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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

FORÇAS MÍSTICAS QUEREM APODERAR-SE DO ESTADO



          Desde a antiguidade as religiões e a mitologia sempre procuraram se aproximar da política para, através dela usar o Estado como meio de impor seus dogmas e mitos; Sempre que pensamos nos continentes nos lembramos da religião predominante para certificar-nos se a identificação está correta; constantemente esses líderes alinharam sua pessoa ao Estado, sendo este, o meio de imortalizar e/ou “reviver” o religioso, e consequentemente fazer que as futuras gerações sejam seguidoras da religião estatal. Dessa prática surgem os fundamentalistas que matam e se mata em nome dessa crença, com a perspectiva de vida além da morte. Todas apresentam meios para o transcendental, estão em busca de uma saída para essa lógica antagônica de geração e corrupção (nascimento e morte).
          O apocalipse bíblico relata que bem próximo do ato final de Deus com relação ao pecado e a salvação, forças místicas irão à busca dos reis da Terra para lutar contra as calamidades (pragas), que estarão caindo sobre a humanidade em diferentes lugares. “E da boca do Dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregarem para a batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso”. (Apocalipse 16: 13 e 14).
         As sete pragas apocalípticas ocorrerão bem próximo da segunda volta de Cristo. As dez pragas egípcias foram os meios de Deus para dar a última oportunidade a faraó para reconhecê-Lo como o Senhor do Universo. Aquelas calamidades causou o livramento do povo de Israel do cativeiro egípcio, onde, por quatrocentos anos Israel servira aquele povo. A intervenção futura de Deus nos negócios da humanidade terá a finalidade de libertar os seus fieis da escravidão do pecado. Satanás não quer perder seu “domínio terrestre”. Então, ele fará todo o possível para que isso não aconteça, levando aos reis da terra, através dos líderes religiosos, o último apelo para que os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus sejam destruídos, pois são eles os causadores da ira de Deus e consequentemente a causa das pragas estarem assolando a humanidade.
          A profetisa Ellen G. White (1827-1915), diz o seguinte sobre esse evento: “Vi então que as sétimas últimas pragas deviam logo ser derramadas sobre os que não tinham nenhum refúgio, embora o mundo a elas se referissem como não sendo mais que muitas gotas de chuva que estivessem para cair. Foi-me então permitido suportar a terrível visão das sete últimas pragas, a ira de Deus. Vi que Seu furor era terrível, e que se Ele estendesse a Sua mão, ou a levantasse em ira, os habitantes da Terra seriam como se nunca tivesse sido, ou sofreriam de incuráveis feridas e devastadoras pragas que sobre eles viriam, e não encontrariam livramento, mas seriam por elas destruídos. Fiquei tomada de terror, e caí sobre o meu rosto perante o anjo, e supliquei-lhe fosse a visão removida. Então compreendi, como nunca dantes, a importância de examinar cuidadosamente a palavra de Deus, para saber como escapar às pragas que a palavra declara hão de vir sobre todo ímpio, que adora a besta e a sua imagem, e recebe o sinal na sua testa ou em suas mãos”.  “Estas pragas não são universais, ao contrário os habitantes seriam inteiramente exterminados. Contudo, serão os mais terríveis flagelos que já foram conhecidos por mortais. Todos os juízos sobre os homens, antes do final do tempo da graça, foram misturados com misericórdia. O sangue propiciatório de Cristo tem livrado o pecador de receber na medida completa de sua culpa; mas no juízo final a ira é derramada sem mistura de misericórdia”. (PRINCÍPIOS DE VIDA. Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. CASA PUBLICADORA BRASILEIRA, TATUÍ, SÃO PAULO. PÁG. 317. 1988)
          No Brasil já é possível perceber, por meio dos movimentos místicos, que eles querem o poder político para impor suas prerrogativas “teológicas”, místicas, sobre o restante da população. Mas, segundo as profecias bíblicas, um poder superior aos dos homens e contrário ao de Deus, logo, satânico, é quem arregimenta esses seguimentos religiosos para que no dia “D”, eles possam, junto com o restante dos líderes mundiais, fazer essa obra funesta. A bíblia declara que esses religiosos não guardam os mandamentos de Deus, embora, parte deles, verbalmente O reconhece como o Soberano do Universo. Então, a conclusão é simples e fácil: Os perseguidores são os transgressores da lei de Deus e os perseguidos são os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus (Espírito de Profecia). “Então me lancei aos seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”. (Apocalipse, 19: 10) Esses seguimentos são compostos pelos líderes do catolicismo, do protestantismo, principalmente os Neopentecostais e espiritualistas em geral que buscam a maçonaria para apoderarem-se do poder, seja ele eclesiástico ou político. A Maçonaria é uma entidade mítica-mística-filosófica, eclética; isto é, aceita adeptos de qualquer religião para ser iniciado em seu ocultismo, uma vez iniciado, faz parte de sua irmandade mundial, que sempre influenciou e influencia junto ao catolicismo e o protestantismo na política Ocidental e mundial. Essa tríade, atualmente está se organizando para dominar todo o poder do Estado em benefício de suas intenções políticos-religiosas particulares. Os intelectuais católicos e a sua hierarquia eclesiástica circulam entre os três poderes democráticos, procurando influenciar nas decisões como um todo; Os intelectuais maçons buscam a superestrutura, principalmente as universidades públicas para, através do conhecimento, influenciar na eleição e manutenção do poder político, para que este fique em suas mãos; os outros maçons procura dominar outros poderes de segundo escalão, o comércio e a indústria, tendo assim, o domínio sobre o capital e os trabalhadores; os protestantes (Neopentecostais) quer ser político eleito, pois com o poder nas mãos, mais influencia terá para executar essa estranha obra. Se há essa consciência maligna nesses líderes, não sei, só sei que a bíblia diz que Satanás usará esses poderes para ir contra o próprio Deus e seus seguidores, adoradores. A atual ideologia para a alienação da sociedade é desenvolvida e está aplicada na educação pública nos ensinos básico e médio sob o paradígma:"PROGRESSÃO CONTINUADA". Com esta alienação beneficiam-se políticos e religiosos que precisam dessa massa para se sustentarem no poder político-religioso. Será que Deus, o criador, é para os religiosos, apenas um conceito, como é para os filósofos? Se a fé em Deus não nos leva a agir para o bem de todos, de que adianta os rituais evangélicos, sagrados, se não zelamos pelo desenvolvimento de todos? está na hora de refletirmos sobre a verdadeira fé.

 Filósofo e professor Isaías Correia Ribas.

sábado, 20 de outubro de 2012

FOMOS CRIADOS À IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS


          O fundamental para entendermos essa afirmação bíblica é compreendermos os dois conceitos: *IMAGEM E SEMELHANÇA.
IMAGEM: Para alguns filósofos a imagem mental não representa o real. “A ideia é uma imagem mental do objeto externo, isto é, um retrato ou figuração desde que aparece em nossa mente”. E a discussão acaba quando se pede a definição real de virtude, já que temos a imagem de uma pessoa virtuosa em nossa mente. “Para os psicólogos o termo “imagem” designa toda representação sensível (auditiva, tátil ...). Assim, podemos ter a imagem de uma melodia em nossa cabeça, ou imagem de nosso corpo. Essa imagem (objeto do espírito), se distingue desse outro objeto do espírito que é a ideia, na medida em que possui um ponto de partida uma percepção sensorial. A faculdade de produzir imagens mentais constitui a *imaginação. Até aqui, baseando-se em imagens mentais, não é possível aplicá-la para defendermos o relato bíblico de que fomos criados à imagem de Deus.
          A arte que trabalha com as cópias (mimética), pode nos ajudar nessa definição, pois um bom artista mimético define-se pela sua capacidade de representar a realidade a partir da imitação daquilo que já existe na natureza. Deus, o artífice por excelência, decidiu povoar o planeta Terra com entes criados a partir de sua própria forma, por isso criou-nos à sua imagem, cópia. Mas que prova há de que somos cópias da forma divina? A encarnação de Cristo, o Deus tornando-se homem e vindo habitar entre nós. “Quem vê a mim vê o Pai”; “Eu e o pai somos um”. Então, o Cristo histórico que morreu na cruz é a prova racional de que somos a imagem (cópia) fiel de Deus.
          O filósofo Friedrich W. Nietzsche (1844-1900), Ateu, defensor de que somos produtos da natureza, sendo esta autogerada e geradora de tudo sem finalidade alguma, diz assim sobre o Cristo: “Somente a prática cristã, uma vida como a dele, que morreu na cruz, é cristã... Ainda uma vida assim é possível, para alguns homens até necessária: o cristianismo verdadeiro, o original, será possível em todas as épocas... Não uma fé, mas um agir, sobretudo não-fazer-muitas-coisas, ser de outra forma [...] Reduzir o ser cristão à cristandade, ao ter-por-verdadeiro, a uma fenomenologia da consciência significa negar o cristianismo”. (No contexto nietzschiano ele está condenando o cristianismo platônico).
O Cristo que morreu na cruz ressuscitou dentre os mortos e após quarenta dias subiu ao céu é, para os que têm fé, o Deus encarnado que veio revelar o pai e demonstrar Seu amor aos pecadores. Para outros Ele foi apenas um revolucionário e para a maioria, um homem fora do comum. Independente de nossas conclusões particulares Ele existiu e está confirmado na história, inclusive pelos racionalistas filosóficos.
SEMELHANÇA: este segundo conceito vai completar a semelhança (outros atributos divinos) à imagem, cópia do Criador, o homem. Somos semelhantes a Ele porque pensamos, raciocinamos, projetamos e executamos o projetado. Temos o *logos (palavra), a capacidade de falar, explicar e criar raciocínios, de dominar sobre todas as outras criaturas irracionais e às outras formas de vida, dominamos porque Deus nos criou semelhantes a Ele, e para isso Ele nos deu inteligência!
Mas alguém questionou: Se somos criados à imagem e semelhança de Deus, como aceitar essa argumentação se Deus é espiritual e nós somos carnais, não deveria ser o homem também um ente espiritual, vestido de luz? Sim, e foi assim mesmo que aconteceu, o casal estava vestido de luz, falavam pessoalmente com o Criador! O pecado levou-os, de imediato, a perderem essa característica divina, percebendo prontamente que estavam nus, Deus, que os visitava diariamente percebeu que o casal se escondia Dele, foi quando vestiu-os com falhas de palmeiras e até hoje, para cobrir nossa nudez fazemos nossas roupas, suamos para ganhar nosso alimento diário e as mulheres passaram a ter dores de parto...
         Contrariando a argumentação de que a humanidade está melhorando com o passar do tempo diz Nietzsche: “A humanidade não representa uma evolução para melhor, para o mais forte ou o mais elevado, da forma como costuma-se acreditar atualmente. O “progresso” é apenas uma ideia Moderna, isto é uma ideia falsa. O europeu de hoje permanece em seu valor abaixo do europeu da Renascença. O desenvolvimento progressivo não constitui simplesmente, de forma necessária, elevação, crescimento, fortalecimento. Num outro sentido, nos mais diversos cantos da terra e vindo das mais diversas culturas, existe um êxito constante de casos isolados, em que se manifesta, de fato, um tipo superior: algo que em comparação com toda a humanidade é uma espécie de super-homem. Tais ocorrências ocasionais de grande êxito têm sido sempre possíveis e, talvez, sempre continuem possíveis. E mesmo gerações inteiras, tribos, povos podem sob certas circunstâncias representar um desses acertos afortunados”.
          Deus é o autor da fé e da razão, logo, fé e razão completam-se, explicam, se harmonizam. Sábio é quem busca o conhecimento para prestar a Deus um “culto racional”. A história do pecado é apenas um parêntese na eternidade. A restauração da imagem e semelhança edênica dar-se-á por ocasião da 2ª volta de Cristo ao planeta Terra!
 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: NIETZSCHE, O Anticristo, Maldição do Cristianismo. 1905-1906. CLÁSSICOS ECONÔMICOS NEWTON.

Filósofo e professor Isaías Correia Ribas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

“A BÍBLIA ‘É’ (...)”


          A bíblia subsiste ao tempo, às culturas e às críticas dos racionalistas que a rejeitam como sendo a palavra dada, revelada por Deus, por meio dos profetas à humanidade. Independentemente dos calendários existentes; é possível, pela análise bíblica, harmonizar a história e às ciências aos relatos desse rejeitado e questionado livro, rejeitado como revelação divina, única saída racional, mediada pela fé, para a humanidade.
          Por meio da genealogia bíblica, chega-se às datas aproximadas dos grandes eventos históricos!
GENEALOGIA
Adão viveu 130 anos e gerou a Sete.                                                                                    
Sete viveu 105 anos e gerou a Enos.                                                                                     
Enos viveu 90 anos e gerou a Quenã.                                                                                     
Quenã viveu 70 e gerou a Maalalel.                                                                     
Maalalel viveu 75 anos e gerou a Jarede.                                                        
Jarede viveu 162 anos e gerou a Enoque.                                                                            
Enoque viveu 65 e gerou a Matusalém.                                                                                  
Matusalém viveu 187 anos e gerou Lameque.                                                                    
Lameque viveu 182 e gerou a Noé.                                                                                       
Noé viveu 500 e gerou Sem, cão e jafé.                                                        
Noé tinha 600 anos quando o dilúvio veio sobre a terra. Logo, mais 100 anos.                                                
A soma de todos esses anos é: 1.662. Logo, o dilúvio ocorreu nesse período após a criação.                                          
(Gênesis capítulos 5-7)
RECOMEÇO
          Com Noé e sua família houve o recomeço do povoamento do planeta. A história do pecado, suas consequências e o plano de salvação continuaram.
Dois anos após o dilúvio Sem gerou a Arfaxade. (Gên. 11: 10), logo, 1.664.
Arfaxade viveu 35 anos e gerou a Selá.                                                                                   
Selá viveu 30 anos e gerou a Eber.                                                                                          
Eber viveu 34 anos e gerou a Pelegue.                                                                                    
Pelegue viveu 30 anos e gerou a Reú.                                                                                     
Reú viveu 32 anos e gerou a Serugue.                                                                                    
Serugue viveu 30 anos e gerou a Naor.                                                                                   
Naor viveu 29 anos e gerou a Tera                                                                                          
Tera viveu 70 anos e gerou a Abrão, Naor e Harã                                                                 
Aos 75 anos Abrão saiu de Ur e foi rumo à Canaã                                                                
Então, em 2029, Abrão deixou sua terra e parentes e foi-se rumo a Canaã.

Aos cem anos de Idade Abrão gerou a Isaque: 2029 + 25 = 2054, logo, Isaque nasceu no ano 2054 após a criação.                                                                                                  
                                                                                                                                    
Viveu Isaque 60 anos e gerou a Esaú e Jacó (gêmeos).                                                         
Aos 130 anos de idade Jacó chegou ao Egito.                                                                       
Após 400 anos de servidão a casa Jacó (Israel) deixou o Egito.                                            
A soma de todos esses anos é 2644, época que Israel peregrinou no deserto rumo à Canaã.                                                                                                                        
Obs. os calendários da antiguidade divergem-se do atual.
          Essa curiosidade genealógica serve apenas para mostrar que, apesar das divergências, há uma aproximação, e, é por isso que as datas antigas são sempre feitas dentro dos séculos, que é um número aproximado.
          Flavio Josefo, soldado e historiador Judeu (séc. I d. C.), relata com mais precisão essas datas: “Estando assim preparadas todas as coisas, o Rei Salomão começou a construir o templo, no quarto ano do seu reinado e no segundo mês, que os macedônios chamam de Artemísio e os hebreus, Jar, (que é mês de abril) quinhentos e noventa e dois anos depois da saída do Egito, mil e vinte anos depois que Abraão saíra da Mesopotâmia, para vir à terra de Canaã, mil quatrocentos e quarenta anos depois do dilúvio, três mil cento e dois anos desde a criação do mundo”. (HISTÓRIA DOS HEBREUS por FLAVIO JOSEFO, Vol. III. pág. 23. 1956. EDITORA DAS AMÉRICAS).
          Você deve estar se perguntando: mas as ciências atuais, ao calcularem as datas de determinados achados fósseis, com suas ferramentas de “precisão”, as datações vão além dos mil, chegando aos milhões de anos passados. Assim, quem está com a razão, a verdade?  Na minha interpretação, ambas são verdadeiras: quando a ciência chega aos milhões de anos, prova-se que o planeta Terra foi criado na eternidade e as datações genealógicas bíblicas, trás os relatos após a entrada do pecado, quando houve um corte na eternidade para que o Universo racional limitado, a humanidade e os ilimitados, entes celestiais, compreendessem a história do pecado e suas consequências.

Professor e filósofo Isaías Correia Ribas.

                                                                                                                                           


  

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

SALVAÇÃO, FÉ E RAZÃO


     Nada neste mundo das contingências é simples, imagine quando se trata daquilo que está além de nossa realidade, do que podemos sentir fisicamente! A salvação por meio de Cristo prometida na bíblia, parece ser um daqueles temas que não é possível relacioná-lo à razão, que tem que ficar no campo da fé, da transcendência mística, da ilusão sentimental, distante da racionalidade. Mas não é nada disso, a salvação bíblica é tão simples quanto qualquer coisa que queremos fazer neste mundo, é racional porque a salvação é para os que estão vivendo aqui, assim sendo, basta apenas uma decisão consciente para o processo começar operar. Então, uma decisão racional rumo a esse processo é uma decisão de fé, estou me lançando racionalmente às promessas do Criador que vai operar as transformações necessárias no caráter do salvando. Começa assim a experiência do indivíduo com Deus e é essa experiência que será o motivo do louvor “eterno” dos salvos junto à comunidade celestial, diante do Salvador!
          Alguns pregadores dramáticos dizem: a fé é um pulo escuro, nunca foi e jamais será. A fé é uma simples decisão rumo ao assim diz o Senhor, conforme o que está relatado na bíblia! Logo, a salvação envolve conhecimento e decisão racional segundo o conhecimento de cada um, por isso: bem aventurados os que leem e os que ouvem o que está escrito na palavra de Deus! Agora, o que há em abundancia entre os pregadores religiosos são os falsos pastores, os lobos devoradores, os que fazem da fé alheia um negócio próprio, ou aqueles que se dizem interpretes da bíblia para distanciar as pessoas desse simples livro que está dado para a salvação e o julgamento final da humanidade.
1)      Quem mata conscientemente, peca conscientemente porque a lei divina diz: não matarás.
2)      Quem rouba conscientemente, racionalmente está pecando.
3)      Quem adora ídolos, conscientemente está adorando a Deus em vão.
4)      Quem desrespeita pais e mães, não faz na ignorância, logo, peca.
5)      Quem não santifica o sábado, conscientemente reverencia quem não é Deus, logo é um pecador consciente. E assim poderia listar outros muitos exemplos de decisões conscientes que causará a perdição e a salvação eterna. Então, só posso concluir que um ato de fé é uma decisão consciente em direção à vontade de Deus, segundo o que está escrito na bíblia, o que passar disso é apenas especulação teológica, melhor, uma “teologia” para a perdição.
Tanto a salvação, quanto a perdição, são atitudes conscientes acompanhadas ou não de fé. Então, fé e razão se completam para a salvação ou para a perdição. Logo, diante da simplicidade bíblica, não poderá haver desculpas no presente, para nós que vivemos nesse mundo das contingências e nem para os que estarão no mundo perfeito que Cristo preparou àqueles que O ouvirem!

Professor e filósofo Isaías Correia Ribas.