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segunda-feira, 11 de julho de 2016

DAVID O ROBIN HOOD ISRAELITA



          Segundo a reportagem da revista Abril, de abril de 2014: ele provavelmente existiu, mas não matou Golias e estava mais para fora da lei do que monarca glorioso, sugere a arqueologia.
Antes de Saul e Davi serem eleitos reis de Israel, a nação em desenvolvimento tinha um sistema de governo teocêntrico, onde, os profetas escolhidos pelo Deus que libertara Israel da escravidão egípcia, governavam a nação que precisava conquistar a região. Nesse novo contexto político onde os homens escolhiam seus líderes, os profetas apenas advertiam o povo e os reis para serem fieis às leis de Deus, mas os futuros reis preferiram fazer alianças que expulsar seus “inimigos irmãos” daquelas terras que, por promessa divina pertenceria aos descendentes fieis de Abraão. Por isso a vontade de Deus nunca se realizou com os israelitas que preferiram imitar os costumes e o sistema de governo descentralizados de Deus, centralizando-o na visão do homem. Fazendo os israelitas peregrinos em suas próprias terras, submetidos constantemente aos sucessivos impérios que se levantavam e os submetiam às suas leis.

Samuel fez então reunir-se o povo em Masfa e assim falou-lhe: Eis o que Deus me encarrega de dizer-vos, de sua parte: Quando gemíeis sob o jugo dos egípcios, eu vos libertei da escravidão; libertei-vos também da tirania dos reis, vossos vizinhos, que vos venceram tantas vezes. Agora, como gratidão pelos meus benefícios, vós não quereis mais ter-me por vosso rei, não quereis mais ser governados por aqueles que sendo infinitamente bom, somente vos pode tornar felizes, sob seu governo; abandonais o vosso Deus, para elevar ao trono um homem que usará do poder, que lhes dareis, para tratar-vos como animais, segundo suas paixões e fantasias. Pois, como podem os homens ter tanto amor pelos homens, como eu, de quem eles são obras? (Josefo, Flávio. História do Hebreus. Vol. II, p, 183 e 184)

Os filisteus vieram atacar os israelitas. Um gigante que havia entre eles, de nome Golias, propõe terminar essa guerra por um combate singular, de um israelita contra ele. Ninguém responde ao desafio, mas Davi aceita-o.

Davi nada respondeu a seu irmão mais velho Eliab por causa do respeito que tinha por ele; mas disse a alguns soldados que não tinha medo de aceitar o desafio daquele gigante. Foram contá-lo a Saul, que o mandou chamar e perguntou-lhe se era verdade que ele assim havia falado. Sim, majestade, respondeu ele, pois eu não tenho medo daquele filisteu, que parece tão temível: se vossa majestade me permite, não somente destruirei sua ousadia, mas ainda o tornarei desprezível quanto agora ele parece terrível e a glória de vossa majestade e o exército terão, será tanto maior por que ele não foi vencido por um homem robusto e experimentado na guerra, mas por um jovem soldado. (Ibid. p, 217)

Desse modo marchou contra Golias que sentiu tanto desprezo por ele, que lhe perguntou, por zombaria, se o tomava por um cão, para vir a ele, armado somente de pedras. Eu vos tomo, respondeu Davi, por menos ainda que um cão. Essas palavras encolerizaram ainda mais o gigante, que jurou por seus deuses que o esquartejaria em mil pedaços e daria sua carne para os animais e os pássaros devorarem. Davi respondeu-lhe: Vós confiais em vosso dardo, em vossa couraça e em vossa espada, e eu confio na força do Deus todo poderoso, que quer se servir de meu braço para vos derribar e para dizimar todo o vosso exército. Cortarei hoje mesmo vossa cabeça e darei o resto de vosso corpo como pasto aos cães, aos quais, a vossa raiva torna semelhante. Então todos saberão que o Deus de Israelitas os protege; que sua providência os governa, que seu socorro os torna invencíveis, que nenhuma força e nenhuma arma poderiam impedir a destruição daqueles que o abandona. O altivo gigante, vendo-o tão jovem, e desarmado, escutou estas palavras com maior desprezo ainda e marchou contra ele, a passo, porque o peso de suas armas não lhe permitia andar mais depressa.
Davi, por quem Deus combatia de maneira invisível, avançou corajosamente contra Golias, tirou uma pedra da sacola, colocou-a na funda e lançou-a com tal rapidez, que tendo atingido o gigante no meio da testa, penetrou-lhe dentro da cabeça e o fez cair morto, com rosto em terra. (Ibid. p, 219, 220 e 222)

Provas arqueológicas da existência de Davi

As pás desenterraram numerosos testemunhos da conquista e edificação do reino sob Davi. O avanço assinalado por vestígios claros, entre outros incêndios aniquiladores da planície de Jezrael. Não muito depois do ano 1000 a. C. Betsan foi arrasada juntamente com seus santuários de culto pagão. Os arqueólogos da universidade de Pensilvânia desenterraram, nesse lugar de lutas implacáveis, templos destruídos, grossas camadas de cinzas sobre muros desmoronados, objetos de culto e vasilhas dos filisteus. A vingança de Davi com um golpe arrasador a cidade em que tivera lugar o fim ignominioso do primeiro rei de Israel, golpe esse de que ela não se recuperou durante longo tempo. Sobre a camada de cinzas não há nada que indique qualquer estabelecimento humano nos séculos seguintes.
Conservaram-se muitas construções dos primeiros tempos do reinado de Davi, sobretudo fortificações em Judá, erigidas como defesa contra os filisteus. Essas construções refletem claramente o modelo da fortaleza de Saul em Gabaa. Soa o mesmo tipo tosco de casamata. Em Jerusalém, residência de Davi nos últimos anos, distinguem-se perfeitamente os alicerces de uma torre e grandes seções de um revestimento de muralha que são indubitavelmente obra de Davi. “E Davi habitou na fortaleza, e chamou-a cidade de Davi; e levantou edifícios em redor...”
A maneira estranha como caiu nas mãos de Davi a bem defendida fortaleza de Jerusalém foi descoberta por acaso no século passado e graças a sagacidade do capitão inglês Warren.
Na encosta oriental de Jerusalém, no vale de Cedron, existe uma fonte chamada “Ain Sitti Maryam”, a “fonte da virgem Maria”. No antigo testamento é chamada “Gion”, “borbotão” e constitui desde tempos imemoriais o principal abastecimento de água dos habitantes. Passando junto aos restos de uma mesquita, o caminho conduz a uma caverna. Trinta degraus que levam ao fundo, onde há uma pequena bacia, que recebe água que brota do interior do monte.
Em 1867 o capitão Warren visitou com um grupo de peregrinos a famosa fonte, na qual, segundo uma lenda, Maria lavou outrora as fraudas do menino Jesus. A visita teve lugar quase ao crepúsculo, mas, a pesar disso, Warren notou um buraco escuro poucos metros acima do lugar onde brotava a fonte. Tornou-se evidente que nunca ninguém o tinha notado antes, pois, quando Warren indagou a respeito, ninguém lhe soube responder.
Curioso, no dia seguinte ele visitou de novo a fonte de Maria munido de uma escada e uma corda. Ele não imaginava que tinha pela frente uma exploração acidentada e bastante perigosa.
Acima da fonte começava um estreito túnel que subia verticalmente. Warren era alpinista e perito em escalar chaminés. Cautelosamente foi subindo pelo poço. Uns 13 metros acima esse terminou de repente. Apalpando na escuridão, encontrou por fim uma passagem estreita e foi avançando por ela de gatinhas. Nessa passagem havia diversos degraus cavados na rocha. Ao fim de bastante tempo notou à sua frente uma luz difusa. Chegou a um poço abobadado contendo apenas bilhas e garrafas de vidro empoeiradas. Por uma fenda Warren içou-se para a liberdade... e encontrou-se na cidade com a fonte de Maria debaixo de si, lá nas profundezas da terra!
Investigações mais minuciosas, levadas a efeito pelo inglês Parker em 1910, por incumbência do Palestine Exploration Fund, revelaram que essa notável passagem datava do segundo milênio a. C. Os habitantes da antiga Jerusalém tinham aberto laboriosamente um túnel na rocha a fim de, quando sitiados, poderem chegar sem perigo à fonte vital.
A curiosidade de Warren revelara a passagem que permitira a Davi surpreender a fortaleza de Jerusalém perto de 3.000 anos atrás. Os informadores de Davi deviam conhecer esse túnel secreto, como se percebe agora por uma indicação da Bíblia, antes incompreensível. Diz Davi: “Quem ferir os Jebusita e chegar à goteira...” (¹) (II Reis 5-8). O que Lutero traduziu por “goteira” é a palavra hebraica “sinor”, que significa cano ou canal.
Com Davi começa no Antigo Testamento a precisa informação histórica. “A tradição de Davi deve ser considerada histórica em sua maior parte”. Escreve o exigente crítico Martin Noth, professor de teologia. A crônica contemporânea se torna mais autêntica passo a passo com a formação gradual duma potência política, que nasceu por obra de Davi, e que é uma coisa nova completamente estranha para Israel. Um aglomerado frouxo de tribos transformara-se em uma nação; uma terra de colonização tornou-se um grande império ocupando territórios da Palestina e da Síria.
Davi criou para esse grande Estado uma administração civil, à frente do qual se encontravam o chanceler e o “sopher”. “Sopher” significa “escriba” (II Reis 8-16,17). Um escriba ocupando o segundo posto na hierarquia do Estado. (Keller, Werner. E a Bíblia tinha Razão.  p. 165 e 166)

A Bíblia foi escrita por quarenta autores num período de 1.600 anos. Obviamente pessoas de diversas culturas e posições sociais colaboraram na composição de seu conteúdo. Mas, por trás desses escritores, estivessem eles conscientes ou não, havia um único objetivo: revelar aos seres humanos a origem de tudo que há, inclusive a do mal; e o meio pelo qual o mal chegará ao fim, estabelecendo novamente a paz universal, a perfeição através da intervenção do próprio criador nos negócios da humanidade. 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

O OBJETO-EM-SI - A COISA-EM-SI - E O-SER-EM-SI - EXISTEM?



        Conhecimento antropocêntrico
  1.           Toda relação do sujeito com o objeto é objetiva. Logo, para conhecer o objeto o sujeito precisa apreendê-lo, caso contrário o conhecimento sobre ele não se processa, aí, tudo que o sujeito disser sobre o objeto não vai além de falácias. Isso falando de objetos concretos, seja um lápis, um motor de explosão, um computador ou uma nave espacial. Agora imagine a complexidade que enfrentamos para apreender um livro onde, muitas vezes, o autor quer enganar em nome do conhecimento, das tradições culturais, de teologias e filosofias? Mas o problema maior para encontrar a verdade e revela-la a outros é a opção do povo pela ignorância, achando que apenas acreditando fará dele um defensor ou opositor em condições de defendê-la ou negá-la porque acreditou despreocupado em entender o processo. Mas isso não significa que os analfabetos não têm condições de encontrá-la pois, independentemente do conhecimento formal somos inteligentes e a inteligência ativa supera o analfabetismo e certos conhecimentos específicos, tanto é que já houve muitos analfabetos donos de empresas e fazendas, pessoas capazes de gerenciar seus bens com sucesso. Quanto a salvação oferecida por Deus segundo os relatos bíblicos, os analfabetos não estarão perdidos por apenas acreditar; pois, o Deus onisciente julga segundo a honestidade e oportunidades que teve o indivíduo. Pelo exposto entende-se que a verdade absoluta existe, mas encontra-la fora dos escritos bíblicos é impossível porque o conhecimento humano se movimenta através de lacunas deixadas por aqueles que buscam defini-la. Quando outros preenchem essas lacunas outras surgem e esse processo se estende por tempos indefinidos. Logo, a verdade absoluta sobre as origens das diversas formas de vida, do céu astral, do bem e do mal e do plano de volta a perfeição edênica existe, mas jamais será encontrada nas literaturas e culturas antropocêntricas.  .      
Qual a diferença entre a coisa-em-si e o Ser em si?
          A existência da coisa-em-si ou objeto, é contingente. Isto é, existe; mas poderia não existir, isso se dá porque, segundo Aristóteles, seu existir depende de um artista eficiente que dê forma à matéria informe. Já, o ser em si não depende de um artista manipulador; segundo Parmênides, Ele é. Isto é, sua existência não depende de nada, é auto existente.
Então, quando Kant diz que da coisa-em-si nada podemos saber ou conhecer, a que ele está se referindo, à coisa-em-si como objeto ou ao Ser em si que existe independentemente de um artista eficiente? À coisa-em-si não pode ser porque ela depende de um artista eficiente que a faça e, se é feito por alguém, qualquer um que queira pode apreendê-lo, conhecendo tudo sobre ela e sua utilidade.
          Segundo Kant, da coisa-em-si ou o objeto, a priori, isto é, através da razão pura nada aprendemos porque é impossível, apenas pelos sentidos, sem o processo da experiência prática, apreendê-los, para, a posteriori (após a experiência), conhecer sua matéria e utilidade. Kant não estava discutido apenas sobre as experiências sensíveis, da capacidade humana de apreender a coisa-em-si através dos sentidos, observando-as à distância, sem manipula-las. Sua teoria do conhecimento abrira novas perspectivas à capacidade humana de igualar-se às ciências exatas, manipulando cientificamente as diversas formas de vida e o universo astral, para, fundamentado nas mesmas bases das ciências exatas, através do empirismo científico, conhecer as origens da vida e da ordem universal (o cosmos) independentemente de um Deus que revela as origens de tudo através dos escritos bíblicos.
A ciência moderna, através das teorias do conhecimento, prosseguira com os mesmos objetivos da filosofia antiga, tirar Deus do centro do conhecimento segundo a Idade Média recolocara. Kant não fala do Ser em si quando refere-se a Deus, mas à coisa-em-si. Logo, quando Kant refere-se à coisa-em-si ele refere-se a Deus como o criador de tudo que há, afirmando que Deus não pode ser aprendido pelos sentidos para, a posteriori, deduzirmos alguma coisa, pois Deus está além da física, é metafísico. Kant põem os cientistas no limite do universo astral e o habitat do Ser em si (coisa-em-si), onde, através de objetos cientificamente construídos, apreende o que pode ser apreendido do universo, conhecendo-os. Mas O Ser Em Si está além da capacidade do homem para apreendê-Lo pelos métodos científicos. O ser em si para Kant não existe além de um conceito para fechar a lógica do criacionismo bíblico.
          Não há nada no planeta Terra e no céu astral que seja algo-em-si. Pois, o que existe em si não pode ser manipulado para ser modificado para conhecer segundo as ciências humanas. É dessa complexidade que surgem as simples e embaraçosas questões filosóficas: O que surgiu primeiro, o ovo ou a galinha? As sementes ou os vegetais? Como a filosofia não tem resposta objetivas sobre as origens da vida e do universo e, uma vez que tudo que há pode ser manipulado e modificado, entende-se que o originador da vida animada e coisas inanimadas está além do planeta Terra e do céu astral. Assim sendo e logicamente pensando, o Ser Em Si existe, é eterno e tem todo poder em Si. Segundo o filósofo Pré-Socrático Parmênides, Ele É; porém, não pode ser apreendido pelas técnicas para ser analisado empiricamente. Por isso a bíblia é o livro a ser desconstruído pelos filósofos e cientistas, pois, desconstruindo-a, desconstrói-se a existência de Deus e, consequentemente a fé em Deus. Por isso as religiões e suas denominações religiosas existem apenas como instituições exploradoras da fé dos que não conhecem. Como afirma Nietzsche, são instituições niilistas, que creem no nada como sendo Deus. Percebes como Satanás é astuto, sabe enganar em nome do conhecimento de tal modo que engana pretensos sábios, religiosos e a grande massa que não quer conhecer para conscientemente crer? 

Conheça as principais teorias do conhecimento filosófico de todos os tempos que buscam eliminar Deus de nossa mente, a bíblia como sendo Sua palavra revelada à humanidade e originador das diversas formas de vida e do cosmos lendo o livro FILOSOFIA X BÍBLIA.

          O livro tem 336 páginas e custa R$: 90,00 incluindo frete para o correio entregar na residência dos que moram no Brasil. Residentes em outros países a taxa de entrega é outra a ser calculada pelo correio. O pagamento deve ser feito através de depósito bancário ou transferência para Isaías Correia Ribas - Banco Bradesco - agência 0277-1; C/C 003985-3 - CPF: 034014108-57. Feito isso, mande-me seus dados para enviar-lhe o livro através do Email: isaiasribas_filosofia@hotmail.com ou através do facebook. Mas, caso queira dividir em até 12 vezes, está a venda no site da OLX.

sábado, 11 de junho de 2016

SÁBADO X DOMINGO X SEXTA-FEIRA



          Os judeus e algumas instituições religiosas guardam o sábado. No Cristianismo: católicos, a maioria dos protestantes e espiritualistas em geral guardam o domingo. E os Islamitas guardam a sexta feira. Essas três religiões, Judaísmo, Cristianismo e Islamismos descendem do hebreu Abraão; assim sendo, qual das três seguem na íntegra as instruções bíblicas?         
Todas as religiões e pessoas que guardam o domingo e sexta-feira são politeístas, isto é, creem em muitos deuses ou divindades, onde, conscientemente ou não, através da guarda do domingo e da sexta-feira negam o monoteísmo bíblico. Assim sendo, cristãos católicos, protestantes, espíritas, islâmicos e outros seguimentos negam a existência de um Deus criador e mantenedor de tudo que há segundo explícito na bíblia.
          Os judeus e as instituições religiosas guardadoras e defensores do sábado bíblico como dia santo, continuam defendendo o monoteísmo bíblico e a trindade-uma (Deus pai, Filho e Espírito Santo) como criador de tudo que há; mas já estão sendo influenciados pelos ideais filosófico-politeístas?
          Quando o filósofo Nietzsche diz que todas as religiões são niilistas, isto é, creem no nada e os têm como Deus e deuses, está denunciando o poder das religiões de enganar em nome de Deus e dos deuses, pois, para Nietzsche, ser cristão, é ser com Ele, Cristo foi.
      O livro informa, além da biografia do autor: as grandes intrigas religiosas entre os personagens bíblicos; as estratégias dos filósofos para anular Deus do consciente humano nas épocas Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea; e as teorias do conhecimento dos grandes filósofos que, em nome do saber científico-filosófico, esforçam para provar que o Deus bíblico não existe.
          Como filósofo conhecedor da bíblia, defendo o pensamento bíblico em detrimento de todas as teorias do conhecimento antropocêntrico fundamentado nas próprias estratégias filosóficas. Logo, não é um livro de opiniões soltas, mas um trabalho acadêmico fundamentado nos eventos históricos e no discurso filosófico; mostrando como as religiões caíram nas estratégias das argumentações filosóficas, fazendo que elas elegessem dias santos contrários ao dia elegido pelo Deus do hebreu Abraão.
          Sou filósofo da linha da desconstrução; nesse caso, mostro como detectar e destruir os argumentos filosóficos que buscam destruir a existência de Deus e a fé dos religiosos nos escritos bíblicos. Além dessa trama que abrange todos os habitantes da Terra, analiso como os políticos brasileiros e de outras nações do terceiro mundo mantêm a grande massa trabalhadora na ignorância generalizada através da educação formal.
          Como filósofo não defendo nenhuma doutrina religiosa, é apenas um debate que contribuirá aos religiosos, ateus, deístas e outros a defenderem seus pontos de vistas segundo o que está escrito na bíblia e nas diversas teorias do conhecimento filosófico, livrando muitos de ser um mero crente em Deus ou no ateísmo.  




segunda-feira, 6 de junho de 2016

O-TODO


Para concretizar meu objetivo criei um conceito para intervir no mundo do conhecimento. Pois, no meio filosófico, aqueles (as) que se intitulam filósofos (as) têm que mostrar essa habilidade para compor sua filosofia, meio pelo qual participará do movimento epistemológico confirmando, criticando, negando e, se possível, redirecionando o eixo dos conhecimentos até então estabelecidos. Sem nenhuma presunção, mas por necessidade acadêmica me aventurei nesse projeto. O-Todo é o conceito que irá direcionar as temáticas deste livro.

Qualquer pessoa que queira conduzir o outro à maioridade moral, intelectual e espiritual a que ter entendimento Do-Todo; caso não valorize O-Todo, é apenas mais um defensor e mestre em conduzir o outro à minoridade filosófica, política, religiosa, profissional e epistemológica segundo ele foi conduzido ou se autodeterminou. Pois, o fato de ser mestre e doutor em conhecimentos específicos não são garantias de ter o conhecimento Do-Todo físico-metafísico. Os que pensam o contrário fazem da parte, O-Todo; caindo em um tipo de dogmatismo, parece-me ter sido esse o equívoco religioso-filosófico-e-científico de todos os tempos.

 O livro informa, além da biografia do autor: as grandes intrigas religiosas entre os personagens bíblicos; as estratégias dos filósofos para anular Deus do consciente humano nas épocas Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea; e as teorias do conhecimento dos grandes filósofos que, em nome do saber filosófico, esforçaram-se para provar que o Deus bíblico não existe.
Como filósofo conhecedor da bíblia, defendo o pensamento bíblico em detrimento de todas as teorias do conhecimento filosófico fundamentado nas próprias estratégias filosóficas. Logo, não é um livro de opiniões soltas, mas um trabalho acadêmico fundamentado nos eventos históricos e na própria filosofia.
  

sábado, 21 de maio de 2016

JESUS VIRÁ OUTRA VEZ! FATO OU BOATO?


Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vos teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. São João 14:1-3

          Há dois tipos de fé, a cega e a racional. A primeira geralmente é movida pelo medo, incertezas e dúvidas. A segunda move-se pela razão; para essas pessoas a conversão acontece após a compreensão do plano de salvação descrito na bíblia; os sentimentos de medo, tristeza, alegria, amizades e outros, pouco ou nada influenciam na decisão te agir pela fé segundo os escritos bíblicos, pois, os sentimentos verdadeiros, destemidos, nascem da certeza, não da dúvida e do medo. Pessoas de fé racional sabem para onde vão e o que é preciso fazer e ser para abreviar sua ida à presença daquele que o chamou das trevas para a luz! Por isso, sem fé é impossível agradar a Deus, ou seja, ser salvo. E não nos esqueçamos, a graça não supera a compreensão e a conversão para a salvação, ela completa o que são impossíveis à compreensão e à razão, salvar.          
          Jesus nasceu no planeta Terra segundo profetizara os profetas do Velho Testamento. Quanto a esse fato ninguém duvida porque Jesus é o mais notável personagem que dividiu a história em antes e depois dele morrendo crucificado; mas, ressuscitou e voltou para o céu. O que as pessoas questionam é se esse Jesus é o filho de Deus que criara tudo que há no planeta Terra segundo os relatos bíblicos. Mas que Adão e Eva duvidaram dos conselhos do Criador, ouvindo o falacioso discurso de Lúcifer que os fizeram caírem em pecado. Nessa, Satanás usurpou o planeta das mãos de Deus escravizando a raça humana através do pecado, que passara necessitar de um libertador que os resgatassem da escravidão. No passado Lúcifer já havia se rebelado no céu enganando anjos, levando-os a duvidarem do caráter e amor de Deus que planejava adaptar o planeta Terra às várias formas de vida; e, que Lúcifer pretendera ser o agente Criador. Como Deus mostro-lhe a impossibilidade de entes criados ser o Criador, Lúcifer rebelou-se fazendo que a terça parte dos anjos o seguissem na rebelião. Após Deus mostrar-lhes seus erros, deu-lhes tempo determinado para, caso quisessem, voltar atrás; como preferiram continuar na rebelião, Deus deu-lhes tempo para desenvolverem seus planos de melhorar o que Deus criara até então. Dentro desse contexto Lúcifer e os seus foram expulsos do céu, para, em algum lugar do universo desenvolver seus planos em oposição aos de Deus. Após essa intriga no Céu, Jesus adaptou o planeta Terra às diversas formas de vida, alertando o casal sobre o que ocorrera no céu e que Lúcifer (Satanás), iria tentar engana-los como fizera com os anjos.
          Conhecemos a história da criação e do pecado ocorridos no Éden segundo os registros bíblicos; como também, a promessa de que Jesus, como criador, pagaria o preço; mostrando para todo universo inteligente que era possível Adão e Eva, como seres santos, ter vencido as tentações de Satanás. Por isso Jesus nasceu milagrosamente de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo (Deus), para nascer sem conhecer o pecado, para, semelhantes a Adão e Eva, passar por todas as tentações e não pegar, mostrando que o pecado é consumado quando as criaturas divinas deixam de dar crédito à palavra do criador. O povo Hebreu-Israel-e-Judeus foram os responsáveis por manter vívida essa esperança na mente da humanidade; mas os filósofos cegaram os judeus levando-os a negarem o nascido da parte de Deus, matando-O crucificado. Através dessa morte instigada pelos agentes de Satanás, Jesus pagou o preço exigido pela transgressão da lei de Deus para resgatar-nos da escravidão ao permitir morrer crucificado para resgatar o planeta do controle de Satanás, onde, todos que aceitaram e aceitam a jesus como o seu libertador serão salvos por ocasião de Sua segunda vinda. Logo, Jesus é o meio pelo qual a liberdade e a perfeição voltarão a ser realidades no planeta Terra e no universo a começar logo após Sua volta!    
          É esse Jesus que nasceu a dois mil anos atrás que prometeu voltar para encerrar o drama do pecado no universo, resgatando definitivamente o planeta do controle de satanás, reiniciando a perfeição existente anterior as rebeliões de Lúcifer e seus anjos segundo os escritos bíblicos. O mesmo tempo de graça que os seres humanos estão tendo hoje na Terra, tiveram os anjos no céu, mas eles preferiram continuar com a rebelião que se arrepender. Agora é nossa vez, e, todos os que aceitarem a Jesus como seu Salvador pessoal e fizer o que ele manda segundo o que está escrito na bíblia, serão salvos! Os contrários, juntamente com Satanás e seus anjos, serão destruídos. Após essa experiência da rebelião de Lúcifer, nunca mais haverá outra! Os salvos estarão para sempre livres do pecado, de Satanás e da morte! Logo, esse mesmo Jesus que nascera e fora morto, virá outra vez para pôr fim à história do pecado!

FILOSOFIA X BÍBLIA
UM PROBLEMA MILENAR




O-TODO
SOLUÇÕES EM PERSPECTIVA

Neste livro mostro em detalhes como as ideologias satânicas, por meio de filosofias, conseguiu, em diferentes épocas, enganar os seres humanos ofuscando o plano de salvação dado à humanidade através de Jesus Cristo.


Filósofo Isaías Correia Ribas   

quarta-feira, 11 de maio de 2016

FILOSOFIA DA MENTE



          O problema da verdade

         A verdade universal sobre as origens da vida e do universo (absoluta) existe; como a verdade dos fatos (que acontece na história); a subjetiva (do sujeito); a relativa (verdade para alguns) e as religiosas-teológicas (babilônia das crenças). Na busca por encontrar e definir a verdade absoluta, criamos as verdades particulares para satisfazer a vontade humana que não quer reconhecer a verdade universal e absoluta explícita na bíblia. 

          O ser humano é um composto físico metafísico. Isto significa que, além da matéria há algo além da física que conecta o físico ao metafísico, fazendo do ser humano um ente pensante. O cérebro é o órgão que recebe tudo que nos atinge através dos sentidos. Dessa complexidade surge a razão ou raciocínio que interpreta e programa, segundo a vontade e gostos do indivíduo, o que adaptar-se às suas estruturas físicas e psíquicas satisfazendo-o. Aí, nessa busca por satisfações e ideais próprios, cada um de nós achamos estar com a verdade. (verdade subjetiva)
Verdade e mentira
          O que é a verdade? O que é mentira? De uma coisa todos nós temos certeza, ambas existem e atingem o cérebro através dos sentidos, onde, a razão avalia o que deve ser adaptado ao jeito de ser de cada um. Embora todos nós dizemos detestar a mentira ou falsidade, algumas vezes nos esforçamos para justifica-las como sendo a verdade, principalmente quando algo é de nosso interesse pessoal. Assim sendo, podemos ser vítimas de nossa própria razão. Os habitantes do planeta Terra surgiram em um contexto de vida onde não existia a liberdade, mas dever de escolher entre a mentira e a verdade, o certo e o errado através do livre-arbítrio. Nesses seis mil anos de nossa história, ambas, a verdade e a mentira desenvolveram-se através de diversas literaturas filosóficas, científicas e religiosas. Logo, as produções literárias teocêntricas e antropocêntricas estão recheadas de mentiras e verdades; no entanto, é dessa malha que temos que encontrar a verdade. Assim sendo, quem não lê como um investigador dificilmente encontrará a verdade, pois, aqueles que dizem tê-la, na maioria das vezes querem enganar em nome da verdade. Logo, apenas acreditar não é suficiente para adaptar a verdade ao modo de agir.

          Há algo que não existe no universo que seja motivo de suas preocupações? Não? Então, o Deus bíblico é passível de ser comprovado logicamente, filosoficamente e cientificamente.

FILOSOFIA X BÍBLIA
UM PROBLEMA MILENAR


         Neste livro mostrarei que os filósofos de todas as épocas estão errados quando negam a existência do Deus bíblico como criador e mantenedor de tudo que há.

sábado, 23 de abril de 2016

NIETZSCHE - A RAZÃO E O CORPO


         Para Nietzsche a grande razão é o corpo, isto significa que as pessoas do mundo contemporâneo dão vazão às suas vontades através do corpo em detrimento do intelecto que deve avaliar a postura correta. Mostrar-se através da aparência, para a sociedade atual, é o meio de dizer o que pensa sobre si mesmo, os valores morais, políticos e religiosos. Por isso, segundo Nietzsche, a grande razão é o corpo que expressa a vontade individual na exposição de todas as pulsões sensuais contra a moral judaico-cristã (bíblica). 
          Analise as gerações desses últimos quarenta anos independentemente de suas crenças; a maioria dos homens pautam-se pelas exposições de suas aparências; o importante é mostrar-se através do não fazer a barba, cabelos desarrumados, calçados com sapatos e trajes envelhecidos tentando parecer um revolucionário político ou religioso islamita que querem de alguma forma questionar tudo e, se possível, todos. Quanto as mulheres, a valorização pessoal e sua exposição vai ao extremo quando o negócio é mostrar-se através da valorização da sensualidade corporal. Independentemente de como está vestida, se de vestido feminino ou calças cumpridas, o importante é valorizar as curvas do corpo, ousadia na maquiagem, tatuagens e usos de joias. Nesse contexto, para ambos, homens e mulheres, o saber pouco importa, acreditam que a ousadia de se mostrar supera o conhecimento na arte de conquistar o outro a favor de suas posições políticas, acadêmicas e religiosas.   
Para a sociedade em geral, imitar ícones revolucionários do passado e atuais isso é considerado normal, uma aventura para preencher suas ilusões e frustrações por não conseguir ser o que o outro foi ou é. Por outro lado, quando religiosos seguem essas mesmas práticas para dizerem-se ousados na arte de representar Cristo, apresenta falta de conhecimento sobre os meios disponibilizado por Deus para terminar a pregação do evangelho, pois, os cristãos não podem alinhar-se às práticas e costumes mundanos como meios para terminar a obra que Deus lhes confiou. Não vou detalhar o que os cristãos fazem em nome de Deus com a desculpa de que está, através da exposição corporal, buscando ganhar o outro para o evangelho, pois, entendo que são pessoas inteligentes para perceber que estamos todos, mesmo sem conhecer a filosofia de Nietzsche, seguindo suas conclusões filosóficas que, cristianismo é platonismo, um meio falso de dizer-se cristão agindo diferente de Cristo.
          Os filósofos, desde os Pré-socráticos, através do conhecimento antropocêntrico acadêmico e do politeísmo religioso, tiveram, como objetivo primeiro, eliminar a certeza da existência de Deus do consciente humano. Eles conseguiram fazendo que os Judeus crucificassem Cristo; que o cristianismo medieval fosse politeísta; que os protestantes modernos continuassem na mesma lógica do medievalismo ignorando as leis de Deus e, por último, que os Adventistas do Sétimo Dia abandonassem a modéstia cristã aderindo-se às práticas dos não cristãos como meios de pregar o santo evangelho, achando que a exposição do corpo através das modas seculares são meios de testemunhar de Cristo.
          Segundo o cumprimento das profecias bíblicas vivemos nos últimos instantes da história do pecado. Percebemos isso através da interpretação de duas passagens apocalípticas:

Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher (igreja) está assentada; são também sete reis (impérios mundiais), cinco já caíram; (Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia e Grécia), um existe (Império romano dos dias de João), e outro ainda não é vindo; (Roma papal); e quando vier, deve permanecer pouco tempo (mil anos da Idade Média). A besta que era e já não é (Roma papal) é também o oitavo rei (Vaticano como a besta e os Estados Unidos da América do Norte como sua imagem), e é dos sete, e vai-se para a perdição. Apocalipse, 17: 9-11

E da boca do Dragão (Satanás), e da boca da besta (Vaticano), e da boca do falso profeta (religiosos antagônicos ao todo bíblico), vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo mundo (movimento religioso-político-ecumênico), para os congregarem para a batalha do grande dia do Deus todo poderoso. Apocalipse 16: 13-14

FILOSOFIA X BÍBLIA
Neste livro que lançarei em maio de 2016 devido um pequeno atraso na revisão, através de 334 páginas, mostrarei através de uma linguagem simples, como os filósofos, através do conhecimento acadêmico e do politeísmo religioso, enganaram as sociedades político-religiosa de todas as épocas; pois, os filósofos, através de suas arquiteturas conceituas, são peritos em conduzir a humanidade à acreditar que Deus não existe, mas provarei através da própria filosofia que eles estão redondamente engnados.
   

Filósofo Isaías Correia Ribas