IDEOLOGIA:
Os ideólogos, para justificar o novo modelo de formação escolar articulam alguns conceitos que por si só dispensa as atuais argumentações conceituais. Por exemplo: novas linguagens, currículos interdisciplinares; a adequação de diferentes disciplinas em comum acordo entre diferentes professores e outros novos conceitos que não passam de uma arquitetura conceitual que nada esclarece, mas confunde tanto os docentes quanto os discentes. Toda essa arquitetura foi criada e é defendida por diferentes “educadores” para mascarar a verdadeira realidade da educação básica das escolas públicas brasileiras.
EDUCAÇÃO FORMAL:
O próprio conceito tradicional, formal, está claro, formalidades, além das informalidades, do corriqueiro, do dia a dia; isto é educação escolar. Isto por si só se basta, está dito: ‘novas linguagens’. E quais são essas novas linguagens? A da matemática, da física, da linguagem formal brasileira, história, geografia, filosofia etc. Logo, não há necessidade dos professores estarem preocupados se o colega está ou não ensinando a sua disciplina, não há como ser diferente, cada professor cumpre o seu papel naturalmente, e o aluno está naturalmente aprendendo novas linguagens além das linguagens informais que aprendemos todos os dias fora dos espaços escolares. Então, percebe-se, que esse papo de novas linguagens são apenas argumentações falaciosas para mascarar a deseducação que o Estado está impondo à sociedade trabalhadora brasileira. Digo mais, esse Estado é o escravocrata do século XVI, do Brasil colônia que escraviza a maioria em benefício da minoria dominadora.
LINGUAGEM INFORMAL:
Esta linguagem, a informal, aprendemos fora da escola, em nossa casa, nas oficinas, nas fábricas, nos morros, nos becos, nos bares, na igreja e são essas gírias correspondentes a esses espaços que enriquece a nossa língua mãe. Ambas são necessárias e não são excludentes.
PROGRESSÃO CONTINUADA:
Ou, aprovação automática é a ideologia educacional, ou melhor, deseducação imposta pelos políticos para manter nosso país com o status de Brasil colônia, pois somente assim, pensão os políticos, irão coibir a conscientização política do povo brasileiro. Os políticos brasileiros descendem dos imigrantes escravocratas que vieram para o Brasil no século XVI e XVII. Logo, vieram para cá explorar essas terras escravizando e matando os nativos índios que habitavam as Américas. O meio atual que eles têm para manter esse status é essa educação falaciosa que cria serviçais e não intelectuais. Soma-se a isso, a desvalorização dos professores que os atuais governos de diferentes estados fazem questão de impor-nos. Pior é a situação dos mestres que são contratados no regime CLT que não recebem seus direitos trabalhistas quando terminam seus contratos. É frustrante perceber que aqueles que deviam cumprir as leis, vivem à margem delas, logo, são marginais, não cumprem a constituição de nosso país quando não depositam nosso FGTS, negando-nos esse direito e consequentemente o direito ao seguro desemprego.
CONSCIÊNCIA POLÍTICA:
Caros estudantes da rede pública e brasileiros trabalhadores deste país, não ignorem a política, quando fazemos isso estamos ignorando a nossa própria realidade, descartando-nos como cidadãos sábios, nos submetendo à escravidão contínua, eterna, e é isso que eles querem que os ignoremos apesar da corrupção política. Este ano, 2012, é ano de eleições municipais e é bom ficarmos atentos a quem vamos eleger para administrar nossa cidade.
SÃO PAULO:
A maior cidade mundial do Brasil faz bem analisarmos quem está no poder e quem o pretende a partir de 2013. O governador Geraldo Alckmin e o prefeito Kassab descendem de uma mesma comunidade de imigrantes que sempre buscam o poder em todo o mundo, apesar de governarem estâncias diferentes são aliados étnicos. O candidato do PT, Fernando Haddad, ex-ministro da educação é também da mesma comunidade e o trio estão buscando alianças entre eles e nenhum deles faz críticas o governo do irmão. O Chalita, ex-secretário da educação para o estado de São Paulo, atual deputado federal, candidato do PMDB descende também dos imigrantes escravocratas. Todos esses que estão no poder e os que o querem estiveram lá e nada fizeram para melhorar nossa educação e são todos “educadores”, formados e doutorados em filosofia, pelo contrário, são eles os criadores dessa maldita ideologia e a querem manter para dominar o país em benefício de suas comunidades em detrimento da evolução social dos filhos da miscigenação, os brasileiros que precisam ser mão de obra barata para eles. Somando-se à progressão continuada, a atual ideologia educacional bonifica os professores que aprovam seus alunos sem o devido conhecimento necessário com o apoio das gestões escolares, é uma barbárie.
Caríssimos estudantes, pais e professores: quem não se politiza, submete-se.
Isaías Correia Ribas, filósofo e professor de filosofia.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
A DESTRUTIVA ARMADILHA DA IGNORÂNCIA
Junto com o crescimento da sociedade brasileira a partir dos séculos XVII e XVIII, cresceram também os mecanismos criados pelas elites para excluírem a população comum dos centros das decisões e acontecimentos do país. No Brasil imperial, revoltas populares surgiram, mas foram sufocadas pelo governo através da violência. Porém, a população crescia e a repressão física ficaria cara e cada vez menos eficiente. Descobriram então que concedendo alguns direitos, gradativamente, a população se acalmaria. Vinham então as constituições, que concediam a passos de formiga, direitos como o do voto e trabalhistas. A sociedade brasileira aprendia assim, a viver de migalhas, a se acostumar com a injustiça e a ver a política como algo distante e um privilégio de poucos. O golpe final e mais alienante foi sem dúvida o uso da industria do entretenimento e do consumismo, por parte das elites, que seguindo a velha lógica do “pão e circo”, empregada pelos romanos no inicio da era cristã, tem distraído a atenção da sociedade com futilidades e valores distorcidos, enquanto essa é saqueada brutalmente por corruptos de diversos seguimentos, em especial por políticos.
Enfim, a armadilha da ignorância já foi jogada a muito tempo em nós brasileiros. E isso está tão enraizado em nossa cultura, que mesmo hoje com maior liberdade de expressão e com um sistema democrático mais consolidado, nos acostumamos com o “mau feito” (como diz nossa ilustríssima presidente Dilma Roussef) e ignoramos a política. As nações cujo seus cidadãos ignoram a política e a deixa nas mãos de qualquer um, estão eminentemente fadadas ao fracasso.
Renato Campos
Pedagogo e Professor de História
Enfim, a armadilha da ignorância já foi jogada a muito tempo em nós brasileiros. E isso está tão enraizado em nossa cultura, que mesmo hoje com maior liberdade de expressão e com um sistema democrático mais consolidado, nos acostumamos com o “mau feito” (como diz nossa ilustríssima presidente Dilma Roussef) e ignoramos a política. As nações cujo seus cidadãos ignoram a política e a deixa nas mãos de qualquer um, estão eminentemente fadadas ao fracasso.
Renato Campos
Pedagogo e Professor de História
domingo, 11 de dezembro de 2011
‘‘IDEOLOGIA, EU QUERO UMA ‘‘PRA’’ VIVER’’
Percebe-se no verso da música do cantor Cazuza uma busca por IDEOLOGIA, mas no decorrer de sua letra é visível que o autor já vivia dentro de uma, mesmo que ele não soubesse. Mas seria possível viver sem ideologia? O que ela é?
Geralmente quando se pensa neste tema, vem à nossa mente o nazismo e as ditaduras, fatos negativos da História humana. É verdade que estes momentos históricos são regidos por formas ideológicas, mas os movimentos contrários a tais fatos como as ‘‘Diretas Já’’, os ‘‘Indignados’’ e tantos outros também correspondem a ideologia. O filósofo alemão Karl Marx defendia que ‘‘Ideologia é o conjunto de ideias de determinado grupo social, e para cada ideologia dominante há uma contra-ideologia, gerando o movimento e a revolução, enfim a mudança, mas para isso é necessária a conscientização do povo.
Outro pensador alemão chamado Hegel analisa a História de uma forma parecida com a de Marx, no que diz respeito ao confronto de ideias e a ideologia gerando as transformações na sociedade. Mas para Hegel, estas ideias opostas dialogam e formam uma terceira possibilidade, e assim se faz a História. Ao contrário de Marx que defendia a revolução através da conscientização popular.
Não se pode viver sem ideologia, pois como o filósofo italiano contemporâneo Antonio Gramsci conceitua: ela é o conjunto de ideias coletivas, e sendo assim, está presente em todas as camadas sociais, no consumo, na política, nos padrões de beleza, de comportamento, enfim, em tudo que nos rodeia.
A ideologia faz parte da nossa vida, mas podemos questionar e lutar por uma condição que transforme novamente a sociedade, promovendo a evolução.
Ricardo Hidemi Baba
LICENCIADO EM FILOSOFIA WWW.ricardobaba.com.br
REVISÃO: ROBERTO DE LACERDA
Geralmente quando se pensa neste tema, vem à nossa mente o nazismo e as ditaduras, fatos negativos da História humana. É verdade que estes momentos históricos são regidos por formas ideológicas, mas os movimentos contrários a tais fatos como as ‘‘Diretas Já’’, os ‘‘Indignados’’ e tantos outros também correspondem a ideologia. O filósofo alemão Karl Marx defendia que ‘‘Ideologia é o conjunto de ideias de determinado grupo social, e para cada ideologia dominante há uma contra-ideologia, gerando o movimento e a revolução, enfim a mudança, mas para isso é necessária a conscientização do povo.
Outro pensador alemão chamado Hegel analisa a História de uma forma parecida com a de Marx, no que diz respeito ao confronto de ideias e a ideologia gerando as transformações na sociedade. Mas para Hegel, estas ideias opostas dialogam e formam uma terceira possibilidade, e assim se faz a História. Ao contrário de Marx que defendia a revolução através da conscientização popular.
Não se pode viver sem ideologia, pois como o filósofo italiano contemporâneo Antonio Gramsci conceitua: ela é o conjunto de ideias coletivas, e sendo assim, está presente em todas as camadas sociais, no consumo, na política, nos padrões de beleza, de comportamento, enfim, em tudo que nos rodeia.
A ideologia faz parte da nossa vida, mas podemos questionar e lutar por uma condição que transforme novamente a sociedade, promovendo a evolução.
Ricardo Hidemi Baba
LICENCIADO EM FILOSOFIA WWW.ricardobaba.com.br
REVISÃO: ROBERTO DE LACERDA
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
BÔNUS QUE CORROMPE
Ao ler diversos artigos em jornais, internet e outros meios de comunicação, percebo que “a solução dos problemas” da sociedade se pauta numa boa educação. Não discordo, porém, a forma como está estruturada a educação não permite que os problemas sejam solucionados.
Agora, a questão que nos persegue é, por que profissionais qualificados, com nível superior não conseguem resolver essa problemática?
A resposta é simples, BÔNUS DE QUALIFICAÇÃO baseados em alunos NÃO REPROVADOS!
É verdade, Podem questionar! Como isso é possível? A resposta é razoavelmente, simples:
A secretaria de estado da educação elaborou um mecanismo de bônus para a escola que atingisse um índice, ou seja, um percentual, que segundo os critérios da SEE (sistema educacional estadual), cumprissem com os mínimos exigidos para esse “prêmio”. A situação é que esse prêmio é calculado de acordo com o percentual de alunos aprovados de um ano para outro. Isso é tido como “progressão continuada” onde, o aluno (a) que não atingir o mínimo numa avaliação, deverá fazer um trabalho ou recuperação paralela. O problema disso tudo é que essa recuperação acontece no mesmo período de aula que o aluno (a) deveria estar em sala, e muitas vezes, como no ensino médio, o professor fica cumprindo horário, sem que o estudante seja cobrado de participar dessa recuperação.
Bem, o que isso significa em termos práticos para a educação e a sociedade?
Significa o seguinte: há uma pressão das gestões escolares para que os professores passem os alunos, atribuam notas fantasmas, acrescentem ou retirem presenças para que o bônus seja atingido. Pois o mesmo está pautado nesses atributos. Isso gera uma pressão no grupo docente, aqueles que estão vinculados a essa lógica versus os que são contrários, soma-se a isso, o abuso de poder da gestão que tira a autonomia dos professores, e ameaça os que estão em estágio probatório.
Esse crime é claramente constatado quando vemos nos noticiários empresas reclamando que gastam muito para formação de seus profissionais, porque os mesmo não conseguem ler, escrever e compreender algo, e/ou quando os alunos formados no ensino médio das escolas públicas entram em alguma universidade e não acompanham o ensino superior, entre outros. Essa problemática gera um país de estúpidos manipulados pelo poder de quem detém o dinheiro, manutenção do estado de corrupção e a não participação democrática. Isso é sustentado por professores, gestores e supervisores de ensino, secretarias públicas, políticos, entre outros que mantém as relações de poder. O resultado dessa hipocrisia é a manutenção deliberada, por dinheiro, do grupo de gestores, desde as secretarias, diretorias de ensino e até a inspeção escolar, da morte ao processo emancipador de quem conhece se posiciona melhor no mundo.
O mais agravante é a luta interna entre os professores. Aqueles que têm uma concepção diferente são perseguidos, hostilizados e ofendidos por acreditar num processo que pode mudar o país. São levados a crer, e não sem razão, de que ensinar não vale à pena. E na atual situação não vale mesmo! Alunos sem compromisso, porque sabem que vão passar de ano sem esforço, professores que não agem e não cooperam com as ações escolares e com os gestores que são prostitutas de bônus que a secretaria da educação dá.
E o sindicato sabe disso? Sabe! E não faz nada pra mudar! Aliás, fica no discurso ideológico, promíscuo e inoperante. Sendo que na realidade fica fazendo acordos obscuros a portas fechadas.
Solução pra essa situação:
Enfrentar, denunciar e não ter medo de reagir. Afinal já se perguntaram por que a ala psiquiátrica do servidor público está lotada de professores?
A situação é tão ridícula que é melhor rir! Afinal, quem ri de tudo é desesperado mesmo!
Já que são pobres, vá fazer um curso técnico, engenharia ou outro curso superior é pra rico!
Nessa lógica neoliberal de educação tendemos a pensar que a educação não é para todos, regredindo a um padrão visto no começo do século 19. Triste, lamentável e repulsivo, mas, pelo o que estou vendo e compreendendo, é assim que tem que ser, e é assim que está. E não mudaremos se não tivermos coragem de denunciar e lutar contra esse crime. A legislação pode e deve ser alterada. Não adianta plano de carreira se o processo educativo (deseducação) é ridiculamente mantido. A reprodução social da não educação permanece enquanto os teóricos se preocupam com currículo, não que este não seja importante, pelo contrário, mas do que adianta um currículo se nossos alunos (as) são criminosamente jogados de um ano a outro sem ler ou sabendo ler mecanicamente, mas ser compreender?
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, 6/12/2011, B2. Em Opinião. José Pastore afirma que há “14 milhões de brasileiros com idade superior a 15 anos que não sabem ler (dados do senso 2010). E, ainda por cima, o analfabetismo funcional atinge 40 milhões de pessoas”.
Qual é lógica educacional brasileira? A meu ver é reacionária e para inglês ver (piegas, mas uma triste realidade).
Agora me pergunto, se essa política não funciona nas escolas secundárias, como ficará em universidades estaduais que adotaram o método de bônus?
O bônus é a alavanca que corrompe os professores, tornando-os figurantes das salas de aulas das séries básicas, figuras manipuláveis, vendidos (as) à corrupção cognitiva.
O governo, mantenedor dessa ideologia, se vê no direito de corromper também a docência das Universidades, estipulando bônus para torná-los marionetes do ensino superior, análogos aos do ensino médio.
Fica a questão, quando nossos alunos de escolas públicas atingirão o padrão exigido pelas atuais universidades públicas? Quando essas se tornarem medíocres semelhantes o ensino básico, e qual é o caminho? Bonificar a mediocridade no ensino superior.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, 05/12/2011 A20: A bonificação chegou também às Universidades públicas paulista. Na UNESP, a premiação é R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) para a unidade mais produtiva. Pergunto, quais serão as bases dessa produção? Será a aprovação de todos independente do aprendizado, como é feito nos ciclos básicos?
Na UNICAMP, a partir de 2012, será premiado o professor que mais se destacar de cada faculdade, o prêmio será de R$ 8.211,02.
Está instituída a base da corrupção nas universidades paulistas. Como estarão estas daqui a dez anos? Creio eu, prontas para receber os alunos que nada sabem que saem das escolas púbicas brasileiras.
O poder político atual vai corromper tudo e todos e dará aos trabalhadores a ilusão de estudarem em uma Universidade pública, e os ricos dominadores vão fazer das Universidades particulares o seu reduto, afinal de contas já são deles mesmos; e mais uma vez vão fazer a inversão de valores para enganar os que mais precisam.
Segundo Karl Marx e Engels, ideologias (argumentações ideológicas), são mentiras elaboradas para encobrir, mascarar a realidade. Filosoficamente tudo é previsível.
Segundo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, “não temos partidos políticos, temos gangues” (O Estado de São Paulo, 01/12/2011, A3)
Texto escrito por:
Priscila Marques Ribas
Professora de Biologia da EE Pio Telles Peixoto
Agora, a questão que nos persegue é, por que profissionais qualificados, com nível superior não conseguem resolver essa problemática?
A resposta é simples, BÔNUS DE QUALIFICAÇÃO baseados em alunos NÃO REPROVADOS!
É verdade, Podem questionar! Como isso é possível? A resposta é razoavelmente, simples:
A secretaria de estado da educação elaborou um mecanismo de bônus para a escola que atingisse um índice, ou seja, um percentual, que segundo os critérios da SEE (sistema educacional estadual), cumprissem com os mínimos exigidos para esse “prêmio”. A situação é que esse prêmio é calculado de acordo com o percentual de alunos aprovados de um ano para outro. Isso é tido como “progressão continuada” onde, o aluno (a) que não atingir o mínimo numa avaliação, deverá fazer um trabalho ou recuperação paralela. O problema disso tudo é que essa recuperação acontece no mesmo período de aula que o aluno (a) deveria estar em sala, e muitas vezes, como no ensino médio, o professor fica cumprindo horário, sem que o estudante seja cobrado de participar dessa recuperação.
Bem, o que isso significa em termos práticos para a educação e a sociedade?
Significa o seguinte: há uma pressão das gestões escolares para que os professores passem os alunos, atribuam notas fantasmas, acrescentem ou retirem presenças para que o bônus seja atingido. Pois o mesmo está pautado nesses atributos. Isso gera uma pressão no grupo docente, aqueles que estão vinculados a essa lógica versus os que são contrários, soma-se a isso, o abuso de poder da gestão que tira a autonomia dos professores, e ameaça os que estão em estágio probatório.
Esse crime é claramente constatado quando vemos nos noticiários empresas reclamando que gastam muito para formação de seus profissionais, porque os mesmo não conseguem ler, escrever e compreender algo, e/ou quando os alunos formados no ensino médio das escolas públicas entram em alguma universidade e não acompanham o ensino superior, entre outros. Essa problemática gera um país de estúpidos manipulados pelo poder de quem detém o dinheiro, manutenção do estado de corrupção e a não participação democrática. Isso é sustentado por professores, gestores e supervisores de ensino, secretarias públicas, políticos, entre outros que mantém as relações de poder. O resultado dessa hipocrisia é a manutenção deliberada, por dinheiro, do grupo de gestores, desde as secretarias, diretorias de ensino e até a inspeção escolar, da morte ao processo emancipador de quem conhece se posiciona melhor no mundo.
O mais agravante é a luta interna entre os professores. Aqueles que têm uma concepção diferente são perseguidos, hostilizados e ofendidos por acreditar num processo que pode mudar o país. São levados a crer, e não sem razão, de que ensinar não vale à pena. E na atual situação não vale mesmo! Alunos sem compromisso, porque sabem que vão passar de ano sem esforço, professores que não agem e não cooperam com as ações escolares e com os gestores que são prostitutas de bônus que a secretaria da educação dá.
E o sindicato sabe disso? Sabe! E não faz nada pra mudar! Aliás, fica no discurso ideológico, promíscuo e inoperante. Sendo que na realidade fica fazendo acordos obscuros a portas fechadas.
Solução pra essa situação:
Enfrentar, denunciar e não ter medo de reagir. Afinal já se perguntaram por que a ala psiquiátrica do servidor público está lotada de professores?
A situação é tão ridícula que é melhor rir! Afinal, quem ri de tudo é desesperado mesmo!
Já que são pobres, vá fazer um curso técnico, engenharia ou outro curso superior é pra rico!
Nessa lógica neoliberal de educação tendemos a pensar que a educação não é para todos, regredindo a um padrão visto no começo do século 19. Triste, lamentável e repulsivo, mas, pelo o que estou vendo e compreendendo, é assim que tem que ser, e é assim que está. E não mudaremos se não tivermos coragem de denunciar e lutar contra esse crime. A legislação pode e deve ser alterada. Não adianta plano de carreira se o processo educativo (deseducação) é ridiculamente mantido. A reprodução social da não educação permanece enquanto os teóricos se preocupam com currículo, não que este não seja importante, pelo contrário, mas do que adianta um currículo se nossos alunos (as) são criminosamente jogados de um ano a outro sem ler ou sabendo ler mecanicamente, mas ser compreender?
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, 6/12/2011, B2. Em Opinião. José Pastore afirma que há “14 milhões de brasileiros com idade superior a 15 anos que não sabem ler (dados do senso 2010). E, ainda por cima, o analfabetismo funcional atinge 40 milhões de pessoas”.
Qual é lógica educacional brasileira? A meu ver é reacionária e para inglês ver (piegas, mas uma triste realidade).
Agora me pergunto, se essa política não funciona nas escolas secundárias, como ficará em universidades estaduais que adotaram o método de bônus?
O bônus é a alavanca que corrompe os professores, tornando-os figurantes das salas de aulas das séries básicas, figuras manipuláveis, vendidos (as) à corrupção cognitiva.
O governo, mantenedor dessa ideologia, se vê no direito de corromper também a docência das Universidades, estipulando bônus para torná-los marionetes do ensino superior, análogos aos do ensino médio.
Fica a questão, quando nossos alunos de escolas públicas atingirão o padrão exigido pelas atuais universidades públicas? Quando essas se tornarem medíocres semelhantes o ensino básico, e qual é o caminho? Bonificar a mediocridade no ensino superior.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, 05/12/2011 A20: A bonificação chegou também às Universidades públicas paulista. Na UNESP, a premiação é R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) para a unidade mais produtiva. Pergunto, quais serão as bases dessa produção? Será a aprovação de todos independente do aprendizado, como é feito nos ciclos básicos?
Na UNICAMP, a partir de 2012, será premiado o professor que mais se destacar de cada faculdade, o prêmio será de R$ 8.211,02.
Está instituída a base da corrupção nas universidades paulistas. Como estarão estas daqui a dez anos? Creio eu, prontas para receber os alunos que nada sabem que saem das escolas púbicas brasileiras.
O poder político atual vai corromper tudo e todos e dará aos trabalhadores a ilusão de estudarem em uma Universidade pública, e os ricos dominadores vão fazer das Universidades particulares o seu reduto, afinal de contas já são deles mesmos; e mais uma vez vão fazer a inversão de valores para enganar os que mais precisam.
Segundo Karl Marx e Engels, ideologias (argumentações ideológicas), são mentiras elaboradas para encobrir, mascarar a realidade. Filosoficamente tudo é previsível.
Segundo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, “não temos partidos políticos, temos gangues” (O Estado de São Paulo, 01/12/2011, A3)
Texto escrito por:
Priscila Marques Ribas
Professora de Biologia da EE Pio Telles Peixoto
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
QUAL É O PROBLEMA?
No fim de agosto, assistimos à notícia de que os alunos passam de ano sem saber interpretar um texto e sem dominar as operações básicas da matemática. Por isso, no mês em que se comemora o dia do professor, refletiremos sobre os problemas educacionais no Brasil.
Os problemas educacionais no Brasil parecem sem solução, mas observando alguns pensadores, percebemos ser possível transformar a sociedade através da conscientização popular. O saudoso Paulo Freire dizia, sabiamente, que “a educação não muda o mundo, a educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo”. Freire defendia um sistema educacional que partisse da realidade local para tornar o conhecimento mais concreto aos alunos e para conscientizar os indivíduos sobre o meio em que vivem, pois conscientizadas as pessoas conquistariam uma sociedade melhor.
Para este pensador brasileiro, se deveria ensinar utilizando fatos do dia-a-dia relacionando o conteudo com acontecimentos do cotidiano. Por exemplo, aprender a ler ligando as letras com as palavras através do som, relacionando as palavras com os objetos e com os fatos, assim se aprenderia a ler com a compreensão das leituras.
A educação é formada por um conjunto que envolve a escola, a família, a comunidade e todos os fatores que cercam o indivíduo, inclusive a mídia. O filósofo da Grécia antiga Pitágoras já defendia que todos seriam responsáveis pela educação, pois seria preciso educar as crianças para não ser necessário punir os adultos. Ou seja, educar é garantir o futuro da humanidade.
É preciso ensinar aos jovens que toda ação gera consequências. Certa vez, a filósofa brasileira Viviane Mosé expôs que não basta ensinar a não jogar lixo nas ruas, é necessário dar sentido a esta regra demonstrando o que um lixo jogado nas ruas pode causar para o meio ambiente e para a sociedade. É preciso que os alunos aprendam a refletir, oferecendo aos jovens uma visão mais ampla sobre o mundo.
O sistema educacional atual não corresponde ao modelo de sociedade. Viviane Mosé analisa esta questão dizendo que nossa educação forma cidadãos inseguros, com medo de arriscar, de inovar e de tomar decisões, enquanto o capitalismo exige um profissional com habilidades, com capacidade de liderança e de inovar. Deve-se repensar o modelo educacional, seria preciso uma educação que valorize o talento, a livre iniciativa e forme um cidadão consciente e confiante para atuar na sociedade.
Todos devem contribuir para a formação de um cidadão mais consciente e atuante, e conscientizando as pessoas, transformaremos toda a sociedade. Parabéns a todos que lutam por um mundo melhor através da educação!
Ricardo Hidemi Baba
www.ricardobaba.com.br
Revisado por Roberto de Lacerda
Os problemas educacionais no Brasil parecem sem solução, mas observando alguns pensadores, percebemos ser possível transformar a sociedade através da conscientização popular. O saudoso Paulo Freire dizia, sabiamente, que “a educação não muda o mundo, a educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo”. Freire defendia um sistema educacional que partisse da realidade local para tornar o conhecimento mais concreto aos alunos e para conscientizar os indivíduos sobre o meio em que vivem, pois conscientizadas as pessoas conquistariam uma sociedade melhor.
Para este pensador brasileiro, se deveria ensinar utilizando fatos do dia-a-dia relacionando o conteudo com acontecimentos do cotidiano. Por exemplo, aprender a ler ligando as letras com as palavras através do som, relacionando as palavras com os objetos e com os fatos, assim se aprenderia a ler com a compreensão das leituras.
A educação é formada por um conjunto que envolve a escola, a família, a comunidade e todos os fatores que cercam o indivíduo, inclusive a mídia. O filósofo da Grécia antiga Pitágoras já defendia que todos seriam responsáveis pela educação, pois seria preciso educar as crianças para não ser necessário punir os adultos. Ou seja, educar é garantir o futuro da humanidade.
É preciso ensinar aos jovens que toda ação gera consequências. Certa vez, a filósofa brasileira Viviane Mosé expôs que não basta ensinar a não jogar lixo nas ruas, é necessário dar sentido a esta regra demonstrando o que um lixo jogado nas ruas pode causar para o meio ambiente e para a sociedade. É preciso que os alunos aprendam a refletir, oferecendo aos jovens uma visão mais ampla sobre o mundo.
O sistema educacional atual não corresponde ao modelo de sociedade. Viviane Mosé analisa esta questão dizendo que nossa educação forma cidadãos inseguros, com medo de arriscar, de inovar e de tomar decisões, enquanto o capitalismo exige um profissional com habilidades, com capacidade de liderança e de inovar. Deve-se repensar o modelo educacional, seria preciso uma educação que valorize o talento, a livre iniciativa e forme um cidadão consciente e confiante para atuar na sociedade.
Todos devem contribuir para a formação de um cidadão mais consciente e atuante, e conscientizando as pessoas, transformaremos toda a sociedade. Parabéns a todos que lutam por um mundo melhor através da educação!
Ricardo Hidemi Baba
www.ricardobaba.com.br
Revisado por Roberto de Lacerda
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
PASSOS PARA TRANSFORMAR A EDUCAÇÃO E O BRASIL
Há anos, décadas, que a sociedade brasileira tem ouvido através das mídias nacional e internacional e dos políticos que estão no poder, que a saída para o Brasil da condição em que está, de país subalterno, do terceiro mundo, é por meio da melhoria da educação escolar de seu povo. Então, a pergunta que faço é: __ não há escolas no Brasil? __ Sim, há muitas escolas públicas e privadas. __ Então, por que não se vê mudanças, melhoria alguma na qualidade na educação de nossas crianças e jovens que estudam nas escolas públicas? __ Porque não é do interesse dos políticos que estão no poder que a juventude pobre tenha acesso ao conhecimento que mude sua condição social, se isso acontecer será o fim do poder desses políticos que não sabem governar uma nação que conhece. Por isso eles não se interessam pelo desenvolvimento cognitivo da grande massa trabalhadora. O que os atuais políticos e líderes religiosos mais gostam é de um povo sem conhecimento, eles são fáceis de dominar, trabalham por baixos salários, e se enganam facilmente com promessas políticas e religiosas.
Então, a conclusão que chego é que o problema da má qualidade da educação pública faz parte de decisões políticas do (a) presidente da república, dos (a) governadores e dos (a) prefeitos em comum acordo com o Senado, câmara dos deputados federais, estaduais e as câmaras dos vereadores. __ Sim, eles querem que a educação seja ruim. A educação é usada para manter o povo trabalhador no curral da ignorância. Eles só precisam saber o suficiente para assinar seus nomes e fazer contas básicas, para poder se especializar em alguma profissão técnica para o labor (ETEC e FATEC), povo despreparado para pensar, preparados apenas para rebanhos e não líderes. Jovens incapazes de passar em vestibulares das Universidades públicas, pois estas só existem para as elites políticas, empresariais, latifundiárias, religiosas e semelhantes. São esses os principais motivos, que fundamentam e justificam os currículos do ensino básico ao Médio.
__E daí, dá pra reverter essa política escravocrata? __ Sim, e é bem simples: primeiro passo, tirar esses velhos políticos do poder e isso você pode fazer, é só não votar mais nesses “papagaios de piratas”. Segundo passo, e isso também você pode e deve fazer; votar em novos políticos e cobrar deles as mudanças prometidas, se eles se recusarem é só organizar passeatas e pressioná-los. Políticos só trabalham pressionados.
Caríssimos eleitores somos nós, o povo, quem temos o poder para mudar as coisas públicas, somos nós quem autorizamos os políticos a agirem em nosso nome, mas não esqueçamos, somos nós também quem devemos pressionar os políticos do país para mudar as coisas que estão ruins. O Brasil só irá mudar quando o povo tiver consciência política, enquanto isso não ocorrer nada vai mudar para o bem do povo. Do modo como as coisas estão só está bom para a classe política e a elite dominadora, para nós, os pobres só nos restam o direito e o dever de votar. E é nesse dia que temos que ser inteligentes, votar consciente, e não permitir que os políticos façam desse dia uma festa da democracia enganando a todos com passeatas, danças e músicas, este dia é dia de reflexão, dia de mudanças, dia de jogar o lixo no lixo, dia de visualizar novas perspectivas e de se engajar na luta fiscalizando o seu eleito, pressionando-o a mudar a qualidade dos serviços prestados pelo poder público! Chega de promessas de boa educação, boa saúde, bom transporte coletivo, bons salários, etc. O político tem que ter a capacidade de mostrar aos eleitores como ele vai fazer as mudanças, se ele não for capaz de fazer isso nos dias de campanha ele também não será capaz de mudar nada.
Voltemos à educação: O que precisa fazer para mudar a educação, trocar os professores e profissionais que lá estão? __ Não, nem todos, apenas a minoria. No Brasil há muitos e bons professores apesar dos baixos salários, muitos desses são idealistas e continuam insistindo, lutando para melhorar a educação de baixo para cima, só que de baixo pra cima não muda nada, como já falei, o problema da educação só depende de vontade política e não de pedagogia.
O que os governos federal, estaduais e municipais precisam fazer é acabar com a maldita progressão continuada, isto é, aprovação automática. Esses paradigmas foram conceituados para iludir os pais, os alunos e muitos professores, fazendo parecer que há alguma vantagem para o estudante ir passando de ano sem aprender. Os únicos que lucram com essa política são os próprios políticos que querem manter-se no poder e o meio mais fácil é manter o povo na ignorância, sem consciência política, despreparados para a vida, sem visão de mundo.
Se há uma fase em que o ser humano está aberto ao saber é quando criança, aprender, descobrir o mundo no qual está inserido é o que lhe impulsiona às perguntas: por que isso, por que aquilo, por que tem que ser assim, a onde vamos, por que vamos, o que vamos fazer? Venha brincar comigo! Esse é o período que todos nós somos filósofos, queremos saber, conhecer, descobrir e entender o mundo. E é nesse momento que entra o pedagogo, o professor que sabe explorar essa tendência natural das crianças para lhes ensinar sem eles perceberem que estão aprendendo. Mas as crianças são espertas, elas percebem como são os pais e os exploram e quando chegam às escolas, de pronto, já percebem também como funciona o aprendizado e as estruturas daquele espaço, é um período que elas não têm consciência lógica. Mas os instintos inatos a todos os homens dão-lhes essas percepções quando crianças. E o que está fazendo os políticos brasileiros com nossas crianças com esse paradigma? Anulando-as, alienando-as, matando o melhor dos períodos para o aprendizado do ser humano, e não nos enganemos, os governos sabem disso, pois o que mais há são doutores em pedagogia da educação que os ajudam a montar ideologias de controle através da educação. Então, quando elas, as crianças, percebem como funciona o aprendizado, algo que não existe e que não é preciso aprender para passar de ano, bastando apenas à presença na escola, começa aí o inferno dos professores (as), a desrespeitá-los, desafiarem com palavras e gestos, percebem que o professor é apenas uma figura decorativa da sala de aula, mães e pais sem autoridade cognitiva, pois o governo tirou-lhes esses instrumentos de controle pedagógico, que pode reprová-lo se ele não aprender e a criança já sabe que o discurso do professor não tem fundamento, pois o governo aprova em detrimento do aval dos professores. Isso é progressão continuada.
O pior está acontecendo com os portadores de necessidades especiais, em nome da educação, dessa educação, os governos estão descartando esses cidadãos em nome da inclusão deles nas escolas públicas, e pior ainda, essas pessoas especiais estão sob a responsabilidade dos professores que não são preparados para trabalhar com esse pessoal que precisam de profissionais especiais. A escola pública brasileira é a pior do mundo e os atuais governos estão lutando para que fique ainda pior.
Mas, para a felicidade dos políticos, a progressão continuada, não gera apenas ignorância e jovens sem consciência política; cria também traficantes, assassinos, beberrões que mata milhares no trânsito brasileiro, ladrões, maus pais e mães, más esposos e esposas, milhares de moradores de rua em todas as cidades, toda uma sociedade pífia, marginalizada. Nesse capitalismo consumista, onde poucos têm muito e desfruta de tudo e à maioria tem pouco e o trabalho, e ainda lhes tiram o direito de aprender, de saber, único meio de evolução social e de aumentar a alto estima como pessoa inserida na sociedade, sem dúvida alguma eles vão arrumar um jeito de se vingar dessa situação, de se igualar aos poucos que têm muito, nem que para isso seja preciso traficar, roubar e matar e eles fazem isso naturalmente, pois o governo tirou-lhes o direito à consciência, à cidadania, desrespeita-os como seres humanos. Logo, agirão como irracionais e para eles, os marginalizados dos direitos, agir sem consciência é natural. Apertaram o botão F. E o Estado de direito é um Estado legal, logo, não tem poder absoluto. Então, só resta à sociedade dominante refletir e fazer mudanças, ou sofrerão as consequências em ascensão de suas decisões egocêntricas.
Haddad sairá como prefeito para a cidade de São Paulo em 2012, já pensou como será a educação de nossas crianças se ele ganhar a prefeitura, não vai mudar, assim como não muda com o atual governador e prefeito, eles são de origem oriental e jamais fará algo de bom aos filhos da miscigenação, os brasileiros. Tudo irá continuar como está: ruim. Progressão Continuada é o paradigma que sustenta a ideologia criminal contra todos os pobres que precisam conhecer para ascender socialmente e ter consciência política, formando cidadãos capazes de serem futuros líderes de nosso país.
O povo brasileiro nunca participou de mudanças a partir deles, de baixo para cima, como deve ser. As mudanças sempre acontecem de cima para baixo: políticos agindo para garantir o seu domínio. Tudo isso acontece porque o Brasil é um país colônia, país para a exploração estrangeira.
Os Estados Unidos da América do Norte não foi um país de colonizadores, porém, muitos africanos foram levados para lá para serem explorados e os americanos não lhes deram direitos à educação de qualidade, foram marginalizados, sofrem todo tipo de preconceito. E hoje, todo o mundo está vendo no que dá excluir uns em favor de outros, e a Europa está dentro do mesmo contexto. A ‘Progressão Continuada’ já foi aplicada nos USA e não deu certo. Se nós, o povo brasileiro não nos mexermos, nossos atuais políticos, com suas políticas corruptas, vão entregar nossas riquezas naturais aos seus compatriotas estrangeiros.
O PV (partido verde, partido mundial), sempre se preocupou com a sustentabilidade ecológica, atuando nos bastidores políticos, sem muitas pretensões políticas, optando conscientizá-los da importância do equilíbrio entre exploração capitalista e sustentabilidade ambiental. Porém, os políticos de todo mundo, devido à ganância capital preferem continuar matando o Planeta que preservá-lo às gerações futuras.
Diante disso, o PV brasileiro, está disposto, a partir de 2012, trabalhar para interferir fortemente na política nacional, não se limitando à sustentabilidade ecológica. Vamos apresentar a todos os municípios o que precisa fazer para mudar o Brasil em todos os sentidos. O Brasil é privilegiado com riquezas naturais: solo fértil, boa e muita água para uso doméstico e grandes jazidas minerais. Então, precisa-se dar boa educação formal à população e melhores salários aos professores; assistência médica de qualidade a todos; educação esportiva direcionada à profissionalização junto à educação escolar; no meio ambiente: aplicar tecnologias que realmente possam resolver os problemas da poluição da atmosfera e do solo; preparar as cidades e toda estruturas físicas à acessibilidade. Tudo isso só é possível com um povo consciente, pessoas sem consciência agem próximo à irracionalidade. Não vamos apenas prometer, vamos mostrar como fazer e o porquê precisa fazer. Os profissionais filiados e simpatizantes do PV, de áreas específicas, estão se reunindo periodicamente preparando soluções para apresentar à sociedade e se esta nos der o poder vamos melhorar o Brasil em pouco tempo!
SÁBIOS CONSELHOS
Instrui o menino no caminho no caminho em que deve andar, e até quando se envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6 (Salomão)
Os hábitos formados na infância e na juventude têm mais influência que qualquer dote natural para formar homens e mulheres intelectualmente grandes ou defeituosos e mesquinhos; pois os melhores talentos podem, mediante hábitos errôneos, tornar-se frágeis e debilitados. O caráter é em grande medida determinado nos primeiros anos. Hábitos corretos, virtuosos, formados na juventude, geralmente assinalarão a carreira da pessoa em todo o curso da vida. (Ellen G. White. Testimonies, Vol. 4, pág.574.) Citado em: Princípios de Vida, pág. 389. Ed. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí- São Paulo.
O mais desejável continua sendo, em todas as circunstâncias, uma rígida disciplina na época certa, ou seja, ainda numa idade em que desperte orgulho ver que muito é exigido de si mesmo. Pois isto diferencia de qualquer outra a escola da dureza como boa escola: que muito é exigido; que é exigido com rigor; que o bom, que até o excepcional é exigido como normal; que o louvor é raro, que não há indulgência; que a punição se impõe certeira, objetiva, sem exceção para talento e origem. Uma escola assim é necessária em todos os sentidos: isso vale tanto para o mais corpóreo quanto para o mais espiritual: funesto seria querer separar aqui! (Nietzsche, 2002ª, p. 151-152, parágrafo 14 [161]).
“De sua teoria das forças Nietzsche traz o que é necessário numa boa escola: ela educa a pessoa para se construir tanto para o mando como para a obediência, porque isso já está na própria pessoa enquanto constituição de forças em relação. Uma instituição de mando e obediência, de hierarquia, mas também de ascese, de dureza sem fim, de luta constante. Nietzsche analisa essa formação escolar a partir de sua própria “doutrina” da vontade de poder””. Mauro Araujo de Sousa. Nietzsche Asceta. Ed. Unijuí. RS, 2009. Pág.190.
Isaías Correia Ribas, filósofo e professor.
Então, a conclusão que chego é que o problema da má qualidade da educação pública faz parte de decisões políticas do (a) presidente da república, dos (a) governadores e dos (a) prefeitos em comum acordo com o Senado, câmara dos deputados federais, estaduais e as câmaras dos vereadores. __ Sim, eles querem que a educação seja ruim. A educação é usada para manter o povo trabalhador no curral da ignorância. Eles só precisam saber o suficiente para assinar seus nomes e fazer contas básicas, para poder se especializar em alguma profissão técnica para o labor (ETEC e FATEC), povo despreparado para pensar, preparados apenas para rebanhos e não líderes. Jovens incapazes de passar em vestibulares das Universidades públicas, pois estas só existem para as elites políticas, empresariais, latifundiárias, religiosas e semelhantes. São esses os principais motivos, que fundamentam e justificam os currículos do ensino básico ao Médio.
__E daí, dá pra reverter essa política escravocrata? __ Sim, e é bem simples: primeiro passo, tirar esses velhos políticos do poder e isso você pode fazer, é só não votar mais nesses “papagaios de piratas”. Segundo passo, e isso também você pode e deve fazer; votar em novos políticos e cobrar deles as mudanças prometidas, se eles se recusarem é só organizar passeatas e pressioná-los. Políticos só trabalham pressionados.
Caríssimos eleitores somos nós, o povo, quem temos o poder para mudar as coisas públicas, somos nós quem autorizamos os políticos a agirem em nosso nome, mas não esqueçamos, somos nós também quem devemos pressionar os políticos do país para mudar as coisas que estão ruins. O Brasil só irá mudar quando o povo tiver consciência política, enquanto isso não ocorrer nada vai mudar para o bem do povo. Do modo como as coisas estão só está bom para a classe política e a elite dominadora, para nós, os pobres só nos restam o direito e o dever de votar. E é nesse dia que temos que ser inteligentes, votar consciente, e não permitir que os políticos façam desse dia uma festa da democracia enganando a todos com passeatas, danças e músicas, este dia é dia de reflexão, dia de mudanças, dia de jogar o lixo no lixo, dia de visualizar novas perspectivas e de se engajar na luta fiscalizando o seu eleito, pressionando-o a mudar a qualidade dos serviços prestados pelo poder público! Chega de promessas de boa educação, boa saúde, bom transporte coletivo, bons salários, etc. O político tem que ter a capacidade de mostrar aos eleitores como ele vai fazer as mudanças, se ele não for capaz de fazer isso nos dias de campanha ele também não será capaz de mudar nada.
Voltemos à educação: O que precisa fazer para mudar a educação, trocar os professores e profissionais que lá estão? __ Não, nem todos, apenas a minoria. No Brasil há muitos e bons professores apesar dos baixos salários, muitos desses são idealistas e continuam insistindo, lutando para melhorar a educação de baixo para cima, só que de baixo pra cima não muda nada, como já falei, o problema da educação só depende de vontade política e não de pedagogia.
O que os governos federal, estaduais e municipais precisam fazer é acabar com a maldita progressão continuada, isto é, aprovação automática. Esses paradigmas foram conceituados para iludir os pais, os alunos e muitos professores, fazendo parecer que há alguma vantagem para o estudante ir passando de ano sem aprender. Os únicos que lucram com essa política são os próprios políticos que querem manter-se no poder e o meio mais fácil é manter o povo na ignorância, sem consciência política, despreparados para a vida, sem visão de mundo.
Se há uma fase em que o ser humano está aberto ao saber é quando criança, aprender, descobrir o mundo no qual está inserido é o que lhe impulsiona às perguntas: por que isso, por que aquilo, por que tem que ser assim, a onde vamos, por que vamos, o que vamos fazer? Venha brincar comigo! Esse é o período que todos nós somos filósofos, queremos saber, conhecer, descobrir e entender o mundo. E é nesse momento que entra o pedagogo, o professor que sabe explorar essa tendência natural das crianças para lhes ensinar sem eles perceberem que estão aprendendo. Mas as crianças são espertas, elas percebem como são os pais e os exploram e quando chegam às escolas, de pronto, já percebem também como funciona o aprendizado e as estruturas daquele espaço, é um período que elas não têm consciência lógica. Mas os instintos inatos a todos os homens dão-lhes essas percepções quando crianças. E o que está fazendo os políticos brasileiros com nossas crianças com esse paradigma? Anulando-as, alienando-as, matando o melhor dos períodos para o aprendizado do ser humano, e não nos enganemos, os governos sabem disso, pois o que mais há são doutores em pedagogia da educação que os ajudam a montar ideologias de controle através da educação. Então, quando elas, as crianças, percebem como funciona o aprendizado, algo que não existe e que não é preciso aprender para passar de ano, bastando apenas à presença na escola, começa aí o inferno dos professores (as), a desrespeitá-los, desafiarem com palavras e gestos, percebem que o professor é apenas uma figura decorativa da sala de aula, mães e pais sem autoridade cognitiva, pois o governo tirou-lhes esses instrumentos de controle pedagógico, que pode reprová-lo se ele não aprender e a criança já sabe que o discurso do professor não tem fundamento, pois o governo aprova em detrimento do aval dos professores. Isso é progressão continuada.
O pior está acontecendo com os portadores de necessidades especiais, em nome da educação, dessa educação, os governos estão descartando esses cidadãos em nome da inclusão deles nas escolas públicas, e pior ainda, essas pessoas especiais estão sob a responsabilidade dos professores que não são preparados para trabalhar com esse pessoal que precisam de profissionais especiais. A escola pública brasileira é a pior do mundo e os atuais governos estão lutando para que fique ainda pior.
Mas, para a felicidade dos políticos, a progressão continuada, não gera apenas ignorância e jovens sem consciência política; cria também traficantes, assassinos, beberrões que mata milhares no trânsito brasileiro, ladrões, maus pais e mães, más esposos e esposas, milhares de moradores de rua em todas as cidades, toda uma sociedade pífia, marginalizada. Nesse capitalismo consumista, onde poucos têm muito e desfruta de tudo e à maioria tem pouco e o trabalho, e ainda lhes tiram o direito de aprender, de saber, único meio de evolução social e de aumentar a alto estima como pessoa inserida na sociedade, sem dúvida alguma eles vão arrumar um jeito de se vingar dessa situação, de se igualar aos poucos que têm muito, nem que para isso seja preciso traficar, roubar e matar e eles fazem isso naturalmente, pois o governo tirou-lhes o direito à consciência, à cidadania, desrespeita-os como seres humanos. Logo, agirão como irracionais e para eles, os marginalizados dos direitos, agir sem consciência é natural. Apertaram o botão F. E o Estado de direito é um Estado legal, logo, não tem poder absoluto. Então, só resta à sociedade dominante refletir e fazer mudanças, ou sofrerão as consequências em ascensão de suas decisões egocêntricas.
Haddad sairá como prefeito para a cidade de São Paulo em 2012, já pensou como será a educação de nossas crianças se ele ganhar a prefeitura, não vai mudar, assim como não muda com o atual governador e prefeito, eles são de origem oriental e jamais fará algo de bom aos filhos da miscigenação, os brasileiros. Tudo irá continuar como está: ruim. Progressão Continuada é o paradigma que sustenta a ideologia criminal contra todos os pobres que precisam conhecer para ascender socialmente e ter consciência política, formando cidadãos capazes de serem futuros líderes de nosso país.
O povo brasileiro nunca participou de mudanças a partir deles, de baixo para cima, como deve ser. As mudanças sempre acontecem de cima para baixo: políticos agindo para garantir o seu domínio. Tudo isso acontece porque o Brasil é um país colônia, país para a exploração estrangeira.
Os Estados Unidos da América do Norte não foi um país de colonizadores, porém, muitos africanos foram levados para lá para serem explorados e os americanos não lhes deram direitos à educação de qualidade, foram marginalizados, sofrem todo tipo de preconceito. E hoje, todo o mundo está vendo no que dá excluir uns em favor de outros, e a Europa está dentro do mesmo contexto. A ‘Progressão Continuada’ já foi aplicada nos USA e não deu certo. Se nós, o povo brasileiro não nos mexermos, nossos atuais políticos, com suas políticas corruptas, vão entregar nossas riquezas naturais aos seus compatriotas estrangeiros.
O PV (partido verde, partido mundial), sempre se preocupou com a sustentabilidade ecológica, atuando nos bastidores políticos, sem muitas pretensões políticas, optando conscientizá-los da importância do equilíbrio entre exploração capitalista e sustentabilidade ambiental. Porém, os políticos de todo mundo, devido à ganância capital preferem continuar matando o Planeta que preservá-lo às gerações futuras.
Diante disso, o PV brasileiro, está disposto, a partir de 2012, trabalhar para interferir fortemente na política nacional, não se limitando à sustentabilidade ecológica. Vamos apresentar a todos os municípios o que precisa fazer para mudar o Brasil em todos os sentidos. O Brasil é privilegiado com riquezas naturais: solo fértil, boa e muita água para uso doméstico e grandes jazidas minerais. Então, precisa-se dar boa educação formal à população e melhores salários aos professores; assistência médica de qualidade a todos; educação esportiva direcionada à profissionalização junto à educação escolar; no meio ambiente: aplicar tecnologias que realmente possam resolver os problemas da poluição da atmosfera e do solo; preparar as cidades e toda estruturas físicas à acessibilidade. Tudo isso só é possível com um povo consciente, pessoas sem consciência agem próximo à irracionalidade. Não vamos apenas prometer, vamos mostrar como fazer e o porquê precisa fazer. Os profissionais filiados e simpatizantes do PV, de áreas específicas, estão se reunindo periodicamente preparando soluções para apresentar à sociedade e se esta nos der o poder vamos melhorar o Brasil em pouco tempo!
SÁBIOS CONSELHOS
Instrui o menino no caminho no caminho em que deve andar, e até quando se envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6 (Salomão)
Os hábitos formados na infância e na juventude têm mais influência que qualquer dote natural para formar homens e mulheres intelectualmente grandes ou defeituosos e mesquinhos; pois os melhores talentos podem, mediante hábitos errôneos, tornar-se frágeis e debilitados. O caráter é em grande medida determinado nos primeiros anos. Hábitos corretos, virtuosos, formados na juventude, geralmente assinalarão a carreira da pessoa em todo o curso da vida. (Ellen G. White. Testimonies, Vol. 4, pág.574.) Citado em: Princípios de Vida, pág. 389. Ed. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí- São Paulo.
O mais desejável continua sendo, em todas as circunstâncias, uma rígida disciplina na época certa, ou seja, ainda numa idade em que desperte orgulho ver que muito é exigido de si mesmo. Pois isto diferencia de qualquer outra a escola da dureza como boa escola: que muito é exigido; que é exigido com rigor; que o bom, que até o excepcional é exigido como normal; que o louvor é raro, que não há indulgência; que a punição se impõe certeira, objetiva, sem exceção para talento e origem. Uma escola assim é necessária em todos os sentidos: isso vale tanto para o mais corpóreo quanto para o mais espiritual: funesto seria querer separar aqui! (Nietzsche, 2002ª, p. 151-152, parágrafo 14 [161]).
“De sua teoria das forças Nietzsche traz o que é necessário numa boa escola: ela educa a pessoa para se construir tanto para o mando como para a obediência, porque isso já está na própria pessoa enquanto constituição de forças em relação. Uma instituição de mando e obediência, de hierarquia, mas também de ascese, de dureza sem fim, de luta constante. Nietzsche analisa essa formação escolar a partir de sua própria “doutrina” da vontade de poder””. Mauro Araujo de Sousa. Nietzsche Asceta. Ed. Unijuí. RS, 2009. Pág.190.
Isaías Correia Ribas, filósofo e professor.
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