Pesquisar este blog

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Renato Campos

sábado, 4 de fevereiro de 2012

"BRASIL, SUPREMO DÁ EXEMPLO DE DEMOCRACIA"!

          Brasil, sexta maior economia mundial e como tal, campeão do menor salário aos seus trabalhadores, das maiores filas nos hospitais e postos de saúde, da pior escola pública e segurança, grande índice de moradores nas ruas, consumidores de drogas ilícitas, país de maior corrupção política e religiosa, de assaltantes de carros, caixas eletrônicos, bancos e da ignorância generalizada entre os pobres, filhos da miscigenação.
          Todo esse cenário caótico tem sua causa na vontade política daqueles que estão com o poder executivo, legislativo e judiciário, das estâncias federal, estadual e municipal nas mãos. Logo, todos esses são culpados por essa desgraça generalizada.
BASES IDEOLÓGICAS PARA SUSTENTAR ESSE QUADRO MISERÁVEL:
a-    Educação pública que não ensina, mas prepara analfabetos para a vida, pior das vidas.
b-    Bolsas famílias que sustenta na miséria aqueles que precisam de boa escola para evoluir socialmente, mas a educação pública não tem ensino de qualidade. Logo, engana pais, alunos e professores.
c-    Baixos salários para manter o povo na necessidade, com dívidas impagáveis por causa dos já inutilizáveis cartões de crédito com limite de R$ 350,00.
          Chega! Está na hora da população provocar as necessárias mudanças para melhorar as condições básicas do trabalhador brasileiro! Estas têm que vir de baixo pra cima. Isto é, o povo fazendo as mudanças cabíveis. Vamos agora, em 2012, trocar o máximo possível de vereadores e prefeitos incompetentes de nossa cidade. Com o poder do voto podemos e devemos fazer isso. Temos a ferramenta, só precisamos saber usá-la.
          As filas da miséria só acabarão quando cada um de nós formos capaz de termos um salário digno, que possamos pagar nosso médico, boa escola para nós e nossos filhos, habitação digna, carga horária de trabalho justa. Temos o direito de termos o padrão, qualidade de vida de um país que é a sexta maior economia mundial.
          Os políticos dos grandes partidos nacional já provaram e comprovaram que são incapazes de administrarem as coisas públicas, por isso desviam o bem público aos seus interesses particulares. O status de sexta economia mundial não são méritos deles e sim dos empresários e das riquezas naturais de nosso país, vamos votar com consciência, sabiamente, e mais, quer que realmente as coisas mudem, prepare-se para ser um futuro político que pense o Brasil para todos os brasileiros. A política é a ferramenta que promove mudanças e o povo precisa começar aprender a manejá-la! Caso contrário, se preferir manter as famílias escravocratas que estão com a ferramenta nas mãos no poder serás um eterno miserável em um riquíssimo país.
           Democracia, somos um país democrata ou Oligárquico? Esses dois conceitos precisam ser compreendido pelo povo, caso contrário, a democracia estará comprometida e nunca chegaremos à verdadeira democracia.
         Democracia: governo do povo para o povo; Soberania popular; onde todos estão sob a regência da constituição federal que o próprio povo aprovou e todas as pessoas, sem distinção, são iguais perante a lei.
         Oligarquia: Governo de poucas pessoas; predomínio de uma facção ou grupo na direção dos negócios públicos.
          Então, concluindo: cada partido político brasileiro é uma oligarquia; as câmaras de vereadores, dos deputados e senadores; o judiciário nas suas várias estâncias; o poder paralelo do narcotráfico; Enfim, todo grupo organizado que busca impor-se à margem da lei, são poderes oligárquicos que impede o Brasil à verdadeira democracia. Mas o Brasil está começando consolidar a democracia, e que bom que o exemplo começou com o supremo tribunal que decidiu manter o poder do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), para investigar as possíveis corrupções no âmbito do judiciário! Agora, sendo eles, os juízes, submetidos ao rigor da constituição, poderão com justiça punir todos os fora da lei; pois todos nós somos iguais perante ela, a lei.

Filósofo, Isaías Correia Ribas


“POLITIZE-SE OU SUBMETA-SE”

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

sábado, 28 de janeiro de 2012

Reciclagem como oportunidade

   
    Atualmente, os resíduos sólidos representam um grande desafio para a sustentabilidade. E esta temática para Prof. Dr. Pedro Jacobi é a que melhor exemplifica a possibilidade de formulação de políticas públicas que possam impulsionar mudanças de comportamentos,  hábitos e atitudes individuais com a finalidade de prevenir e minimizar a degradação ambiental, já que as pessoas representam uma parcela importante da cadeia de produção. Entretanto as ações governamentais são tímidas e tanto que só recentemente foi instituída a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Nº 12.305, de 2 de agosto de 2010).
    Neste sentido, a reciclagem surge como uma das maneiras possíveis e eficazes para ajudar a reduzir a quantidade de resíduos descartados diariamente. Pois a reciclagem trata-se de um “processo de transformação dos resíduos sólidos que envolve a alteração de suas propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas, com vistas à transformação em insumos ou novos produtos”. Assim estes resíduos que antes eram destinados a aterros sanitários, aterros controlados e lixões, adquirem uma nova possibilidade de reutilização. Tão logo, os cidadãos não devem esperar somente a ação governamental, mas sim devem participar ativamente desta cadeia de reciclagem, pois o inicio do tratamento (reciclagem) é a coleta seletiva, isto é, a separação de materiais recicláveis de materiais orgânicos, principalmente.
    Mesmo assim, para que haja o envolvimento das pessoas e torná-las ciente de sua responsabilidade ambiental, são necessários programas de educação ambiental e de comunicação a respeito da questão dos resíduos sólidos, fazendo com que elas compreendam toda a cadeia de reciclagem, tal como além da coleta seletiva, as possibilidades de destinação e possíveis produtos reciclados que estes materiais podem se tornar.
    Para maiores informações sobre possível destinação ou Postos de Entrega Voluntária (PEV) de materiais recicláveis e de outros resíduos, consulte o sites:
- Compromisso Empresarial para a Reciclagem (CEMPRE): www.cempre.org.br
- Instituto GEA: www.institutogea.org.br
- O mapa da reciclagem do seu lixo eletrônico: www.e-lixo.org


Dayane Mendonça de Almeida
Graduanda em Gestão Ambiental (EACH-USP)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Participação política

Todas as vezes que pensamos em “participação política” nos vêem à mente em quem vamos votar ou simplesmente proferimos o jargão predileto da maioria: política é um lixo assim como todos os políticos. Então, voto nulo, porque não voto em ladrões!
Agora a questão “participação política” se torna mais reflexiva quando o tema é abordado em processos seletivos, como no domingo dia 08/01, onde os candidatos participantes tiveram que usar da argumentação sobre o tema dizendo se participação política é algo indispensável ou superado.
Se fizermos uma breve análise das participações políticas em nosso país podemos verificar que a mesma é limitada a certos grupos ou teve pequenos movimentos dentro de um contexto de revolta ou indignação. E que ao longo dos anos ela, a participação, tornou-se algo literalmente mecânico, onde, apertamos alguns botões e outro confirmando nossa “participação”.
Agora, qual o impacto dessa participação para o país e para a nação?
O impacto que temos é o já descrito acima; frases feitas, votos passados de geração para geração, como se o voto já tivesse codificado um gene e tornou-se biológico, como o gene: “do rouba, mas faz”, alienação, descaso entre outros adjetivos, mas e o fruto dessa participação? São os frutos que comemos e não digerimos como: má educação, saneamento básico, postos e hospitais sem vagas e com péssimo atendimento, moradia inadequada, transportes caros e insuficientes, desmatamento, não tratamento adequado de resíduos e por ai vai a longa lista do processo de nossa “participação política”, participação essa que sempre tem hora, data e local marcado.
Irônico, existe uma frase que diz: o povo tem a política que merece. Então temos os políticos que merecemos? Se partirmos dessa premissa, sim!
O que nos falta é o sentimento de participação, envolvimento e mobilização. É saber que pertencemos há um espaço e que de fato ele precisa ser ocupado, e os espaços não são mais as ruas, mas sim as câmaras de vereadores, de deputados, o senado esses são os espaços públicos onde devemos participar e essa participação é política porque essa palavra abarca uma ideologia, que por sua vez, define que país nós queremos, se é o país da participação política pífia ou a participação realmente transformadora que atende as necessidades das pessoas, que elaboram leis válidas e que serão de fato executadas.
Entre uma participação e outra existe uma grande diferença, qual? A diferença das nossas decisões. Iremos participar ou apertar botões?
“POLITIZE-SE OU SUBMETA-SE”


Priscila Marques Ribas, Bióloga.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Um breve contraponto acerca do Funk

Basta gastar algum tempo em uma rede social para rapidamente presenciar ataques e gozações acerca do ritmo e da cultura do funk. Espera aí, cultura? Desde quando funk é cultura? Muitos, contrários ao funk podem perguntar. Mas sim, por mais estranho que isso possa parecer, funk é cultura, pois é uma criação social humana, como a própria definição da palavra cultura prevê. Provavelmente não a mais genial musical e artisticamente falando. Nem tão pouco transmissora de valores tradicionais aos quais a sociedade moderna aprendeu a se pautar. Mas ainda assim é cultura. A meu ver, subproduto de valores da chamada globalização. Valores que pregam o consumismo e o imediatismo da satisfação dos prazeres e desejos humanos.
Só que aqui, chegamos a um ponto crucial; os valores consumistas e imediatistas da globalização, não chega igual para todos, pois ele pode ser caro em sua plenitude. Para as classes mais pobres, o modo de vida globalizado é oferecido, ou melhor, “jogado em sua cara” constantemente pela mídia, através de anúncios de bens e produtos que “devem” consumir para serem felizes. Já que não podem consumir tais bens e sonhos, acredito que tais camadas sociais se adaptaram ao seu modo, para também serem felizes com as migalhas que o governo e a globalização lhes oferecem. Creio que uma dessas adaptações seja o funk, que afastado de suas raízes de décadas anteriores, reflete o imediatismo da cultura global, pregando na maioria de suas letras e batidas, a sensualidade, o sexo fácil e muitas vezes a apologia ao crime para a obtenção de bens. Já parou para pensar, que aquele irritante jovem que insiste em ouvir na “viva-voz” de seu aparelho, o seu funk, dentro de um coletivo, esteja querendo mostrar que pôde comprar o tal aparelho, (consumismo) e que também possui uma identidade (cuja qual não vê refletida na mídia)?
Enfim, não gosto de funk, mas também não concordo com criticas e gozações infundadas, baseadas pura e simplesmente no senso comum e na covardia do preconceito cibernético. Uma brincadeira ou outra é natural e até saudável, mas excessos, podem ser sinais do nascimento de uma sociedade cada vez mais intolerante e preconceituosa que prefere focar suas criticas nos sintomas e não nas reais causas do problema, que estão com certeza em esferas bem maiores.


Renato Campos

domingo, 15 de janeiro de 2012

SÃO PAULO

SÃO PAULO, A CIDADE QUE TEM ALMA!
QUE NUNCA PARA, NEM SE ACALMA!
QUE ENFRENTOU VARGAS E SUAS TROPAS OPRESSORAS!
A CIDADE DA MODERNIDADE E DAS MÃOS TRABALHADORAS,
A CIDADE DA FORTE ECONOMIA, DE LINDAS PAISAGENS E MUNDIAL GASTRONOMIA, A CIDADE QUE VIAJOU DO BONDE AO METRÔ, DAS SACAS DE CAFÉ AO IMENSO PARQUE INDUSTRIAL, DA VILA À CIDADE DE GRANDE POTENCIAL, A CIDADE DOS MONUMENTOS TOMBADOS, DOS AMANTES E DOS APAIXONDOS, POR TI ME DECLARO ENCANTADO.

Jornal, A Voz da Comunidade. edição 58. Ano IV-Zona Leste, janeiro 2012

WWW.ricardobaba.com.br
RICARDO HIDEMI BABA