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quinta-feira, 6 de junho de 2019
domingo, 19 de maio de 2019
SIONISMO É O RENASCIMENTO DO ANTIGO ISRAEL
Sionismo é o movimento de volta dos judeus a Sião ou Jerusalém; antiga
região que lhes pertenciam a mais de 3.500 anos, afim de reestabelecer um novo
Estado para Israel que era composto por dez tribos hebreias, povo descendentes
do Patriarca Abraão que fora destruído pelo rei Salmanazar da Assíria, que
tomara Samaria, sua antiga capital, prendera o rei Ozéias e mandara uma colônia
de Chutuenses habitar a região, levando os Israelitas como escravos para Medo-Pérsia,
fazendo que perdessem sua identidade; restando apenas o reino de Judá que tinha
Jerusalém como capital da Judéia que era composto por duas das doze tribos dos
hebreus. Diferente dos israelitas, os judeus sobreviveram como povo eleito pelo
Deus de Abraão até o cumprimento da profecia do nascimento do Messias que deixara
o paraíso celestial e viera comprovar a todo universo inteligente, que era
possível aos anjos e os seres humanos que foram tentados por Satanás, caso
confiassem na palavra de Deus, não teriam pecado. Jesus, como sabemos, conviveu
trinta e três anos com Satanás e venceu todas as suas tentações, preferindo
morrer para salvar o ser humano que ceder aos apelos de Lúcifer. A falha dos
Judeus foi não reconhecer que Jesus era o filho de Deus que viera ser o meio
pelo qual, quem O aceitar como seu salvador pessoal, seja salvo na segunda
vinda de Cristo. Os judeus, após rejeitarem a Jesus Cristo como sendo o
anunciado pelos profetas, como os israelitas, através do Império Romano,
perderam o direito de Estado, sendo dispersos entre todas as outras nações, o
objetivo era fazer o mesmo que fizera o rei da Assíria com os israelitas;
eliminando os judeus da face da terra. Mas os judeus, mesmo sendo dispersos
entre outros povos, não perderam sua identidade politico-religiosas, conseguindo
manter-se como povo construindo suas sinagogas para adorar a Deus nos dias de
sábado segundo determina a lei de Deus dada a Moisés no monte Sinai. O Sionismo iniciado em 1897
demonstra o desejo dos judeus de reerguer o antigo Estado de Israel, objetivo
alcançado a partir de 14 de maio de 1948 quando os Estados Unidos deu esse
direito aos judeus vindos de todas as nações para formarem o atual Estado de
Israel.
1950 – 1967: Ao mesmo tempo em que reconhecem que Israel compartilha de valores americanos, o EUA apoiam tanto países árabes quanto o estado judaico: O governo americano acreditava que uma das melhores políticas para a paz no Oriente Médio era o equilíbrio do poder militar entre todos os países da região. A França e a Alemanha eram os principais parceiros de armas de Israel. O exílio econômico dos EUA era imparcialmente igualitário. Entre 1946 e 1971, Israel recebeu dos EUA uma média de 60 milhões de dólares em auxílio por ano. Durante o mesmo período, os estados árabes receberam uma média de 170 milhões de dólares por ano³. Os EUA também financiaram quase dois terços do orçamento da UNRWA, agência da ONU de apoio aos refugiados palestinos. Ainda assim, os EUA reconheceram que Israel compartilhava de seus valores.
Israel
“carrega o escudo da democracia e honra a espada da liberdade.” (John F. Kennedy, ex-presidente dos EUA) “Os israelenses têm
demonstrado qualidade com as quais os americanos se identificam: coragem,
patriotismo, idealismo, uma paixão pela liberdade”. (Richard M. Nixon, ex-presidente dos EUA)
1967 – 1968: os EUA reconhecem Israel
como um aliado no Oriente Médio: A vitória surpreendente sobre os países árabes
apoiados pelos soviéticos na guerra de 1967 convenceu os EUA de que Israel
poderia ajudá-los na política de contenção da expansão soviética no Oriente
Médio. Em 1968, pela primeira vez, o congresso americano concordou em vender
jatos F-4 Phantom II para Israel. Ao mesmo tempo, os EUA continuaram fornecendo
equipamento militar sofisticado para Jordânia, Marrocos, Egito, Arábia Saudita
e os países do Golf.
1969: Israel prova seu valor
estratégico ao apreender novos equipamentos militares soviéticos: Os Soviéticos
forneceram armas e sua mais avançada tecnologia militar aos aliados árabes.
Numa operação ousada, em dezembro de 1969, conhecida como “Operação Rooster
53”, paraquedistas israelenses capturaram o mais moderno radar soviético no
Egito e entregaram a informação tecnológica aos EUA. (StandWithUs Brasil. 20019, p. 18)
Tratados de paz
Os tratados de paz promovidos pelas agências que as promovem são
assinados por todos os países, inclusive os do Oriente Médio, mas eles não
colaboram fazendo ações que estabeleça a paz na região e em outras nações.
Esses são os ideais dos grupos separatistas contrários à instalação de um novo
Estado israelense na região que não lhes pertence mais.
HAMAS
(MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA ISLÂMICA)
Fundação: 1967 – venceram as eleições
parlamentares da AP em janeiro de 2006.
Líderes: Xeique Ahmed Yassin (1987-2017); Ismail
Haaniyeh (2017 até hoje)
Ideologia: Islâmico da Irmandade Muçulmana.
Oposição à OLP: Israel existirá até que seja aniquilado pelo islã. Não há
solução para a questão palestina a não ser através do Jihad (guerra santa) –
estatuto do Hamas
Operações: Tiroteios, Bombardeios, ataques
de foguetes, missões suicidas. 773 ataques terroristas apenas em 2003 e 2004.
41 atentados suicidas (1993-2005). 58 atentados suicidas (2000-2005). 377
israelenses mortos e 2076 feridos (setembro de 2000 a abril de 2004) 29 homens
bombas interceptados e presos (2005) 40% do total de homens-bomba (2000-2005).
Milhares de foguetes disparados contra civis israelenses (2005-2013).
ORGANIZAÇÃO
PARA A LIBERTAÇÃO DA PALESTINA (OLP)
Fundação: 1964.
Fundadores líderes: O egípcio Ahmed Shukairy. Patrocinado
pelo presidente egípcio Gamal Nasser. Yasser Arafat, presidente da OLP de 1969
a 2004. Mahmoud Abbas (Abu Mazen), confundador e presidente da OLP, de 2005 até
o presente.
Ideologia: Nacionalismo árabe secular. “A luta
armada é a única forma de libertar a Palestina. A partilha de 1947 e a
instauração do Estado de Israel são inteiramente ilegais independentemente do
tempo que passou. Alegações de laços históricos ou religiosos dos judeus com a
Palestina são incompatíveis com fatos históricos.” Estatuto da OLP 1970.
ORGANIZAÇÃO
DE LIBERTAÇÃO NACIONAL DA PALESTINA (FATAH)
Fundação: 1959.
Fundador: O egípcio Yasser Arafat, com Mahmoud
Abbas (Abu Mazen) e outros.
Ideologia: Grupo de libertação nacionalista
revolucionário. Dominou a OLP em 1968 e continua como sua maior ficção.
Nota: O Fatah possui várias outras milícias,
incluindo a força 17. No meio da segunda intifada, milícias do Fatah começaram a
coordenar ataques conjuntos com grupos terroristas islâmicos radicais.
JIHAD
ISLÂMICO NA PALESTINA
Fundação: 1979.
Fundadores/líderes: Fathi ‘Abd al.Aziz al Shqaqi
(1979-1995), Xeique ‘Abd al-Aziz ‘Odath, Dr. Ramadan Shalah.
Ideologia: Islâmico radical e nacionalista.
“Comprometidos com a criação de um Estado Palestino Islâmico e a destruição de
Israel por meio da guerra santa”. Se opõe aos governos árabes – BBC.
HEZBOLLAH
(PARTY OF GOD)
Fundação: 1982. Manifesto oficial lançado em 16
de fevereiro de 1985.
Fundadores/líderes: Guardas iranianos
revolucionários; Xeique Muhammed Hussein Fadlallah, líder espiritual; Xeique
Abbas al-Musawi, secretário geral de 1991 a 1992; Xeique Hassan Nasrallah, de
1992 até o presente
Localização: Sul do Líbano, instituído pelo
Irã.
Ideologia: Grupo terrorista
fundamentalista islâmico xiita/ partido político libanês. Os objetivos são:
estabelecer um estado Islâmico abrangendo todo mundo árabe. Eliminar Israel e
lutar contra o “imperialismo ocidental”.
GRUPOS
TERRORISTAS MENORES
Fundação: 1967.
Fundadores/líderes: George Habash (1971-2000)
Ahmad Sadat (2001 até o presente)
Localização: Cisjordânia, faixa de gaza,
Síria e Líbano.
Ideologia: Marxismo, leninismo,
nacionalismo revolucionário através da insurgência armada. Recusam-se a
reconhecer Israel. Romperam com a OLP em 1974 por causa de sua “estratégia em
etapas” (libertar a Palestina em etapas, não em uma única guerra, mas depois
voltaram a se juntar à organização).
Nota: Foram grupos importantes nas décadas de
1970 e 1990, mas atualmente a FPLP e grupos relacionados a ela são pequenos e
considerados menos relevantes. (StandWithUs Brasil. 20019, págs. 24 - 27)
HEBREUS
ISRAELITAS E JUDEUS
Os hebreus foram escravizados pelos egípcios durante 400 anos e
libertados por Moisés para voltar à terra prometida a Abraão são os israelitas.
Ao chegarem lá, os ismaelitas descendentes de Ismael, filho de Abraão com sua serva Agar habitava a
região. A vitória de Israel sobre seus irmãos estava condicionada à sua
fidelidade ao Deus de Abraão guardando todos os dez mandamentos e outras leis
que deveriam ser encorpadas ao jeito de ser dos israelitas, caso contrário,
eles não conseguiriam habitar a região. Como o Israel daqueles dias preferiu
fazer alianças com os ismaelitas que confiar na promessa divina para
expulsá-los, os israelitas que eram compostos pelas 12 tribos dos hebreus, após
a morte do rei Salomão se dividiu em dois Estados: Israel compostos por 10
tribos e os judeus habitantes da Judeia que foram compostos por duas tribos. Os
judeus viveram unidos como povo até o nascimento de Jesus Cristo conforme as
profecias contidas na Torá, seu livro sagrado. Como os judeus não aceitaram
Jesus como sendo o filho de Deus que viera concretizar o plano de salvação
prometido Adão e Eva no Éden; como castigo, foram expulsos de sua região pelos
romanos, sendo um povo sem pátria exilado entre diversas nações do planeta. O
holocausto de Adolf Hitler e outras perseguições aos judeus fazem parte desse
contexto político religioso. A partir de 1987 começou o Sionismo e em 1948 um
novo Estado denominado Israel para os exilados judeus foi reconhecido. As
questões são: Será que seus antigos rivais, as nações islamitas, vão permitir
que a antiga promessa divina cumpre-se nos dias atuais através dos judeus que
não aceitam Jesus Cristo como sendo o filho de Deus? Qual a intenção dos Judeus
em formar um novo Estado israelita se já perderam o status de povo eleito? Qual
é, então, o ideal de um novo Estado israelita para os judeus? Seria, como os
ateus, provar que Deus não existe? Se não, está na hora dos judeus repensarem
sua estratégia político-religiosa. Pois, o único meio dos povos e nações
alcançarem a paz mundial e a salvação pessoal, segundo a Bíblia (Torá), é
através do sacrifício de Jesus que morreu na cruz do calvário, fazendo das leis
de Deus, suas leis estatais que deve determinar o comportamento pessoal.
Após a
morte de Salomão, Jeroboão foi aclamado rei sobre dez tribos de Israel que
vivam no campo. Mas Roboão reuniu as duas tribos que moravam em Jerusalém para
proibir que o reino fosse dividido, mas Deus, através do profeta Semaías,
proibiu que houvesse uma Guerra civil em Israel. Jeroboão, para proibir que os
israelitas fossem à Jerusalém oferecer sacrifícios, construiu outra casa de
cultos em Samaria, fez-lhes bezerros de ouro e disse ao povo: “Eis os vossos
deuses que vos tirou do Egito”. Assim, Jeroboão conseguiu manter a corrupção
político-religiosa entre as dez tribos de Israel. Como consequência escreveu o
historiador judeu Flávio Josefo:
Foi assim que as dez tribos que
compunham o reino de Israel foram expulsas de seu país, novecentos e quarenta e
sete anos depois de seus antepassados o haviam conquistado, após a saída do
Egito, pela força das armas, oitocentos anos depois da dominação de Israel,
duzentos e quarenta anos, sete meses e sete dias, depois que eles se haviam
revoltados contra Roboão, neto de Davi, para tomar o partido de Jeroboão, seu
súdito, e o tinham, como dissemos, reconhecido por rei. Foi assim que aquele
infeliz povo foi castigado por ter desprezado a lei de Deus e a voz dos
profetas, que lhes tinham tantas vezes predito as desgraças em que eles
cairiam, se continuassem em tal impiedade. Jeroboão foi-lhe o ímpio e infeliz
autor, quando, tendo subido ao trono, levou o povo, a seu exemplo, à idolatria
e atraiu contra si a cólera de Deus que o castigou como merecia.
Salmanazar, Rei da Assíria, toma
Samaria, destrói inteiramente o reino de Israel, leva escravos o Rei Ozéias e
todo o seu povo e manda uma colônia de chuteenses morar no reino de Israel.
Mandando o povo de Israel como escravos para a Média e a Pérsia. (Josefo. História dos Hebreus. V. III. p. 217 e
218)
Assim sendo, a falsa religiosidade e o ateísmo científico filosófico,
são os fundamentos basilares das políticas dos atuais líderes das nações.
Porém, isso não significa que não haja uma religião que defenda o viver segundo
a vontade de Deus explícita na Bíblia. Existe, e é o único meio das pessoas
serem salvas aceitando Jesus como seu salvador que lhe dará poder para ser fiel
cumpridor de todas as leis de Deus. A nova religião que me refiro é a Adventista
do Sétimo Dia. No entanto, a salvação não se limita
em ser membro da nova religião que compõe o Israel espiritual.
quarta-feira, 15 de maio de 2019
sábado, 4 de maio de 2019
sábado, 20 de abril de 2019
EXISTÊNCIA E CONSISTÊNCIA
A
existência refere-se ao que existe e se mantém independentemente da vontade e
ações dos seres humanos. Já, a consistência refere-se ao que é construído pelo
ser humano que utiliza a natureza para fazer objetos e máquinas que promovam
nosso bem estar e desenvolvimento científico. Como o que inventamos e
descobrimos na natureza são provas inquestionáveis de minha e sua passagem por
este planeta; logicamente pensando, é necessário que exista um “Ser em si” superior
a todas as formas de vida existente no planeta Terra e tudo mais que há no
universo. Esse “Ser em si” é o Deus Criador
defendido nos escritos bíblicos. Além das coisas e maquinas que inventamos,
criamos teorias, ciências exatas e métodos científicos para comprovar qual das
teorias sobre as origens é conhecimento cientificamente comprovado, único meio
de negar empiricamente a existência do Criador apresentado na Bíblia. Melhor, a
busca para negar a existência do “Ser em si”
é a principal causa promotora do desenvolvimento tecnológico e científico da
humanidade. Como ainda não foi possível negá-lo empiricamente, esse desafio já
fez o homem chegar e plantar sementes de girassol na lua; as gementes
germinaram, mas morreram com as mudas de outras plantas que levaram para testar
seu desenvolvimento no solo lunar, e já pousaram uma nave não tripulada em
Marte, em busca do elemento genético ou rastros da vida que há por aqui.
O grande desafio milenar aos humanos é
entender como ser livre tendo o dever de escolher. Para entendermos essa
complexidade faz-se necessário adicionar mais uma determinante para compreendermos
a complexidade que envolve liberdade e as leis. Ei-la: a justiça. É que não há
como fazer justiça sem liberdade plena e as leis. Por isso, a justiça divina,
quando aplicada, está isenta de erros e injustiças.
Como os seres humanos são influenciados
por filósofos e cientistas que criam teorias e sabem jogar com raciocínios
lógicos válidos independentemente que sejam verdadeiros, a maioria das pessoas
não aceitam que as diversas formas de vida e o cosmo vieram à existência a partir
de um Deus Criador. Então, entende-se, que, não é por acaso que teorias sobre
as origens das diversas formas de vida elaboradas até o presente, mesmo não
sendo comprovadas cientificamente, são aceitas como sendo verdadeiras. Assim
sendo, também não é por acaso, que o comportamento dos seres humanos está indo
de mal a pior, vivendo como se não existisse um “Ser em si”
que está prestes a intervir nos negócios da humanidade para fazer o ajuste de
contas, salvando os fieis e condenando os infiéis que fazem de tudo para justificar
sua crença na não existência de um Deus Criador
e Salvador. Por essa capacidade cognitiva dada por Deus aos seres humanos, Ele,
pacientemente aguarda que seus questionadores reconheçam sua incapacidade de
negar Sua existência empiricamente, e aceite a verdade sobre a existência de um
Criador superior a tudo que existe. Como a maioria dos que conhecem tem o poder
de decisão política e científica para embargar o desenvolvimento do mau, da
miséria humana e destruição da natureza, mas nada fazem; as consequências
continuarão crescentes no planeta Terra; quando chegar a um estágio
irreversível, o orgulho daqueles que trabalham para negar a existência de um
Deus Criador será abatido, mas, para muitos, será tarde demais.
De tudo que fora criado, o ser humano é a
única entre todas as espécies que pensa e executa o pensado, busca compreender
de onde viemos, para onde vamos após a morte e questiona a existência de um
Criador. Segundo os escritores bíblicos, Deus é Onipotente, Onisciente e Onipresente,
por causa dessas características absolutas surgem os questionamentos: Por que
os seres vivos criados por quem tem todo poder em si, adoecem e morrem? Qual a
lógica que há em criar seres vivos para morrer? Qual a origem do mau e da morte
presentes no planeta? Lúcifer existe? Muitos questionadores, antes de buscar
conhecer para compreender o que aconteceu antes que o planta Terra fosse
adaptado ao desenvolvimento das diversas formas de vida, emitem opiniões e
questionamentos; mas, de modo geral, não sabem o que estão falando. Então,
entende-se, que, a maioria dos questionadores à existência de um Deus Criador e
salvador, questiona porque quer viver despreocupado que exista um Ser racional
que possui leis que determinam o comportamento moral e ético da sociedade. Mas
o fato de questionar já é uma das provas que Deus existe; pois, segundo David
Hume, o que não existe não chega a nosso cérebro, muito menos nos perturba.
Logo, o problema não é a existência de Deus, mas o nosso desejo de viver
despreocupados que haja um ser Onisciente a quem prestaremos conta de tudo que
fazemos. O ser humano, independentemente de nacionalidade e religião adotada,
quer ser livre para fazer a sua vontade, coincidindo com o fundamento do
governo do Criador que é liberdade plena, único meio de cada pessoa revelar
qual é sua vontade e caráter. Mas alguém deve estar perguntando: Se Deus é
liberdade plena, por que Ele nos deu leis? É que o único meio dos seres
inteligentes demonstrar o que são é através da liberdade plena e das leis. Isso
significa que a liberdade e as leis são a segurança para o indivíduo, livremente
revelar seu caráter e conhecer a si mesmo. É o mesmo fundamento das legislações
de todas as nações democráticas que mantém a ordem detectando quem são os maus
caráteres através da liberdade e das leis para advertir o mau caráter ou
tirá-lo de circulação prendendo-o.
Porque aquele que disse: Não cometerás
adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas
matares está feito transgressor da lei. Assim falai e assim procedei, como
devendo ser julgado pela lei da liberdade.
(Tiago, 2: 11 e 12)
Os líderes dos questionadores surgem entre
aqueles que não querem submeter à vontade de muitos políticos e outras
imposições de agentes públicos. O mesmo acontece no meio religioso surgindo os
líderes que não querem fazer a vontade de Deus guardando seus mandamentos; para
isso, fundam religiões e igrejas que negam a validade das leis de Deus e, entre
esses, há muitos religiosos pensando que serão salvos porque cantam e dançam em
nome de Jesus; mas atitudes recreativas não é o fundamento para alcançar a
salvação que só é possível aos que aceitam a Jesus como seu salvador pessoal e escolhem
ser fieis cumpridores das leis de Deus explícitas na Bíblia. Assim sendo,
entende-se que o problema dos religiosos é querer ser salvos fazendo a vontade
pessoal, vivendo na prática do pecado; mas, entendam os religiosos, que
transgredir as leis de Deus continua sendo pecado como fora no jardim do Éden.
Por isso, o fundamento do governo do Criador e seu plano de salvação estão
alicerçados na liberdade plena e em suas leis, único meio dos seres racionais
demonstrar seu caráter, o que pensam e são.
Mas, o que é até cômico, é o fato dos
ateus questionadores à existência de Deus não ter nenhuma teoria sobre as
origens que possa ser confirmada empiricamente para negar a existência de um
Deus Criador segundo o descrito na Bíblia. Ou seja, questionam porque não
querem ter consciência que Deus tem leis a serem livremente cumpridas pelos
racionais. Como admitir a existência de Deus é o mesmo que desejar enquadrar-se
livremente na lógica divina para ser o que quiser assumindo as consequências,
os ateus e falsos religiosos são os autores de teorias e teologias que põem os
escritos bíblicos em dúvida, meio de enganar muitos de seus seguidores. Então,
o problema é outro; é que, caso os elaboradores e detentores do conhecimento
antropocêntrico aceitem a Bíblia como fonte de verdade absoluta, o
comportamento em relação às muitas coisas que gostam de fazer para exaltar a
vontade e orgulho pessoal, para não serem contraditórios, teria que ser abandonados.
Por isso, filósofos, cientistas e outros céticos, mesmo sabendo que o conteúdo
bíblico seja passível de ser comprovado empiricamente, continuam trabalhando
para que todos os seres humanos não aceitem as afirmações bíblicas como sendo a
verdade que deve determinar nosso comportamento social e religioso. Como
admitir a existência de um Deus criador não está na perspectiva dos céticos, eles
preferem continuar trabalhando para negá-Lo criando outras leis e teorias sobre
as origens, mas, até o presente, não foram capazes de comprová-las
cientificamente, limitando-se à fase a-priori ou hipotética.
Somos finitos; logo, impossíveis de compreendermos
e acessar pelos sentidos o que está além da física, Deus, Lúcifer e os anjos.
Mas nossas limitações não devem ser usadas como desculpas para não analisarmos
os escritos bíblicos, meios de conhecermos os seres metafísicos que agiram no
processo de adaptação do planeta Terra à vida, origem do pecado e plano de
salvação para resolvê-lo. Por isso é necessário conhecer o-todo contido nos
escritos bíblicos e produções antropocêntricas para inferir a verdade entre
todas as teorias sobre as origens até então elaboradas, não se deixando levar
por especulações incapazes de serem comprovadas empiricamente. Por isso, tanto
a fé como as teorias devem ter fundamentos que sejam passíveis de serem
comprovados empiricamente, caso contrário, religiosos, filósofos, cientistas e
outros céticos questionadores dos escritos bíblicos, são apenas crentes.
Rei Davi
Ó Senhor, senhor nosso, quão admirável
é o teu nome em toda terra, pois puseste a tua glória sobre os céus! Quando
vejo os teus céus, obras dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste;
que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem para que o
visites? Contudo, pouco menor que os anjos o fizeste e de glória e de honra o
coroaste. Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras de tuas mãos; tudo pôs
debaixo de seus pés: todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo;
as aves dos céus e os peixes do mar, e tudo que passa pelas veredas dos mares.
Ó senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda terra!
(Salmos, 08)
Razão
Por isso Immanuel Kant alertara os que
haviam se acomodados permitindo que os religiosos medievais os guiassem, mas
doravante precisavam deixar a preguiça de se esclarecer conhecendo, livrando-se
dos novos e futuros políticos, filósofos, cientistas e religiosos que se
organizavam para continuar dominando as massas que gostam de admirar e aplaudir
seus ídolos-e-algozes exploradores, pois, os que se realizam apenas aplaudindo
se autodenomina massa de manobra; a preguiça e comodidades os impedem de
raciocinar por si mesmos, preferindo a “menoridade”
religiosa, moral, ética e intelectual.
Para o esclarecimento, porém, nada é
exigido da liberdade; e mais especificamente a liberdade menos danosa de todas,
a saber: utilizar publicamente sua razão em todas as dimensões. Mas agora
escuto em todos os cantos: não raciocineis! O oficial diz: não raciocineis,
exercitai-vos! O conselho de finanças: não raciocineis, pagai! O líder
espiritual: não raciocineis, crede! (um único senhor do mundo pode dizer: raciocinai
o quanto quiser, e sobre o que quiser; mas obedecei!) Por todo canto há
restrição da liberdade. E qual restrição serve de obstáculo para o
esclarecimento? Qual não o impede e até mesmo o sustenta? Respondo: o uso
público do entendimento deve ser livre em qualquer momento, e só ele pode gerar
o esclarecimento entre os seres humanos; o uso privado do mesmo pode
frequentemente ser bastante restrito sem que, todavia, o progresso do
esclarecimento seja, por isso, impedido. (KANT.
Danilo Marcondes. Textos Básicos de Ética de Platão a Foucault, p. 89)
Como ser livre?
terça-feira, 16 de abril de 2019
PARA PENSAR
Filosofia e religião:
Para os filósofos, de um modo
geral, não existe um Deus Criador de todas as formas de vida existentes no
planeta Terra. Para as religiões, em tese, Deus existe. Porém, esse Deus não pode
ser o descrito na Bíblia. As cinco religiões existentes no mundo são: Islamismo,
Judaísmo, Hinduísmo, Budismo e Cristianismo. Os outros grupos religiosos são
denominações religiosas derivadas de uma dessas religiões mães. O Islamismo,
Judaísmo e Cristianismo derivaram do mesmo fundamento, de que existe um Deus
criador que estabeleceu um dia de culto semanal; dia que Seus seguidores se reúnem
para prestar-lhe culto. O Budismo e o Hinduísmo tem o fundador da religião como
sendo um sábio que merece ser reverenciado através de alguns rituais, mas não
há um dia santo semanal para cultuá-los.
Alá é o principal deus dos islamitas,
porém, Alá é o principal deus do panteão islâmico que possuem mais 360 deuses
oficiais, sendo um para cada grau da circunferência que tem seu templo no
centro. Logo, o islamismo é uma religião politeísta. Os Islamitas descenderam
do filho de Abraão, Ismael, que o patriarca tivera com sua serva Agar. O dia santo
semanal que eles elegeram como sendo santo foi sexta-feira.
O Judaísmo também descendeu de Abraão, através
de seu filho Isaque que tivera com sua esposa Sara. O dia santo semanal para os
judeus é o Sábado; porém, os judeus não
creem que Jesus cristo seja o filho que Deus enviou para oferecer-se em
sacrifício para salvar todas as pessoas que O aceitar como seu salvador pessoal,
como determina o contexto bíblico.
O Cristianismo descendeu de Jesus Cristo,
O enviado de Deus para provar ao universo racional que é um possível a qualquer
pessoa que quiser, pela graça (poder divino à disposição de quem quiser) possa
vencer as tentações de Satanás, não pecando, provando que era possível aos
anjos, Eva e Adão que foram enganados por Lúcifer, caso confiassem na palavra
de Deus, não teriam cedido aos argumentos de Satanás. O Cristianismo primitivo
descendeu de Cristo, e seus discípulos seguiram guardando o sábado como fizera
Jesus e determina o quarto mandamento da lei de Deus. O imperador romano, Constantino,
que perseguia os cristãos, fingiu converter-se para alterar a lei de Deus
elegendo o domingo como dia santo no lugar
do sábado. Alterando o Cristianismo primitivo, e, a partir do século V, a
igreja Católica Apostólica Romana, herdeira da política romana, agora dono de
todo poder político e eclesiástico, confirmara que o domingo
seria o dia santo semanal para todas as nações. Assim, todos os povos passaram
crer em uma mentira religiosa como sendo verdade bíblica.
Em 1863 organizou-se uma nova religião
para denunciar essas falácias religiosas, reelegendo o sábado
como o dia santo semanal segundo ensina a Bíblia e aceita Jesus Cristo como sendo
o enviado de Deus e seu sacrifício como único meio de alcançarmos o perdão de
nossos pecados, alertando todos os povos que Jesus voltará para buscar seus
fieis seguidores assim que as mentiras religiosas forem reveladas e a verdade bíblica
for pregada em todo o mundo.
Disse
Jesus: Porque em verdade vos
digo que, até que o céu e a terra passem nem um jota ou um til se omitirá da
lei sem que tudo seja cumprido. (Mateus, 5: 18)
O céu e a terra passarão, mas as
minhas palavras não hão de passar. (Mateus, 24: 35)
A verdade religiosa existe e não é tão difícil
de encontrá-la quando honestamente a buscamos em meio dessa babilônia do
engano. Então, cuidado, pois, enganar em nome de Deus sempre foi um grande e bom
negócio para os líderes religiosos.
terça-feira, 9 de abril de 2019
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