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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O BEM E O MAL SÃO APENAS QUALIDADES OU PERSONALIDADES?


          Esse é um tema filosófico e bíblico; difícil de ser aceito pelos racionalistas e também pela maioria daqueles que fazem uso da bíblia como meio de vida, um negócio. O bem e o mal são palavras ambíguas, logo, possuem qualidades e personalidades; baseado na língua portuguesa independente da filosofia e da bíblia são palavras qualitativas. Segundo os ensinamentos bíblicos, do Gênese ao Apocalipse, o bem e o mal possuem personalidades: O bem é Deus com Suas qualidades de amor e justiça [...]; O mal é Satanás com suas qualidades de desamor e injustiças [...], logo, são seres de outra dimensão, mas atuam no universo direto e indiretamente; um, o bem, é O Criador e mantenedor do Universo; o outro, o mal, é um ente criado, Lúcifer, aquele que quer destruir as obras do Criador. Logo, são personalidades antagônicas que lutam pelo bem e pelo mal dos seres humanos (salvação e perdição).
          A filosofia Maniqueísta, doutrina criada por Manes (séc. III), que se difundiu pelo Império romano e pelo Ocidente cristão, fortaleceu nesse período. Mantém uma visão dualista radical, segundo a qual encontram no mundo as forças do *bem ou da luz, e do *mal, ou da escuridão, consideradas princípios absolutos, em permanente e eterno confronto. Santo Agostinho (séc. IV) antes de converter-se ao cristianismo fora adepto do maniqueísmo. O que se percebe nesse “encontro” entre filosofia e bíblia é uma tentativa de descaracterizar a existência da personalidade satânica no mundo; concluindo filosoficamente que o mal é a simples ausência do bem. Mas, segundo a bíblia, essas duas forças personificadas e antagônicas existirão até a purificação do planeta Terra, onde Deus, O Criador destruirá o mal, seu autor Satanás e juntos estarão todos aqueles que se compactuaram com o mal, seja ele na forma de qualidade ou não.
          Nosso planeta está maduro para a intervenção divina, Lúcifer já mostrou ao Universo quais eram suas intensões quando se rebelara contra Deus no céu.  As revelações bíblicas diz que nos últimos dias as dificuldades de relações humanas tanto no lar quanto na sociedade em geral estariam abaladas, que aumentariam as catástrofes naturais e que a babilônia religiosa aumentaria trazendo confusão entre às sociedades. Somando-se a isso, temos o capitalismo que privilegia as coisas em detrimento do ser humano. Na política, os líderes mundiais buscam ideologias para mascarar a justiça, para que a sociedade seja constantemente enganada, servindo apenas como massa de manobra para seus fins escusos. No Brasil, a educação pública, principalmente nos ciclos fundamentais, está imposta a ideologia para a manutenção do Brasil colônia, que prepara os jovens para ser apenas mão de obra barata, escrava, e não se engane a sociedade, todos os políticos, de todas as instâncias sabem disso e nada fazem por nosso povo, pelo contrário, preferem que assim seja. Mas as consequências desse descaso educacional já se veem na sociedade: a cada dia mais e mais crimes bárbaros são anunciados nos teles jornais. Uma sociedade sem educação formal de qualidade vive baseada nos sentimentos, que, num piscar de olhos transforma-se em instintos, de onde a pessoa que está pressionada pelo capitalismo voraz, comete as atrocidades. Políticos e religiosos gostam de uma sociedade inculta, pois somente assim eles conseguem encontrar mercado consumidor para suas atrocidades ideológicas.
          Deus sempre interviu nos negócios da humanidade dando-nos a oportunidade de reinício e reflexão, mas, nessa última intervenção, por ocasião de Sua segunda vinda, não haverá novas oportunidades, pelo contrário, será o juízo final, o ajuste de contas; O REINÍCIO DA PERFEIÇÃO EDÊNICA, ONDE NÃO HAVERÁ MAIS MORTE, NEM DOR E TODA LÁGRIMA SERÁ ENXUTA PARA SEMPRE! Quem quiser é de graça, basta apenas beber na fonte que Deus nos deu, a bíblia; e quem quiser estudar sob a luz da luz menor: os escritos da profetisa Ellen G. White (1827 – 1915) independente de sua ligação com alguma religião à compreensão do plano de salvação facilmente se dará e sob a ação do Espírito Santo, seremos transformados e qualificados para a redenção!
          Os religiosos não sabem mais o que fazer para se igualar aos não religiosos, mas, querem ser diferentes, pára, é impossível a coerência entre os antagônicos. Hoje, todos os seguimentos religiosos possuem canal de televisão, estão com a mídia nas mãos, em vez de aproveitar essa ferramenta para mostrar o ser diferente, buscam as tendências mundanas achando que com isso vão ser mais aceitos pelo público, o que o mundo precisa é de verdades coerentes com os valores celestiais e não às semelhanças com o mundo. Então, o que falta é cada um mostrar em qual fonte está bebendo: na do mal ou na do bem, e não se preocupem, os princípios antagônicos continuarão até o fim e quanto mais perto do fim o antagonismo e as diferenças precisam ser mais evidente e não semelhantes.

Isaías Correia Ribas, filósofo e professor.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"OUTRO MUNDO É POSSÍVEL"


          Politicamente falando, sempre há transformações nas sociedades, logo, outro mundo político sempre foi e será possível. Segundo as revelações bíblicas, o planeta Terra também será renovado em todos os aspectos e os seres humanos, criados à semelhança do criador, também serão transformados. Então, enquanto vivermos nesse planeta sem a intervenção definitiva do criador, todos nós somos responsáveis por uma sociedade mais equitativa, justa, que vise o bem de todos. Para isso, o poder público tem que dar condições iguais a todos, onde qualquer um possa ter acesso às condições, de, através de seus esforços ascenderem socialmente, sem falsas transferências de rendas. Para que isso aconteça, todo político tem que ser laico. Isto é, católicos, protestantes, místicos, míticos, ateus e partidários políticos devem visar o bem do cidadão e não de seus seguimentos particulares, assim sendo, poderemos ter um Estado laico, mas para isso, os políticos têm que ser laicos. Caso contrário, o tão discutido Estado laico torna-se utópico.
          O governo democrático é uma policracia, isto é, “o poder irradia-se por toda sociedade civil, entendida como o conjunto das organizações não estatais na esfera das relações entre os indivíduos e grupos. Nesse sentido, o Estado é o ponto de encontro da diversidade e do embate das forças mediante as quais se concretiza o pacto social”’. Então, a democratização da vida social é um todo, estendendo os mecanismos de discussão e livre decisão para setores como trabalho, educação, laser, vida doméstica.
          O mundo está globalizado e nessa nova lógica política requer políticos capacitados em todas as nações, caso contrário, o mercado prevalecerá em detrimento do desenvolvimento humano. E se isso acontecer, os Estados colonizados aumentarão e a escravidão, em vez de diminuir poderá aumentar e com isso o caos se instalará no planeta, requerendo, como no passado, a força bélica para uma nova reflexão política.
          Já é passada a hora dos brasileiros se interessar mais pela politica, se isso não acontecer, poderemos ser um dos países que jamais sairá da escravidão. Faça uma análise e verás que nossos políticos são, na sua grande maioria, descendentes dos imigrantes que por aqui continuam chegando que, a semelhança dos primeiros invasores continuam criando ideologias para manter os brasileiros, filhos da miscigenação alienados da política. A ‘PROGRESSÃO CONTINUADA’ aplicada nas escolas públicas tem essa pretensão: diplomar analfabetos para a mão de obra operária, escrava. Se não acordarmos jamais seremos livres e nosso país será entregue a grupos estrangeiros, pois com apenas uma canetada, assinatura, esses políticos que descendem dos estrangeiros podem fazer isso. Nas Universidades públicas de todo país as verbas estão sendo deliberadas por graduandos aprovados sem levar em conta o número de estudantes ingressantes, essa lógica força as Universidades aprovarem alunos sem o devido aprendizado para o mercado de trabalho é uma nova roupagem para a 'PROGRESSÃO CONTIUADA' nas Universidades, quanto mais alunos as faculdades aprovarem mais verbas serão destinadas a seus coordenadores e professores, Então, ou nós brasileiros nos mexemos ou estaremos condenados à escravidão estrangeira por toda vida.
          Parafraseando a profetisa Ellen G. White (1827-1915): Devemos estar preparados para a vida eterna, para o encontro com Cristo, para a nova Terra, como se Ele viesse hoje, mas trabalharmos como se Sua segunda vinda fosse acontecer daqui a cem anos. Então, cabe a todos nós, independentemente de nossa fé fazermos a nossa parte para termos um planeta melhor em todos os sentidos. Virar-se contra os políticos é uma atitude política que beneficia os maus políticos, logo, qualquer atitude é atitude política. As profecias bíblicas estão se cumprindo e esse aviso tem que ser dado em todas as esferas do poder, então, “POLITIZE-SE OU SUBMETA-SE”.

Referência Bibliografia: FILOSOFANDO, INTRODUÇÃO À FILOSOFIA. Maria Lúcia de Arruda Aranha/Maria Helena Pires Martins. Ministério da Educação. PNLD 2012/2013/2014
Professor e filósofo Isaías Correia Ribas.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O RACIONALISMO E A LIBERDADE



          O conceito racionalismo, neste texto, significa: à busca da liberdade sem a interferência da religiosidade, da fé. Logo, racionalismo é antropocentrismo. A filosofia é isso mesmo, antropocentrismo ou racionalismo, e sua função cognitiva sempre foi e será construir conhecimentos essencialmente humanos, desligados de qualquer interferência religiosa. Porém, à busca da liberdade, ou a própria liberdade Universal, já existia antes mesmo da filosofia e do cientificismo antigo. Digo mais, o alicerce básico do Criador do Universo é a própria liberdade; prova disso é a busca da liberdade pelas criaturas, sejam elas pessoas de fé ou não, racionalistas ou biblistas.
          A liberdade é tema filosófico. A questão é: como deixar de ser servo de alguns para ser livre, mas livres dentro de uma ordem legal? Até o Renascimento (séc. XV e XVI), a política alicerçada em bases religiosas, não conseguiu encontrar o equilíbrio para dar à sociedade Medieval a liberdade política e religiosa, pelo contrário, a força bélica sempre foi o meio de imposição à liberdade de alguns em detrimento das de outros, logo, uns tinham que se “contentar” em ser serviçal para dar condições de liberdade a outros. Então, de um jeito ou de outro, não havia liberdade, muito menos a paz. Especifiquei a Idade Média, mas em toda antiguidade a mesma lógica existiu. Do Renascimento à Pós-Modernidade, busca-se definir a pratica da liberdade sem libertinagem, sem badernas, cada um sendo livre e consciente para a concretização da ordem política e religiosa (pública). Dessas duas forças sociais dependem a ordem e paz mundial.
          Os pensadores, filósofos e cientistas Modernos debruçaram sobre o tema a fim de encontrar uma definição prática para a liberdade, e claro, encontrando-a, o caminho para a paz mundial estaria “definido”. Nicolau Maquiavel (1469-1527); As teorias contratualista de Thomas Hobbes (1588-1679); John Locke (1632-1704); Montesquieu (1689-1755); Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) entre outros, foram definitivas para chegar à definição de liberdade. Então, resta-nos, conscientizar a sociedade racionalista e religiosa que a submissão voluntária às leis criadas e aprovadas pela sociedade é a definição de liberdade, da verdadeira liberdade. Isto é, a ordem social depende de cada cidadão submeter-se à lei; enquanto isto não acontecer plenamente, os conflitos sociais continuarão. Valeu o esforço racionalista, porém, a conclusão deles é a mesma bíblica: àqueles que não estão de acordo com a lei, estão sujeitos aos preceitos da lei, às suas penalidades legais.
          Diz a bíblia: Que diremos? É a lei pecado? De modo nenhum. Contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado. E outrora eu vivia sem a lei; mas assim que veio o mandamento, reviveu o pecado e eu morri; e o mandamento que era para a vida, esse achei que me era para a morte. Porque o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento me enganou, e por ele me matou. De modo que a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. Romanos, 7:7-12.
          Disse Davi: Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e alumia os olhos. Salmos, 19:8.
          Logo, conclui-se: não há ordem sem obediência voluntária às leis humanas, muito menos salvação sem o reconhecimento de uma lei Universal, lei esta que só poderemos aceitá-la e praticá-la se nascermos de novo. Isso acontecendo, o novo nascimento, por amor a Deus e à ordem Universal, alegremente obedece-se os mandamentos da santa lei de Deus! Os crentes atuais querem a salvação, mas não reconhecem a vigência dos mandamentos divinos. Logo, não estão em busca da ordem Universal, da verddeira liberdade. Então, a salvação e a graça de Cristo, sem essas, os crentes continuam negando a vigência da lei e o poder da graça, logo, não há salvação.  Também é bom dizer, o legalismo não salva, a prática espiritual da lei depende, como disse, do novo nascimento e da graça de Cristo. A salvação operará em nós se voluntariamente submetermos às orientações divinas, caso contrário, a fria letra da lei nos condenará e a graça nada poderá fazer por nós.

         A lei Universal é justa tanto quanto seu autor, Deus o Criador. A justiça divina equipara-se ao seu amor, por amor à suas criaturas terrestres Ele enviou seu filho Jesus para sofrer a justiça da lei e mostrar a todo o Universo que é possível àqueles que O amam guardar os Seus mandamentos. Então, através da morte de Cristo provado foi que a lei Universal é santa, justa e boa. E a graça de Cristo capacita-nos a viver segundo a lei Deus!
          Satanás e a terça parte dos anjos tiveram seu período de graça no céu, mas preferiram fazer uso da liberdade, desafiou a Deus querendo ser igual a Ele, preferindo seguir em sua voluntariosidade que voltar atrás pela graça divina e obter o perdão.
          Houve guerra no céu: Miguel e seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam, mas não prevaleceram, nem mais os eu lugar se achou no céu. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e seus anjos foram precipitados com ele. Apocalipse 12:7-9.
          A mesma justiça aplicada à Satanás e seus anjos, aplicar-se-á a todos os habitantes da Terra, passado, presente e futuro.

Professor e filósofo Isaías Correia Ribas.   

           

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

ELEIÇÕES 2012



            Assistindo o horário de propaganda gratuita na TV, conclui que todos os candidatos à prefeitura de São Paulo têm o discurso parecido: prometem as mesmas coisas com palavras diferentes, mas nenhum diz como e porque vão fazer, todos têm um discurso vazio, estão mais para demagogos que para políticos sérios.
          Sou professor de filosofia no estado, e só entrei para a política porque a educação pública no Brasil está falida, os professores estão conscientes que a ideologia aplicada na educação não é para educar, e sim, para diplomar analfabetos para a mão de obra barata, isto é, manter a escravidão no Brasil. Todas as instâncias políticas, municipais, estaduais e federais sabem dessa ideologia criminosa, mas nenhum político tem a coragem de dizer à população o porquê da educação ter que ser ruim.
          O Haddad do PT, o Chalita do PMDB e o Serra do PSDB são professores, e pior, idealizadores dessa maldita ideologia para manter o STATUS QUO colonial. Então, quando eles falam que vão melhorar a educação, eles estão fazendo um discurso falacioso, o ideal deles é manter a população na ignorância, sem conhecimento formal de qualidade, pois somente assim eles se garantirão no poder.
          O paradigma em que está fundamentada a educação é: ‘PROGRESSÃO CONTINUADA’. Isto é, os alunos conhecem os números, mas não sabem fazer operações, conhecem o alfabeto, lêem as palavras, porém, não sabem o seu significado e nem conseguem interpretar um texto qualquer. Mesmo sabendo de toda essa deficiência do aluno, o professor tem que passá-lo, caso contrário a gestão escolar promove, e se esta não promover, é só o aluno pedir para a diretoria de ensino que esta o promove. Tudo isso independentemente da frequência do aluno. Então, não existe educação formal no Brasil e essa lógica foi idealizada para isso mesmo: formar ignorantes, e os que a idealizaram estão querendo administrar a prefeitura, pregando que vão lutar por uma educação de qualidade.  Mas nenhum deles discute a ‘PROGRESSÃO CONTINUADA’.
          Foi esse o motivo pelo qual entrei para a política: quero destruir esse maldito paradigma que mantêm nossos estudantes na ignorância e temos que começar nas pré-escolas e fundamental um, que está sob a responsabilidade da prefeitura. Sei que não será tarefa fácil ir contra todo um sistema de corrupção cognitiva, mas alguém tem que dar início, por isso eu e mais um grupo de professores decidimos ser políticos e estamos montando uma estrutura para nas próximas eleições elegermos deputados que vão lutar para acabar com a ‘PROGRESSÃO CONTINUADA’ no Ensino Médio que é de responsabilidade do estado.
         professor Isaías Correia Ribas