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terça-feira, 4 de outubro de 2016

CONSCIÊNCIA DA EXISTÊNCIA - O CAMINHO DA PAZ



          “Penso, logo existo” (Descartes 1596-1650). A minha existência tem sentido quando eu percebo que existo em meio a outros (as) e à muitas outras coisas. Para que essa percepção aconteça nesta vida de busca incessante por ter mais que o necessário, eu preciso de encontrar momentos de ócio para uma autoanálise, percebendo que todas as minhas carências e vitórias depende de minha relação com o outro (a). Esse momento de ócio produtivo voltado a promover um encontro do sujeito com a própria existência em meio a tudo que há, todos as pessoas devem buscar, pois, essa percepção consciente será a grande promotora da valorização pessoal e do outro (a). Assim sendo, quando a maioria das pessoas alcançarem essa maturidade consciente; o orgulho, a antipatia, a ganância, as intrigas, as guerras e a exploração do outro (a) diminuirão, melhorando naturalmente as relações interpessoais! Isso acontecerá porque havendo consciência de minha responsabilidade em relação ao outro, tudo de ruim que até então registrou-se na história dos povos, diminuirá, podendo acabar.      
Política
          Quanto ao político, caso ele percebesse existente no mundo em meio a outras pessoas que serão alcançadas por suas decisões, certamente ele lutaria para dar condições à população desenvolver-se cognitivamente, condição necessária a ter consciência da existência pessoal e do outro. Isso seria possível porque o sujeito percebendo o outro como igual, consequentemente, aconteceria o desenvolvimento harmônico da nação e do mundo, onde, a humanidade teria consciência que o sofrimento do outro afeta todos os habitantes do planeta. Logo, a consciência da existência por parte do político o levaria a perceber todas as outras pessoas como cidadãs. Assim, conscientemente abriria mão de criar ideologias de exploração, e exclusão do outro das benesses do Estado que todos constroem em conjunto. As ideologias de exclusão ainda são práticas comuns no mundo porque os políticos ainda não se perceberam como meios de desenvolvimento para o Estado e das pessoas que o compõem. Por isso as ações políticas são contrárias aos desejos da maioria que sentem enganadas pelo outro que deveria pensar e agir como se eu existisse com todos os direitos e deveres como ele. Mas a maioria das pessoas que se deixam explorar também ainda não perceberam que existem. É justamente essa falta de percepção da existência pessoal a causa de não compreender o desenvolvimento de ideologias que o exclui de seus direitos constituídos. Assim sendo, dominadores e dominados estão carentes de consciência dos valores da existência, por isso continuam agindo como bárbaros, saqueando e promovendo um vale tudo por parte da maioria que se acham no direito de roubar e matar o outro por ganância, surgindo conflitos de todas as ordens político-religiosas, um vale tudo para explorar o outro. Ações bárbaras deveriam ser possíveis apenas entre os animais carentes de consciência. Logo, ricos, pobres, políticos, empresários, religiosos e outros seguimentos sociais que possam existir, através de suas ações no mundo, mostram o grau de sua consciência de existência e valorização do outro quanto agem no mundo.
Religião
          Os líderes religiosos deveriam ser exemplos na percepção do outro como semelhante a si; mas, como os políticos, têm seu olhar limitado ao mundo. Em tese, ensinam que deve amar ao próximo como a si mesmos. Geralmente o político faz política ignorando a existência de um Deus que exige dele amor ao outro, por isso, suas ações de exploração através do Estado e instituições se “justificam”. Mas dos religiosos que agem no mundo e defendem a existência de um Deus que exige que se deve amar o outro, espera-se deles coerência entre o discurso e a praxe. Naturalmente pensa-se que os religiosos têm consciência de sua existência e da do outro. Por isso as pessoas acreditam nos sermões e falas de pastores, padres, e outros líderes espiritualistas, esquecendo que eles também são humanos, capazes de ações corruptas tais como o político que ignora a existência de Deus na administração da coisa pública. É dentro desse jogo político-religioso que os líderes religiosos saem na vantagem, onde, o explorado se deixa explorar em nome de Deus que lhes recompensará na eternidade dando-lhes a salvação por agirem humildemente achando que esse caminho, de ser passivo às explorações, seja o que conduz à salvação. Enganam-se os que assim pensam, pois, o indivíduo consciente de sua existência não pode cair nessas ciladas político-religiosas, uma vez que a salvação não está fundamentada no deixar-se explorar por recompensas divinas. O indivíduo consciente, religioso ou não, deve atuar no mundo buscando o bem para todos, não deixando se explorar, mas denunciando os exploradores, sejam eles políticos ou religiosos.
“Guerras Santas”
          Eis o maior dos enganos das religiões, das políticas públicas e denominações religiosas vinculadas à administração do Estado. Não existe guerra santa, mas de interesses pessoais e institucionais que usam a religiosidade e o Estado para alcançar seus objetivos egoístas, onde, se preciso for, eliminará o outro matando em nome de Deus e dos deuses. A história da humanidade revela-nos que as religiões, em diferentes épocas, se apossaram do Estado para conquistar, alienar, explorar e, se preciso for, matam o outro em nome de Deus. Esse método político-religioso é comum nos dias atuais em diversas partes do mundo e, segundo as profecias bíblicas, por mais absurdo que possa parecer, será utilizado para eliminar aqueles que insistirem pregando  obediência a todos os escritos bíblicos e defendendo a segunda volta de Cristo. Pelo que estamos vivenciando no mundo, essa perseguição e o glorioso evento estão próximos de acontecerem.  
Religião e salvação
          A missão dos religiosos que defendem todo pensamento bíblico como práticas atuais é conscientizar o outro que há uma batalha cósmica entre o criador e a criatura (Lúcifer) que quis ser igual a Deus, e que, essa batalha metafísica-epistemológica-política, têm, como campo de batalha o planeta Terra. É por causa dessa guerra metafísica entre Deus e satanás que os habitantes do planeta encontram dificuldades para conscientizar-se, pois, há um propósito metafísico por parte de Satanás em manter cada pessoa preocupada egoistamente com sigo mesma em detrimento do outro, dificultando a definição do que é a verdade em meio a essa batalha político-religiosa. Queiramos ou não, a ordem estabelecida sobre a exploração político/religiosas existentes atualmente chegará ao fim com a próxima intervenção do Deus nos negócios da humanidade. Nesse dia salvará todos (as) que conscientemente agiram segundo a vontade de Deus expressa na Bíblia. Assim sendo, as atuais técnicas dos religiosos que agem à semelhança dos políticos explorando o outro através das instituições religiosas são práticas contrárias à vontade de Deus. Dentro desse contexto, os religiosos defensores do pensamento bíblico, devem agir como luz entre as trevas morais deste século, não compactuando com as práticas daqueles que ignoram a existência de um Deus que intervirá na história da humanidade através da segunda vinda de Cristo para pôr fim a esse embate cósmico entre o bem (Deus) e o mal (Satanás) que eu e você, admitindo ou não, fazemos parte.







domingo, 18 de setembro de 2016

FILOSOFIA - DIRETO AO PONTO

       
          A filosofia foi a primeira criação epistemológica antropocêntrica, nasceu com o objetivo de opor-se ao conhecimento teocêntrico (bíblico). Filosofia e teologia divergem sobre as origens do universo e das diversas formas de vida. As duas grandes produções literárias que as representam são a Bíblia dos judeus e cristãos e as produções filosóficas dos clássicos Sócrates, Platão e Aristóteles que iniciaram o período metafísico (IV a.C. – XV d. C). Os filósofos da natureza que antecederam os clássicos questionaram a existência de um Deus criador e se esforçaram para encontrar um elemento natural que fosse posto como o originador da vida e do universo. Durante dois séculos eles levantaram várias hipóteses, mas nenhum deles conseguiu comprovar empiricamente a existência desse elemento genético; diante desse fracasso científico-filosófico os três filósofos metafísicos idealizaram uma filosofia centralizada na figura de um deus para continuar buscando concretizar os objetivos filosóficos: anular Deus do consciente humano em nome do próprio Deus.     

     
Sócrates
          Sócrates não deixou nada escrito; há quem defenda que ele era analfabeto. Tudo que sabemos sobre ele e sua filosofia foi escrito por seu discípulo Platão que produziu vários diálogos em seu nome. Deus para ele é uma inteligência superior. Sócrates opôs-se ao politeísmo mitológico grego e alertara os jovens quanto as produções míticas e outras interpretações filosóficas sobre as realidades físico-metafísicas. Sócrates defendia a autonomia dos poderes democráticos, cobrava postura moral e ética por parte dos políticos, seus discursos filosóficos eram ditos nas praças (ágoras) públicas, por isso o condenaram a morte bebendo Cicuta. Platão insistiu que ele fugisse de Atenas e não morresse passivamente; mas, para ser coerente com suas conclusões religiosas, filosofias e políticas, aceitou o veredito da maioria que decidiu que deveria morrer. E assim se fez o primeiro marti da filosofia. 
Platão
          Com a morte de Sócrates, Platão fugiu de Atenas rumo ao Oriente temendo que o mesmo poderia acontecer consigo, chegou a trabalhar como escravo para sobreviver, conheceu outras culturas e a filosofia dos pitagóricos sobre a migração das almas. Após doze anos de fuga retornou à Atenas e fundou sua Academia, primeira universidade do planeta. Para Platão Deus é o demiurgo, o manipulador da matéria. De onde ele tirou essa ideia de manipulador? Da Bíblia; pois, diz os escritos bíblicos que Deus, do barro, moldou a figura de Adão, depois soprou Seu fôlego de vida e o homem passou a ser uma alma vivente (pessoa), um indivíduo semelhante a Deus, isto é, capaz de pensar e executar o pensado. Depois, da costela de Adão, criou Eva, sua companheira; onde ambos, através do amor e união sexual teriam seus filhos (as) que continuariam se reproduzindo, perpetuando assim a espécie humana; o mesmo acontecendo com todos os seres vivos, onde, cada espécie animal, vegetal e outras, através dos diversos meios de reprodução, se reproduzem infinitamente, morrendo apenas os indivíduos. 
A jogada filosófica de Platão foi genial! Ele pegou a ideia de barro mais sopro divino que resultara em um indivíduo, ou seja, pessoa indivisível e dividiu-a em corpo mortal e alma imortal; onde, após a morte do indivíduo, a alma deixa o corpo e vai para o mundo das formas perfeitas, local idealizado por Platão, lá, durante mil anos a alma contempla o que é eterno e perfeito; após mil anos ela volta reencarnada em um bebe e, na medida que a criança vai se desenvolvendo ele vai apreendendo o que existe no mundo para aprender, pois, segundo Platão, tudo que há por aqui são cópias do mundo perfeito. Por isso, para Platão, aprender é relembrar (reminiscência). Mas, se aprender é relembrar, para que fundar uma Academia? Se a alma é nossa instrutora, para que escolas e universidade? Fosse a alma nossa instrutora, não existiria analfabetos e ignorantes; o conhecimento de todos seria nivelado. Logo, a filosofia da existência de uma alma além do corpo é falaciosa.
Platão, através de sua filosofia sobre a imortalidade e reencarnação da alma, fundamentou todas as teologias católicas, espiritualistas, protestantes e outras que negam toda ou parte dos escritos bíblicos válidos para todas as épocas. Por isso denunciou o filósofo Nietzsche (1844-1900): “Cristianismo é platonismo”.
Bíblia  
          Segundo os escritos bíblicos, após a morte, o corpo que é matéria volta ao pó e o espírito que é o fôlego de vida dado por Deus com Ele permanece. Por ocasião da segunda volta de Cristo os mortos salvos irão ressuscitar recebendo novamente o fôlego de vida, retomando os seus pensamentos e ideais que tinham por ocasião de sua morte. Após mil anos no céu, Jesus, a nova Jerusalém e os santos que foram salvos descerão para o seu habitat original, o planeta Terra. Nessa decida da cidade santa acontecerá mais uma ressurreição, a dos perdidos. Eles verão as oportunidades que tiveram e as rejeitaram, furiosos! Sob o comando de Satanás, marcharão para tomar a nova Jerusalém. Nesse dia descerá fogo do céu matando todos os ímpios, Satanás e seus anjos, purificando o planeta Terra que será o novo Éden conforme Deus criara no início.
Aristóteles
          Aristóteles não concordou com as conclusões filosóficas de seu mestre Platão. Para Aristóteles deus é o motor imóvel, “causador de todas as causas sem ser causado”, aquele que pôs tudo em movimento, deixando que o próprio movimento sustentasse e replicasse a vida que havia sido posta em movimento. Essa ideia de movimento é do filósofo Pré-socrático Heráclito, mas Aristóteles fez dela o seu deus. Na visão filosófica de Aristóteles e do criacionismo bíblico, todos os indivíduos morrem; mas ambos divergem quanto a eternidade. Para Aristóteles a eternidade se dá através das espécies e, para o Deus bíblico, ela se concretizará com uma nova intervenção divina através da segunda vinda de Cristo; ocasião em que o mal e os pecadores que não aceitarem o plano de salvação exposto na Bíblia serão eliminados.
A física de Aristóteles se volta exclusivamente para as ciências, seja ela psíquica ou material. Todas têm que passar pelo processo empírico. Somente a metafísica não passa pelo processo empírico, isso se dá porque o Deus bíblico está além da física, é metafísico e, como tal, o empirismo antropocêntrico não O alcança.
          Por séculos o discurso filosófico fora produzido para poucos entenderem; estava vedado ao povo porque era um instrumento de domínio científico-político-religioso. Mas aos poucos esse domínio foi sendo desfeito e a filosofia foi sendo popularizada; hoje é disciplina obrigatória no ensino médio e quesito obrigatório para os cursos superiores serem reconhecidos pelo MEC. Os objetivos da filosofia é eliminar Deus do consciente humano, estabelecer o ateísmo em nome do conhecimento antropocêntrico e da dúvida. Logo, não é por acaso o crescimento do ateísmo entre adolescentes e jovens estudantes dos dias atuais que estão sempre dispostos a escarnecer do sagrado através de palavras e adequação aos costumes céticos tolerados pelo cristianismo católico, protestante, evangélico e espiritualistas em geral que, passivamente concordam com o mundanismo entrando pela porta da frente como sendo algo normal, divino. Não nos enganemos, a banalização do sagrado aumentará ao ponto em que chegou os contemporâneos de Noé e os habitantes de Sodoma e Gomorra que sofreram os juízos sendo rejeitados (as) e destruídos por Deus.
A filosofia é estrategista. Conheça como ela foi se infiltrando no mundo religioso ao longo desses três mil anos para dominar e enganar em nome do conhecimento humano e divino em diferentes épocas de nossa história adquirindo o livro: FILOSOFA X BÍBLIA – UM PROBLEMA MILENAR – O-TODO, SOLUÇÕES EM PERSPECTIVA.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

DEUS EXISTE! ACABE COM SUAS DÚVIDAS!


          Ateus e religiosos são caras e coroas de um mesmo problema: a existência ou não de Deus. Os religiosos defendem que Deus existe, mas a maioria não se preocupa em comprovar lógica e empiricamente sua existência. Para os religiosos, a Bíblia revela a verdade sobre as origens do físico e do metafísico, da justiça e injustiça, da salvação e perdição, do bem Deus, do mal Satanás e de Jesus, o filho de Deus, como o agente que adaptara o planeta Terra à existência de tudo que há. Na outra face estão os ateus que creem na não existência de Deus e buscam meios para comprovar lógica e empiricamente sua desconfiança nas revelações bíblicas; mas, como Deus, O Pai, é metafísico, o empirismo não O alcança. Assim sendo, a maioria dos religiosos e ateus, são meros crentes. Sobre Jesus como sendo o filho de Deus, Aquele que adaptara o planeta Terra à vida, diz os escritos bíblicos:

No princípio era o verbo, o verbo estava com Deus e o verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens (JOÃO 1: 1-4). Eu e o pai somos um. (Cap., 10:30)
  
          Jesus nasceu e viveu por aqui até ser crucificado e enterrado como qualquer pessoa; mas aconteceu algo sobrenatural, Ele ressuscitou! E, após quarenta dias de sua ressurreição, foi visto por muitos e fora elevado ao céu em uma nuvem de anjos aos olhos de 120 testemunhas; passando ser o nosso salvador e intercessor junto ao pai até assentar-se como juiz para dar o veredito sobre os salvos e perdidos, após cada um haver escolhido a quem servir, a Deus ou aos agentes de satanás, selando seu destino eterno. A única prova científica de que Ele não é Deus, seria encontrar sua ossada no túmulo onde fora enterrado. Como isso não foi possível a partir do terceiro dia de Sua morte, pois Deus, o Pai, o ressuscitara para juntos encerrarem o plano de salvação! Assim sendo, está comprovado historicamente, logicamente e cientificamente que Deus, o Criador, existe.

Tudo é uma questão de dedução lógica e comprovação empírica: caso a ossada de Cristo fosse encontrada todos os escritos bíblicos cairiam por terra. O mesmo princípio deve ser aplicado ao contrário: como o corpo morto de Cristo e sua ossada não foram encontrados, todos os escritos bíblicos referentes aos relatos históricos, proféticos e metafísicos são validados, ou seja, são verdadeiros, pois, Jesus ressuscitou conforme as profecias!  

Crença

          A crença é, em si mesma, cega. Isso acontece porque a maioria dos crentes, religiosos e ateus, são movidos pelo medo ou interesses pessoais. Já, a fé, é racional; ou seja, tem que haver conhecimento para desenvolvê-la. Por isso escreveu Paulo que fora um apóstolo que conhecia filosofia:

Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformais-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Romanos, 12: 1 e 2)

          O grande problema de sinceridade religiosa enfrentado pela igreja que defende os escritos bíblicos, e outras, é justamente este, o conhecimento; pois, os líderes religiosos não incentivam seus adeptos à buscarem o conhecimento formal (teológico e antropocêntrico), preferindo a ignorância generalizada para que esses sejam facilmente guiados segundos seus desejos egoístas e falácias religiosas, pois, quando os religiosos conhecerem filosofia e suas estratégias para enganar em nome de Deus e das meras crenças, eles estarão aptos a compreenderem profundamente o desenrolar-se dessa intriga entre o bem e o mal ao longo de toda história; entendendo que a prática cristã deve fazer parte de meu viver diário, e não apenas quando vou à igreja em dias de culto. O culto racional é ser representante de Jesus onde eu estiver todos dias e horas; caso contrário, serei um cristão nominal, adorador hipócrita ou cego, negador do cristianismo bíblico. Por isso a fé tem que estar fundamentada no conhecimento bíblico, científico, histórico, filosófico e outros, pois, sem essa visão Do-Todo, pode ocorrer o auto-engano, fazendo do medo, amor às modas mundanas e interesses pessoais, meios para admitir ou não a existência de Deus.



domingo, 21 de agosto de 2016

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO ESTÁ PRÓXIMA?


          A segunda vinda de Cristo está condicionada à pregação do evangelho em todo o mundo, em testemunho a todas as pessoas vivas no presente contemporâneo à Sua volta.

E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. (Mateus, 24:14)

          Esse objetivo tem sido perseguido pelos discípulos assim que Cristo ascendeu ao céu aos olhos de 120 testemunhas. Mais de dois mil anos se passaram e o desafio continua. Mas, se nascem mais pessoas que as que aceitam os escritos bíblicos e a Jesus como verdades a serem pregadas a todos os habitantes do planeta, acrescentando as barreiras dos idiomas, que faremos para inverter essa equação matemática-linguística se os que dizem portadores dessas boas novas são mais capitalistas que missionários? Então, entende-se que, essa missão só será possível com a intervenção de Deus, capacitando seus sinceros seguidores como aconteceu nos dias do Pentecostes, onde, pessoas comuns, cheias do Espírito Santo, falaram à todas as nações que estavam presentes em Jerusalém, onde, os estrangeiros ouviram as boas novas em seu idioma original! É claro que hoje temos os recursos das mídias, mas, na mesma proporção de natalidades e conversão ao cristianismo bíblico, temos as mídias ateias que são contrárias aos escritos bíblicos e as de religiosos que são parcialmente contrários aos princípios bíblicos, divulgadores do falso evangelho. Todas continuam como barreiras humanamente intransponíveis. Assim sendo, técnicas religiosas de trazer o espírito mundano para dentro da igreja defensora dos princípios bíblicos é falaciosa, um método diabólico, e é claro, prejudicial ao desenvolvimento daqueles (as) que estão buscando fazer a vontade de Deus explícita na Bíblia e no Espírito de Profecia, tornando-se aptas, pela graça de Deus, à terminarem a missão dada pelo Mestre até que Ele volte.

Somos mais sete bilhões de pessoas existentes no planeta, então, entende-se, que, a evangelização de todos através desta igreja política e capitalista é humanamente impossível. Logo, Deus vai intervir através dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e têm fé em Jesus. Pergunto: É a igreja atual o Israel espiritual? Ou encaminha-se a ser como fora o antigo Israel, uma nação política que aguardavam o nascimento do Salvador, mas que, preferiram mata-Lo crucificando-O como um impostor? Assim sendo, os 144.000 está mais para número literal que simbólico, provavelmente serão estes a nação santa, os que receberão o Espírito Santo como acontecera nos dias do Pentecostes, por isso serão especiais entre os salvos de todos os tempos.
  
Ao cumprir-se o dia de pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíram, e sobre cada um deles pousou uma. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem. (Atos, 2: 1-4)

          Assim sendo, o esforço dos líderes das denominações religiosas que sentem responsáveis por essa missão, precisam entender que o segredo para finalizar essa obra está em buscar viver como Cristo viveu, negando os costumes mundanos e não os acolhendo, achando que a salvação está condicionada às doutrinas religiosas de sua igreja e não ao ser semelhante a Cristo que fez a vontade do pai expressa em toda bíblia.
          A adoção de métodos e espertezas capitalistas pela igreja detentora de todas as verdades bíblicas é a maior barreira para cumprir sua missão evangelística. Infelizmente os conversos são explorados pela cúpula da igreja para aumentar seu capital que serão benesses para a elite burocrática e não uma benção para toda a comunidade e o mundo. O fiel devolve o dizimo, ofertas, constroem igrejas, escolas, colégios e universidades; mas, caso seu filho precise de uma educação cristã tem que pagar, e não é barato. Onde está o espírito missionário dos líderes que se dizem missionários? Caso eles deixassem de ser exploradores capitalistas, toda a igreja sentiria a mão de Deus agindo naturalmente através da própria instituição, gozando de experiência ímpar, sendo instrumentos de Deus todos os dias, não dependendo de intervenção divina (metafísica), que capacitará poucos para terminar a missão que deveria ser uma benção para todos através das instituições ao longo da história. Mas, infelizmente, as espertezas capitalistas dos líderes impedem que todos sintam a poder divino através de projetos que poderiam ser benção para os da igreja e os que ainda não são. Caso a igreja fosse mais humana, os céticos e falsos evangélicos, perceberiam facilmente que Deus transforma pecadores em pessoas semelhantes a Deus: que ama o outro desinteressadamente.
Cumpre-se as profecias
          O cumprimento das profecias bíblicas na história declara que Cristo está prestes a vir pôr fim à história do pecado e dos pecadores que não O aceitarem como seu salvador pessoal.
Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses. (II Timóteo, 3: 1-5)

Esses versos expressam o que as pessoas são em qualquer parte do mundo independentemente das diferentes culturas existentes.
          A missão é de homens e mulheres convertidas a Deus. Mas, o inimigo de Deus e dos missionários não quer que a obra termine, acabando assim, com seu reinado na Terra, não permitindo o retorno à perfeição que existia no princípio. Por isso, homens e mulheres, devem buscar o conhecimento para estar em condições de serem instrumentos nas mãos de Deus que quer agir por meio da igreja e suas instituições que devem ser uma benção para todos; e não um meio de exploração do outro, ofuscando o poder e benção de Deus à humanidade.
A salvação é uma ciência
          A salvação é uma ciência divina que deve ser desenvolvida por pessoas dispostas a serem parceiras de Deus. Como ciência deve ter métodos empíricos aperfeiçoados ao longo da história. Segundo Tomas Kuhn (1922-1996), o processo deve ser histórico, iniciando com o estágio da Pré-ciência.

Nesse estágio as atividades e pesquisas são feitas de forma isolada e desorganizadas, entendendo essa desorganização como a não existência de um parâmetro para todas as pesquisas, fazendo com que cada um siga um rumo diferente.
A produção científica só começa quando existe um conjunto de regras, princípios teóricos, métodos e instrumentos que vise guiar a pesquisa.
Esse conjunto ele chama de paradigma. Um paradigma representa a ciência madura e essa etapa é denominada de Ciência normal.

          No processo de aplicação dos métodos empíricos é comum aparecer as anomalias, no entanto, essas devem ser superadas por outros métodos construído pelo pesquisador. Caso surjam muitas anomalias, o método deve ser abandonado temporariamente, aguardando a elaboração de novos paradigmas; é o que aconteceu com a teoria da evolução de Lamarck e as observações de Darwin que culminaram com o new darwinismo fundamentado na genética; do Big Bang sobre a origem do universo e da vida; do ateísmo sobre a não existência de um Deus criador de tudo que há, etc., atualmente, os críticos das verdades bíblicas se resumem à análise da linguagem do livro sagrado, um esforço para falsear o expresso pelos escritores que falaram do vivenciado e o revelado aos profetas. Mesmo as ciências que já possuem paradigmas e fazem parte do ciclo de Ciência normal, podem aparecer anomalias, carecendo de adaptação metódica. Esse mesmo esforço deve ser aplicado à ciência da salvação, que, cabe aos líderes da igreja missionária aperfeiçoá-lo segundo as necessidades territoriais.
Mas a igreja acomodou-se ou se perdeu no estágio da Pré-ciência, agindo como os exploradores que não conhecem o plano de salvação, evangelização e amor ao próximo; agindo como os mundanos e falsos cristãos que exploram o outro em nome da fé em Cristo e Seu plano de salvação. Disse o Onisciente Deus através do profeta João:

Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és quente e nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. Porquanto dizes: rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha de tua nudez; e colírio a fim de ungires os teus olhos, para que vejas. (Apocalipse, 3: 15 -18)

          Caso os líderes da igreja continuem optando para se enquadrar na profecia que condena, Deus fará aos crentes fieis desses últimos dias o que fizera nos dias do Pentecostes, derramando seu Santo Espírito àqueles (as) que querem terminar a missão, condenando todos os falsos líderes responsáveis pela missão; mas que, por ganância, preferem utilizar os bens que Deus deu para cumprirmos a obra; direcionando-os às elites da igreja, e não como benção a todos que, movidos pelo espírito missionário dão parte de seus bens para ser bênçãos, se possível, à todas as pessoas necessitadas de bens básicos e conhecimento para se livrar da pobreza que assolam muitos, deixando assim, de serem presas fáceis do Diabo que, através da ignorância generalizada e das necessidades básicas, quer fazer todos prisioneiros seus, levando-os a terem o mesmo fim que ele, a perdição eterna.

Deus e a ciência da salvação existem! Diante dessa realidade, que faremos como conhecedores dessas verdades eternas? Avancemos movidos pela fé que Deus colaborará segundo as necessidades da igreja! Ou iremos nos conformar com os costumes mundanos infiltrando na igreja que tem a missão de preparar uma nação santa, composta por pessoas de todas as partes do mundo, antes que Cristo venha pela segunda vez buscar os seus seguidores?   

domingo, 14 de agosto de 2016

SÁBADO, DOMINGO E SEXTA-FEIRA - SÃO DIAS SANTOS?


           Para as cinco religiões (Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo) há três dias santos semanais, dias separados para prestarem cultos a seus deuses. Como há milhares de denominações religiosas no planeta, obviamente, todas elas, na observação de seu dia de descanso, se alinham aos deuses da religião dominante. Aparentemente as denominações possuem dogmas próprios, mas se unem através do dia santificado e deuses reverenciados.
    
Sábado

          O sábado bíblico é o dia santo para os Judeus, Adventistas do Sétimo Dia e outros que creem que o dia santificado por Deus na primeira semana da criação continua sendo o dia de seus filhos O adorarem. O próprio Deus eternizou sua santa lei através de Moisés que a reescreveu na Bíblia, livro sagrado dos judeus e cristãos. A santa lei é a expressão do caráter e amor de Deus às suas criaturas; segundo Sua lei: devemos tê-Lo acima de todos os deuses e teologias antropocêntricas. Os que guardam os dez mandamentos declaram que o Criador está acima de todos os deuses e teologias humanas; honrando a Deus, ao próximo e, de tabela, os animais que usam no labor diário.
    
Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o senhor o céu e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado, e o santificou. (Êxodo 20: 8-11)

          Há muitos teólogos (pastores e padres) afirmando que o dia de sábado, o quarto mandamento da lei de Deus, foi anulado com a morte de Cristo na cruz do calvário. Esses religiosos estão errados, não estão analisando todo contexto bíblico. Isso acontece quando se pega um texto fora do contexto. Na Bíblia há diversas leis e cada uma tem finalidades específicas. Logo, o erro se dá quando não analisam a lei e sua finalidade. Os dez mandamentos, composto de responsabilidades civis e religiosas, são eternos como é Deus, O criador de tudo que há e Legislador. Assim sendo, e logicamente pensando, os dez mandamentos não perderam sua validade com a morte de Cristo.
As leis cerimoniais tinham a finalidade de ensinar que o filho de Deus viria morrer no lugar das vítimas (animais e aves) que eram sacrificados até que Cristo viesse substituí-los. Quando Cristo foi sacrificado na cruz essa lei perdera seu valor didático, chegou ao fim, pois, o cordeiro de Deus viera como indicavam as leis dos sacrifícios realizados no deserto e santuário construído por Salomão em Jerusalém.
 
Domingo

          O domingo é tido como dia santo pela maioria das denominações cristãs. Sunday (dia do sol), dia que os egípcios separaram para adorar o sol (Rá), seu astro rei. No Ocidente o sábado foi substituído pelo domingo em comemoração à ressurreição de Cristo. Constantino, Imperador pagão foi o autor dessa proeza. Seu objetivo era eliminar os cristãos que guardavam o sábado. Como não conseguira tal proeza através da espada, fingiu converter-se; agora, como cristão, chefe do Estado e da igreja, trocou a santidade do sábado pelo domingo, uma forma encontrada para perverter o Cristianismo em nome do próprio Cristianismo. A partir do século V, início da Idade Média, a igreja Católica assumira oficialmente o controle político do Estado e da teologia da igreja cristã para o Ocidente, sacramentando o domingo como dia santo para todos os cristãos. Só por esta pequena análise, deduz-se que a maioria das igrejas cristãs seguem o paganismo egípcio-romano-católico. Os judeus, os Adventistas do Sétimo Dia e alguns outros, continuam guardando o sábado; porém, em um aspecto bíblico, os judeus não se encaixam entre os fiéis remanescentes. Como legalistas eles são remanescentes, mas, por não terem aceito Jesus como sendo o enviado do Deus matando-O crucificado, como nação, não são contados entre os remanescentes de Deus; pois eles, como nação, não aceitam que Jesus seja o salvador. Os judeus continuam aguardando um Cristo que nasça para livra-los do jugo romano que não existe mais. Assim sendo, um judeu para ser contado entre os remanescentes, necessariamente, tem que aceitar o Cristo que seus antepassados mataram como sendo um impostor. Nesse contexto, todas as denominações religiosas que guardam o domingo estão dentro da teologia antropocêntrica criada pelo pagão Constantino que os padres da igreja Católica mantiveram como dia santo.

Edito de Constantino

Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do sol. Não obstante, atendam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer amiúde que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo céu.

Impacto em Roma


Constantino queria eliminar todos os seguidores de Cristo que, como Jesus, guardavam o sábado bíblico mandando-os às fogueiras ou matando-os à espada; mas, quanto mais cristãos eram mortos, novos milhares se convertiam, percebendo essa impossibilidade, mudou de estratégia política decidindo governar em nome de Cristo mesmo não sendo cristão.
A igualdade de direitos de todos os bispos foi mais decisiva e influente que a autoridade exclusiva do bispo de Roma. O governo de Constantino procurou reunir todos os partidos religiosos e os paladinos da fé. O imperador, com o título de “Pontífice Máximo”, presidiu durante 25 anos aquela igreja episcopal; à frente do cristianismo havia um César não batizado. Não se fez batizar até os últimos momentos de sua vida.
          No concílio de Nicéia, Constantino e mais 300 bispos, sendo a maioria do Egito, se declararam acima da lei de Deus “santificando” o domingo. Com essa tática, em pouco tempo, os jovens cristãos já podiam ir as guerras empunhando espadas.
Constantino organizou o primeiro serviço litúrgico cristão no exército. Aos domingos, os soldados iam ao campo de exércitos. A um sinal, cristãos rezavam em latim com as mãos levantadas. E o olhar fixo no alto. Diz-se que o próprio imperador tinha redigido a oração, que dizia assim: “Só te reconhecemos como rei; imploramos-te como o protetor; de ti obtivemos as vitórias, por ti nos impusemos aos inimigos. Estamos agradecidos pelo bem que nos tem feito, e esperamos poder dizer-te obrigado pelo que nos faças no futuro. A ti nos dirigimos, implorando: Conserva a nosso imperador e a seus filhos, queridos de Deus, uma vida longa e vitoriosa”.
WHITE, G. Ellen
A conversão nominal de Constantino, na primeira parte do século IV, causou grande regozijo; e o mundo, sob o manto de justiça aparente, introduziu-se na igreja. Progredia rapidamente a obra de corrupção. O paganismo, conquanto parecesse suplantado, tornou-se o vencedor. Seu espírito dominava a igreja. Suas doutrinas, cerimônias e superstições incorporaram-se à fé e culto dos professos seguidores de Cristo.
Esta mútua transigência entre o paganismo e o cristianismo resultou no desenvolvimento do “homem do pecado”, predito na profecia como se opondo a Deus e exaltando-se sobre Ele. Aquele gigantesco sistema de religião falsa é obra-prima do poder de Satanás – monumento de seus esforços para sentar-se sobre o trono e governar a Terra segundo a sua vontade.

Sexta-feira
        O Islã também é politeísta. Diz o alcorão: "Ó vós que credes! Quando fordes convocados, para a oração da sexta-feira , recorrei à recordação de Deus e abandonai os vossos negócios; isso será preferível, se quereis saber". (Alcorão 62:9)
O profeta do Islamismo é Muhammad (Maomé), segundo ele, o Deus de Abraão foi Alá, porém, Alá é uma entre as 360 divindades posta em volta da Caaba, onde, para cada grau da circunferência que completa a volta que circunda o templo há um deus, sendo Alá o principal.
Ao contrário de Jesus, que mandou os discípulos oferecerem a outra face a quem lhes dava um tapa, Maomé propagou sua fé com conquistas militares e tratados diplomáticos.

É isso que diz a história. Agora sabemos quem estamos adorando quando vamos à igreja no dia santo da semana.

          

segunda-feira, 25 de julho de 2016

DEUS EXISTE OU É UM CONCEITO PARA FECHAR A LÓGICA CRIACIONISTA?



          Para responder e refutar essa pretensão cética é muito simples. Deus, segundo os escritos bíblicos, é antes de tudo o que existe. O primeiro diálogo do homem foi com Deus, seu criador. Como o pecado ainda não existia no planeta Terra, esse diálogo fora olho no olho. Depois do pecado, essa experiência interrompeu-se. Porém, esse fato fora mantido através da descendência de Sete que se mantiveram fiéis a Deus. Contrapondo-os, estava a descendência de Caim que se desenvolvia contrários aos desígnios de Deus. O pecado de Caim e sua fuga de casa aconteceu depois de um afrontamento de Caim a seu irmão Abel e ao próprio Deus que os repreenderam por achar que sua vontade estava acima da vontade expressa de Deus. Mesmo diante dessas advertências, Caim preferiu seguir a sua vontade matando Abel, e, em rebelião contra Deus fundou outra família que passara a viver em oposição às instruções do Criador. Dessa divisão ficou em evidência quem eram os filhos de Deus e os dos homens. As descendências de Adão e Sete continuaram fazendo a vontade de Deus segundo instruía Adão e Sete. Os filhos dos homens são representados pelos descendentes de Caim que amavam questionar a vontade divina. Dessa rebelião de Caim e seus descendentes a maldade superou o bem, fazendo Deus intervir nos negócios da humanidade através do dilúvio. Com Noé Deus recomeçou, mas o mal voltou a se espalhar a partir de Cão, um dos filhos de Noé. As cidades de Sodoma e Gomorra foram dois centros de corrupção generalizada; ambas sofreram intervenção divina sendo queimadas, salvando apenas Ló, sobrinho de Abraão e sua família. Após as histórias de fidelidade dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, chegamos aos dias de Moisés, no Egito  de 1.500 a.C., o primeiro escritor dos cinco primeiros livros da bíblia; ele relatou tudo o que ensinava a cultura dos filhos de Deus. Assim sendo, a Bíblia é a primeira fonte de conhecimento para a humanidade. Segundo os relatos bíblicos, as oposições à existência literal de Deus eram feitas através dos filhos dos homens, os descendentes de Caim. Foram eles os criadores do politeísmo, imagens de esculturas para representar os seus deuses, tirando-os do vazio em que caíram por negarem a existência de um Deus criador. Após o politeísmo surgem, no século VII a.C., os filósofos que vão questionar Deus através de teorias idealizadas, criando arquiteturas conceituais que serviriam de meios, para, através do conhecimento antropocêntrico, negarem a existência de Deus.
  
Definição de conceito

          "Pensamento, ideia". Em seu sentido geral, o conceito é uma noção abstrata ou *ideia geral, designando um objeto suposto único (ex.: conceito de Deus), seja uma classe de animais (ex.: o conceito de cão). Do ponto de vista lógico, o conceito caracteriza-se por sua extensão e por sua compreensão.

Para Kant, o conceito nada mais é do que uma encruzilhada de juízos virtuais, um esquema operatório cujo sentido só possuiremos quando soubermos utilizar a palavra em questão. Ele distingue: a) os conceitos a priori ou puros (as categorias do entendimento): conceito de unidade, de pluralidade, de causalidade etc.; b) os conceitos a posteriori ou empíricos (noções gerais definindo classes de objetos: conceito de vertebrados, conceito de prazer etc). (HILTON / DANILO. Dicionário Básico de Filosofia)

          Em matemática, o conceito é uma noção de base que supõe uma definição rigorosa (ex.: o conceito de círculo: figura gerada por um segmento de reta em torno de um ponto fixo). Nas ciências experimentais, o conceito é uma noção que diz respeito a realidades ou fenômenos experimentais bem determinados (ex.: o conceito de peso, o conceito de ácido etc.). Em filosofia, o conceito designa uma ideia abstrata e geral sob a qual podemos unir diversos elementos.
          Atualmente é comum usar a palavra conceito para definir qualquer coisa. Então, entende-se que a noção de conceito evoluiu, podendo ser aplicada para definir objetos físicos (literais) e metafísicos (abstratos) que, embora sejam diferentes entre si, possuem algo em comum, ou seja, suas utilidades práticas são as mesmas, embora possuam formatos e cores diferentes. Exemplos: o conceito de lápis refere-se a todos os lápis, objeto que usamos para escrever e desenhar; quando quero me referir a um lápis específico isolo-o do todo e faço as devidas observações. O mesmo acontece com o conceito de carro, de ônibus, de livro, de teorias, filosofias, escolas, homens, mulheres, cavalos, vacas, feijões, etc.; nesses casos, o conceito, além se ser uma palavra, refere-se a algo específico; logo, é objetivo, representa uma realidade que está ao alcance de nossos sentidos. Mas o objetivo final da arquitetura conceitual é negar a existência literal de um Deus criador e mantenedor do universo.

Deus

          O conceito de Deus é metafísico ou abstrato, isso acontece porque Sua realidade está além da física; como nossos sentidos não captam sua literalidade, utilizamos a fé para crer e defender Sua existência literal. Nesse caso, para os cientistas e filósofos céticos, Deus é um conceito vazio, preenchido apenas pela retórica. Para os céticos, um conceito criado para fechar a lógica criacionista. Já, o mesmo não acontece com o conceito de deuses, pois estes são criações artísticas da humanidade, estão entre nós em formas de esculturas sacras. É fundamentado nessa jogada conceitual que os céticos zombam dos que possuem fé, definindo-os a meros crentes por utilizarem o conceito de fé para se enganar. Seguindo esse mesmo raciocínio os céticos dizem que a Bíblia é um livro mítico, escrito por pessoas que tinham a intenção de enganar em nome de um Deus que eles inventaram para fundamentar a teoria da criação.
Então, está dando para entender por que há tantas pessoas enganando em nome da fé em Deus? Eles fazem isso porque Deus, para eles, não existe além de um conceito para construir seus castelos explorando o outro em nome da fé. Por isso suas doutrinas cristãs é um vale tudo para atrair novos adeptos para aumentar suas receitas. Preste atenção nos sermões desses “pastores”, eles não incentivam as pessoas estudarem e até as proíbem de ler algum livro que não seja produção deles. Ou seja, eles dependem de ignorantes e pessoas alienadas do conhecimento para manter seus castelos do engano e, aquelas que possuem escolas e universidades nada fazem para os pobres estudarem, a não ser que paguem. Logo, Católicos, Protestantes e outros que possuem essa estrutura institucional, faz o povo mantê-las para o bem das elites religiosas e dos que possam pagar; aos pobres crentes: a ignorância generalizada, o ofertar e o dizimar pela fé. Onde está o amor pelo outro pregado por todas as instituições religiosas? Nesse caso, o amor também se tornou um conceito vazio, preenchido apenas pela retórica.    

Conselho de Jesus
Guardai-vos dos falsos profetas que vem a vós disfarçados de ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Mateus, 7:15 
Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, poucos são os que a encontram. (Mateus, 7:13 e 14)

Portas largas

          Religiões e denominações religiosas que negam O-Todo dos escritos bíblicos como sendo a palavra de Deus revelada aos seres humanos através dos profetas são exemplos de portas largas; O-Todo das arquiteturas conceituais científico-filosóficas que negam a existência literal de Deus através de teorias do conhecimento antropocêntrico também são. Contrapondo-as temos a Bíblia, o testemunho dos profetas, dos patriarcas, discípulos, e Apóstolos de Jesus que deram testemunho da existência literal de Deus. Como também, de maneira excepcional, o cumprir-se das profecias bíblicas comprovam a favor da onisciência divina. Após a consolidação do pecado através de Adão e Eva, as aparições literais de Deus foi vedada porque o pecado separa o pecador da santidade. As não aparições literais de Deus em sua glória e santidade é o espaço para o desenvolvimento da fé, pois, “sem fé é impossível agradar a Deus”, ou seja, alcançar a salvação.

Mas o que é o exercício da fé?

          A fé não é um conceito abstrato e retórico como se entende atualmente, onde, crê-se que professar seguir uma determinada crença através de instituições religiosas com o simples cumprir-se dos rituais litúrgicos em dias específicos seja o real exercício da fé que salva. Pelo contrário, as vezes essa prática do institucionalizar da fé seja o caminho do engano, fazendo as pessoas crerem que na prática dos rituais religiosos institucionalizados sejam suficientes para alcançar a salvação. Mas a Bíblia ensina que a fé redireciona o converso a um novo modo de agir, sendo cristão todos os dias da semana; e esse novo modo de ser é refletido no convívio familiar, no trabalho, na escola e onde eu estiver tenho que estar honrando a Deus no modo de se vestir, falar e negociar. Quando as instituições religiosas avaliam o cristianismo de seus fiéis pelo simples ir às igrejas, cantar, dançar, gritar em nome de Deus e de Cristo, corre-se o risco de estar enganando as pessoas em nome da fé que não salva.
  
O-Todo não se limita entender o que existe de concreto no planeta Terra, mas todas as forças suprassensíveis que envolvem o universo. Você deve estar indagando, como é possível conhecer O-Todo físico-metafísico universal se estamos limitados ao planeta Terra? Então. Meu caro leitor (a), quando se parte da premissa de que não se pode conhecer além do que existe em nosso planeta, isso nos impede de nos tornarmos esclarecidos, deixando a minoridade e ingressando na maioridade. (RIBAS. Filosofia X Bíblia – Um Problema Milenar – O-Todo – Soluções em Perspectiva. p., 238)

Jesus

          Jesus é o filho de Deus encarnado, nasceu de mulher segundo indicavam as profecias para provar a todos os entes inteligentes do universo que era possível a terça parte dos anjos que seguiram Lúcifer na rebelião, e, Eva e Adão terem vencidos as tentações de Satanás. Por isso, em tudo foi tentado, mas não pecou. Provando a todos que era possível aos anjos terem vencidos sendo fieis a Deus não seguindo os ideais de Lúcifer e o casal comido da árvore do conhecimento do bem e do mal. O nascimento, vida e morte de Jesus é a oportunidade para todos que forem fieis a Deus segundo revelam os escritos bíblicos, alcançarem a salvação. Então, não é por acaso os esforços dos oponentes à Bíblia, tentando substituí-la por vãs ciências filosóficas e teologias para desqualificar a divindade de Cristo e a existência de Deus o Pai que incumbira o filho de criar e salvar suas criaturas, morrendo para pagar o preço do resgate exigido por Satanás que os acusaram de ditadores destituídos de amor. Através desse amor literal, incontestável, a salvação está ao alcance de todos através do exercício da Fé na existência de Deus e em seguir fazendo sua vontade expressa na Bíblia, alcançando a salvação disponibilizada a todos que crerem!

Lógica bíblica

          A lógica da religião bíblica é: O cristão deve estudar a Bíblia para moldar sua vontade pessoal à divina; e não às vontades subjetivas e relativas, ou seja, às verdades pessoais e institucionais.     


quinta-feira, 14 de julho de 2016

JESUS EXISTIU?


APESAR DA POPULARIDADE DAS TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO QUE AFIRMAM QUE CRISTO SERIA APENAS UM MITO, INVENTADO PELOS PRIMEIROS CRISTÃOS COMO FORMA DE ESPALHAR SUA RELIGIÃO, QUASE TODOS OS ESPECIALISTAS DEFENDEM SUA EXISTÊNCIA HISTÓRICA.


João e Jesus: batismo do Nazareno pode ser considerado um dos fatos mais seguros sobre a vida dele.


PARA ALGUNS CÉTICOS, O FATO DE QUE JESUS DE NAZARÉ QUASE NÃO CHEGA A SER MENCIONADO EM REGISTROS DE SUA ÉPOCA (QUER DIZER, COM EXCEÇÃO DOS LIVROS BÍBLICOS do Novo Testamento, nos quais ele aparece o tempo todo) lança sérias dúvidas sobre sua existência. Essa falta de documentação histórica confiável, bem como as inconsistências contradições dos evangelhos (as “biografias” de Jesus) e as semelhanças entre a vida de Cristo e as de certas figuras mitológicas, indicariam que o próprio Jesus é um mito. Ele seria, em suma, um personagem ficcional inventado pelos primeiros cristãos. (Revista Abril. BÍBLIA – Os fatos históricos e os Mitos pagãos por trás do Livro Sagrado. P. 58)

          Segundo as informações acima, o fato da existência de Jesus ser confirmado historicamente, não significa que Ele seja o esperado filho de Deus que viera salvar a humanidade morrendo pelos seus pecados como afirmam a Bíblia e os discípulos de Jesus. 
Testemunho de um historiador
Nesse mesmo tempo apareceu JESUS, que era um homem sábio, se todavia devemos considerá-lo simplesmente um homem, tanto suas obras eram admiráveis. Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus, mas mesmo por muitos gentios. Era o CRISTO. Os mais ilustres de nossa nação acusaram-no perante Pilatos e ele fê-lo crucificar. Os que haviam amado durante a vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas o tinham predito e que ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos que vemos ainda hoje, tiraram seu nome. (JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus. Vol. V. p, 275)

          Segundo os relatos do historiador Flávio Josefo (37 – 100 d. C.), o Cristo, além de personagem histórico, era o enviado de Deus: “Eu e o Pai somos um”. Os judeus o mataram porque esperavam um libertador que os libertassem do jugo romano e não do pecado. Havia quatrocentos anos que, entre os judeus, não havia mais profetas. Eles perderam a esperança, consequentemente a fé nas promessas de Deus preferindo fazer alianças com seus inimigos, dando crédito ao ceticismo filosófico platônico e às ideias maniqueístas que afirmavam que o mal não existe além da ausência do bem. Isto é, Deus e Satanás são figuras de linguagem, isentos de realidades literal conforme ensina a Bíblia.

Quem foi Jesus no contexto da criação?
No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens. Estava ele no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, e o mundo não o reconheceu. Veio para o que seu e os seus não o receberam. E o verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de bondade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do pai. João deu testemunho, e chamou, dizendo: Este é aquele de quem eu disse: o que vem depois de mim, passou adiante de mim; porque antes de mim ele já existia. Porque a lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do pai, esse o deu a conhecer. (João, 1: 1-18)

          Muito bem, à luz da história e dos relatos bíblicos existiu um Jesus histórico; o único problema é aceitá-Lo como sendo o filho de Deus que nasceu segundo as profecias para morrer em prol dos pecados da humanidade, dando oportunidade àqueles que queiram, possam alcançar a salvação! O grande problema para a ciência é provar a existência desse Cristo histórico através da arqueologia. Seria muito fácil se Ele não houvesse ressuscitado segundo afirmam as testemunhas oculares de seus dias; e que, após passar quarenta dias entre seus amigos foi elevado ao céu a vista de cento e vinte testemunhas. Como Seu túmulo após o terceiro dia ficara vazio porque ressuscitara, só nos resta, como céticos e crentes do século XXI, aceitar que Jesus é o filho de Deus, aquele que morreu para salvar os pecadores que O aceitar como seu salvador pessoal; e que virá pela segunda vez para resolver de uma vez por todas o problema do mal e do pecado na Terra! Historicamente Jesus existiu, morreu crucificado pelos judeus e romanos, sabem onde o sepultaram; e não encontram seus ossos; então, pelos motivos óbvios, esse Jesus é o CRISTO que os cientistas insistem em negá-Lo como sendo o filho de Deus! 

Como surgiu o imperfeito mal no universo perfeito?

          Antes da origem do mal existia a liberdade, com a concretização do mal surgiu o livre-arbítrio. (Livre-arbítrio é um conceito cunhado por Santo Agostinho). A liberdade só foi possível no mundo perfeito, pois, em ambientes perfeitos não se corre o risco de errar, porque, uma vez que o mal não existia, não se precisava escolher, por isso a liberdade só fora possível antes da rebelião de Lúcifer. Como surgiu o mal? Note bem, Deus se realiza criando. Dentro desse contexto, ao planejar adaptar o planeta Terra à vida, Deus incumbiu seu Filho Jesus de ser o agente criador. Lúcifer (anjo de luz), abaixo de Cristo era o primeiro. Sua função no céu era dirigir a orquestra que louvava a Deus por tê-los criados. Sabendo Lúcifer do plano de Deus, que seu filho seria o agente criador, quis ele, Lúcifer, ser esse agente. Deus mostrou-lhe essa impossibilidade porque ele era um ente criado e, como tal não teria vida em si para ser o agente criador. Não satisfeito, resolveu levantar-se contra Deus falando aos anjos que Deus não era justo para com ele dando privilégios e preferências ao filho Jesus. Deus, agora, reuniu todos os anjos e esclareceu o que estava acontecendo e o que ele pretendia fazer através de seu filho. Deus deu-lhes tempo para eles resolverem de que lado ficariam. Quem optasse em ficar do lado dele, seria aceito sem problema; aqueles que achavam que Lúcifer estivesse certo seria dado tempo e oportunidade para eles desenvolverem seus ideais; mas seriam expulsos do céu para, em algum lugar no universo pôr seus planos em prática. Uma terça parte dos anjos selaram sua sorte com Lúcifer, os outros preferiram ficar ao lado de Deus e Jesus. Assim, lúcifer e seus anjos foram expulsos do céu, aguardando oportunidade para questionar e desfazer a obra de Deus acusando-O de ditador. E agora, continuaria Deus com o projeto de adaptar o planeta Terra à vida ou não? Mas o único meio pela qual o caráter de Deus e de Lúcifer seriam estudados e compreendidos seria através da execução do projeto. Nesse contexto Jesus adaptou a Terra ao desenvolvimento das diversas formas de vida. Após criar toda vida animada e coisas inanimadas, criou o casal Adão e Eva à semelhança divina, com capacidade para falar, pensar e executar o pensado. No meio do jardim Jesus plantou a árvore do conhecimento do bem e do mal, e disse ao casal que dela não deveriam comer, caso comessem morreriam. Deus explicou-lhes o que acontecera no céu, e ele seriam testados se eram fieis a Deus ou cederiam as tentações de Lúcifer (Satanás). Todos nós conhecemos a história e suas consequências. O casal pecou, sendo expulsos do Jardim do Éden. Era o fim da perfeição edênica e início da trama entre o bem e o mal que Satanás promoveria a fim de enganar todos os habitantes da Terra. Essa trama findará por ocasião da segunda volta de Cristo para pôr fim a morte e o pecado.
Os anjos fizeram suas escolhas, e nós, os seres humanos, estamos tendo nossa oportunidade a quase seis mil anos; e continuará até a porta da graça se fechar.

Simples de mais essa história, por ser tão simples, ninguém poderá dizer que não compreendeu, tentando justificar sua condenação no dia do juízo. Pelo contrário, todos irão compreender e ainda louvarão a Deus pelo justo juízo!