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sexta-feira, 8 de junho de 2018

COMO O SER HUMANO APRENDEU A FALAR?

Aqui aparece uma questão inquestionável aos questionamentos filosóficos. Se não foi Deus quem criou de modo especial o homem e a mulher à Sua imagem e semelhança, como aprendemos a falar, se comunicar? É sabido que, se uma criança ao nascer, for isolada de seus pais, deixando-a entre outras espécies, mesmo que ela sobreviva, jamais aprenderá a falar, mas a imitar o jeito de ser da espécie onde ela está inserida. Como filósofos, sociólogos e antropólogos não conseguem dizer com certeza como o homem aprendeu a falar, o mais lógico é aceitar o relato bíblico de que houve um criador que se comunicou através da fala com a criatura feita à Sua semelhança, capacitando-a a falar e compreender fazendo relações entre a fala e à coisa referida. Logo, tudo que Deus falava o casal compreendia, pois toda palavra remetia à realidade que os cercavam. Assim, Adão e Eva iam apreendendo e compreendendo o mundo que acabara de ser adaptado à vida, e eles, como criaturas racionais deveriam administrá-lo. Então, deduz-se que o logos, ou palavra de Deus, nunca fora vazia de significado literal, pois, fora o método divino para ensinar e se comunicar com o ser humano.
Já, o movimento do conhecimento filosófico e científico entre os seres humanos se dão através das lacunas e incertezas deixadas por seus criadores; onde, outros (as) retomam para dar continuidade à evolução do conhecimento centralizado no homem. Até a invenção da escrita e muito tempo depois, não existia a ideia de conceito abstrato e vazio de significado literal. Com o nascimento da filosofia, através da arquitetura conceitual e argumentações lógicas, tornou-se possível elaborar “realidades” ideais, dando lhes o status de “verdades fatuais”. Logo, o conhecimento centralizado no ser humano depende da arquitetura composta por signos, significados e significantes, estrutura necessária para compor argumentos válidos, inválidos, verdadeiros e falaciosos.
A literatura bíblica não depende dessa arquitetura, está conectada a realidade sem os jogos conceituais, relacionando-se ao que existe literalmente, sejam pessoas, fatos históricos e o próprio Deus. Por isso as verdades bíblicas são absolutas e imutáveis. Absoluta porque Aquele que É sabe o fim desde o princípio. Imutável, porque sua lei, como o próprio Deus não muda. Logo, tudo que fora dado verbalmente e por escrito em forma de leis e mandamentos, são meios para moldar o caráter dos seres humanos, fazendo-os, caso queiram, semelhante ao do grande Eu Sou.

Satanás e a fala

     Satanás, queiramos ou não, é uma criatura com poderes espirituais. Para fazer Eva cair em pecado usou a fala para fazê-la duvidar da palavra de Deus: “É assim que Deus disse”? E Eva caiu na armadilha diabólica comendo do fruto proibido. Além de comer, ofereceu a Adão, e ele também comeu. Assim, as finitudes, o pecado, a morte e o mal foram introduzidos no planeta Terra. Lúcifer e os anjos tiveram seu período de graça no céu correspondente ao mesmo período de graça que estamos tendo aqui na terra para fazermos nossas escolhas. Esse é o período para que todos, homens e mulheres possam compreender o caráter de Deus e o do Diabo que quer vingar-se de Deus. Com o nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo, todos podem compreender os propósitos de ambos. O fim do mal acontecerá com a morte de Satanás, dos anjos que o seguiram e de todas as pessoas que rejeitaram, rejeitam e rejeitarão o plano de salvação providenciado por Deus.

As leis e a política


     O fundamento dos governos democráticos e absolutistas são as leis. Logo, Estados democráticos e absolutos garantem a ordem e fazem justiça sob a tutela das leis. As leis são os meios para garantir a liberdade e impor o absolutismo para identificar pessoas de má índole infiltradas em qualquer sistema político público-privado e religioso. Assim sendo, as leis e o livre-arbítrio são os meios de julgar justamente. O Deus bíblico é o autor de todas as leis que garante a ordem universal, o sistema vital no planeta Terra e como identificar quem são os bons e maus caráteres. A lei dos dez mandamentos rege a perfeição universal entre todos os seres inteligentes. Por isso ela estava presente na criação, dando evidência ao quarto mandamento que sempre fora e é o dia dos santos se reunirem para louvar a Deus pelo dom da vida, e salvação providenciada por Jesus que sofreu as consequências do pecado na carne, mas não pecou, sendo o único meio de capacitar e salvar pessoas que O aceitam como seu salvador pessoal. Por isso, o sábado, além de ser o memorial da criação é também da redenção; pois Deus, o pai, ressuscitou o filho Jesus após passar as horas sagradas do sábado, dia que continuará sendo o de adoração por toda a eternidade.
     Após o pecado de Adão e Eva, os outros nove mandamentos entraram em vigor, completando a lista que define o que é pecado. Logo, todos os religiosos que negam a validade dos dez mandamentos vivem em pecado, e, como tais, caso não o abandone, aos olhos da lei e palavra de Deus, não serão salvos. Lembrem todos que a salvação é de graça, porém, não é gratuita. Isso significa que devemos fazer nossa parte sendo cumpridores das leis que Deus legislou para o bem dos que O seguem.
Todos os governos absolutistas e democráticos usam as leis para deduzir que é livre aquele (a) que submete às leis do Estado. Logo, são as leis que garantem a paz e quem goza de liberdade e outros direitos. Com certeza, o ser humano copiou a utilidade das leis do modelo divino.
Após o pecado, outras leis foram acrescentadas além dos dez mandamentos, especialmente a lei dos holocaustos que deveria ensinar a todos os descendentes do casal que eles pecaram e deveriam memorizar através do ato de imolar inocentes animais que representaria o sacrifício de Jesus até que Ele viesse tomar o lugar deles, morrendo no lugar daqueles (as) que O aceitar como seu salvador pessoal. Após Jesus viver como homem à semelhança de Adão antes do pecado e não ceder às tentações de Satanás terminara a validade da lei dos holocaustos; pois, Jesus passara ser o cordeiro de Deus que pode perdoar os pecados de quem O reconhecer como seu salvador. Esses, em reconhecimento ao amor de Deus, passará viver em conformidade com a lei dos dez mandamentos e outras leis que visa o bem dos fieis a Deus! Logo, negar a validade dos mandamentos de Deus é negar Sua existência e amor em enviar seu filho Jesus para morrer em nosso lugar. Então, entende-se, que os ateus e religiosos transgressores das leis divinas continuam defendendo a vontade de Satanás em nome de suas religiões e denominações religiosas, se demonstrando contrários à vontade de Deus.

     Com a formação do povo hebreu, a partir de Abraão e sua esposa Sara outras leis, para diferentes objetivos, foram sendo adaptadas à nação eleita por Deus. E, à medida que os povos foram subdividindo, outras leis além das divinas foram criadas pelos legisladores humanos. Assim, todos os códigos legais das nações, têm a mesma finalidade da lei de Deus, meio de separar os maus caráteres dos bons. Então, entende-se que o plano de salvação baseia-se na graça de Cristo, no livre-arbítrio e nos dez mandamentos. Fora desse tripé, a sociedade mundial está livre para viver no pecado ou na falsidade religiosa, caminho seguro para a perdição eterna. 


     

domingo, 27 de maio de 2018

DEUS É O BEM E LÚCIFER O MAL

Como do bem surgiu o mal?

     A metafísica refere-se ao que está além da física, aos seres que não captamos pelos sentidos, mas existem como realidade em outra dimensão, são eles: Deus, Jesus, Espírito Santo, Lúcifer e os anjos. Nós os temos como seres espirituais. O próprio ser humano é um composto físico-metafísico; pois, além do corpo físico, temos a capacidade de pensar, como o outro não tem acesso ao meu pensamento, o conteúdo pensado é a parte metafísica que faz do ser humano um ente físico-metafísico.
Por que algumas pessoas creem que existem e estudam as entidades metafísicas e outras não? Dos livros que os seres humanos escreveram, a Bíblia é o principal a referir-se à existência de seres metafísicos. Ela começou ser escrita por volta de 1.500 antes de Cristo com Moisés e terminou no ano 100 depois de Cristo com João, um dos discípulos de Jesus. Logo, diferentes pessoas de diferentes culturas a escreveram. Nesses 1.600 anos, todos os quarenta escritores relataram algo sobre os seres metafísicos, especificando quem são eles.
Para os filósofos maniqueístas e ateus de modo geral, Deus e Lúcifer não existem como seres literais, são apenas forças do bem e do mal ou trevas e luz que dão equilíbrio ao universo. Então, entende-se, que, religiosos, filósofos e ateus se preocupam com existência de Deus, ou forças metafísicas além das diversas formas de vida existentes no planeta Terra. Muitos religiosos defendem que Deus é o criador de tudo que há e possui existência física; mas os filósofos, incluído aqueles que elaboram teologias institucionais, se esforçam para negá-Lo. Santo Agostinho, principal filósofo a elaborar a teologia para a igreja medieval, como adepto da corrente filosófica maniqueísta, foi um deles.

Liberdade plena e livre-arbítrio

     A liberdade plena só é possível em ambientes perfeitos, como fora e é no céu, o habitat dos seres metafísicos.  Segundo os escritos bíblicos, Deus criou e mantem tudo que há seguindo as leis que rege toda natureza terrestre e o universo astral. Mas a questão que incomoda todos os seres humanos que pensa, é: Como, do universo composto de seres perfeitos, surgiu o planeta com seres imperfeitos? Ou as clássicas questões levantada pelos ateus que zombam dos que creem na existência de Deus: Como do perfeito surgiu o imperfeito? Ou, como do Bem surgiu o mal? Para responder essas questões precisamos compreender qual a diferença entre liberdade plena e livre-arbítrio? Mas o que estava acontecendo no paraíso celeste para a liberdade plena ser substituída pelo livre-arbítrio? No planeta Terra, um dos muitos de nossa galáxia, não havia vida de espécie alguma; somente material inorgânico coberto pelas águas. Mas Deus, o pai, resolvera adaptá-lo ao desenvolvimento de seres vivos através de Seu filho Jesus que, como o Pai, tem vida em si; logo, capaz de criar seres vivos a partir do poder existente em si.
Lúcifer (anjo de luz) fora o principal dos anjos, ele regia o coral que louvava a Deus pelo dom da vida, como maestro, ele tinha acesso aos projetos divinos, e ficou sabendo sobre o futuro plano de Deus de que seu filho Jesus adaptaria o planeta Terra à vida. Lúcifer foi até Deus o pai e expôs-Lhe o desejo de assumir o lugar de Jesus para executar o novo projeto. Ele era inteligente e sabia que poderia, a partir de combinações genéticas, replicar seres vivos a partir da vida presente em si e de outras formas de vida já presentes no universo. Por isso ambicionou o status divino de criador pertencente à santíssima trindade.

Lúcifer, no céu, antes de sua rebelião fora um elevado e exaltado anjo, o primeiro em honra depois do amado filho de Deus. Seu semblante, como o dos outros anjos, era suave e exprimia felicidade. A testa era alta e larga, demonstrando grande inteligência. Sua forma era perfeita, o porte nobre e majestoso. Uma luz especial resplandecia de seu semblante e brilhava a seu redor, mais viva do que ao redor dos outros anjos; todavia, Cristo, o amado filho de Deus tinha preeminência sobre toda hoste angélica. Ele era um com o pai antes que os anjos fossem criados. Lúcifer invejou a Cristo, e gradualmente pretendeu o comando que pertencia a Cristo unicamente. (WHITE. História da Redenção. p. 13)

Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu eu debilitava as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte. Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao altíssimo. (Isaías, 14: 12-14)

     Se os cientistas atuais conseguem manipular os genes dos vegetais para aumentar a produção de grãos na agricultura, a produção de carne, de leite, e melhorar geneticamente o físico dos animais. Lúcifer, sem dúvida alguma, por possuir inteligência e conhecimento superiores aos mais sábios cientistas que há na terra, tinha certeza, que, por meio da manipulação genética e dos outros seres vivos presentes no universo, poderia adaptar o planeta Terra às diferentes formas de vida. Mas Deus, em Sua onisciência, alertou-o, que, como ente criado, jamais poderia criar seres vivos através do logos (palavra). Tarefa possível apenas a Deus que tem vida e todo poder em si. O próprio Deus o aconselhou a rever seus ideais e continuar em seu posto, mantendo a perfeição, a liberdade plena e a paz no universo/céu. Mas Lúcifer, voluntariosamente, preferiu levar seus ideais avante, pondo em dúvida o caráter de Deus, Seu amor, e à perfeição celestial; pondo fim à liberdade plena. Com esse propósito em mente, começou divulgar seu ideal entre os anjos, dizendo que Deus era um ditador, que não havia liberdade plena, muito menos perfeição, pois Deus negara que ele desenvolvesse seu potencial adaptando o planeta Terra ao desenvolvimento da vida. Assim, Lúcifer, astutamente, pôs o caráter de Deus em dúvida entre os anjos, e muitos o apoiaram. Mas Deus, mais uma vez reuniu a todos e explicou-lhes o que estava acontecendo e até onde eles poderiam ir com a rebelião, aconselhando-os a reverem seus ideais; mas caso quisessem prosseguir com o projeto teriam que escolher de que lado ficar. Depois da reunião muitos voltaram atrás, mas a terça parte dos anjos decidiu ficar ao lado de Lúcifer. Foi então que Deus os expulsou do céu e deu-lhes tempo e liberdade para prosseguir com seus ideais no planeta Terra que seria adaptado às diversas formas de vida por Jesus, o filho de Deus.

O grande Criador convocou as hostes celestiais, para na presença de todos os anjos conferir honra especial a seu Filho. O Filho estava assentado no trono com o pai, e a multidão celestial de santos anjos reunida ao redor Deles. O pai então fez saber que por sua própria decisão, Cristo, Seu Filho, devia ser considerado igual a Ele, assim em qualquer lugar que estivesse presente Seu Filho, isto valeria pela Sua própria presença. A palavra do Filho devia ser obedecida tão prontamente como a palavra do pai. Seu filho foi por Ele investido com autoridade para comandar as hostes celestiais. Especialmente devia Seu Filho trabalhar em união com Ele na projetada criação da Terra e de cada ser vivente que devia existir sobre ela. O filho levaria a cabo Sua vontade e Seus propósitos, mas nada fazia por Si mesmo. A vontade do Pai seria realizada Nele. (White, História da Redenção. p, 13 e 14)

     Lúcifer, como opositor líder, antes da morte de Jesus Cristo, podia, de vez em quando, visitar o habitat divino. Diz a Bíblia, que, no dia em os filhos de Deus, moradores de outros planetas vieram reunir-se com o Criador, Satanás estava entre eles como representante do planeta Terra. E Deus o interrogou a respeito de Jó.

E vindo um dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também satanás entre eles. Então disse o senhor a satanás: De onde vens? E Satanás disse: De rodear a terra e passear por ela. E disse o Senhor: Observastes o meu servo Jó? Porque não há na terra semelhante a ele, homem sincero, e reto, e temente a Deus, desviando-se do mal. (...) (Jó, 01-08)


Livre-arbítrio

     No momento que Deus pediu que os anjos escolhessem ao lado de quem ficar, deu-se início, ainda no céu, a prática do livre-arbítrio “Tu deves escolher”. Os anjos que escolheram apoiar Lúcifer na rebelião foram expulsos do céu. Deus estava dando liberdade e tempo para Lúcifer comprovar ao universo de seres inteligentes que seus ideais eram superiores aos de Deus. E agora, que faria Deus? Abortaria o projeto de adaptar o planeta Terra à vida, ou executaria? Caso abortasse, Lúcifer já estaria com alguma razão; e se não criasse os seres humanos livres como os anjos, a razão de Lúcifer aumentaria. Em meios a esses problemas e riscos, Jesus adaptou o planeta Terra às diferentes formas de vida e criou o homem dentro do contexto do livre-arbítrio como eram os anjos em sua santidade antes da rebelião. Depois, usando a genética, da costela de Adão criou sua companheira Eva; e conscientizou-os que o mal e a imperfeição já estavam presentes no universo, e eles, necessariamente, teriam que passar pelo mesmo teste de fidelidade que os anjos passaram.
É dentro desse contexto que Deus plantou a árvore do conhecimento do bem e do mal no Jardim do Éden para testar a fidelidade do casal. Deus advertiu-os que não se aproximassem da árvore; pois, Satanás iria tentá-los a partir daquela árvore; e, caso comessem de seu fruto, pecariam e seriam expulsos do jardim, consequentemente, com o passar dos anos morreriam. Deus aconselhou-os que ficassem juntos, atentos a qualquer acontecimento estranho, pois a vida deles e a perfeição no planeta Terra dependiam de suas escolhas ante ao conselho de Deus e as tentações de Lúcifer (Satanás). O pondo-se a árvore proibida, havia uma variedade muito grande de árvores frutíferas que eles poderiam comer livremente. Além de todas, Deus plantou a árvore da vida que eles poderiam comer assim que passassem pelo teste; pois, comendo o fruto da árvore da vida, eles se manteriam vivos eternamente. Então, entende-se que Deus deu todas as condições para o casal não ter necessidade para dar ouvidos às argumentações de Lúcifer. Para Adão e Eva viver ou morrer dependia apenas de suas escolhas. Portanto, nunca houve liberdade plena na Terra, apenas o livre-arbítrio ou dever de escolher. Provavelmente pensando nessa problemática, Immanuel Kant definiu seu imperativo categórico, “Tu deves escolher”.

A tentação

     Não sabemos quanto tempo o casal viveu como santos no Jardim. O que a Bíblia nos informa é que Eva, certo dia, distanciou-se de Adão e passou a contemplar a árvore que eles não deveriam nem mesmo se aproximar; era justamente a oportunidade que Satanás aguardava.

A serpente era uma das mais belas criaturas que voava de uma árvore a outras; quando Satanás percebeu que Eva estava a sós, encarnou-se em uma das serpentes e pousou na árvore que a mulher contemplava dizendo: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, mas, do fruto da árvore eu está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Então, a serpente disse à mulher: certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus sabendo o bem e o mal. E vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela. Então, foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais. E ouviram a voz do Senhor Deus que passeava no jardim pela viração do dia; e escondeu-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim. E chamou o senhor Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim e temi porque estava nu, e escondi-me. E disse Deus: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore que te ordenei que não comesse? Então disse Adão: A mulher eu tu me deste por companheira me deu da árvore e eu comi. E perguntou o Senhor à mulher: Por que fizeste isso? Respondeu a mulher: A serpente me enganou e eu comi. Então o Senhor disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita será mais que toda a besta e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás e pó comerás todos os dias da tua vida. E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça e tu o calcanhar. E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará. E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore que te ordenei dizendo: Não comerás dela, maldita e a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias de tua vida. Espinhos e cardos também te produzirão; e comerás a erva do campo. No suor de teu rosto comerás o teu pão, até que torne a terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás. E chamou o nome de sua mulher Eva, porquanto ela era mãe de todos os viventes. (...) Então, disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós sabendo o mal e o bem; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, coma e viva eternamente, o Senhor o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida. (Gênesis, 03: 2-24)

     Ainda hoje, nosso modo de viver é uma síntese desses versos. Os filósofos e cientistas surgiram para questionar, e se possível, anular as informações bíblicas, eliminando da mente dos seres humanos a certeza de que existe um Deus Criador. Como eles não conseguiram, o empasse continua. Mas é possível comprovar a existência de Deus filosoficamente, logicamente, historicamente e empiricamente; confirmando que a verdade sobre as origens se deu conforme o relato bíblico.

O nada não existe de forma alguma; e o que existe de alguma forma não pode ser  nada. Logo, Deus existe!

sábado, 21 de abril de 2018



FILOSOFIA

O PROBLEMA
 DOS
 PROBLEMAS
DA
 HUMANIDADE
Filósofo
Isaias Correia Ribas
São Paulo
2018

domingo, 15 de abril de 2018

sábado, 14 de abril de 2018


   

sexta-feira, 13 de abril de 2018

quarta-feira, 28 de março de 2018