto para o mais corpóreo quanto para o mais espiritual: funesto queria ser separar aqui! (SOUSA, Nietzsche Asceta, p, 190)
Mas, fazer o quê, se nossos políticos brasileiros, a maioria, são "analfabetos funcionais" que só sabem usar o Estado em benefício próprio? E no mais, os estrangeiros continuam nos dominando através de seus herdeiros que, ainda hoje, continuam ocupando os principais cargos políticos e comissionados, ditos de confiança, nas diversas secretarias, assim, fica difícil termos um Brasil desenvolvido, também para os brasileiros.
     Com o governo Lula, a educação superior foi ampliada em números de universidades federais e meios para que os filhos e trabalhadores tivessem acesso à educação superior através do ENEM e do PROUNI, onde, aos melhores colocados nesse novo modelo de vestibular para todos os estudantes, garante o ingresso nas universidades federais e bolsas integrais e parciais para as universidades e faculdades particulares e financiamentos através do FIES àqueles que não atingiram pontuações tão boas. Mas, como a base para a boa educação se faz na infância, os governadores e prefeitos continuam mantendo a escravidão através da educação básica, PEB I e II. Por isso, nós, brasileiros eleitores, precisamos saber escolher os políticos que vão comandar o País, os estados e as cidades; então, a prática de vender o voto por promessas feitas pelos pretendentes a cargos eletivos, precisa acabar, pois, somente assim iremos conseguir construir um país desenvolvido inclusive para os trabalhadores brasileiros. Todo político que pratica a compra de votos são maus políticos, desses devemos nos afastar e jamais elegê-los para administrar a coisa pública, pois, caso sejam eleitos, vão saquear os cofres públicos, jamais investindo em educação de qualidade e valorização dos professores. Os políticos do PSDB e seus aliados querem, a qualquer custo, chegar novamente à presidência do Brasil, mas, as ideologias aplicadas na educação básica e valorização dos professores é uma das piores que já existiu, eles continuam fazendo da educação um meio para manter a escravidão e a ignorância generalizada.   

(Este texto é parte de um dos capítulos do livro que lançarei neste ano.)


Filósofo Isaías Correia Ribas

segunda-feira, 22 de junho de 2015

DEUS CRIOU UM DIA SANTO?

 Deus é o Senhor do espaço e do tempo. Ao adaptar o planeta terra à vida, Primeiro, Ele dividiu o espaço em períodos iguais marcados pelo pôr do sol, denominando-os dia, sete dias consecutivos completou uma semana, período que Ele usou para criar todas as coisas, adaptando-as para a manutenção da vida na Terra, permitindo assim que o homem começasse a marcar o seu tempo. Na adaptação do planeta Terra à vida, Deus estava organizando um microcosmo na ordem macrocósmica. Por isso, na medida que Ele ordenava, aparecia o que queria; no sexto dia ele criou sua obra prima, o homem, depois, do próprio homem, criou a mulher, ambos foram criados à Sua semelhança, pessoas capazes de pensar, falar, compreender o outro e executar o pensado. Deu-lhes também a tarefa de administrar tudo o que fora criado, pois o casal era superior à todas as outras criaturas. Terminada a tarefa da criação, Deus criou também o dia de descanso, não que ele estivesse cansado, muito menos o casal que acabara de ser criado, mas seria um dia para parar todas as atividades cotidiana. Deus, de modo especial, abençoou o sétimo período de tempo denominando-o sábado, dia santo, de adoração ao criador de todas as coisas, consequentemente, quem não trabalha neste período de tempo abençoado, recebe as mesmas bênçãos que Deus pôs neste dia. Então, entende-se, que o sábado fora separado para o descanso físico do homem que precisaria desse dia para manter vívido na mente dos futuros descendentes que houve um Deus que criara o universo e as diferentes formas de vida, coroando-a com a racional. As culturas que têm o dia sétimo como santo e param suas atividades temporais no sábado, reconhecem que tudo o que existe é obra de um Deus criador e mantenedor de tudo. Já, as culturas e religiões contrárias, negam que haja um Deus que criara todas as coisas, inclusive a semana de sete dias.
     O casal fora informado sobre o que acontecera no céu, que a harmonia fora quebrada, mas, mesmo assim, Deus continuaria amando suas criaturas, porém, Lúcifer, o vingador, continuaria lutando para provar que ele estava certo e Deus errado. Assim, este planeta passou a ser o palco onde se desenrolaria a trama entre o bem, Deus; e o mal, Satanás, criatura que pretendera ser igual a Deus, que continua fazendo tudo para corromper o que Deus criara. Satanás sabe que, se ele criar outro dia santo no lugar do santo sábado santificado por Deus, seria um dos meios para levar a humanidade a negar a existência de Deus como criador de todas as coisas. Adão e Eva estavam cientes que eles estavam envolvidos e seriam testados como foram os anjos no céu. Souberam que Lúcifer tentariam enganá-los para que eles tivessem a mesma sorte que eles. Por isso eles teriam que vigiar-se para manter-se fiéis à palavra de Deus.
     Simples de mais essa história da criação apresentada na bíblia. Tão simples que não dá para acreditar que tudo se deu assim. Qualquer pessoa de pouca leitura que queira ler, compreenderá, como também, qualquer um que apenas ouça, entenderá. Pois então, este é o propósito de Deus, que todos compreendam para que não haja desculpas quando todos vir a juízo.
     Este é um pequeno capítulo do livro que lançarei no segundo semestre de 2015.

Filósofo Isaías Correia Ribas

terça-feira, 2 de junho de 2015

BRASIL - BERÇO DA CORRUPÇÃO

     O Brasil, os Estados Unidos da américa do Norte, os países da américa Central e do Sul, são países novos. Exceto os USA, os outros estão oscilando entre a ditadura e a democracia. Há trinta anos, mais uma vez, a democracia está sendo instituída no Brasil, somos uma democracia, mas, como democratas, o povo, está longe de ser incluído nos programas dos políticos que usam as riquezas do Estado em benefício próprio, dos partidos políticos e de monopólios empresariais. Nossa história confirma que o país sempre foi usado pelos estrangeiros que por aqui aportaram como terra de exploração e nada mais. Pouco coisa ou nada melhorou nesses quinhentos anos. O conceito “Democracia” está esquecido, político nenhum fala em democracia, pois, num Estado democrático a justiça, os deveres e direitos são para todos. Mas os políticos querem os direitos para eles e os deveres para o povo, negando toda e qualquer forma de justiça. Nesta guerra atual, a democracia brasileira está esquecida pelos atuais políticos que militam, como sempre, em benefício próprio; esquecendo que foram eleitos pelo povo para governar em benefício do povo. Políticas sociais sem educação de qualidade, serve apenas para enganar o povo. Políticas de um país que gira em torno de valorização do salário mínimo é política para manter a nação cada vez mais distante do desenvolvimento, pois, sem educação de qualidade para os trabalhadores não há como haver desenvolvimento. Os políticos brasileiros continuam com o mesmo ideal do Brasil-Colônia, terra de exploração e nada mais. Será preciso levantar um salvador da pátria? Essa política fundamentada em heróis nunca deu certo, então, o que precisamos é de políticos conscientes, que ame o país e seu sofrido povo!
Estado democrático
     Um Estado democrático consciente se faz com boa educação pública. O alvo para o descobrimento do Brasil foi à busca de terras além dos mares da Europa a ser explorada. Logo, o Brasil é terra de exploração escrava. A independência do Brasil, a abolição da escravidão, diferentes regimes políticos adotados ao longo de nossa história sempre tiveram, na perspectiva de alguns políticos, construir um Estado democrático, onde, todas as riquezas produzidas e extraídas desse solo fossem em Benefício de todos os brasileiros trabalhadores. Porém, “nestas terras em que plantando tudo dá”, a ganância dos estrangeiros e dos brasileiros ricos, têm dificultado o desenvolvimento de um Brasil para o povo brasileiro. Por isso meus caros colegas, trabalhadores brasileiros, a educação pública oferecida aos filhos dos trabalhadores tem que ser ruim. Por isso meus caros colegas professores, as escolas públicas têm que ser sucateadas e os professores mau valorizados. O governo federal, desde 2005, legislou, que os professores, por terem curso superior, têm que ganhar como os profissionais com curso superior, mas os governos dos estados se mostram anticonstitucionais, negando o cumprimento desta lei federal. Contrariando-a, os governos do executivo das esferas estaduais e municipais, na sua maioria aliada as casas legislativas, fechadas contra o desenvolvimento do país, votam pacotes de leis que dificulta a implantação de uma educação pública de qualidade com valorização do professor como objetivo único de manter a escravidão e a ignorância generalizada. No início de 2015 os estados do Paraná, São Paulo, e outros governados por políticos do PSDB com o apoio de outros partidos e das frentes sindicais, judiciários, do grande e pequeno burguês se juntaram para travar o desenvolvimento do país, pois, sem educação de qualidade para todos, jamais seremos uma nação desenvolvida. assim sendo, as únicas classes beneficiadas são essas da elite corrupta. Parece que eles amam a pobreza, a ignorância, a barbárie generalizada, a corrupção e corruptores quando defendem a má educação pública aos pobres e a desvalorização dos professores. Depois reclamam do crescimento da vilência.
O ex-presidente Lula, apesar das forças contrárias e rodeados por corruptos, até o momento, foi o único brasileiro nato que governou pensando um Brasil desenvolvido para todos, permitindo que os pobres trabalhadores tivessem acesso às universidades pública e privada caso quisesse ter formação superior.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, gastou um bilhão para comprar os diretores de ensino e a gestão escolar para perseguir professores categoria O, efetivos em estágio probatório ou não. Caso entrassem em greve teriam seus salários cortados, correndo o risco perderem o emprego e outros assédios à moral. Alckmin é exemplo máximo de como ferrar a população com a grana pública usando idiotas alienados, mas úteis para manter a ignorância generalizada através da educação. Usa o secretário da educação e a grande mídia para mentir para todos dizendo que tudo que está sendo feito para garantir educação de qualidade nas escolas públicas. Jamais pensaria ver a “elite” da educação paulista agindo como capitães do mato em pleno século XXI, ainda mais, quando estes dizem lutar por um povo desenvolvido e consciente. Para quem não sabe, a terceirização da mão de obra pública e privada está sendo testada através dos professores categoria *O. Logo, a escravidão de todos os trabalhadores brasileiros através da terceirização é projeto político do PSDB, por isso, seus governadores não querem reajustar o salário dos professores, aguardando que todos se enquadrem na terceirização da mão de obra que está sendo votada em Brasília. ISSO TEM NOME, CHAMA-SE, CORRUPÇÃO.



Filósofo Isaías Correia Ribas 

domingo, 31 de maio de 2015

POLÍTICOS ATUAIS NÃO REPRESENTAM OS IDEAIS DOS TRABALHADORES



     Nesta greve dos professores de São Paulo que já passam dos oitenta dias, as forças sindicais estão fazendo de tudo para minar a forças dos professores que lutam, não por ideias políticos, mas pela educação de qualidade para os filhos dos trabalhadores e pela valorização do profissional, professor. Como professor que quer ensinar para levar nosso país ao desenvolvimento não podemos desistir dessa luta contra os políticos que querem manter o povo na ignorância. O argumento do governador Alckmin para não apresentar nenhuma proposta é justamente este: a luta não é dos professores e sim de movimentos políticos. Muito bem, senhor governador, as forças sindicais, por imposição dos partidos políticos aos profissionais infiltrados na educação que querem usar a educação para movimentos políticos chegaram à conclusão que a greve deve acabar, mas nós, os professores que não fazemos parte desses movimentos, lutamos pela educação de qualidade para todos, por isso, queremos continuar lutando pela educação de qualidade para todos. Agora, a luta dos professores do estado de São Paulo, será contra apenas o PSDB do governador Alckmin, que diz não ter atendido as reivindicações porque a greve tinha fins políticos. Então, senhor governador, a única força política presente no momento é a do PSDB que governa o estado. Se realmente queres boa educação para os filhos dos trabalhadores, chegou o momento para isto. Nós, os professores, sabemos que salas com mais de trinta alunos não favorece o bom aprendizado. Professores descontentes como que ganha também é desestimulado a dedicar-se somente à uma estância, no caso, o estado, para melhorar o ensino, forçando-o a trabalhar em outras estâncias públicas e privadas para complementar o salário que o governador oferece. Então, senhor governador, mostra ser um político que quer o desenvolvimento do estado e do país apresentado propostas concretas aos professores do estado em luta.
     Caros colegas que ainda não entraram em greve com o argumento de que não entram porque a greve era política e não dos professores. De agora em diante, nossa greve é apenas dos professores que querem educação pública de qualidade. Logo, com o fim das forças sindicais, chegou a hora de mostrarmos ao governador que estamos descontentes com o que ele está fazendo com a educação. Então, avalie e vem à luta com os que já estão lutando a mais de oitenta dias. O sindicato, APEOESP, está representando os professores. Pois, as forças políticas jogaram a toalha, mas nós os professores vamos continuar porque nossa luta não é política e sim da classe.
O PT (partido dos trabalhadores), no início da luta por melhorias da classe operária não lutava representada por um partido político, mas por um ideal, de através dos operários fundarem um partido do povo para o povo, que, uma vez no poder, lutaria por melhorias da classe operária contra os desmandos da burguesia que só escravizava os trabalhadores. Com o PT no poder muitos direitos foram conquistados para a classe mais desmerecida: Com mais universidades federais, os trabalhadores conquistaram o ingresso às universidades públicas e o direito de estudar em universidades particulares com bolsas federais, enfim, o Brasil avançou. Porém, com a saída do maior sindicalista deste país, o ex-presidente Lula, os ideais foram perdidos e os atuais partidos políticos que se dizem representar o povo, não passam de oportunistas políticos que querem apenas enganar o povo. Então, caros trabalhadores, parem e pesem comigo, se somos a maioria, somos nós quem os elegemos, então, em vez de continuarmos elegendo estes que não nos representa mais, por que não iniciarmos uma nova revolução, elegendo trabalhadores que estão em nosso meio para nos representar? Os ricos empresários, latifundiários, artistas e outros seguimentos elitistas nos usam para eleger nossos próprios algozes. Então, vamos nos organizar politicamente e eleger os nossos como fizemos elegendo o Lula, que, como político nos representou muito bem apesar das forças contrárias. Então, quanto mais gente trabalhadora elegermos muito mais poderemos fazer por nossa classe trabalhadora. Pela experiência dessas greves, chegamos à conclusão que esses políticos que estão no poder, independente de que partido político pertençam, estão fechados contra a classe trabalhadora.
UNIDOS VENCEREMOS, FRAGUEMENTADOS NOS DIVERSOS PARTIDOS POLÍTICOS, A NOVA ESCRAVIDÃO SERÁ IMPLANTADA CONTRA TODOS OS TRABALHADORES.

Filósofo Isaías Correia Ribas

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O FIM DO MUNDO - CERTEZA OU UTOPIA?


             Por que se diz que a segunda vinda de Cristo está próxima? O que há ou está acontecendo no mundo para chegar-se a está conclusão? Se realmente está próxima, por que os religiosos cada vez mais se assemelham àqueles que não conhecem a Cristo? Por que, os religiosos, em nome de Deus explora e enganam o povo? Enfim, muitas outras questões poderiam ser levantadas para nossa reflexão, mas, o que me interessa é o que diz as profecias bíblicas para chegar-se a esta conclusão de que a segunda vinda de Cristo está próxima.     
     Primeiro, não vai haver fim do mundo, mas um recomeço a partir da perfeição que havia antes do pecado. Logo, será o fim das finitudes que fora introduzida no mundo a partir da rebelião de Satanás no céu. Com o pecado de adão e Eva originou-se as finitudes. O recomeço da eternidade, segundo a bíblia, dar-se-á com a segunda volta de Cristo a este planeta para pôr fim ao drama do pecado que aqui se desenrola. Com o nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo, ficou selado o fim da história do pecado.
     O drama do pecado e o plano de salvação se desenrolaram em duas grandes etapas, antes de Cristo e depois Dele. Antes do nascimento de Cristo, as profecias bíblicas que prometiam Seu nascimento estão registradas no Velho Testamento. Após o nascimento de Jesus Cristo e seu ministério, ele prometeu voltar para buscar os que creram em sua pregação e promessas. As profecias prometendo sua vinda para a salvação dos que creram, estão registradas no Novo Testamento. No entanto, há no velho Testamento, profecias que ultrapassam o nascimento de Cristo, apontando até a época da segunda volta.
     As profecias do livro de Daniel têm essas características, de passar por toda a história a partir do reino babilônio apontando para o último reino a ser estabelecido na Terra. Por isso, estudar a bíblia com a finalidade de apreender seus ensinamentos é caso de salvação ou perdição eterna. Então, estudar a bíblia em particular, tem mais valor para a salvação que apenas crer segundo às interpretações teológicas das igrejas.  Mas, ler, para nós brasileiros é um problema, não há em nossa cultura esse hábito de ler, por isso, continuamos como um país em desenvolvimento, pois, quem não lê, dificilmente vota corretamente, tem bom emprego e sabe educar os filhos no caminho para o desenvolvimento pessoal, da região e da nação. Mas, o problema maior não está na família, e sim, com nossos governantes que fazem questão de manter a população na ignorância, pois, somente assim, eles conseguem se eternizar no poder, criando ideologias de dominação através da má educação oferecida aos trabalhadores mais pobres. A ignorância generalizada é um projeto político-diabólico, um meio para manter o povo afastado do conhecimento, negando-lhe a possibilidade de viver bem neste mundo, e, acima de tudo, se preparando para a vida eterna segundo a vontade de Deus. Logo, o plano de salvação idealizado por Deus e o da perdição, planejado pelo Diabo, perpassam por todas as áreas de nosso desenvolvimento, seja, familiar, escolar, universitário, profissional, político e religioso. Logo, a salvação requer muito de cada indivíduo. Não é algo tão simples como prega as igrejas Católica, Protestante, Evangélica, Espírita e outras que possam existir. Aceitar a Jesus como salvador pessoal jamais esteve relacionado à simplicidade de ser membro de uma denominação religiosa, pelo contrário, requer, conhecimento para tornar-se semelhante a Cristo e fazer a obra que Ele próprio fizera em prol da salvação pessoal e do outro.
A vinda de Cristo na história política
     Daniel foi contemporâneo do rei Nabucodonosor, foi um dos jovens hebreus, prisioneiro em Babilônia, que, por ter interpretado um sonho de Nabucodonosor, chegou a ser governador da província Babilônica. Daniel viveu em Babilônia de 605 até 538 a. C.; segundo o sonho de Nabucodonosor, o último reino a ser estabelecido na Terra seria o eterno reino de Cristo. Esta profecia está registrada em Daniel capítulo dois. Segundo o sonho do rei Nabucodonosor a estátua se dividira assim:
 1 – A cabeça de ouro da estátua representava o reino de Nabucodonosor. O reino babilônico estendeu-se de 605-539 a.C.;
2 – Depois se levantaria outro reino representados pelo peito e braços de prata da estátua, esse segundo reino é o dos Medos e Persas que estenderam de 539-331 a.C.;
3 – O terceiro, o ventre e as coxa de cobre, representou o reino da Grécia, cobrindo o período de 331-168 a.C.;
4 – O reino de Roma é representado pelas pernas de ferro que foi de 168 a.C.-476 d. C.;
5 – As nações estão representadas pelos pés compostos de ferro e barro, que ultrapassam os séculos V – XV, período medieval, estendendo-se à todas as nações dos dias atuais e ulteriores.
6 – A pedra que viste atingindo os pés da estátua derrubando e esmiuçando-a em pedaços, representa o eterno reino de Cristo que, por ocasião de sua vinda porá fim à todas as nações da história da humanidade que vive sob a opressão do pecado; estabelecendo a perfeição que fora antes da entrada do pecado neste mundo.
     A profecia não se limita aos reinos e nações do Oriente e Ocidente, sua aplicação é para todos os habitantes da terra. Há outras profecias dadas a Daniel, simbolizadas por animais que cobrem os mesmos períodos e nações. São uma sucessão de profecias que vão somando detalhes que servem para convencer as mais exigentes mentes pesquisadoras.
Profecias ligadas ao mundo religioso
     A principal e mais longa profecia aplicada ao mundo religioso está registrada em Daniel, 8:14.
     “Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado”.
     No capítulo nove de Daniel, o anjo dá-lhe os detalhes do período que cobre esta profecia. Vou de modo simples explicar esta profecia.
     As duas mil trezentas tardes e manhãs são dois mil e trezentos dias. Porém, em se tratando de profecia, segundo a bíblia, cada dia equivale a um ano.
Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, a saber quarenta dias, levareis sobres vós as vossas iniquidades por quarenta anos, um ano por um dia, e conhecereis a minha oposição. E quando tiveres cumpridos estes dias, deitar-te-ás sobre o teu lado direito, e levarás a iniquidade da casa de Judá; quarenta dias te dei, cada dia por um ano. (Números, 14:34 e Ezequiel, 4:6)
     Então, a profecia de Daniel, 8:14 refere-se a dois mil e trezentos anos. Sabendo em que ano começaria, facilmente chegaria ao ano de seu fim ou cumprimento da profecia. Os detalhes da profecia dada pelo anjo a Daniel são:
Setenta semanas estão, decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua cidade santa, para expiar a iniquidade, para fazer cessar as transgressões, para dar fim aos pecados e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: Desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado e ungido e nada subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será como uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador. (Daniel, 9: 24-27)
     O primeiro período destes dois mil e trezentos anos, são setenta semanas, ou 70 x 7= 490 dias, aplicando a regra bíblica, são 490 anos. Segundo informações bíblicas, o início da contagem começou com um decreto que autorizava a reconstrução do templo que Nabucodonosor destruíra em 605 a. C.:
Eventos políticos e históricos do mundo religioso ocorridos segundo esta profecia:
1 – Início da reconstrução de Jerusalém é o começo das setenta semanas que é também o princípio dos dois mil e trezentos anos, logo, todos esses eventos partiram de uma mesma data, 457 a.C., segundo a ordem do imperador Artaxerxes, rei da Pérsia.
Esta é, pois, a cópia da carta que o rei Artaxerxes deu a Esdras, o sacerdote, o escriba instruído nas palavras dos mandamentos do Senhor e dos seus estatutos para Israel: “Artaxerxes, rei dos reis, ao sacerdote Esdras, escriba da lei do Deus do céu: Saudações. Por mim se decreta que no meu reino todo aquele do povo de Israel, e dos seus sacerdotes e levitas, que quiser ir a Jerusalém, vá contigo”. [...] (Esdras,7: 11-13)
2 – O fim da reconstrução de Jerusalém deu-se em 408 a. C., que ocorreu nas primeiras sete semanas segundo indicara a profecia, em exatos 49 anos.
3 – Se somarmos 7 semanas mais 62, teremos 69 semanas: (7 + 62 = 69). Se multiplicarmos 7 x 69 = 483 anos. Então, no final dos 483 anos o Messias seria ungido ou batizado. E foi justamente isto que aconteceu. Jesus nasceu e foi batizado no tempo indicado pela profecia de Daniel.
4 – No final das sessenta e nove semanas houve a unção ou batismo de Jesus, ano 27 da era cristã. Após o batismo ele iniciou o seu ministério.
5 – Nesta última semana Ele pregaria e na metade da semana faria um pacto firme com muitos. Assim, na metade da última semana após seu batismo, Jesus foi morto. Foi esse o pacto firme para a salvação dos que creram e crerão em Seu sacrifício para perdão dos pecados e salvação de quem O Aceitar como seu salvador. Neste mesmo dia chegou o fim de todas as ofertas e sacrifícios que eram feitos no templo que fora reconstruído em 408 a.C., sacrifícios que prefiguravam sua morte como o cordeiro perfeito que viria para salvar segundo indicava a didática diária do santuário, neste dia também fora decretado a morte eterna de Satanás. No final da última semana, no ano 34 d.C. terminou o tempo determinado sobre o povo de Israel, até aquele ano, a nação de Israel fora a responsável para fazer Deus conhecido entre todas as nações. Nesta data, com a morte de Estevão, Israel perdera seu posto de nação eleita para uma tarefa específica, e a Igreja cristã passara a ser a responsável para advertir as nações que o Cristo que ressuscitara voltaria para completar a obra de salvação, pondo fim à história do pecado. Do ano 34 em diante, Judeus, israelitas e gentios estavam na mesma condição, isto é, a salvação de quem quer que seja estava baseada na aceitação de Jesus como seu salvador pessoal. Acabara os intercessores entre Deus e o homem, Jesus é o nosso intercessor e mediador. Logo, a função do Papa, dos ministros protestantes, dos gurus e outros que se acham e afirmam ser representantes de Deus na terra perante os homens é maior das falácias religiosas que possa existir.  
6 – A destruição de Jerusalém e do santuário pelo general Tito no ano 70 d. C., cumpre na íntegra o que determinara a profecia.
7 – Tirando dos dois mil e trezentos, quatrocentos e noventa anos, restam mil oitocentos e dez anos: (2.300 – 490 = 1810). Somando aos mil oitocentos e dez anos, os trinta e quatro da era cristã, chega-se a mil oitocentos e quarenta e quatro: (1810 + 34 = 1844). Ano em que Guilherme Miller interpretou como sendo a data para a segunda volta de Cristo. Mas, naquele dia, iniciaria o juízo investigativo no céu, e não a segunda vinda de Cristo conforme interpretara Miller.
     De 1844 para cá o último convite seria levado a todos por um povo que defenderia os escritos bíblicos como sendo aplicados na íntegra, exceto os rituais do antigo santuário que prefiguravam o nascimento de Cristo, todas as outras determinações bíblicas como sendo aplicáveis ao modo de vida cristão.
     E este evangelho do reino, segundo Cristo, teria que ser pregado em todo mundo, terminada esta obra, viria o fim. Então, o que determinará a segunda volta de Cristo é a pregação do evangelho eterno em todo o mundo, enquanto o evangelho está sendo pregado, guerras, terremotos, fome, maremotos, enchentes, vulcões, vendavais, altos índices de criminalidades, roubos, mentiras, enganos, doenças, assassinatos e todo tipo de maldade das pessoas contra seu próximo seria crescente até o fechamento da porta da graça.
     Com o fim da graça, a oportunidade para se arrepender chegará ao fim, onde, Satanás estará livre para reinar por um determinado período de tempo. Enquanto isso, diz a bíblia: Quem é santo, santifique-se ainda mais e quem é sujo, que se suje ainda mais, (Apocalipse, 22:11) é quando Satanás instigará seus seguidores a destruir os que estão se santificando causando-lhes um tempo de angústia, ao mesmo tempo cairão as pragas sobre os ímpios que estarão tentando matar os selados para a salvação. Em meio a estes eventos, Jesus aparecerá no céu para buscar os seus! É esta a segunda vinda e início do eterno reino de Cristo! O recomeço da perfeição! Então, conhecer e praticar os ensinos bíblicos é caso de vida ou morte eterna.


 Filósofo Isaías Correia Ribas